Hoje é dia de clamar pela volta dos filhos pródigos!

Hoje na Reunião de Cura Divina e Libertação daremos continuidade à Campanha de Oração: A Volta do Filho Pródigo, em todas as unidades de Paz e Vida.

Por pior que esteja a situação em que você se encontra e mesmo que você não esteja vendo uma solução, agarre-se em Deus. Ele te trará alívio e refrigério durante os dias de tribulação. Venha hoje unir a sua fé com todo Corpo de Cristo e clamar pelo seu milagre.

Horário: às 9, 15 e 19h nas nossas Igrejas no Brasil e em Portugal, às 9h, 15h e 20h!

Acesse: pazevida.org.br/enderecos e veja onde tem uma Paz e Vida pertinho de você!

Creia! É o Senhor quem guerreia as suas lutas!

Por Pastora Daniela Porto

Participe hoje da Quinta da Visão com Bianca Pagliarin!

“Jesus, porém, ouvindo-o, respondeu-lhe, dizendo: Não temas; crê somente, e será salva.” –
Lucas 8:50.

Existem situações em nossa vida nas quais parece que tudo acabou, que não há mais solução e que portanto, não adianta mais ter fé.

Todavia, é justamente nesses momentos em que você precisa estar forte, precisa estar com seus olhos espirituais atentos e focados na visão de Deus para você, pois muitas são as circunstâncias que querem te afastar do Senhor. Inúmeras são as ofertas do mundo para te levar para longe da sua salvação e diversos são os falsos profetas treinados para matar a sua confiança em Deus.

Mas hoje, queremos te dizer: não se esqueça do Eterno por causa de uma experiência. Não esteja fora do Corpo de Cristo por causa desse ou daquele e lembre-se: perfeição só há em Deus, portanto, olhe para Ele!!!

Mude a perspectiva dos seus olhos e foque somente no amor, no poder, na Graça e na misericórdia de Jesus!

HOJE, às 19hs, queremos convidar você a se reconciliar com a sua fé! Na Quinta da Visão Bianca Pagliarin vai ensinar você e direcionar o seu foco para o alto e não mais permitir que as distrações e as intempéries da vida te afastem do seu milagre, te afastem do Senhor.

Esperamos por você na Avenida Cruzeiro do Sul, 1965, em Santana.

Compareça!

China anuncia envio de tropas para a Rússia

Pequim afirma que militares participarão de exercício conjunto, mas não esclarece se participarão da guerra na Ucrânia.

Em meio a fortes tensões com os Estados Unidos, a China anunciou nesta quarta-feira (17) que enviará tropas para a Rússia. Segundo Pequim, os militares participarão em um exercício conjunto no país.

O anúncio foi feito pelo Ministério da Defesa chinês. De acordo com a pasta, tropas da Índia, Belarus e Tajiquistão também participarão dos exercícios, que ocorrerão em território russo ainda sem data confirmada.

A participação da China nos exercícios conjuntos “não tem relação com a atual situação internacional e regional”, afirmou o ministério em comunicado.

Os exercícios fazem parte de um acordo de cooperação anual bilateral, acrescentou a pasta. Exercícios conjuntos semelhantes liderados pela Rússia envolvendo a China já foram realizados em outros anos.

Tensões com os EUA

O anúncio acontece em meio a um dos momentos mais tensos entre os Estados Unidos e a China nos últimos anos.

As tensões se acirraram no início deste mês, quando a presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, fez uma visita à Taiwan, que o governo chinês reivindica como parte de seu território.

Pequim, portanto, considerou a visita como uma provocação dos EUA, que mantêm uma política de ambiguidade em relação à ilha – Washington não reconhece Taiwan como independente, mas, ao mesmo tempo, mantêm relações com o governo local.

Desde então, aviões e navios militares chineses têm feito exercícios militares constantes ao redor de Taiwan e com inúmeras invasões ao espaço aéreo da ilha.

Fonte: G1

Valores a receber: prevista para maio, 2ª fase de consultas segue sem data para início

O retorno das consultas ao chamado ‘dinheiro esquecido’, que estava previsto para começar no dia 2 de maio, foi adiado por conta da greve de servidores do BC e ainda não foi remarcado.

Marcada para começar no dia 2 de maio, a segunda fase de consultas do “dinheiro esquecido” nos bancos – o Sistema de Valores a Receber – ainda segue sem previsão para início.

retomada do sistema foi adiada por conta da greve de servidores do BC, que atrasou a implementação da ferramenta.

A paralisação dos servidores, no entanto, terminou há 40 dias – e o BC ainda não anunciou a retomada das consultas.

O BC estima que há cerca de R$ 8 bilhões em valores esquecidos, mas na primeira fase do serviço ficaram disponíveis cerca de R$ 4 bilhões para devolução.

Os valores a receber podem ser de recursos remanescentes de:

contas-correntes ou de poupança encerradas, com saldo disponível;

tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o BC;

cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito;

recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.

Primeira fase

No dia 16 de abril, o BC encerrou a última “repescagem” para os saques da primeira fase dos recursos esquecidos por brasileiros nos bancos. A repescagem é dos valores da primeira fase do programa. Mais valores serão liberados na segunda fase.

Até 24 de março, 2,85 milhões pessoas físicas e jurídicas solicitaram resgate de seus valores a receber, totalizando R$ 245,8 milhões.

Entre as pessoas físicas que pediram a devolução, 2.516.990 solicitaram transferência via Pix, totalizando R$ 205.099.139,18, enquanto 328.947 preferiram receber os dados de contato das instituições financeiras, somando R$ 34.370.940,12.

Entre as pessoas jurídicas, 5.113 solicitaram a devolução dos valores via Pix (R$ 5.012.975,84) e 1.059 receberam dados de contato (R$ 1.326.419,82).

Se você perdeu a sua data de agendamento, o Banco Central informa que não há motivo para se preocupar. Não há risco de perder seus valores a receber, pois eles continuarão guardados pelas instituições financeiras, esperando que você solicite a devolução, quando as consultas ao SVR forem retomadas.

Segunda fase

Desde o dia 17 de abril, o sistema Valores a Receber passa por uma reformulação. Confira, abaixo, algumas das mudanças para o segundo ciclo:

Não haverá mais necessidade de agendamento. Será possível pedir o resgate dos recursos no momento da primeira consulta;

O sistema contará com informações novas repassadas pelas instituições financeiras. Ou seja, mesmo quem já resgatou seus recursos e quem não tinha valores a receber na primeira etapa deve consultar novamente o sistema, pois os dados serão atualizados e pode haver recurso novo.

Fonte: G1

Xepa virtual ajuda consumidor a economizar até 70% nas compras

Com política de desperdício zero, empresas recuperam produtos fora do padrão comercial, próximos do vencimento ou excedentes.

A ideia é a mesma de sempre, economizar, mas o conceito de xepa se modernizou: agora, para comprar produtos mais baratos por causa de algum defeito ou de uma pequena deformação, existem mais alternativas além da pechincha no fim da feira livre. Várias novas empresas, a maioria de e-commerce (comércio digital), chegaram ao mercado para combater o desperdício, dar uma segunda chance a alimentos e outros itens rejeitados pelo comércio tradicional, e ajudar os consumidores a gastar menos nas compras.

Quanto ao desperdício, esses empresários dizem que é inaceitável não fazer nada ao saber que 30% de todo o alimento produzido no mundo é descartado. No caso dos legumes, verduras e frutas, por exemplo, isso acontece com os itens considerados fora do padrão desejado para a venda, que nem chegam às bancas das feiras ou prateleiras dos sacolões e supermercados.

Esse padrão está relacionado com a aparência do produto, inclui tamanho, cor e formato. Também são deixados de lado aqueles que amassaram, ficaram com algum defeito ou perderam parte da casca durante o transporte.

Assim, o que motiva o descarte não é o sabor, a qualidade nutricional ou a adequação ao consumo. Apesar de serem esteticamente diferentes, essas mercadorias, que teriam como destino o lixo, podem e devem ser consumidas.

Algo parecido acontece com outras duas categorias de produtos: itens industrializados com a data de validade próxima do vencimento, e alimentos preparados por restaurantes, bares e padarias e não vendidos até o final do dia. Nos dois casos, os artigos estão apropriados para o consumo, mas como não podem ser vendidos pelos estabelecimentos de origem, acabam sendo desprezados.

São esses produtos que a xepa virtual recupera. Funciona mais ou menos assim: as empresas negociam diretamente com o produtor, fábrica ou estabelecimento a compra dos itens desprezados por um preço bem mais baixo que o habitual, que pode ser até 70% menor que o valor comercial habitual. Depois, são organizados kits com os itens disponíveis, vendidos em plataformas digitais, por meio de assinaturas ou aplicativos em dispositivos móveis.

Diferentes xepas

Mesmo não sendo restrita aos vegetais, a xepa moderna conta com companhias que se dedicam a comercializar frutas e legumes. Uma delas é a startup Fruta imperfeita, definida como “um delivery de cestas de frutas e legumes com formatos estranhos, mas deliciosas e nutritivas”.

Tudo o que é vendido vem de sítios de pequenos produtores. No site da Fruta Imperfeita, o cliente escolhe a frequência de recebimento, se quer comprar uma cesta avulsa ou fazer uma assinatura semanal ou quinzenal. Também pode selecionar o tipo de cesta, se apenas com frutas, só com legumes ou mista, e decidir qual é o melhor tamanho para sua família: PP (de 3 kg), P (5 kg), M (7 kg) ou G (10 kg). Ainda é possível informar os itens que ele não deseja que sejam incluídos, e há as opções de receber em casa, se o endereço estiver dentro da área atendida, ou retirar os produtos em uma loja.

Uma cesta PP mista avulsa, por exemplo, custa R$ 33, segundo cotação feita na página da Fruta imperfeita na internet, para entrega em um endereço na região central de São Paulo. Se a opção for por uma cesta apenas com frutas, o preço de uma no tamanho P, com 4 kg e frequência quinzenal, é R$ 84, valor que deve ser pago a cada 28 dias.

Outra foodtech (empresa de tecnologia voltada ao setor de alimentação) que vende assinaturas de cestas com produtos de hortifruti é o mercado Diferente, que faz entregas na maior parte da cidade de São Paulo. Graças a parcerias com produtores de orgânicos certificados, a companhia resgata alimentos fora do padrão, que seriam jogados fora, e oferece ao consumidor até 40% de desconto em relação ao preço dos mercados tradicionais.

O processo para fazer a assinatura é bem parecido com o que já foi descrito: no site da empresa, o cliente seleciona o tamanho de cesta (pequena, média ou grande), a frequência que quer receber em casa (semanal ou quinzenal), e indica qualquer restrição alimentar que tenha. Os produtos oferecidos dependem da sazonalidade e da colheita da semana, por isso a seleção do que vai na cesta é surpresa.

O mercado Diferente foi fundado em janeiro por quatro sócios, todos empresários experientes em startups: Eduardo Petrelli (ex-James Delivery), Saulo Marti (ex-Olist), Paulo Monçores (ex-VTex) e Walter Rodrigues (ex-Rappi). A motivação deles, além de combater o desperdício, é contribuir para proporcionar uma alimentação saudável a todos.

“Durante a introdução alimentar da minha filha, comecei a pensar mais sobre a importância dos orgânicos”, conta Saulo Marti, diretor de marketing da empresa. “Estamos nos juntando a parceiros de peso para revolucionar esse mercado e a alimentação saudável na América Latina, fazer com que esse tipo de alimento possa chegar à mesa de muito mais gente, impactando a vida e a saúde dessas pessoas”, completa.

O Diferente já tem 50 funcionários nas áreas administrativa e operacional, diz Eduardo Petrelli, um CD (centro de distribuição), com duas câmaras frias, ao lado da Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo). Lá é feita a montagem das cestas que, depois, são enviadas para os assinantes. As entregas, realizadas por empresas terceirizadas, ocorrem às terças, quintas e sábados.

“A cesta mais pedida é a M, é a que as pessoas costumam pedir no começo da assinatura, e depois mudam para a de tamanho G”, conta o empresário. Uma curiosidades sobre o negócio, segundo Petrelli, é que o jiló é o legume menos popular, o mais citado nas listas de restrições. “O inhame também causou estranhamento no início, muita gente não sabia o que era. Por outro lado, os campeões de elogios são o maracujá, a mexerica e o abacaxi”, revela.

Sobre os clientes, os sócios dizem que as pessoas que aderiram ao serviço logo no começo tinham o perfil de consumidor consciente, preocupado com o meio ambiente, vegano, vegetariano, e aqueles que gostam de cozinhar. Hoje, a maioria é de mulheres acima de 35 anos. “Nosso foco é na experiência do consumidor. Temos um chef de cozinha no time, e parcerias com nutricionistas e chefs para a criação de receitas para colocarmos nas redes sociais. Também temos quatro influenciadores que produzem conteúdo para nosso público. Queremos dar ideias do que fazer com o que vem na cesta”, fala Marti.

Produção excedente

Quem nunca se perguntou qual seria, no final do dia, o destino dos pães e doces não vendidos pelas padarias? Os excedentes da produção diária de restaurantes, bares, pastelarias, cafés, lanchonetes, hamburguerias e padarias, entre outros estabelecimentos, podem ter fins diferentes, mas boa parte deles, ainda com qualidade para consumo, acaba indo para o lixo.

Pensando em diminuir esse desperdício, Caio Ribeiro, Carlos Keiichi e Felipe Barros lançaram há dez meses o Cheap Food, um aplicativo que conecta estabelecimentos interessados em vender a produção excedente ou itens com data de validade próxima ao vencimento a consumidores que querem comprá-los. Os descontos chegam a até 70%.

No app, o consumidor escolhe uma sacola surpresa, que pode ter alimentos doces, salgados ou ser mista (com doces e salgados), e há três opções de preço, de acordo com o tamanho e a quantidade de itens: R$ 10,90, R$ 14,90 e R$ 29,90. A empresa já fechou parcerias com mais de 150 estabelecimentos, e tem mais de 10 mil clientes, 60% na Baixada Santista e 40% na cidade de São Paulo, principalmente na zona sul.

“Nosso time ainda é bem enxuto e, por enquanto, nosso foco são os pequenos e médios comerciantes, que fabricam seus produtos e têm excedentes diários ou próximos do vencimento, como confeitarias, padarias e pizzarias. Mas a ideia é expandir para mercados e até para produtos pet”, diz Caio Ribeiro, que é formado em engenharia de petróleo, assim como o sócio Carlos, que foi seu colega na faculdade. Felipe é o responsável pelo aplicativo e toda a área de tecnologia da companhia.

Ribeiro conta que, apesar da área de formação, sempre trabalhou com gastronomia. “O Carlos teve um restaurante, eu morei nos Estados Unidos, trabalhei com comida grega. Em uma viagem pela Europa, conhecemos a startup Too Good To Go, que foi a inspiração para o nosso negócio. Queremos fortalecer o conceito de consumo consciente, evitar o descarte indevido de alimentos, a poluição do solo, a produção de gases de efeito estufa e retornar capital para os estabelecimentos. Esse é o impacto que desejamos causar”, resume.

Hoje, o Cheap Food vende, em média, mil Cheap Boxes por mês, mas a meta é chegar às mil sacolas por dia. A maior clientela está em Santos, local onde retirar os produtos é preferência, em relação ao delivery. Segundo Ribeiro, os produtos que têm mais saída, e recebem mais elogios no aplicativo, são os de confeitaria, como bolos, tortas, biscoitos, seguidos por pães e salgados, mas ele afirma que a variedade é grande e, como as boxes são surpresa, não é possível ter certeza.

“O desenvolvimento do aplicativo foi um grande desafio, porque ele tem quatro partes, uma voltada para o cliente, outra para o entregador, um painel para o estabelecimento e o painel de administração geral, que a gente usa para controlar tudo”, diz o empresário.

Além disso, ele cita algumas dificuldades para colocar um negócio em pé. “Foram diversas fases: a primeira foi a construção do conceito e, depois, tirar a ideia da teoria. Daí, teve a questão do dinheiro, das condições societárias. Fomos atrás de investidores, para vender o projeto, que ainda era só um sonho. Conseguimos R$ 100 mil na primeira rodada. Com tudo isso, ainda faltava nosso produto responder. Agora que começou a dar certo, buscamos mais R$ 810 mil de investimentos”, conta.

Outra startup que também “salva” alimentos excedentes de restaurantes, padarias, lanchonetes, e também de hortifrútis, além de produtos com vencimento próximo à data de validade, é a Food To Save, que dá descontos de até 70% para os consumidores.

Pelo site ou aplicativo, o usuário escolhe o estabelecimento, que seleciona os itens excedentes, e monta a Sacola Surpresa, de acordo com a disponibilidade. Ela pode ser doce, salgada ou mista, e os preços são variados, algo em torno de R$ 10,99 e R$ 15,99. Depois, é só informar se deseja receber em casa ou retirar no local.

Já são mais de 400 mil usuários cadastrados e mil parceiros como restaurantes, padarias, cafeterias, confeitarias e hortifrútis. A região atendida inclui São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Valinhos, São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, Osasco, Mauá, Mogi das Cruzes, Santos, Diadema, Taboão da Serra, Barueri, Cotia e Poá.

Refood é outra opção para quem quer comer bem gastando pouco e ainda ajudar na luta contra o desperdício alimentar. Por meio do aplicativo, restaurantes, cafés, bares, padarias, mercados e hotéis anunciam sacolas-surpresa com alimentos excedentes do dia, para consumo imediato, por um preço 66% menor, e que podem ser retiradas pelo comprador, a partir do horário informado no app. Para os estabelecimentos, o incremento de margem com a venda pode chegar a até 90%.

A inspiração para criar a empresa também foi a startup internacional Too Good To Go, conta o paulistano Pietro Lancieri, um dos sócios.

Ele se uniu ao espanhol Marcos Nofuentes e aos brasileiros André Paraense e Luciano Touguinha para adaptar a ideia ao mercado nacional e criar a Refood. “A empresa foi fundada em fevereiro de 2021, mas só entramos no mercado há um ano, em agosto. Nossa proposta é conectar estabelecimentos que têm produtos excedentes com pessoas do bairro, que podem se programar para ir retirar sua sacola”, diz Lancieri.

Para ele, a empresa enfrentou dois grandes desafios: “o primeiro foi a ‘evangelização’ do consumidor e dos estabelecimentos, com o objetivo de criar o senso de comunidade. O segundo é a necessidade de estar sempre atento ao que acontece, aos movimentos do mercado. Nossa ideia, desde o início, é ser 100% sustentável, é respeitar o conceito de ESG [sigla em inglês para environmental, social and governance, que se refere a questões ambientais, sociais e de governança corporativa]. Para isso, não fazemos entrega, pensamos que o cliente sair para andar perto de casa, para retirar o pedido, seria mais sustentável. Mas percebemos que há uma parcela dos consumidores que precisam do delivery, e o ‘S’ da sigla é de social, que temos que atender também”, explica, dizendo que esse serviço está em análise.

A maioria dos estabelecimentos cadastrados no Refood fica entre os bairros Pinheiros, Vila Madalena, Jardins, Itaim e Vila Olímpia, em São Paulo. Entre eles, está o badalado restaurante Miró Gastronomia, comandado pelo chef Dalton Rangel.

foodtech 12+ funciona de maneira muito parecida com as demais: dá um novo destino aos excedentes de comida que não são vendidos durante o dia ou a produtos com “tempo de vida curto”, mas que ainda estão em perfeitas condições para o consumo.

Por meio do aplicativo, restaurantes, padarias, supermercados e outros estabelecimentos parceiros anunciam sua Box do Dia, com descontos de até 60% sobre o preço habitual dos produtos. O usuário, então, faz sua escolha e confirma seu pedido, comprometendo-se a ir ao local na hora marcada para a retirada do kit.

A startup faz a intermediação dos serviços de venda dos produtos através da plataforma 12+ em nome das lojas, e sua intervenção é a de um mero agente de pagamento, que atua em nome dos estabelecimentos. A área de cobertura prioritária da 12+ é a região metropolitana do Rio de Janeiro.

Prazo de validade

Um trabalho de faculdade virou o ganha-pão e motivo de orgulho de Luis Borba, fundador e CEO (diretor executivo) do SuperOpa, aplicativo para compra de mercadorias com desconto. Formado em administração pela FGV (Fundação Getulio Vargas), ele tem como sócio Leandro Zanardi, que foi seu professor e maior incentivador, e hoje é CTO, diretor de tecnologia, da empresa.

O aplicativo existe desde dezembro de 2019 e foi criado com o objetivo de reduzir o desperdício de alimentos. Indústrias e distribuidores que têm produtos com prazo de validade mais curto, ou com algumas imperfeições, mas ainda bons para consumo, são conectados diretamente ao consumidor final, que pode economizar até 70% nas compras de alimentos, bebidas e produtos de higiene e beleza.

“Começamos operando como um marketplace, em 2020, com lojas parceiras, como se fosse um shopping online, em que o usuário localiza as lojas mais próximas de seu endereço, ao informar o CEP. E cada estabelecimento anuncia, no aplicativo, sua gama de produtos, aqueles que estão com alguma avaria na embalagem ou, então, os que estão com a data de validade mais próxima do vencimento”, explica Cristiane Lamanna, diretora de marketing e comunicação.

Ela conta que, desde fevereiro deste ano, além das lojas de parceiros, o app tem também uma loja própria, a Opa Economia, que oferece produtos negociados diretamente com a indústria. “É mais uma opção para o cliente. A gente tem um centro de distribuição aqui em Campinas. Trazemos para cá as mercadorias que compramos, e toda a operação é feita por nós mesmos, da separação à logística e entrega nas mãos do consumidor”, diz Cristiane.

De 2021 para 2022, o SuperOpa cresceu 400% em downloads e faturamento. A empresa já tem mais de 50 mil clientes, e a área coberta abrange mais de 500 cidades do estado de São Paulo, principalmente na região entre São Paulo e Campinas. São 32 funcionários contratados, sem contar a equipe que faz as entregas, que é terceirizada.

“Nosso objetivo é expandir, ter mais centros de distribuição, menores e em outras localidades, e inaugurar pontos de retirada, onde as pessoas possam ir buscar seus pedidos”, fala a diretora da empresa. Em junho, foi criado, como projeto-piloto, o primeiro desses pontos, em parceria com a Fundação Tide Setubal e o Quintessa, organização de apoio a empreendedores.

“Esse primeiro ponto de retirada é um contêiner que a gente colocou dentro da comunidade do Jardim Lapenna, na zona leste de São Paulo. É uma loja específica para o pessoal dessa comunidade, que faz o pedido no aplicativo e retira a compra, com frete grátis, ali no contêiner. Todo dia a gente tem rota de entrega para lá, para levar os pedidos deles. É um projeto que a gente está testando para conseguir levar produtos mais baratos para mais gente”, diz Cristiane.

Ela afirma que algumas pessoas deixam de fazer compras online por conta do frete, e acabam preferindo ir ao mercadinho da esquina, pensando ser mais barato. “Mas, na maioria das vezes, não é. Lá não tem as mesmas oportunidades, porque recebemos produtos com preços imbatíveis, então queremos oferecer isso para a galera que precisa mais, né? Já estamos mapeando outras regiões e comunidades, pensando em outros pontos de retirada.”

No SuperOpa, as mercadorias mais vendidas são carne, cerveja, leite, arroz e óleo, mas as mais pocuradas pelos clientes do aplicativo são as proteínas, “em especial por clientes das classes D e E e, nos últimos meses, aumentaram as vendas para as classes B e C.

Outro marketplace que conecta as pessoas a empresas que têm produtos com data de validade próxima do vencimento é o aplicativo b4waste. Ele tem o objetivo de converter o desperdício de alimentos em oportunidades e beneficiar estabelecimentos e consumidores, gerando valor.

Anunciando suas mercadorias no app, os varejistas encontram um destino para produtos que seriam descartados geram caixa e atraem novos clientes para seus pontos de venda. Com a atitude sustentável, também colabora com a melhoria da saúde do planeta. Para o consumidor, a vantagem está em comprar itens de marcas de prestígio, em perfeito estado, e com descontos de, no mínimo, 50%.

Artigos com prazo de validade curto também são conhecidos como Fifo (do inglês “First in, first out”, que, em português, pode ser traduzido como: “primeiro a entrar, primeiro a sair”), Fefo (“First expire, first out”, primeiro a vencer, primeiro a sair), ou Peps (sigla em português para: primeiro a entrar, primeiro a sair). As abreviações, emprestadas da área de gerenciamento de estoques, fazem referência à ordem de entrada e saída dos produtos dos depósitos e armazéns, para que não percam a validade: a regra é que os que chegaram antes sejam os primeiros a sair.

Ajuda para indústrias, empresas e restaurantes

Incentivar o consumo consciente é o propósito da Gooxxy, uma greentech (empresa de tecnologia voltada à recuperação e conservação ambiental) que “oferece soluções de recolocação de bens de consumo com vencimento aproximado, remanufaturados ou descontinuados, que seriam descartados pela indústria do atacado e do varejo”.

Uma das soluções é a Gofast, a recolocação de produtos, que não deixa que eles vençam nas prateleiras. A mercadoria perto da data de vencimento que ainda está na indústria é remanejada e redistribuída no mercado varejista para consumo. Isso acontece quando a indústria fabrica um produto com determinada expectativa de venda, e ela não acontece.

Golast é a recolocação no varejo de lotes de produtos descontinuados, que tiveram a fabricação suspensa. A mercadoria já produzida não precisa ficar parada no estoque da indústria e pode ir para um mercado que ainda se interessa em comercializá-la. O GoOut é a recolocação no varejo de produtos que ficaram fora do padrão no rigoroso processo de qualidade das indústrias, mas que estão aptos para o consumo. Eles podem ser reembalados e colocados, devidamente identificados, nas prateleiras. Há, ainda, alternativas para fábricas evitarem o desperdício de insumos e de embalagens, apoio para produtores rurais e outros serviços.

A foodtech Restin combate o desperdício de comida conectando os produtos Fifo das indústrias alimentícias com o food service (o setor de serviços de preparo de refeições), que pode usá-los como matéria-prima em sua produção. Tudo é feito online, por meio da plataforma digital, que permite a compra e venda das mercadorias com data de validade próxima do vencimento.

A empresa trabalha com três públicos: indústrias de alimentos, que vendem os produtos, restaurantes comerciais e cozinhas industriais, que compram as mercadorias com desconto. A entrega é feita ponto a ponto, ou seja, é a Restin que controla todo o processo de compra até a entrega dos produtos para o cliente.

Quem também atende restaurantes é a Food Finder, que consegue descontos entre 30% e 80% na comercialização de produtos fora do padrão comercial ou próximos ao vencimento. No mercado desde fevereiro de 2017, ela é direcionada exclusivamente a pessoas jurídicas: fornecedores de alimentos e empresas do setor de varejo e food service, como restaurantes cozinhas industriais, bares, lanchonetes, hotéis e similares.

Sem desperdício e fazendo o bem

Entre tantas iniciativas que visam o combate ao desperdício de alimentos, a Comida Invisível também vai atrás de produtos que seriam desprezados mas, ao contrário das demais, o destino é a doação. A startup social conecta quem tem alimentos para doar com quem precisa deles. “Fazemos o encaminhamento correto de alimentos que seriam descartados, mas estão próprios para consumo”, diz a empresária Daniela Leite, que fundou a empresa em 2017, depois de uma visita à Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo).

“Comida Invisível nasceu de uma indignação minha, quando vi pilhas e pilhas de alimentos bons para consumo sendo descartados”, conta. Daniela explica que também atua na conscientização das empresas que têm alimentos próprios para consumo, mas que perderam o valor comercial. Podem ser alimentos in natura, ultraprocessados próximos da validade, sobras de bufês.

“Na plataforma temos restaurantes, hotéis, empresas de eventos, indústrias alimentícias, centros de distribuição. Conectamos por geolocalização essas empresas com ONGs que atuam no atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Garantimos a segurança jurídico-sanitária na plataforma, orientando e certificando as ONGs”, diz a empresária.

A plataforma, apta a atender o Brasil inteiro, é gratuita para ONGs e entidades que precisam de doações, e as empresas que precisam dar destinação a seus produtos pagam uma mensalidade para usá-la. “Também temos cotas de patrocínio e realizamos projetos especiais com empresas, na área de destino correto dos alimentos e de educação”, fala Daniela.

Connecting Food é mais uma foodtech que tem as doações de alimentos como foco. “Apesar de não gerarem uma receita direta para as empresas, elas contribuem para a redução dos custos com o descarte de resíduos, são passíveis de captura de incentivos fiscais, além, claro, de trazer grandes resultados de impacto social e ambiental”, diz Alcione Pereira, CEO da empresa.

A Connecting Food faz a gestão inteligente da redistribuição de alimentos excedentes da cadeia de alimentos; eles são conectados às populações em situação de vulnerabilidade social. “Os alimentos são dos nossos clientes, grandes redes de varejo e indústrias. Atuamos nos processos das empresas para identificar esse potencial desperdício e dar a melhor destinação a esses alimentos”, explica Alcione.

Ela conta que, nas redes de varejo, os alimentos mais doados são frutas, legumes e verduras e, nas indústrias, a variedade de alimentos está relacionada a cada segmento de atuação. A empresa atende 112 cidades em 12 estados brasileiros, e a projeção é terminar 2022 em mais de 20 estados.

Fonte: R7

Cheiros da natureza aumentam o bem-estar do ser humano, diz estudo

Aromas específicos destes locais e a ausência de odores indesejados das áreas urbanas tornam, por exemplo, os indivíduos mais felizes.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Durrell de Conservação e Ecologia (DICE, na sigla em inglês), da Universidade de Kent, no Reino Unido, descobriu que os cheiros da natureza fazem as pessoas se sentirem relaxadas, alegres e saudáveis.

Os cientistas constataram que a interação com a natureza e os seus aromas, além de aumentar o bem-estar, estabelece uma forte ligação do indivíduo com as suas memórias pessoais. De forma exemplificada, um processo ecológico comum, como as folhas caídas no inverno, desencadeia boas lembranças no ser humano.

“A natureza é uma experiência multissensorial e nossa pesquisa demonstra o significado potencial do cheiro para o bem-estar”, disse a pesquisadora associada de pós-doutorado da DICE, Jessica Fisher.

O estudo levou os voluntários para alguns ambientes de uma floresta ao longo de quatro estações e demonstrou que o cheiro afetou diversos tipos de bem-estar, como o físico, que foi observado com mais frequência, e agiu diretamente nos quesitos de relaxamento, conforto e rejuvenescimento dos pacientes.

Combinado à característica física, a ausência dos cheiros de poluição e odores indesejados das áreas urbanas, por exemplo, melhorou a satisfação dos indivíduos e permitiu que eles relaxassem mais.

A pesquisa também descobriu que os cheiros traziam memórias relacionadas à infância dos participantes, pois diversos deles conectaram aromas específicos não à floresta em si, mas a um evento passado. Essas recordações provocaram reações emocionais e, da mesma forma, influenciaram o bem-estar dos voluntários.

Vale ressaltar que o bem-estar reduz os quadros de estresse e os níveis de cortisol – muitas vezes ligados a algumas doenças – do ser humano, portanto os dados são importantes e podem ser úteis para diversas profissões e áreas do conhecimento.

“O estudo fornece descobertas que podem informar o trabalho de profissionais, especialistas em saúde pública, formuladores de políticas e planejadores de paisagem que buscam melhorar os resultados de bem-estar por meio da natureza. Pequenas intervenções podem levar a benefícios para a saúde pública”, acrescenta a pesquisadora.

Fonte: R7

Você sabe qual é o dom de Deus reservado para você?

Hoje, em todas as Unidades de Paz e Vida, continuamos com a Campanha de Oração “Os 9 Dons do Espírito Santo”.

Os 9 dons são citados na carta que o apóstolo Paulo escreveu aos coríntios: PALAVRA DA SABEDORIA – PALAVRA DA CIÊNCIA – FÉ – DONS DE CURAR – OPERAÇÃO DE MARAVILHAS – PROFECIA – DOM DE DISCERNIR OS ESPÍRITOS – VARIEDADE DE LÍNGUAS – INTERPRETAÇÃO DAS LÍNGUAS (I Coríntios 12.7-11).

Você tem algum desses dons? Dom é presente, e neste caso, um lindo presente de Deus para você usar para glorificar o Nome Dele. Venha hoje na Paz e Vida buscar os dons e receber uma Palavra do Alto para encher o seu coração de alegria, ânimo e da paz que excede todo entendimento.

Horário das nossas reuniões hoje nas unidades de Paz e Vida: às 9, 15 e 19h nas nossas Igrejas no Brasil e em Portugal, às 9h, 15h e 20h!

Acesse: pazevida.org.br/endereços e veja onde tem uma Paz e Vida pertinho de você!

PARTICIPE!

Por Pastora Daniela Porto

Um vasto conteúdo gratuito de Juanribe Pagliarin disponível para você no Youtube!

No canal do Youtube do Fundador e Presidente da Comunidade Cristã Paz e Vida, Pastor Juanribe Pagliarin, você encontra mais de 1500 vídeos com testemunhos, mensagens, ilustrações, viagens, etc. É material para enriquecer os seus conhecimentos sobre a Palavra de Deus e aprender com muito amor e sabedoria sobre as coisas concernentes ao Reino de Deus.

Aproveite porque todo conteúdo é gratuito e com muita qualidade e dá para toda família assistir e aprender junta!

É só acessar o link youtube.com/juanribe. Aproveita e se inscreve no canal: clica lá na campainha porque todas as vezes que tivermos conteúdos novos você ficará sabendo!

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Por Pra. Daniela Porto

O primeiro ano do novo governo Talibã e o sofrimento de meninas e mulheres afegãs

Com o retorno do controle às mãos do grupo radical, população feminina enfrenta restrições de acesso a educação e postos de trabalho, além do medo da ‘repressão moral’.

Sob o controle de um governo que, mergulhado em seu radicalismo, semeia o ódio à figura feminina, as mulheres do Afeganistão sofrem com o retorno do Talibã  ao poder há um ano.

Com ainda menos acesso à educação, expulsas de cargos públicos e impedidas de exercerem suas profissões, elas se encontram desamparadas desde a queda da capital, Cabul, em 15 de agosto de 2021.

Naqueles dias, as imagens de milhares de afegãos desesperados no aeroporto da capital, na tentativa de deixar o país, chocaram o mundo. Diante do terror de um novo governo do Talibã, pessoas morreram ao tentar se agarrar nos aviões americanos que decolavam do aeroporto de Cabul.

Todo o desespero, entretanto, se justificou. Ao contrário do que os governantes haviam prometido, um ano após a retomad, as mulheres voltaram a ser invisíveis. Elas estão proibidas de percorrer mais de 70 km sem estar acompanhadas por um homem da família, são orientadas a ficar em casa e a usar a burca para que seu corpo e rosto fiquem cobertos.

Além disso, sem a ajuda dos EUA, o país mergulhou em uma crise socioeconômica ainda mais grave, e a fome severa é muito presente na região.

A Anistia Internacional realizou uma pesquisa sobre a situação de mulheres e meninas afegãs sob o domínio do Talibã de setembro de 2021 a junho de 2022. A pesquisa foi publicada no mês passado e revela que a situação do país é tão grave que famílias locais vendem suas filhas ao Talibã por não terem condições de sustentá-las.

Khorsheed, uma mulher de 35 anos de uma província no centro do Afeganistão, disse à Anistia Internacional que a crise econômica a fez casar sua filha de 13 anos com um vizinho de 30 anos, em setembro de 2021, por cerca de 670 dólares (R$ 3.658). Ela disse que se sentiu aliviada após a venda, já que sua filha não vai mais sentir fome.

O documento ainda revela que, ”de acordo com quatro indivíduos que trabalhavam em centros de detenção administrados pelo Talibã, o grupo prende mulheres e meninas por violarem suas políticas discriminatórias, como as regras contra aparecer em público sem um homem da família”.

“As afegãs detidas arbitrariamente por suposta ’corrupção moral’ ou por fugirem de abusos
não têm acesso a aconselhamento jurídico, são submetidas a torturas, bem como a condições desumanas de detenção”, conclui.

Saída dos EUA e esquecimento

A professora da USP (Universidade de São Paulo) Francirosy Campos Barbosa, pós-doutoranda em teologia islâmica pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, afirma que os americanos fizeram uma retirada “extremamente apressada” do país.

“Deixaram o Afeganistão para trás totalmente empobrecido. Além de todos os retrocessos do Talibã, não podemos deixar de olhar para um ‘governo estabilizador’ que permaneceu por 20 anos e que pouco fez pelo crescimento econômico, social e político da região.” De acordo com a professora, pelo Islã, as mulheres têm direito ao trabalho e ao estudo desde o século 7º, mas o Talibã faz uma releitura dessas questões.

Ela explica que em meio ao controle americano não houve um incentivo maciço à alfabetização das mulheres e à eliminação da pobreza. Quando os EUA deixaram o país, apenas 24% das mulheres eram alfabetizadas e só 21% tinham acesso ao ensino superior. Com a volta do Talibã, a realidade se tornou ainda mais trágica.

”Em alguns casos, as meninas conseguem com facilidade ir à escola até cerca de seus 12 ou 13 anos, período em que normalmente ocorre a primeira menstruação e em que, nos países islâmicos, elas começam a cobrir a cabeça com o hijab. Nessa faixa etária, a evasão escolar
ocorre devido à repressão do Talibã, já que não existe a garantia de que não serão punidas durante o caminho à escola”, diz.

No ensino superior, o Talibã exigiu que homens e mulheres estudem em salas de aula diferentes. Elas não podem frequentar as aulas no período noturno e surgiram denúncias de que foram afastadas de muitos cursos. Além disso, as instituições de ensino sofrem com a falta de docentes, já que muitos saíram do Afeganistão após a instauração do novo governo.

A especialista Francisrosy Barbosa diz que a ajuda ocidental ocorreu com o recebimento dos refugiados afegãos, mas não houve um auxílio direto ao país direcionado ao combate à fome e à garantia dos direitos humanos.

Para a professora da USP, o discurso americano da “guerra ao terror”, tão popular no começo dos anos 2000, se enfraqueceu. Agora, o Afeganistão se encontra “por conta própria”. “Não existe ajuda para suprimentos médicos e alimentares, o país passa por uma grave repressão econômica e a resistência feminina está sem apoio.”

“Muito desse retrocesso que vemos hoje no Afeganistão poderia ter sido evitado se os EUA tivessem saído de forma estratégica, no sentido de deixar questões consolidadas dentro do país”, afirma.

“Além de privar as mulheres dos direitos humanos, o Talibã também as priva dos direitos islâmicos, a partir do momento que as proíbe de estudar e trabalhar.”

Fonte: R7

Mais de 160 concursos públicos com inscrições abertas reúnem quase 30 mil vagas no país; veja lista

Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 30,4 mil no Tribunal de Justiça de Pernambuco.

Pelo menos 161 concursos públicos estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (15) no país. Juntos, eles reúnem 29,6 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade.

Os salários chegam a R$ 30,4 mil no Tribunal de Justiça de Pernambuco, que oferta 30 vagas para o cargo de juiz substituto. Veja o edital.

Entre os concursos com o maior número de cargos disponíveis, destaque para o da Secretaria de da Educação de Goiás, com 5.050 vagas, e da Secretaria da Educação do Distrito Federal, com 4.254 vagas.

Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso. (Clique no vídeo acima para aprender a ler editais).

A lista reúne concursos com vagas para a administração municipal e estadual, além de cargos em tribunais, Ministério Público, conselhos regionais, universidades e órgãos públicos.

Ao menos 9 dos concursos abertos começam a receber inscrições nesta segunda-feira (15), reunindo um total de mais de 400 vagas. São eles:

Prefeitura de Itaguaru (GO)
Inscrições até 19/08/22
49 vagas
Salários de até R$ 3.000,00
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital

Câmara Municipal de Santo Antônio do Amparo (MG)
Inscrições até 14/09/22
6 vagas
Salários de até R$ 2.510,00
Cargos de nível superior
Veja o edital

Prefeitura de Itaiópolis (SC)
Inscrições até 15/09/22
8 vagas
Salários de até R$ 14.000,00
Cargos de nível médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de Jardim de Piranhas (RN)
Inscrições até 19/08/22
10 vagas
Cargos de nível médio
Veja o edital

Prefeitura de João Monlevade (MG)
Inscrições até 19/08/22
10 vagas
Salários de até R$ 3.949,46
Cargos de nível médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de Nobres (MT)
Inscrições até 05/09/2022
147 vagas
Salários de até R$ 16.870,50
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de Pimenta Bueno (RO)
Inscrições até 22/09/2022
86 vagas
Salários de até R$ 7.000,00
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de Tabaporã (MT)
Inscrições até 26/08/2022
41 vagas
Salários de até R$ 3.294,54
Cargos de nível fundamental e superior
Veja o edital

Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação
Inscrições até 24/08/2022
53 vagas
Salários de até R$ 13.675,28
Cargos de nível superior
Veja o edital

Fonte: G1