Presos treinam cães para adoção e todos ganham segunda chance

Olha que ideia fantástica para aproveitar o tempo ocioso dos presos e ajudar animais que não têm um lar. Detentos estão treinando cães para a adoção e com isso ganhar redução no tempo de pena.

A boa notícia, que pode ser copiada em qualquer parte do mundo, vem da Fulton County Jail, em Atlanta, nos Estados Unidos.

Mais de 400 homens já trabalharam com a Canine CellMates e mais de 150 cães de abrigos foram adotados, de acordo com Susan Jacobs-Meadows, fundadora da ONG.

O programa de reabilitação na prisão treina cães que vivem em abrigos e estão para adoção. A ONG realiza ações semelhantes dentro de presídios nos Estados Unidos desde 2013.

Dois dos vitoriosos

Ray Keith, de 25 anos, é um dos participantes do programa. Ele começou a treinar um filhote mestiço chamado Rio, que não atendia a nenhum comando.

Mas Keith usou técnicas de reforço positivo como recompensas para ensinar a Rio não apenas a“sentar”, mas andar com trela solta e habilidades como “fique”, “venha”, “espere”, “abaixe”, “me observe” e “cama”

Graças a esse treinamento, Rio foi adotado em um lar amoroso para sempre.

“Vindo de onde eu sou, isso me ajudou a ter uma segunda chance na vida”, disse ele. “O programa está definitivamente me dando uma segunda chance e também dando aos cães uma segunda chance.”

Como funciona

A organização convida os detentos para aprender a treinar cães de abrigo para adoção. O programa tem duração de 10 semanas.

Os cães recebem socialização e treinamento 24 horas por dia, 7 dias por semana dos homens, em um espaço especial para treinadores.

O programa Além das Grades foi criado no ano passado e deu uma segunda chance – e uma capacitação – para vários detentos.

A ideia é que, em vez de ficarem encarcerados ou prosseguirem pelo sistema legal, os participantes se comprometam a treinar cães de abrigo por um ano em uma sede da ONG.

O objetivo é oferecer aos detentos reincidentes uma chance de crescimento pessoal.

“Quando alguém vai para o sistema uma vez é ruim. Mas uma vez que eles estão lá pela segunda ou terceira vez, sua oportunidade de sair e ficar fora do sistema é pequena”, disse ela.

“Quase não há recursos para esses homens. A sociedade acabou com eles. … Então são eles que realmente têm meu coração.”

Segunda chance para cães também

Susan também reconhece que não são só os detentos que recebem uma segunda chance.

Os cães que passam pelo programa normalmente são retirados de um abrigo municipal que sofria com a superlotação.

Após o treinamento, os animais são enviados para adoção e o risco de devolução cai bastante.

“A magia do nosso programa são os cães”, disse ela. “Os cães iniciam o processo de mudança positiva”, concluiu.

Fonte: Só Notícia Boa

Alzheimer, diabetes e infertilidade: Como dormir pouco pode afetar a saúde

Além do cansaço, sonolência e todas as outras consequências sentidas de imediato, as perturbações do sono podem significar doenças mais graves a longo prazo.

Nos últimos anos, têm surgido vários estudos que apontam ligações entre poucas horas de sono (menos de sete horas por noite) e várias doenças, principalmente mentais, cardiovasculares e degenerativas. Ainda assim, os especialistas dizem que as perturbações do sono “são sempre deixadas de lado”, uma vez que as pessoas não associam a insónia a doenças a longo prazo e acabam por desvalorizar as consequências de dormir pouco.

A insónia (associada a “mais de três noites por semana sem dormir”) “é muito frequente” entre a população, de acordo com a psiquiatra Maria Moreno, que indica que “cerca de 30% da população mundial já sofreu com o distúrbio pelo menos uma vez na vida e 15% vai sofrer uma insónia grave”.

Além do cansaço, sonolência e todas as outras consequências sentidas no imediato, as perturbações do sono podem significar uma doença mais grave a longo prazo.

CNN Portugal conversou com três especialistas em medicina do sono, que explicam as doenças que podem resultar de poucas horas de sono.

Apneia do sono e a ligação a problemas cardíacos

A apneia do sono está entre as perturbações do sono mais frequentes, de acordo com a pneumologista Mafalda VanZeller, que indica que entre 9 a 24% da população adulta mundial sofre desta doença, que se manifesta também em crianças (cerca de 2% da população mundial).

A apneia do sono consiste, na prática, em “episódios repetidos de interrupção total ou parcial da passagem do ar na via aérea superior”, provocando uma “fragmentação do sono e um compromisso da oxigenação durante a noite”, explica a especialista do Centro Hospitalar Universitário do São João.

“Esta interrupção da passagem do ar e a inadequada oxigenação do sangue vai levar ao aumento do trabalho cardíaco, aumenta o risco de arritmias cardíacas, de hipertensão arterial e ataques agudos do miocárdio. Sabemos hoje que, em cada 10 acidentes vasculares cerebrais (AVC), três a quatro ocorrem em indivíduos com apneia do sono”, salienta.

Geralmente, os indivíduos que têm apneia do sono “acordam muitas vezes durante a noite, sem perceberem que é por estas interrupções da passagem do ar”, explica a especialista.

Muitas vezes, acordam com a sensação de sufocamento ou com necessidade de ir ao banheiro várias vezes durante a noite. Já durante o dia, “notam dificuldades na capacidade de memória e concentração, cansaço e sonolência diurna”, acrescenta.

Diabetes

Vários estudos recentes sugerem que a insónia pode aumentar o risco de diabetes tipo 2. Uma investigação da Universidade de Bristol concluiu que os indivíduos que sofrem de insónias apresentam níveis de açúcar no sangue mais elevados do que outros indivíduos que não manifestam problemas relacionados com o sono.

À CNN Portugal, Joaquim Moita, presidente da Associação Portuguesa do Sono, explica a ligação entre as noites mal dormidas e a diabetes, utilizando como exemplo a apneia do sono (salientando, contudo, que esta relação de causa-efeito é alargada a outras perturbações do sono).

O especialista explica que, nas apneias do sono, as vias áreas vão fechando pela posição horizontal do corpo e, à medida que aumenta a resistência à passagem do ar, ocorre uma vibração nas paredes da faringe. Essa vibração tem durações variáveis: “Pode durar 10, 20 segundos ou até dois minutos”.

Portanto, a apneia só termina com um micro-despertar, isto é, quando “o cérebro está a dormir e tem de despertar para dar uma instrução aos músculos da via aérea superior para abrirem a faringe”.

Apesar de “micro”, este despertar “interrompe a continuidade do sono”, prejudicando assim a qualidade, até porque “cada vez que há uma apneia, há uma quebra de oxigénio”. E cada micro-despertar provoca uma atuação do sistema nervoso simpático, que adequa o funcionamento de diversos sistemas internos para um estado de prontidão, libertando, assim, adrenalina.

“Isto vai fazer com que ocorra uma desregulação entre a glicose e a insulina. Em situações estáveis, nós libertamos a insulina necessária para controlar os níveis de glicose, mas, na apneia do sono e em todas as situações em que há insuficiência do sono, este equilíbrio se perde. Pode surgir a insulinorresistência, e, mais tarde, diabetes”, explica.

Alzheimer

Partindo do princípio de que “o sono é muito importante para a consolidação das memórias”, com o cérebro a trabalhar para selecionar e guardar as memórias do dia a dia, Joaquim Moita indica que dormir pouco leva a “perturbações de memória” que podem mesmo assumir formas “muito graves” com o avançar da idade

“A partir dos 70 anos, esta situação pode ser muito grave, de tal forma que esta falta de memória se associa a quadros demenciais, como o Alzheimer, por exemplo”, uma situação que se agrava com medicamentos “que muitas vezes não são os mais corretos”, diz.

Nestes casos, prossegue, os estudos sugerem que uma boa qualidade do sono acaba por “combater” os quadros de demência ou de Alzheimer.

Doenças mentais

Dormir poucas horas durante a noite também está associado a problemas relacionados com a saúde mental, que, segundo a psiquiatra Maria Moreno, têm uma particularidade – são bidimensionais. Quer dizer que “a insónia aumenta o risco de doença mental, ao passo que a doença mental aumenta também o risco de insónia”.

“A maioria das doenças mentais estão relacionadas com alterações do sono”. Esses distúrbios traduzem-se, na prática, numa “alteração ao nível da estrutura cerebral e dos neurotransmissores”, e, quando isso acontece, surgem “naturalmente alterações dos padrões de sono”.

Estes problemas tendem a agravar-se quando as pessoas procuram “soluções informais”, nomeadamente medicamentos que são vendidos como milagrosos, mas que acabam por prolongar um problema que poderia ser de fácil resolução em consulta médica.

“Infelizmente, existe uma tendência enorme de pedir ajuda aos amigos, perguntar o que tomam para o sono e tomar também, e, quando chegam à consulta, a maioria das pessoas já está a tomar algum medicamento, que normalmente tornam o problema permanente. Assim, uma coisa que inicialmente até era fácil de resolver, transforma-se numa insónia grave, maltratada e naturalmente mais difícil de solucionar”, explica a especialista.

Infertilidade

A privação de sono também pode estar associada a problemas de infertilidade, de acordo com Joaquim Moita, que cita um estudo norte-americano realizado em jovens universitários do sexo masculino que tiveram de dormir quatro horas por noite todos os dias durante uma semana.

No final dessa semana, os investigadores verificaram uma “diminuição significativa da dimensão dos testículos” desses jovens, bem como uma “redução significativa da testosterona”.

Segundo o especialista, estas alterações devem-se ao facto de a testosterona tratar-se de “uma hormona que é produzida praticamente apenas durante o sono”. Logo, “se o indivíduo não dorme, há um défice de testosterona e esse défice também estará ligado à dimensão testicular”, aponta.

Mas este não é um fenómeno exclusivo dos homens. De acordo com o responsável da Associação Portuguesa do Sono, as mulheres também sofrem alterações hormonais, com a diminuição do estrogénio e, por consequência, alterações no ciclo menstrual.

A título de exemplo, o médico cita estudos que sugerem que as mulheres que trabalham por turnos, como as enfermeiras, têm maior tendência a sofrer “alterações menstruais muito significativas”, como amenorreias e ciclos menstruais irregulares.

Fonte: CNN BRASIL

Você sabe qual é o tipo de unção que despedaça todo jugo?

Você sabe o que é o jugo? Jugo é uma peça de madeira usada para atrelar bois à uma carroça. No sentido desta mensagem, jugo é um peso insuportável, uma angústia que massacra a alma, um medo que dorme e acorda com a pessoa, uma tristeza sem fim.

Mas existe uma unção que é capaz de despedaçar este fardo e é este o assunto do podcast de hoje, às 10h, com @Juanribe Pagliarin. Se é assim que você está se sentindo hoje, ouça esta mensagem e seja LIVRE pelo poder que há no Nome de Jesus!

Procure por Juanribe nas melhores plataformas de podcast ou acesse: anchor.fm/juanribe-pagliarin e tenha acesso ao conteúdo de áudio do Pastor Juanribe com as ilustrações e mensagens impactantes que vão te levar para mais perto de Deus. E sabe do melhor? Você pode baixar no seu celular e ouvir até mesmo quando não estiver conectado à internet.

Não perca mais tempo! Ouça diariamente o canal de podcast do Pastor Juanribe Pagliarin!

Por Pastora Daniela Porto

Hoje você tem um Encontro Especial com Juanribe Pagliarin na Sede Nacional em São Paulo.

Hoje tem Encontro Especial na Sede Nacional da Paz e Vida com JUANRIBE PAGLIARIN, Fundador e Presidente da Comunidade Cristã Paz e Vida. A reunião acontece em dois horários: 10h ou 18h.

Quem está participando, já está contando milagres. MILAGRES no plural! Venha com fé! O escritor aos Hebreus afirmou, inspirado pelo Espírito Santo de Deus: “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam” (Hb 11.6). Galardoador é alguém que recompensa, que dá presentes, que honra! Esse é o Nosso Deus! Mas você tem que buscá-Lo!

Escolha um dos horários e venha buscar a Deus com fé hoje na Paz e Vida: o Deus que recompensa seus servos se fará presente e usará a vida do Pastor Juanribe para abençoar a sua vida!

Sede Nacional da Paz e Vida: Avenida Cruzeiro do Sul, 1965, Santana, pertinho do Metrô Portuguesa-Tietê e com amplo estacionamento gratuito para carros e motos.

E você pode trazer seus filhos porque o Ministério Infantil Turminha Feliz estará funcionando normalmente.

Venha com fé para receber sua vitória!

Por Pastora Daniela Porto

Sua família tem sido sal da terra e luz do mundo?

A família cristã é chamada para ser sal da terra e luz do mundo. O sal, na quantidade adequada, é vital para o ser humano, além de trazer gosto para os alimentos. A luz ilumina, dissipa as trevas, guia pela escuridão. É isso que sua família tem sido?

Cuide do seu lar com zelo e temor. Faça do ambiente da sua casa um pedaço do céu. Venha hoje na Paz e Vida e participe da Reunião da Família. Você também vai receber a oração da Campanha: Os Milagres de Jesus na Minha Vida e verá o impossível se tornar realidade! Se o seu “impossível” hoje é uma família aos pés do Senhor Jesus, é aqui, em comunhão com a Igreja de Cristo na Terra que você vai declarar: eu e minha casa serviremos ao Senhor!

As reuniões acontecem no Brasil às 8h, 15h e 18h. E em Portugal, às 10h, 15h e 18h.

Na Sede Nacional em São Paulo temos 5 reuniões neste domingo: às 6h30, 8, 10, 15 e 18 horas.

Para mais endereços de Paz e Vida, clique aqui.

Sua família é sal da terra e luz do mundo!

Por Pastora Daniela Porto

Palavras de Jesus: Quem crer e for batizado será salvo!

Dia 11 de junho, sábado, teremos uma linda festa em todas as Sedes Estaduais da Paz e Vida, às 14 horas, o grande Batismo nas Águas. Todo cristão que reconhece Jesus como seu Único, Suficiente, Exclusivo e Eterno Salvador, precisa ser batizado, seguindo uma própria ordem de Cristo: “Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” (Marcos 16:16).

E o que você está esperando? Chegou a sua vez! Chegou a sua hora!

Se você já confessou Jesus como seu Único, Suficiente, Exclusivo e Eterno Salvador, então, não perca tempo! Venha dia 11/06, sábado, cumprir toda justiça de Deus. Chegou a sua vez e a sua hora! Prepare-se, traga uma muda de roupa a mais e uma toalha de banho e venha ser batizado.

Para mais informações, acesse nossos endereços, telefone, ou converse com nossos pastores e obreiros!

Jesus está voltando, volte para Ele antes!

Por Pastora Daniela Porto

Temperaturas devem continuar baixas neste fim de semana

Ar frio de origem polar começa a perder força, se afastando para o oceano no início da próxima semana.

Após cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Goiânia registrarem frio recorde nesta semana, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que as temperaturas continuem baixas na manhã de sexta-feira (20)  em grande parte do Brasil.

Há, inclusive, previsão de formação de geada em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal.

Somente a partir de sábado (21) é que existe a tendência de aumento das temperaturas. O frio perde intensidade, mas as madrugadas ainda serão de temperaturas baixas em boa parte do País. Em São Paulo, no domingo (22) a mínima será de 10ºC e máxima, de 22ºC.

O ar frio de origem polar, então, começa a perder força, se afastando para o oceano, no início da próxima semana. De acordo com a empresa Climatempo, em São Paulo o tempo será firme e seco sem chuva pelo menos até terça-feira (24) quando a previsão para a temperatura mínima será de 12ºC. A máxima é de 25ºC.

Segundo meteorologistas, o fenômeno La Niña está favorecendo temperaturas mais baixas no Oceano Pacífico e isso deve influenciar a entrada de massas de ar frio no outono e inverno.

Com a chegada da intensa onda de frio que provocou queda brusca de temperatura em praticamente todo o Brasil, alguns cuidados são essenciais para evitar o desconforto provocado nesta época do ano.

Além de manter o corpo aquecido com roupas quentes e cuidados com a pele e os cabelos, a prática de exercícios também é indicada. Quem possui alguma doença crônica, como a artrite, é essencial seguir um tratamento indicado para que as dores não incomodem.

Fonte: CNN BRASIL

Encontro de Bolsonaro e Elon Musk será em hotel de luxo no interior de São Paulo

Bilionário deverá permanecer aproximadamente duas horas no Brasil para tratar de conectividade e proteção da Amazônia.

A reunião entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o homem mais rico do mundo, o bilionário Elon Musk, nesta sexta-feira (20), será num hotel de luxo a 100 km de São Paulo (SP). Localizado em Porto Feliz (SP), o Fasano Boa Vista cobra a partir de R$ 2.900 por dia de hospedagem e conta com heliponto, campo de golfe, spa, quadras de tênis e um centro para praticar equitação.

Musk, que é dono da Tesla e da SpaceX e cuja fortuna estimada é de US$ 219 bilhões (mais de R$ 1 trilhão) de acordo com a Forbes, desembarcou no Brasil pouco depois das 9h para se encontrar com o chefe do Executivo. A estadia de Musk no país será de aproximadamente duas horas.

Bolsonaro decolou de Brasília e desembarca logo mais em solo paulista para o encontro, cuja pauta será a conectividade e a proteção da Amazônia, de acordo com o ministro das Comunicações, Fábio Faria.

Ontem, Bolsonaro disse que encontraria “uma pessoa muito importante”, mas não citou o nome do bilionário. “Tenho um encontro amanhã com uma pessoa muito importante, que é reconhecida no mundo todo e que vem para cá oferecer para ajudar a nossa Amazônia, o coração”, disse o presidente na live semanal.

Musk e o Twitter

Elon Musk está em um processo de compra da rede social Twitter, mas o negócio emperrou. Ao anunciar a negociação para se tornar proprietário, criticou a plataforma e defendeu a ideia de que os usuários da rede social tenham mais liberdade para expressar seus pensamentos.

“A liberdade de expressão é a base de uma democracia que funciona, e o Twitter é a praça pública digital onde os temas vitais para o futuro da humanidade são debatidos”, afirmou. “Espero que até meus piores críticos permaneçam no Twitter, porque é isso que significa liberdade de expressão”, acrescentou.

A compra do Twitter agradou ao governo federal. Constantemente, Bolsonaro critica decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) que restringem o acesso de apoiadores do presidente à plataforma e reclama de uma perseguição do Judiciário contra os seus eleitores. Com Musk à frente da rede social, o Executivo espera que esse tipo de situação seja coibido.

O governo brasileiro anunciou, em novembro, que estava negociando um acordo con Musk para que a empresa dele Space X proporcione internet por satélite na floresta amazônica para ajudar a detectar o desmatamento ilegal.

Fonte: R7

Quatro a cada dez brasileiros aptos estão sem terceira dose de vacina contra a Covid

Nos primeiros 15 dias de maio, média de doses aplicadas em todo o país caiu mais de 40% em relação ao mesmo período de abril.

O mês de maio já pode ser considerado o de menor avanço da vacinação contra a Covid-19 no Brasil em 2022, refletindo a estagnação do patamar de cobertura atingido. Nos primeiros 15 dias, a média diária de doses aplicadas foi de 250 mil, uma queda de 40,7% em relação ao mesmo período de abril.

A aplicação da terceira dose caiu 57,6% na primeira quinzena deste mês, em comparação com abril, apesar de quatro em cada dez brasileiros aptos (acima de 18 anos e que tenham tomado a segunda dose há mais de quatro meses) ainda não terem recebido o reforço.

Dos 143 milhões de pessoas que tomaram as duas doses ou a dose única e, portanto, estariam elegíveis para a terceira dose, 86,5 milhões (60,5%) tomaram o reforço.

Cerca de 56,5 milhões de indivíduos estão com apenas duas doses. Outros 18,5 milhões tomaram somente a primeira dose até agora.

A vacinação havia ganhado fôlego no primeiro trimestre, com a inclusão de crianças de 5 a 11 anos.

Nos primeiros 15 dias de fevereiro, por exemplo, 1 milhão de doses foram aplicadas, patamar que caiu para 630 mil na primeira quinzena de março e para 422 mil no mesmo período de abril.

“Preocupa, neste sentido, a estagnação no crescimento da cobertura vacinal na população adulta, além da desaceleração da curva de cobertura de terceira dose, especialmente pela adesão substancialmente menor de adultos à aplicação da dose de reforço”, alertam pesquisadores do Observatório Covid-19 da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) em um boletim divulgado nesta quinta-feira (19).

O médico Renato Kfouri, membro da diretoria da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) e da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 do Ministério da Saúde, concorda que há pouco espaço para aumentar o número de pessoas vacinadas.

“Estamos chegando perto desse número final, em que se consegue avançar muito pouco. Sempre há espaço para avançar mais, mas em um ritmo muito lento – aquilo que a gente vacinava em um dia agora vacina em dois meses.”

O ideal, segundo o especialista, seria uma cobertura vacinal de 90% com três doses, mas, atualmente, 88,9% dos brasileiros com 5 anos ou mais (que podem ser imunizados) tomaram a primeira dose. Desses, 82% receberam o esquema de duas doses ou dose única.

Para a epidemiologista Ethel Maciel, professora da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo), a percepção de risco sobre a doença tem um papel na queda da busca pela imunização.

“Continuamos com transmissão ainda da doença, com mortes, e agora estamos vendo um aumento de positividade das amostras. Também tem o efeito da diminuição de as pessoas procurarem o teste. Elas têm uma síndrome gripal, a percepção do risco é menor. Há uma dificuldade de ter bons indicadores sobre a doença.”

A média móvel de novos casos de Covid-19 nos últimos sete dias está em 17,7 mil, uma alta de quase 18% em relação ao observado há duas semanas.

Ainda assim, é um patamar baixo, mas que certamente está envolto em um grande número de diagnósticos subnotificados, segundo os especialistas.

“O Brasil ainda se encontra sob o efeito combinado do predomínio da variante Ômicron e cobertura de grande parte da população por pelo menos duas doses de vacinas. O cenário atual, porém, ainda pode trazer preocupação. A ocorrência de internações tem sido consistentemente maior entre idosos, em comparação às de adultos. Por se tratar de um grupo etário vacinado no início de 2021, a imunidade induzida pode se reduzir ao longo dos próximos meses, com possível aumento de casos e óbitos entre pessoas sem doses de reforço”, consideram os pesquisadores da Fiocruz.

Kfouri acrescenta que um eventual recrudescimento dos novos casos e hospitalizações por Covid-19 faria com que ao menos uma parcela da população completasse o esquema vacinal de três doses.

“A percepção de risco é sempre o principal motivador para a vacinação. Claro que quando a gente vê novas ondas, especialmente se vêm acompanhadas de gravidade, vemos uma procura maior [pela vacina]. Você busca a proteção quando se sente ameaçado.”

De acordo com o médico, já é consenso que o esquema primário deve ser de três doses.

“Essa terceira dose não é um reforço. […] A gente entende que o que se agrega com a terceira dose em termos de proteção é muita coisa, não se trata de uma recuperação da perda que a segunda dose trouxe, é uma imunidade muito superior. Essa comunicação eu acho que é o que está faltando ser feito.”

Vacinação desigual

O boletim da Fiocruz aponta para uma desigualdade significativa da cobertura vacinal entre os estados. Enquanto São Paulo, por exemplo, tem 86,7% de toda a população com duas doses e 59,1% com a terceira dose, o Amapá tem 50,8% e 16,3%, respectivamente.

“O impacto é que o cenário fica muito diferente quando você tem locais com menor cobertura vacinal. As pessoas vão apresentar mais quadros graves. Em geral, esses locais tendem a ter uma estrutura hospitalar pior. Tem uma mortalidade que é diferente entre os estados”, observa Ethel.

Na avaliação da professora, é importante que a população entenda que mesmo casos leves de Covid-19 podem causar problemas de saúde, e a vacinação é a principal forma de evitar a doença.

“Toda essa falsa ideia de que, se você pegar, não tem problema, isso foi bastante ruim, principalmente quando conseguimos uma vacinação um pouco mais robusta. A Covid é uma doença nova, estamos aprendendo, não é uma doença leve. Estamos vendo muitas sequelas, pessoas com problemas cardiológicos, metabólicos, pessoas que não eram diabéticas e não tinham problemas cardíacos e agora têm.”

Fonte: R7

Moedas latino-americanas caem mais de 30% ante o dólar na última década

Real desvalorizou 61,95%, atrás apenas do peso argentino, que caiu 96,20% no período.

As moedas latino-americanas desvalorizaram mais de 30% frente ao dólar nos últimos 10 anos, aponta um levantamento realizado com exclusividade por Michael Viriato, fundador e sócio da Casa do Investidor, a pedido do CNN Brasil Business. No período, o real desvalorizou 61,95%, ficando atrás apenas do peso argentino, que caiu 96,20%.

Conforme explicou Claudio de Moraes, professor de finanças do Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a cesta de moedas de países emergentes costuma sofrer com movimentos externos e internos.

A crise causada pela Covid-19 foi um dos fatores externos que gerou impacto, pois os investidores procuraram por moedas mais seguras e abandonaram os investimentos latino-americanos, migrando para os Estados Unidos, por exemplo.

Já internamente, Francisco Nobre, economista da XP, explica que, especificamente no longo prazo, os juros e a inflação persistentemente mais altos tendem a desvalorizar as moedas e baixar o preço do câmbio.

Nos últimos 10 anos, os juros e a inflação nos países da América Latina foram muito mais altos comparado com os Estados Unidos. “Então, naturalmente, as moedas se desvalorizaram ao longo do tempo e não vão mais voltar para os níveis de 2012”.

O diferencial dos juros aponta para uma desvalorização monetária de:

-Brasil: 62%;
-Chile: 43%;
-Colômbia: 57%;
-Peru: 30%

A conta não é possível ser feita com a Argentina porque o país trocou a taxa usada como juros básico, do LEBAC pro LELIQ, em 2018.

No curto e no médio prazos, também existem vários fatores que podem influenciar o valor da moeda. Tais como, riscos políticos e econômicos, acúmulo de dívida pública, exportações, balança comercial, crescimento econômico e performance da bolsa.

Na América Latina, o câmbio também tende a ser correlacionado com o preço das commodities, por causa de sua importância para estas economias. Esse foi um dos motivos para que o real fosse a  quarta moeda que mais se valorizou em relação ao dólar neste ano.

Argentina

Josilmar Cordenonssi, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, explica que a peso argentino foi a moeda que mais se desvalorizou frente o dólar porque, até 31 de dezembro de 2021, a inflação média anual nos últimos dez anos foi de 35%, o que corresponde a uma perda de 26% do poder aquisitivo do peso de um ano para o outro.

Assim,1 peso argentino hoje compra menos de 5% de produtos e serviços que se comprava no final de 2011 e início de 2012.

O economista da XP também ressalta que o país tem um problema estrutural de instabilidade econômica e política. “Nos últimos anos, o mercado perdeu muita confiança no peso Argentino”, o que também contribuiu para a queda.

A inflação na Argentina chegou a 6,27% em março, o maior índice em duas décadas. A situação –resultado de anos de políticas populistas no país– tem levado ao empobrecimento da população.

Em 2018, a moeda argentina teve uma desvalorização de 102% frente o dólar. O professor do Mackenzie destacou que os motivos foram os planos graduais de ajustes nas contas públicas de Mauricio Macri, eleito em 2015.

“À época, havia muita esperança que a Argentina poderia romper com o populismo Kirchnerista que reinava na Argentina há mais de uma década”. Tanto que, no início do mandato, o país retomou sua posição no mercado de capitais, recebendo investimento internacional.

Porém, nos anos seguintes, Macri focou no ajuste de contas e ficou vulnerável a choques externos, como seca muito prolongada no campo, afetando o setor exportador e principalmente a uma aumento dos juros dos EUA, que ocorreu ao longo de 2018, explicou Cordenonssi.

Assim, no fim do mandato, destacou o professor, vendo que os ajustes feitos até aquele momento não seriam suficientes para contrabalançar esses choques adversos, e que perderia as eleições em 2019 para os peronistas, os investidores (especialmente os próprios argentinos) retiraram o dinheiro do país, o que puxou a cotação do peso para baixo.

Peru

O Peru, por outro lado, adotou nos últimos anos uma política de metas para a inflação que garantia uma estabilidade nos preços, além de um controle fiscal para que a política não impactasse a cotação da moeda.

O banco central do Peru tem uma meta de inflação de 2% ao ano – semelhante a países avançados, como os Estados Unidos. E, apesar da turbulência política na região, o país conseguiu manter uma taxa inflacionária média de 3,12% desde 2012.

O país também buscou reservas internacionais para que não sofresse com as oscilações no exterior. Dessa forma, o sol peruano caiu entre 2012 e 2022 cerca de 30% frente o dólar.

O economista da XP ressalta ainda que a economia do Peru é mais dolarizada em comparação com outros países. Muitas transações são efetuadas em dólar, tanto que é possível abrir uma conta em dólar no país.

Com isso, o BC do país tem uma reserva maior de dólar em proporção ao PIB (Produto Interno Bruto) local, que foi de US$ 199,3 bilhões, em 2021.

Brasil

O real vinha se desvalorizando contra o dólar nos últimos cinco anos, para um valor abaixo do que seria considerado “justo”, afirmou o economista da XP.

Ele aponta dois principais motivos para isso: o Fed (banco central dos Estados Unidos) manter os juros consideravelmente baixos por vários anos depois da crise financeira de 2008 e o crescimento econômico no Brasil ter sido fraco no período.

Porém, em 2022, a moeda se valorizou 10,1% em comparação com a divisa dos Estados Unidos, apontou um levantamento feito pela Austin Rating.

O atual cenário das commodities também fez com que o real tenha uma valorização. O Brasil é um dos principais produtores do setor agrícola e metálico, ambos que registraram aumento nos preços internacionais. Sendo assim, o fluxo de investidores também aumenta no país.

Expectativas

Os especialistas acreditam que enquanto o Fed continuar aumentando a taxa de juros e retirar os dólares da economia, revertendo o quantitative easying (compra de títulos de longo prazo), o dólar tende a se valorizar frente as moedas latino-americanas.

E mesmo que as perspectivas econômicas nos países melhorem, como na Argentina – devido o acordo com o FMI de reestruturação da dívida pública -, aponta o analista da XP,  os riscos continuam sendo precificados.

O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve, anunciou em 4 de maio, que elevou a taxa de juros do país em 0,5 ponto percentual, a maior alta em mais de 22 anos. Com isso, ela passa a ser de 0,75% a 1% ao ano.

Em comunicado após a reunião, a autarquia informou também que começará a reduzir sua carteira de títulos a partir de 1º de junho.

Francisco Nobre destacou também que o mundo se tornou mais avesso ao risco, o que vem prejudicando as economias emergentes, devido à persistência da guerra na Ucrânia e medidas de lockdown mais restritivas na China, além das políticas do Fed.

“O real (que vinha mais forte) continua positivo no ano, mas as outras moedas já devolveram quase todo o valor conquistado”.

Dessa forma, com os câmbios reféns dos riscos associados ao cenário internacional, a XP projetou o câmbio para o fim de 2022 da seguinte maneira:

Real: US$ 5;
Peso colombiano: US$ 3500;
Peso chileno: US$ 830;
Peso argentino: US$ 150;
Sol peruano: US$ 3.70

*Com informações de Pedro Zanatta e João Malar, do CNN Brasil Business; e Luciana Toledo, da CNN

Fonte: CNN BRASIL