Maior recuperação de FGTS da história devolve R$ 1,4 bi a trabalhadores

Valores foram transferidos para as contas do FGTS dos trabalhadores, com direito a juros e correção monetária

governo federal registrou a maior recuperação de valores do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) já feita no país.

Segundo dados da PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional) obtidos pela CNNforam recuperados R$ 1,4 bilhão até agosto de 2025, superando o total reavido em 2024 (R$ 1,3 bilhão) e ultrapassando a meta anual de R$ 1 bilhão fixada pelo Conselho Curador do Fundo.

Esses recursos correspondem a depósitos que empresas deveriam ter feito mensalmente nas contas do FGTS de seus funcionários, mas não realizaram.

A PGFN explica que nenhuma empresa consegue firmar acordo com a Fazenda Nacional sem incluir seus débitos de FGTS na negociação, já que esses acordos servem justamente para garantir que as companhias quitem suas dívidas de forma viável, sem interromper as atividades, e que o dinheiro retorne aos trabalhadores.

Ou seja, toda vez que uma companhia procura regularizar dívidas tributárias com o governo, as pendências trabalhistas também precisam ser quitadas.

Desta forma, quando a dívida é cobrada e quitada, o valor é transferido para o Fundo e creditado automaticamente nas contas individuais de cada trabalhador, com juros de mora e correção monetária.

Caso Varig

Um dos casos mais emblemáticos é o da Varig, primeira companhia aérea do Brasil e uma das maiores devedoras históricas do FGTS. A empresa, que faliu há cerca de 15 anos, tinha uma dívida bilionária com o fundo e deixou milhares de trabalhadores sem receber depósitos obrigatórios.

Em agosto, a PGFN finalizou um acordo de transação com a massa falida da companhia, o que permitiu o pagamento integral dos valores devidos, encerrando uma disputa judicial que se arrastava há mais de uma década.

O depósito beneficiou diretamente ex-funcionários e foi considerado um dos principais marcos do ano na recuperação do FGTS.

Como recuperar os valores devidos?

Para recuperar os valores devidos, a PGFN atua em diferentes frentes: além das ações judiciais de execução fiscal, o órgão também promove pagamentos voluntários e acordos de transação, que permitem às empresas negociar suas dívidas com descontos e prazos maiores.

A ideia é estimular a regularização de débitos trabalhistas e tributários, garantindo que o dinheiro retorne ao Fundo e, consequentemente, às contas dos trabalhadores.

Nesses casos, a PGFN oferece condições especiais, como descontos sobre juros e multas ou prazos estendidos, desde que a empresa se comprometa a manter em dia as obrigações atuais.

Segundo o órgão, essa política tem se mostrado eficaz para reduzir o contencioso e evitar novas dívidas, especialmente em casos de empresas em recuperação judicial ou falidas.

A expectativa é que o modelo de cobrança seja expandido, com novas medidas de inscrição automática de devedores no Cadin (Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público) e integração com outros bancos de dados para acelerar o repasse dos valores ao Fundo.

Credora oficial

Os resultados são fruto de uma mudança na forma de cobrança das empresas que devem o FGTS aos seus empregados.

Desde 2024, a PGFN passou a ser a única responsável por cobrar judicial e administrativamente essas dívidas — antes, essa função era compartilhada com a Caixa Econômica Federal.

Com a centralização, o órgão passou a utilizar cruzamento de dados com a Receita Federal, cobrança digital e acordos de negociação mais rápidos, o que ampliou o volume de valores recuperados.

Isso significa que, mesmo anos depois de a empresa deixar de cumprir a obrigação, o empregado mantém o direito de receber o saldo corrigido — e pode consultá-lo pelo aplicativo ou site da Caixa.

Fonte: CNN BRASIL

Cometa 3I/ATLAS acende alerta internacional por comportamento incomum

O 3I/ATLAS pode ser o cometa mais antigo já observado até hoje, segundo pesquisadores

O cometa “visitante” 3I/ATLAS, de origem interestelar, tem intrigado os cientistas por conta da química peculiar que apresenta. Segundo o jornal argentino La Nación, a Nasa teria acionado um protocolo de defesa planetária e emitiu alertas após observar um comportamento considerado incomum do objeto.

A notícia também destaca um aviso técnico divulgado na última terça-feira (21) por meio do boletim MPEC (2025-U142), do Minor Planet Center de Harvard.

Conforme o comunicado, a Rede Internacional de Alerta de Asteroides (IAWN) vai coodenar um exercício especial de treinamento entre 27 de novembro deste ano e 27 de janeiro de 2026, com o objetivo de aprimorar a precisão das medições orbitais do cometa.

A IAWN ainda alertou que o cometa apresenta “desafios únicos”, por isso é necessário prever com segurança sua trajetória nas próximas semanas.

Com uma trajetória hiperbólica, o 3I/ATLAS atingirá o periélio (ponto da órbita de um astro cuja distância ao Sol é a menor possível) em 29 de outubro de 2025.

CNN Brasil entrou em contato com a Nasa para esclarecer os alertas. Assim que houver retorno a matéria será atualizada.

Composição química incomum

O 3I/ATLAS foi detectado em 1º de julho de 2025 pelo telescópio ATLAS (Asteroid Terrestrial-impact Last Alert Survey System), localizado em Río Hurtado, no Chile.

Posteriormente, um estudo baseado em observações do Telescópio Espacial James Webb (JWST) revelou alguns detalhes incomuns sobre o 3I/ATLAS, como uma coma (a nuvem de gás e poeira ao redor do núcleo do cometa) dominada por dióxido de carbono (CO₂). Esta é uma concentração jamais vista em cometas.

Além disso, o 3I/ATLAS contém aproximadamente oito vezes mais dióxido de carbono do que água, o que ultrapassa em mais de seis vezes o limite de variação esperado.

Como o objeto está viajando a uma velocidade acima de 210 mil km/h, os pesquisadores estão em uma verdadeira corrida contra o tempo para extrair o máximo de informações sobre a composição química.

Além de confirmar a procedência extrassolar do 3I/ATLAS, o JWST estimou que o cometa possui um núcleo sólido entre 320 metros e 5,6 quilômetros de diâmetro, com uma atividade de emissão de água (OH) detectada a distâncias superiores a três unidades astronômicas do Sol (450 milhões de km).

Cometa mais antigo já visto

O 3I/ATLAS pode ser o cometa mais antigo já observado até hoje. Segundo um modelo computacional desenvolvido pela equipe que o descobriu, o visitante espacial teria mais de sete bilhões de anos, ou seja, mais velho que o Sistema Solar.

Fonte: CNN BRASIL

Goma de mascar feita de feijão reduz 95% das infecções por gripe e herpes

Autor do estudo chegou à inovação enquanto buscava uma solução de baixo custo contra o vírus da Covid-19.

Devido à globalização e à facilidade de movimento entre países e continentes, as doenças infecciosas podem se espalhar rapidamente e causar consequências graves em todo o mundo.

De olho nos impactos econômicos e de saúde globais causados pela pandemia do coronavírus e pelos surtos dos vírus H1N1, SARS, Ebola, Zika e H5N1 (gripe aviária), uma equipe de cientistas está propondo uma solução alternativa para reduzir as cargas virais em seus locais de transmissão.

Segundo um estudo, publicado na revista Molecular Therapy, para esses tipos de vírus, que são transmitidos com mais eficiência pela boca do que pelo nariz, a solução eficaz é um tipo de goma de mascar clinicamente carregada feita com feijão lablab (Lablab purpureus).

Conhecida no Brasil por diversos nomes como orelha-de-turco, orelha-de-padre, vagem-orelha-de-padre, feijão-de-pedra, feijão-cabrocusso, ervilha e ervilha-de-pobre, essa leguminosa é uma planta trepadeira que produz naturalmente em sua composição uma proteína de armadilha antiviral, a FRIL.

A FRIL é uma lectina, um tipo de proteína que se liga especificamente a certos açúcares. Essa propriedade bioquímica permite que a proteína do feijão reconheça e se ligue às estruturas glicoproteicas da superfície de certos vírus, impedindo-os de se conectar a células humanas e causar infecções.

Como surgiu a ideia de criar uma vacina em forma de chiclete?

A ideia de uma goma de mascar feita de feijão lablab surgiu originalmente no final de 2021, quando uma equipe da Faculdade de Odontologia da Universidade da Pensilvânia, liderada por Henry Daniell, primeiro autor do estudo atual, buscava uma solução de baixo custo contra o vírus da Covid-19.

Animados com os bons resultados obtidos durante a pandemia com o SARS-CoV-2, os autores voltaram sua goma de mascar turbinada com FRIL contra alguns vírus. Os alvos foram dois vírus da herpes simplex (HSV-1 e HSV-2) e duas cepas de influenza A (H1N1 e H3N2).

Os autores formularam a goma de mascar de forma a liberar a FRIL em quantidades suficientes nos locais de infecção viral. Os resultados mostraram que apenas 40mg em comprimidos de dois gramas reduziram cargas virais em mais de 95%, resultado parecido com o obtido com o vírus da Covid-19.

Isso significa que, mesmo fora do corpo, a proteína não perde sua função biológica durante o processamento, o armazenamento e o uso. Mesmo após ser mastigada e misturada com as enzimas da saliva, a FRIL entra em contato com os vírus na boca e na garganta, e deflagra o seu efeito antiviral.

O preparo da goma como medicamento seguiu as especificações da Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA). “Essas observações são um bom sinal para avaliar a goma de feijão em estudos clínicos em humanos, a fim de minimizar a infecção/transmissão do vírus”, diz Daniell em um comunicado.

Embora ainda não testado em humanos, o chiclete foi avaliado em um simulador de mastigação que imita a boca. Os testes mostraram que a proteína FRIL foi eficazmente liberada, com mais de 50% atingindo esse resultado em 15 minutos, sem sinais de toxicidade ou interações negativas.

Usando a goma de mascar para combater a gripe aviária

Atualmente, Daniell e sua equipe investigam o uso do pó de feijão lablab para combater a gripe aviária, que afetou 54 milhões de aves na América do Norte em três meses, além de causar infecções humanas nos EUA e Canadá pelo vírus H5N1.

Estudos anteriores já mostraram que a FRIL em pó consegue neutralizar os vírus H5N1 e H7N9, cepas da influenza A responsáveis por surtos de gripe aviária em humanos e aves. Isso abre caminho para estratégias preventivas baseadas em ingredientes naturais.

A ideia é testar a adição do pó na ração de aves, buscando controlar a propagação do vírus em granjas. Esse tipo de abordagem pretende reduzir o impacto econômico e sanitário da doença, que ameaça a segurança alimentar global.

Se eficaz, esse tipo de iniciativa pode representar uma solução sustentável e acessível para conter surtos, diminuindo a dependência dos antivirais tradicionais. Além disso, reduziria riscos de transmissão para humanos, bloqueando na origem potenciais pandemias associadas a cepas aviárias.

“Uma proteína antiviral de amplo espectro (FRIL) presente em um produto alimentício natural (pó de feijão) para neutralizar não apenas os vírus da gripe humana, mas também a gripe aviária é uma inovação oportuna para prevenir sua infecção e transmissão”, conclui Daniell.

Fonte: CNN BRASIL

Dieta mediterrânea: como adaptar com ingredientes brasileiros

Saiba como seguir o padrão alimentar usando ingredientes brasileiros, com adaptações simples, sabor acessível e foco na saúde de longo prazo.

Por décadas, a dieta mediterrânea tem sido apontada como uma das formas mais eficientes de se alimentar com saúde, sabor e equilíbrio. Ela nasce da tradição de países como Itália, Grécia e Espanha, onde as refeições são preparadas com ingredientes frescos e compartilhadas em torno da mesa, sempre com calma, respeito ao tempo e valorização do ato de comer.

De acordo com a nutricionista Sabrina Theil, pessoas que seguem a dieta mediterrânea têm risco significativamente menor de desenvolver doenças cardíacas graves, como infarto e AVC. Mas será mesmo possível seguir essa dieta vivendo no Brasil, longe do Mediterrâneo? A nutricionista afirma que sim e mais do que possível, é totalmente viável com o que se encontra na feira e no mercado brasileiro.

O que é, de fato, a dieta mediterrânea?

Antes de tudo, a nutricionista aponta que a dieta mediterrânea não é uma lista rígida de alimentos ou um plano de emagrecimento. Ela é o reflexo de um estilo de vida tradicional de povos litorâneos da Europa, marcado pelo uso de ingredientes naturais, sazonais e minimamente processados. Sabrina explica que sua base é simples: comer comida de verdade, preparada com calma e consumida em convivência.

A nutricionista lembra que, talvez, o grande segredo da dieta mediterrânea esteja menos no “o que comer” e mais em “como comer”: sem pressa, longe de telas e com presença. É uma cultura alimentar que preza pela qualidade, não pela quantidade.

Benefícios comprovados pela ciência

A popularidade da dieta mediterrânea não se deve à moda, mas à ciência. A nutricionista aponta que estudos comprovaram seus efeitos em diferentes aspectos da saúde:

Proteção cardiovascular: Segundo Sabrina, graças ao alto consumo de gorduras boas (como o azeite) e antioxidantes presentes em frutas e vegetais, a dieta reduz inflamações e protege as artérias. Além disso, há indícios que evidenciam uma redução significativa no risco de infarto e AVC.

Melhora do metabolismo e controle da glicemia: De acordo com Sabrina, “a dieta mediterrânea está associada à melhora da sensibilidade à insulina e do controle da glicose em jejum, além da redução de triglicerídeos e aumento do HDL”. Isso explica sua eficiência no controle do diabetes tipo 2.

Longevidade e proteção cognitiva: Sabrina explica que a presença de alimentos ricos em ômega-3, antioxidantes e polifenóis é associada à preservação da memória e à prevenção de declínio cognitivo, tornando a dieta uma aliada no envelhecimento saudável.

Prevenção da obesidade abdominal: A nutricionista afirma que por incluir fibras, proteínas magras e gordura saudável, esse padrão alimentar evita picos de fome e favorece o equilíbrio de peso, sem necessidade de restrições radicais.

Adaptação à brasileira

Para a nutricionista, o erro de muitos brasileiros ao tentar seguir a dieta mediterrânea é buscar alimentos importados e caros, como queijos europeus ou azeites premium, acreditando que isso garante autenticidade. Esse caminho, além de inviável, desvia da essência do mediterrâneo, que é a simplicidade.

“Não precisamos importar cultura alimentar. No Brasil, temos feijão, frutas, castanhas e hortaliças que cumprem o mesmo papel nutricional com muito mais frescor”, explica Sabrina.

Se no Mediterrâneo usa-se o grão-de-bico, o Brasil possui o feijão em suas diferentes variedades (preto, carioca, fradinho, jalo) rico em proteínas vegetais, fibras e minerais. As oleaginosas europeias (como nozes e amêndoas) podem ser substituídas por castanha-de-caju, castanha-do-pará e amendoim. Frutas como figo e romã encontram equivalentes tropicais como manga, acerola, goiaba e abacaxi, ricas em vitamina C e compostos antioxidantes.

No campo dos vegetais, não é necessário depender de rúcula ou berinjela: a couve, o ora-pro-nóbis, a taioba, o jiló e o maxixe cumprem com excelência a missão de variedade de cores, fibras e nutrientes. A sardinha, tão valorizada na Grécia, também é abundante na costa brasileira, acessível e rica em ômega-3. Em regiões afastadas do litoral, peixes congelados de boa procedência ou receitas com ovos e leguminosas mantêm o equilíbrio proteico.

Até mesmo o azeite, embora continue sendo a principal gordura recomendada, pode ter consumo parcial complementado por óleos de girassol ou canola em contextos de custo elevado. Para Sabrina, a chave é reduzir o uso de gorduras saturadas, como manteiga e banha, e privilegiar gorduras monoinsaturadas.

Erros comuns ao tentar seguir a dieta mediterrânea

Mesmo com boas intenções, muitos brasileiros acabam distorcendo o verdadeiro espírito da dieta mediterrânea ao tentar incorporá-la à rotina. Para a nutricionista, o erro está em copiar o cardápio europeu sem compreender o princípio central dessa cultura alimentar: equilíbrio, simplicidade e variedade. Alguns erros mais frequentes são:

-Exagerar no pão e na massa, mesmo integrais, sem equilibrar com vegetais e proteínas

-Abusar de peixes enlatados sem observar o teor de sódio

-Usar produtos industrializados, como molhos prontos, em vez de ingredientes frescos

-Acreditar que é preciso consumir vinho diariamente

-Ignorar alimentos brasileiros tradicionais, acreditando que não “combinam” com o mediterrâneo

-Mais que dieta, um estilo de vida

A essência mediterrânea também convida a resgatar hábitos perdidos: comer na mesa, longe de telas, mastigar devagar, sentir o sabor. Valorizar aquilo que é feito em casa, priorizar a feira em vez de pacotes e entender a refeição como ritual, não como obrigação.

“É uma cultura alimentar que une prazer, presença e saúde. No fim, é menos sobre o Mediterrâneo e mais sobre reconectar-se com a comida de verdade”, conclui Sabrina.

Fonte: CNN BRASIL

Segunda de Milagres e Edificação com o Pr. Giancarlo Pagliarin na Sede Nacional – Venha ser Transformado por Deus!

Hoje é o dia de viver algo extraordinário na presença de Deus.

O Pastor Giancarlo Pagliarin, homem de fé e compromisso com o Senhor, estará ministrando uma palavra viva, inspirada e poderosa, capaz de transformar o seu coração e renovar sua fé com salvação, esperança e poder espiritual.

Este pode ser o dia em que Deus muda a sua história para sempre. Não fique de fora deste encontro que marcará a sua vida.

Local: Sede Nacional Paz e Vida
Endereço: Av. Cruzeiro do Sul, 1965 – Santana, São Paulo (ao lado da Estação Portuguesa–Tietê do Metrô)
Horários: 10h e 19h
Estacionamento: gratuito e exclusivo

Venha com fé, traga sua família e seus amigos, e prepare-se para clamar, crer e experimentar o sobrenatural de Deus.

Hoje é o dia do seu encontro com a transformação!

 

Por Pra. Daniela Porto

Domingo na Paz e Vida é Dia de Orar pelas Famílias!

Hoje é dia de unir sua casa diante de Deus no Encontro da Família em todas as unidades da Paz e Vida. Um momento especial para orar, interceder e declarar palavras de bênção sobre o seu lar.

Horários das Reuniões:
Brasil: 8h, 15h e 18h
Portugal: 10h, 15h e 18h
Sedes Estaduais: 6h30, 8h, 10h, 15h e 18h

Encontre a unidade mais próxima: pazevida.org.br/enderecos

E na Sede Nacional da Paz e Vida, o Pastor Giancarlo Pagliarin ministrará uma palavra poderosa na reunião das 8h.

Endereço: Av. Cruzeiro do Sul, 1965 – Santana – São Paulo, próximo ao metrô Portuguesa-Tietê, com amplo estacionamento.

Não perca esta oportunidade de buscar a presença de Deus junto com a sua família.

Hoje é o dia de restaurar laços, renovar a fé e consagrar o seu lar ao Senhor.

 

Por Pra. Daniela Porto

Esquenta PVJOVENS: hoje na Sede da Paz e Vida em Santo André, São Paulo!

Hoje é o dia do grande encontro de jovens: ESQUENTA PVJOVENS, na Sede Regional da Paz e Vida em Santo André – São Paulo.

Se você anseia por um tempo de avivamento, deseja renovar sua fé e fortalecer-se na presença de Deus, esta é a oportunidade que não pode ser perdida.

Será uma noite inesquecível, marcada por alegria, louvor, danças, comunhão e, acima de tudo, pela poderosa manifestação do Espírito Santo. Tudo preparado pelos queridos Pastores Gildásio e Cléa e pela líder de jovens, Ev. Regina Freitas.

Uma palavra transformadora será ministrada pela Pastora Daniela Porto, trazendo direção, renovo e despertamento espiritual para que você volte a sonhar e viva o propósito de Deus com intensidade.

Informações do Esquenta:
Local: Rua Coronel Alfredo Flaquer, 516 – Centro, Santo André – SP (Antiga Perimetral)
Estacionamento com entrada pela Rua Coronel Ortiz.
Horário: 18h

Não perca esta oportunidade de viver algo novo com Deus. Convide seus amigos e familiares e participe deste momento que promete marcar a história do Ministério Jovem Paz e Vida.

Chegou a hora de se levantar, de se reacender e de viver o sobrenatural!

Ministério Jovens Paz e Vida – tamo junto e lado a lado

 

Por Pra. Daniela Porto

Entenda por que empresas querem enviar data centers para o espaço

Projetos ao redor do mundo planejam levar a tecnologia; entenda abaixo a lógica das iniciativas

Avanços em inteligência artificial estão impulsionando uma demanda crescente por data centers, também chamados de centro de processamento de dados. Mas essas instalações que se assemelham a armazéns, contendo computadores que processam e armazenam dados, exigem muito terreno e enormes quantidades de energia, gerando emissões significativas de dióxido de carbono.

demanda de energia dos data centers aumentará 165% até 2030, de acordo com a Goldman Sachs. Alguns usam energias renováveis, e outros estão sendo construídos com geração de energia renovável no local, mas fontes de energia limpa como fazendas solares e eólicas requerem espaço físico, assim como a infraestrutura do data center.

Agora, alguns estão considerando colocar data centers no espaço, contornando o problema de encontrar terrenos disponíveis. O espaço também oferece melhor acesso à energia solar, sem a cobertura de nuvens, a escuridão da noite ou a sazonalidade da Terra.

Na Europa, o projeto Ascend visa demonstrar a viabilidade de data centers baseados no espaço para a redução das emissões de CO₂.

No ano passado, a Thales Alenia Space, sediada na França e líder de um estudo financiado pela Comissão Europeia sobre a viabilidade do Ascebd, concluiu que enviar data centers para o espaço para aproveitar a energia solar contínua poderia oferecer “uma solução mais ecológica e soberana para hospedar e processar dados.” No entanto, isso dependeria de avanços tecnológicos em diversas áreas, afirmou Xavier Roser, da Thales Alenia Space.

Embora as emissões totais dos lançamentos de foguetes sejam atualmente apenas uma fração das da indústria da aviação, os foguetes liberam poluentes em altitudes mais elevadas, onde eles persistem por mais tempo.

O estudo Ascend estimou que, para que os data centers espaciais reduzam efetivamente as emissões de carbono em comparação com os terrestres, seria necessário o desenvolvimento de um veículo lançador que emita 10 vezes menos carbono ao longo de seu ciclo de vida do que os atuais. Não está claro quando ou se tal foguete poderá estar em desenvolvimento. A SpaceX, que revolucionou o custo dos foguetes com sua frota de veículos lançadores Falcon, não revelou planos de estrear um design de foguete mais ecológico.

Pequenos passos

A Madari Space, uma startup sediada em Abu Dhabi, colaborou com um programa de aceleração industrial gerido pela Thales Alenia Space. Ela é uma das poucas empresas que estão lançando pequenos componentes de computação em órbita como demonstrações técnicas.

O fundador e CEO da Madari, Shareef Al Romaithi, que também é piloto da Etihad Airways, afirmou que os data centers baseados no espaço poderiam beneficiar uma variedade de clientes, incluindo aqueles com satélites de observação da Terra.

Segundo ele, armazenar e processar os dados brutos de observação no espaço pode reduzir o tempo de atraso na análise das descobertas e “permitir que tomem decisões informadas em tempo hábil”.

Ele espera, eventualmente, implantar uma constelação de satélites de dados em órbita. Embora esse objetivo ainda esteja distante, a primeira missão da Madari, agendada para 2026, enviará uma carga útil do tamanho de um forno toaster — consistindo em componentes de armazenamento e processamento de dados — para a órbita a bordo de um satélite dos Emirados Árabes Unidos. Essa missão faz parte da Iniciativa Acesso ao Espaço para Todos (Access to Space for All Initiative) do Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior (UNOOSA).

Outros já realizaram lançamentos. Em maio, a China lançou 12 satélites para uma constelação de computação baseada no espaço — o primeiro de uma frota proposta de 2.800 satélites para processar dados no espaço.

Al Romaithi diz que isso deve servir de alerta para considerar o espaço um local viável para data centers. “É uma realidade que está acontecendo”, afirmou ele.

A Lonestar Data Holdings uma empresa sediada na Flórida disse em março que testou com sucesso um pequeno data center na Lua apesar de o sistema ter pousado de lado e desligado precocemente

Em novembro a Starcloud uma startup sediada no estado de Washington lançará um satélite equipado com uma unidade de processamento gráfico. A empresa disse à CNN por e-mail que estabelecerá um recorde para o poder de computação em órbita mais potente.

“A minha visão é que, daqui a 10 anos, quase todos os novos data centers estarão sendo construídos no espaço, puramente devido às restrições que enfrentamos na construção de novos projetos de energia na Terra”, disse Philip Johnston, CEO da Starcloud, no e-mail.

Os principais desafios a serem superados primeiro são dissipar grandes quantidades de calor no vácuo e fazer com que os chips funcionem em um ambiente de alta radiação, acrescentou ele.

Ainda assim, o setor está em estágios muito iniciais — e é um salto gigantesco lançar data centers grandes o suficiente para oferecer uma alternativa aos terrestres. O custo será fundamental, sendo os custos de lançamento dependentes do peso da carga útil.

A Lonestar assinou um acordo de US$ 120 milhões (cerca de R$ 645 milhões) com a fornecedora de naves espaciais Sidus para construir e fornecer suporte em órbita para seis satélites de armazenamento de dados.

A empresa planeja lançar o primeiro em 2027 — um sistema de 15 petabytes operando a partir do ponto de Lagrange L1 Terra-Lua, a cerca de 60 mil quilômetros da Lua.

Os próximos cinco satélites dobrarão a capacidade de armazenamento em cada lançamento, mantendo o mesmo peso e os mesmos requisitos de energia, de acordo com a empresa.

Cada satélite compartilhará uma carona com satélites maiores a bordo de um SpaceX Falcon compondo cerca de 15% da massa da carga útil Isso pode custar cerca de $10$ milhões de dólares por lançamento para uma fração da capacidade de armazenamento de muitos data centers terrestres

Superando desafios astronômicos

Alguns especialistas estão céticos quanto à economia dos data centers no espaço “Para fazer uma análise de custo-benefício verdadeira e objetiva o projeto não resiste ao escrutínio” disse Quentin A Parker, diretor do Laboratório de Pesquisa Espacial da Universidade de Hong Kong.

“As soluções terrestres ainda estão lá e ainda são provavelmente muito mais baratas do que tentar colocar qualquer coisa no espaço” acrescentou ele. “Colocá-los no espaço tem todo tipo de problemas associados”.

Embora os defensores afirmem que armazenar dados no espaço poderia fornecer proteção contra ataques a data centers ou danos devido a desastres naturais Parker aponta que o espaço traz seus próprios riscos incluindo radiação detritos espaciais e também as consequências de enviar mais objetos feitos pelo homem para o espaço sem uma solução para limpá-los

Especialistas têm soado alarmes sobre a quantidade crescente de lixo feito pelo homem deixado no espaço. Eles alertam que uma colisão poderia derrubar as tecnologias baseadas no espaço que alimentam nossa vida cotidiana.

Outros apontaram que a manutenção e o reparo de data centers no espaço podem representar um grande desafio, enquanto o clima espacial, como erupções solares, poderia interromper os serviços. Além disso, várias nações estariam desenvolvendo “tecnologias antiespaciais”, como sistemas de interferência que podem ser direcionados a satélites.

Os defensores de data centers espaciais podem estar “superestimando as vantagens e subestimando significativamente as grandes desvantagens”, disse Parker.

Mas, para Al Romaithi, olhar para fora do planeta é uma necessidade. “Vale a pena superar esses desafios porque a alternativa é a estagnação tecnológica”, afirmou. “Chegaremos a um ponto em que estaremos esgotando nossos recursos apenas para operar data centers.”

Fonte: CNN BRASIL

Uso de internet por adolescentes nas escolas cai de 51% para 37%

Uma das causas é a lei que restringe celulares em colégios

O uso de internet por crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos de idade nas escolas caiu em 2025, revelou o estudo Tic Kids Online Brasil 2025, divulgado hoje (22), em São Paulo.

Segundo a pesquisa, a proporção dos usuários dessa faixa etária que acessa a internet nas escolas recuou de 51% no ano passado para 37% este ano.

Para Luísa Adib, coordenadora da pesquisa Tic Kids, uma das explicações para esse recuo pode ser a lei que restringiu o uso de celulares nas escolas, aprovada no início deste ano.

“A gente começou a coleta da pesquisa em março, quando a medida de restrição de celular nas escolas já tinha sido implementada. Então, a gente pode ver uma relação entre a restrição do celular e a queda do acesso à internet na escola”, salientou ela, em entrevista à Agência Brasil.

No entanto, ela aponta outros fatores para essa queda no uso dentro das escolas. “Acho que elas são influenciadas também pelo debate político que está muito centrado e muito forte na agenda de proteção de crianças e adolescentes e o ambiente digital. Porque, por exemplo, já está ocorrendo uma queda [no uso] das redes sociais e o Estatuto da Criança e do Adolescente  digital [que dispõe sobre a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais] ainda não está em vigor. Então, acho que uma parte [dessa queda] pode ser explicada pela regulamentação, como no caso das escolas, que já aconteceu, mas também pelo debate político”, opinou.

Uso estável

O estudo Tic Kids Online Brasil 2025 – conduzido pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), apontou, ainda, que o número de crianças e adolescentes com acesso à internet se manteve com certa estabilidade em relação aos dois anos anteriores.

Segundo o estudo, 92% das crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos de todo o país são usuárias de internet no Brasil, pouco abaixo do que a pesquisa apontou no ano passado (93%) e no ano retrasado (95%). Isso significa que quase 24,6 milhões de pessoas nessa faixa etária acessaram a internet nos últimos três meses no Brasil.

Embora haja uma certa estabilidade nesse número, a coordenadora do estudo apontou que houve mudanças nas formas de uso da rede.

“A gente começa a ver uma queda no acesso à internet na escola e uma queda no uso de rede social para as faixas etárias mais novas, retomando a um patamar parecido ao que a gente tinha antes da pandemia”, argumentou.

Segundo o estudo, o celular foi o principal dispositivo de acesso usado pela população de 9 a 17 anos, sendo citado por 96% dos entrevistados, seguido pela televisão (74%), computador (30%) e pelo videogame (16%).

Ainda de acordo com a pesquisa, 84% dos usuários dessa faixa etária fazem esse acesso à internet de suas casas, várias vezes ao dia. Nas escolas, 12% reportaram acesso à internet várias vezes ao dia, 13% uma vez por semana e 9% uma vez ao mês.

Entre as atividades mais desenvolvidas na internet estão o uso para pesquisas escolares (81%), pesquisas sobre temas que interessam (70%), leitura ou vídeos com notícias (48%) e informações sobre saúde (31%).

Cresce total dos que nunca acessam a internet

O número de crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos que afirmam nunca terem acessado a internet também cresceu este ano. Se no ano passado esse público somava 492.393 pessoas, agora em 2025 710.343 pessoas dessa faixa etária revelaram jamais ter acessado a rede.

“A gente já tinha o dado [em outras pesquisas] de que a atividade multimídia era das mais realizadas e que 80% declaravam ter assistido a vídeos. Mas, a gente queria saber que vídeos são esses. Fomos atrás de algumas opções e a que aparece em maior proporção e frequência são os influenciadores”, explicou a coordenadora do estudo.

Outro dado da pesquisa é que quase metade (46%) das crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos acessam a internet para ver vídeos feitos por influenciadores digitais. E isso ocorre várias vezes ao dia.

“Não perguntamos qual o conteúdo que foi produzido por esse influenciador, mas sabemos que tem o módulo de consumo, com pessoas divulgando produtos, pessoas indo a lojas pela primeira vez, pessoas divulgando jogos de apostas e proporções superiores a 50% para todos esses tipos de conteúdo vinculados. Claro que pode ter um outro tipo de conteúdo divulgado por esses influenciadores digitais que não seja potencialmente danoso, mas a gente sabe que tem uma parte que pode ser”, argumentou Luísa Adib. Como o uso da internet sempre pode estar associado a riscos, a coordenadora do estudo alerta para que os pais estejam sempre atentos ao acesso feito por seus filhos. “A gente sabe, pela pesquisa, que a mediação ativa é mais eficiente. Então, quando há diálogo e um acompanhamento das práticas que a criança realiza, isso tende a ter resultados mais efetivos”, observou.

Mediação

Também é importante, destacou ela, que as próprias plataformas façam um tipo de mediação sobre isso, o que já está previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA Digital. “Mas é importante saber que nenhuma estratégia isolada vai ser efetiva. Então, a partir do momento que esse responsável faz o uso de um recurso técnico [das plataformas], isso vai funcionar se também estiver alinhado a uma mediação ativa, através de um diálogo, de um monitoramento e de um acompanhamento”, avaliou.

A pesquisa ouviu 2.370 crianças e adolescentes de todo o país, com idades entre 9 e 17 anos e 2.370 pais e responsáveis. O estudo foi realizado entre março e setembro deste ano. O Tic Kids Online Brasil é uma pesquisa feita anualmente desde 2012 e só não foi realizada em 2020 por causa da pandemia de covid-19.

Fonte: CNN BRASIL

IBGE anuncia processo seletivo com quase 10 mil vagas

Publicação do edital está prevista para novembro; aplicação das provas acontece em janeiro de 2026

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) anunciou o PSS (Processo Seletivo Simplificado) que contratará 9.580 profissionais temporários, visando reforçar a capacidade operacional e garantir a continuidade das pesquisas estatísticas e geográficas em todo o país.  

O próximo PSS ofertará um total de 9.580 vagas, distribuídas entre as funções de agente de pesquisas e mapeamento (APM): 8.480 vagas e supervisor de coleta e qualidade (SCQ):1.100 vagas

A previsão é que os editais sejam publicados em novembro de 2025, com as provas agendadas para janeiro de 2026. A divulgação do resultado final está prevista para março do mesmo ano. 

O presidente do IBGE, Marcio Pochmann, ressaltou a importância estratégica do novo processo. “O PSS para temporários é fundamental para o funcionamento das pesquisas estatísticas e geográficas do país. Ele permite a contratação de profissionais que atuam na coleta de dados atualizados e de alcance nacional”, afirmou. 

Ainda de acordo com o IBGE, todas as informações oficiais sobre a prova, incluindo o lançamento do edital, calendário completo e inscrições, serão divulgadas exclusivamente nos canais oficiais do Instituto e da FGV

Fonte: CNN BRASIL