Uso de telas por crianças pequenas reduz a interação verbal com os pais

Quanto maior o tempo de tela, maior é a falta de comunicação com seus cuidadores, o que, segundo um estudo australiano, prejudica o desenvolvimento infantil.

Quanto mais tempo a criança fica exposta às telas, menos ela conversa com os pais, o que impacta negativamente o desenvolvimento infantil. A informação é de um estudo recém-publicado no JAMA Pediatrics feito por pesquisadores australianos. O objetivo dos autores era saber em que medida o uso de dispositivos tecnológicos por crianças pequenas afeta a interação com os adultos.

Para chegar ao resultado, os pesquisadores selecionaram 220 famílias com filhos na faixa de 1 ano de idade, que foram acompanhados até completarem 3 anos. Durante esse período, a cada seis meses as crianças passavam um dia usando um dispositivo de reconhecimento de fala que capta sons ambientes – como sons eletrônicos e ruídos – e registra o número de palavras ditas pelos adultos, vocalizações emitidas pelas crianças e as conversas entre eles. No dia selecionado, as crianças estavam em casa a maior parte do tempo, sem ir à escola, por exemplo, e o equipamento era colocado num bolso da camiseta.

No início, o tempo de exposição às telas era de cerca de uma hora e meia por dia, mas com o passar dos anos foi aumentando gradativamente até chegar a quase três horas. Embora a quantidade de palavras e interações tenha aumentado no período, houve uma associação negativa entre o tempo diante das telas e as conversas.

Perto dos 3 anos de idade, cada minuto a mais nos dispositivos digitais significou menos 6,6 palavras emitidas pelos pais, menos 4,9 vocalizações dos filhos e uma interação verbal a menos com os adultos.

“A interação com os pais é essencial para o desenvolvimento da criança”, diz Claudio Schvartsman, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein. “A falta deixa o bebê mais introspectivo e reduz o vocabulário da criança. Há menos interação emocional e isso pode afetar a socialização e o desenvolvimento intelectual”, comenta o médico.

Segundo os autores, um ambiente familiar rico em linguagem também é essencial para deixar a criança apta a entrar na escola. Embora reconheçam que não é realístico esperar que as famílias abandonem as telas, os pesquisadores sugerem que deveria haver programas e políticas voltados à redução desse tempo e ao envolvimento dos pais durante o uso. Ou seja, usar as telas em um momento que esse recurso possa servir para promover um ambiente com mais interação e conversa.

Também não faltam estudos que mostram como o uso de telas pelos próprios adultos é capaz de afetar a conexão com os filhos, deixando-os menos responsivos e atentos, o que impacta a comunicação verbal e não verbal, relata o artigo.

“As crianças acabam usando esses aparelhos justamente em momentos em que os adultos querem interagir menos com elas, porque estão ocupados, por exemplo. Mas é preciso tomar muito cuidado, pois a tela é hipnotizante para a criança pequena e o excesso está criando uma geração voltada ao imediatismo e à rapidez, que é a antítese da profundidade”, diz Schvartsman.

Vale lembrar que a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que crianças com menos de 2 anos não tenham contato com aparelhos eletrônicos. Entre 2 e 5 anos, seu uso deve ser limitado a uma hora por dia e, entre 5 e 10, no máximo a duas horas. Os adolescentes não devem passar mais de três horas diárias nesses equipamentos. O uso de tais dispositivos, orientam os especialistas, deve ser sempre com a supervisão dos pais ou responsáveis.

Fonte: CNN BRASIL

Vitamina D pode oferecer melhor imunidade contra o câncer, aponta estudo

A vitamina D pode ser uma poderosa aliada na luta contra o câncer! Um estudo pré-clínico feito em ratos mostrou que ela pode estimular o crescimento de uma bactéria ‘boa’ no intestino chamada Bacteroides fragilis, que melhora a resposta do sistema imunológico à doença.

A descoberta foi publicada na revista Science e surpreendeu os cientistas, que agora buscam entender melhor como a vitamina D influencia o microbioma intestinal e se o efeito é o mesmo em humanos.

“Isso poderá um dia ser importante para o tratamento do câncer em humanos, mas não sabemos como e por que a vitamina D tem esse efeito através do microbioma. É necessário mais trabalho antes de podermos dizer conclusivamente”, explicou o autor sênior do estudo, Caetano Reis e Sousa em comunicado.

Os testes em ratos

O estudo foi conduzido pela equipe do Instituto Francis Crick, do Instituto Nacional do Câncer, dos Institutos Nacionais de Saúde e da Universidade de Aalborg, na Dinamarca.

Para investigar se a bactéria isoladamente poderia fortalecer a imunidade contra o câncer, eles usaram ratos transplantados com células cancerígenas e separaram os animais em dois grupos.

Um recebeu uma dieta padrão, porém suplementada com Bacteroides fragilis, o que resultou em uma melhoria na resposta imunológica.

Já os ratos submetidos a uma dieta carente em vitamina D não conseguiram conter o crescimento do tumor.

Como a vitamina D poderia ajudar? 

Para você entender melhor, o nosso sistema imunológico funciona como um exército que protege nosso corpo contra o câncer.

Às vezes, ele precisa de ajuda extra, e é aí que entram os inibidores do ponto de controle, um tipo de remédio.

Eles ajudam as células de defesa do nosso corpo, chamadas células T assassinas, a atacar as células cancerígenas.

Em 2018, estudos mostraram que o tipo de bactérias no intestino das pessoas pode afetar a eficácia desses remédios.

Agora, este novo estudo sugere que a vitamina D em nosso intestino pode influenciar quais bactérias estão lá e, por sua vez, ajudar as células T a combater o câncer.

Mais evidências

Outros estudos, sem resultados definitivos, examinaram dados de 1,5 milhões de pessoas na Dinamarca.

Eles encontraram uma conexão entre níveis baixos de vitamina D e um aumento no risco de câncer.

Uma análise separada de pessoas com câncer sugeriu que aqueles com níveis mais altos de vitamina D eram mais propensos a responder bem aos tratamentos que usam o sistema imunológico contra o câncer.

O desafio

Segundo Evangelos Giampazolias, outro autor do estudo, uma questão-chave que querem responder é como exatamente a vitamina D ajuda um microbioma ‘bom’.

“Se pudermos responder a isto, poderemos descobrir novas formas pelas quais o microbioma influencia o sistema imunitário, oferecendo potencialmente possibilidades excitantes na prevenção ou tratamento do cancro”, disse Evangelos.

Suplementação

A relação entre os níveis de vitamina D e o risco de câncer ainda não é conclusiva, mas todo mundo sabe que a falta dela pode levar a outros  problemas de saúde.

A maioria das pessoas consegue produzir a quantidade suficiente de vitamina ao passar curtos períodos sob o sol ou com dieta.

No caso de suplementos, Caetano Reis e Sousa recomenda sempre consultar um médico, mesmo se souberem que têm deficiência.

Para acessar a publicação do estudo é só clicar aqui.

Fonte: SóNotíciaBoa

Cansado demais? Veja 8 dicas para acordar mais disposto e não ficar fadigado

Anda se sentindo cansado na hora de levantar? As 8 dicas abaixo podem te ajudar a acordar bem mais disposto do chamado “sono não-reperador”, quando o sono não é capaz de “renovar as energias do corpo”.

Especialistas lembram que, adotando alguns passos específicos é possível, sim, contornar o problema e dormir bem melhor.

Entre as dicas estão: abandonar o uso de telas pelo menos uma hora antes de dormir, deixar o celular no silencioso antes de deitar e tentar dormir sempre no mesmo horário. Veja as outras dicas abaixo.

Dormiu e continua cansado?

Segundo o pneumologista e médico do sono Rodolfo Bacelar, o sono não-reparador é mais comum do que se imagina.

“Os motivos podem ser múltiplos: desde um tempo de sono insuficiente para nossas demandas, muitas vezes por mal hábito e uma rotina inadequada, até a presença de doenças do sono como por exemplo a Apneia do Sono”, disse o profissional.

E entre os brasileiros, as queixas de noites mal dormidas tem aumentado.

Segundo a cartilha Semana do Sono 2024, feita por associações que estudam o sono no país, 45% dos brasileiros apontam algum problema para dormir.

Dependendo do tempo e da abrangência das queixas, o número chega a 80%.

Dicas para evitar problemas

Se você está dentro da porcentagem, essas dicas são essenciais para sair da estatística e passar a ter uma ótima noite de sono;

Mantenha horários regulares para dormir e acordar: tente sempre dormir e acordar no mesmo horário, assim o relógio biológico do organismo vai se habituando. Depois de um tempo você não vai precisar nem de despertador;

Xô telas: o uso de telas antes de dormir é prejudicial e algumas pesquisas já mostraram isso. As telas são estimulantes e sons são estimulantes e podem fazer o efeito reverso no usuário, deixando a pessoa ainda mais acordada;

Reduza os sons: também desligue os sons e deixe o celular no silencioso. Agora é hora de dormir e qualquer barulho pode atrapalhar. Assim, bote os dispositivos eletrônicos em modos que não emitam sons;

Faça atividade física: manter a prática de atividade física melhora, e muito, a qualidade do sono. Mas especialistas fazem um alerta: evite o exercício físico duas horas antes do horário de dormir;

Busque por luz natural: a luz natural durante o dia, especialmente na hora de despertar, pode deixar a pessoa mais disposta para iniciar a rotina. Já próximo ao horário de dormir, procure atividades mais relaxantes, como meditação e ler uma página de livro;

Prefira alimentos leves: dê preferência para uma alimentação leve no período da noite. Nada de muito açúcar ou alimentos gordurosos. Além disso, abandone o uso de cafeína e estimulantes antes de dormir;

Tenha uma rotina: registre os hábitos, como compromissos, em uma agenda ou um planner. Isso ajuda a manter o cérebro relaxado antes de dormir, evitando alertas contra “esquecimentos”;

Cuidado com os cochilos: tudo bem cochilar durante o dia, desde que esse momento não ultrapasse 30 minutos. Cochilos muito grandes podem “roubar” e prejudicar as horas do sono noturno.

Qual o sono ideal?

Para Márcia Assis, neurologista e vice-presidente da Associação Brasileiro do Sono, mais do que dormir 8 horas por dia, é preciso ter qualidade de sono.

“Essa pessoa, que está dormindo 8 horas, está tendo uma quantidade de sono adequada, mas como está a qualidade do sono? Ela pode estar com algum distúrbio do sono que não sabe, se tem ronco, apneia do sono, movimentos durante a noite ou vários despertares mais breves que ela não se lembra que tem”, contou.

Apesar de 8 horas de sono ser o recomendado para a grande maioria dos adultos, há pessoas que dormem 6 e acordam dispostas.

“A grande maioria dos adultos deve ter de sete a oito horas de sono. Mas também vamos encontrar pessoas que dormem seis horas e estão dispostas a exercer suas funções durante o dia sem sonolência. Por outro lado, há outras que precisam de oito horas para estar bem”, contou a médica.

Assim, é preciso ficar atento aos sinais do seu corpo para entender as horas necessárias para a recuperação da energia do indivíduo.

Fonte: SóNotíciaBoa

Venha hoje na Paz e Vida e experimente declarar: “Pi-Hairote, nunca mais!”

Sinta-se abraçado pela esperança! Seja qual for o desafio que enfrenta – sobrecarga, desânimo ou esfriamento espiritual – há uma chama de fé pronta para reavivar dentro de você.

Junte-se a nós na emocionante Campanha de Oração “Pi-Hairote, nunca mais!”, liderada pelo inspirador Pastor Juanribe Pagliarin. Descubra que mesmo nos momentos mais difíceis, ainda há recursos inexplorados, especialmente os divinos para te socorrer.

Esta jornada de 7 semanas promete transformar sua vida, começando hoje. E como um presente especial, receba o livro inspirador “Quando não dá mais”, uma fonte de força e orientação, cortesia do Ministério Pregadores do Telhado.

Não deixe escapar essa oportunidade de renovar sua fé e garantir seu exemplar do livro. Junte-se a nós nesta jornada de fé e esperança!

Em todas as nossas Igrejas, no Brasil, as reuniões hoje acontecem às 9h, 15h e 19h. E, em Portugal, às 9h, 15h e 19h30. Para saber nossos endereços, clique aqui.

Por Pra. Daniela Porto

Participe hoje da Quinta da Visão com Bianca Pagliarin, na Sede Nacional da Paz e Vida, às 19h!

Descubra uma abordagem inovadora para conquistar seus objetivos! Venha juntar-se a Bianca Pagliarin na Quinta da Visão e embarque numa jornada guiada pela Palavra de Deus para alcançar o seu propósito de vida.

Se você aspira pela excelência em todas as áreas da sua vida, não deixe escapar esta oportunidade singular de transformação!

Horário: 19 horas;

Endereço: Avenida Cruzeiro do Sul, 1.965, pertinho da Rodoviária do Tietê;

Amplo estacionamento exclusivo e gratuito;

Entrada gratuita e Turminha Feliz funcionando para receber o seu filho!

Só falta você!

Por Pastora Daniela Porto

Rússia alerta para “enorme perigo” caso Otan envie tropas para Ucrânia

Intervenção é considerada em petição publicada no site do presidente ucraniano; Biden já descartou possibilidade.

Rússia disse nesta quarta-feira (8) que o envio de tropas da Otan para a Ucrânia seria potencialmente extremamente perigoso, ao mesmo tempo em que Moscou observa de perto uma petição ucraniana que pedia tal intervenção.

A petição, publicada no site do presidente ucraniano, diz que a Ucrânia deve pedir aos Estados Unidos, Reino Unido e outros países que enviem tropas para ajudá-la a repelir a invasão da Rússia.

“O regime de Kiev é bastante imprevisível”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, quando perguntado sobre isso em seu briefing diário.

“Temos dito repetidamente que a intervenção direta no terreno neste conflito pelos militares dos países da Otan potencialmente carrega um enorme perigo, por isso consideramos isso uma provocação extremamente desafiadora e, claro, estamos observando isso com muito cuidado.”

Não ficou claro se a petição reuniria o número necessário de votos – 25.000 – para exigir que o presidente Volodymyr Zelensky respondesse aprovando ou rejeitando. A partir desta quarta-feira (8) de manhã tinha atraído 1.594 votos.

A Otan apoiou a Ucrânia na guerra, fornecendo-lhe armas cada vez mais poderosas, incluindo tanques e mísseis de longo alcance, mas não interveio diretamente com as tropas – algo que o presidente dos EUA, Joe Biden, e o presidente russo Vladimir Putin advertiram que poderia levar a uma terceira guerra mundial.

O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que a questão do envio de tropas ocidentais para a Ucrânia surgiria “legitimamente” se a Rússia rompesse as linhas ucranianas e Kiev pedisse.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova, disse nesta quarta-feira (8) que a Rússia terá como alvo as tropas francesas se forem enviadas para a Ucrânia.

Fonte: CNN BRASIL

EUA interrompem envio de bombas a Israel por preocupação com operação em Rafah, diz autoridade americana

Líderes israelenses alertaram durante semanas que uma invasão da cidade de Rafah, no sul de Gaza, ocorrerá em algum momento no futuro.

Os Estados Unidos suspenderam o envio de bombas para Israel em meio a preocupações sobre seu potencial uso em uma incursão em Rafah, segundo uma autoridade norte-americana.

A remessa, que foi retida na semana passada, inclui 1.800 bombas pesando cerca de 907 quilos e 1.700 bombas pesando 227 quilos.

“Estamos especialmente focados no uso final das bombas de 907 quilos e no impacto que elas poderiam ter em ambientes urbanos densos, como vimos em outras partes de Gaza”, disse o funcionário.

CNN informou no fim de semana que um carregamento de munição para Israel foi interrompido, mas o motivo não estava claro.

Os líderes israelenses alertaram durante semanas que uma invasão da cidade de Rafah, no sul de Gaza, ocorrerá em algum momento no futuro, mesmo quando os EUA e outros declararam publicamente que tal operação terrestre não deveria ocorrer.

A administração do presidente Joe Biden apelou a um plano abrangente para proteger mais de um milhão de civis abrigados em Rafah e evitar uma expansão da catástrofe humanitária que se desenrola no enclave costeiro.

Na segunda-feira (6), Israel realizou o que os EUA descreveram como uma operação “limitada” em Rafah, assumindo a passagem da fronteira com o Egito, que é um local importante para a ajuda humanitária.

“Esta parece ser uma operação limitada, mas é claro que muito disso depende do que vem a seguir”, disse o porta-voz do Departamento de Estado, Matt Miller, nesta terça-feira (7).

“Eles disseram, creio eu com bastante clareza, que não é segredo que querem conduzir uma grande operação militar ali. Deixamos claro que nos opomos a tal operação.”

Os EUA e Israel têm mantido comunicações regulares sobre os planos dos militares israelitas para conduzir uma grande operação terrestre na parte sul de Gaza, mas a administração deixou claro que os planos estão longe de estar prontos.

“Vimos alguns conceitos, mas nada detalhado neste momento”, disse o secretário de imprensa do Pentágono, major-general Pat Ryder, em uma coletiva de imprensa na segunda-feira.

Ainda assim, o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou repetidamente que uma operação terrestre em Rafah é necessária para manter a pressão sobre o Hamas para libertar os restantes reféns e alcançar a vitória.

À medida que a liderança de Israel se aproximava de uma decisão final, os EUA começaram a rever propostas de transferências de armas específicas para Israel que poderiam ser usadas em Rafah, disse o funcionário dos EUA.

O processo de realização da revisão começou em abril e levou à pausa nos envios dos dois tipos de bombas.

“Não tomamos uma decisão final sobre como proceder com este envio”, disse o funcionário.

Entre as maiores armas convencionais do arsenal dos EUA, as bombas de 907 quilos podem ter um impacto devastador, especialmente numa área densamente povoada como Gaza.

As munições pesadas deixam uma enorme cratera e podem enviar estilhaços mortais a centenas de metros do local do impacto. Uma análise da CNN de imagens de satélite no início da guerra encontrou mais de 500 crateras de impacto consistentes com o uso de uma bomba de uma tonelada.

Marc Garlasco, antigo analista de inteligência de defesa dos EUA e antigo investigador de crimes de guerra da ONU, disse em Dezembro que a densidade do primeiro mês de bombardeamentos de Israel em Gaza “não era vista desde o Vietname”.

Os EUA também estão analisando a potencial venda ou transferência de outras munições, incluindo kits de Munições Conjuntas de Ataque Direto (JDAM) para Israel, disse o funcionário. Mas estas transferências não são iminentes e ocorrerão no futuro, acrescentou o responsável.

O Pentágono não quis comentar quando questionado sobre as pausas nos envios, mas insistiu que nada disto altera o compromisso dos EUA com a defesa de Israel.

“Nosso compromisso com a segurança de Israel permanece firme”, disse a vice-secretária de imprensa do Pentágono, Sabrina Singh, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira.

“Vocês têm visto isso desde 7 de outubro. Vocês nos viram aumentar a assistência de segurança a Israel. Portanto, embora não vá comentar mais nada, posso dizer-vos que os nossos compromissos com a segurança de Israel permanecem os mesmos.”

Fonte: CNN BRASIL

Genes que aumentam risco de Alzheimer podem ser herdados, diz estudo

Descoberta é de estudo publicado na segunda-feira (6) na Nature Medicine e sugere que, para esses casos, abordagens de testes e tratamentos devem ser diferenciadas

doença de Alzheimer pode ser herdada com mais frequência do que previamente conhecido, de acordo com um novo estudo que pinta uma imagem mais clara de um gene há muito tempo ligado à forma comum de demência.

Os autores do estudo, publicado na segunda-feira (6) na revista Nature Medicine, afirmam que isso pode até ser considerado uma forma distinta e herdada da doença e que abordagens diferentes para testes e tratamento podem ser necessárias.

Entre as pessoas diagnosticadas com Alzheimer, os pesquisadores reconhecem formas familiares da doença e casos esporádicos. A maioria dos casos é considerada esporádica, ou seja, que se desenvolvem mais tarde na vida. As formas familiares, causadas por mutações em qualquer um dos três genes, tendem a ocorrer mais cedo e são conhecidas por serem raras, representando cerca de 2% de todos os diagnósticos de Alzheimer, ou cerca de 1 em 50 casos.

Sob o novo paradigma, 1 em cada 6 casos de Alzheimer seria considerado herdado, ou familiar.

Essa apreciação em mudança do risco herdado, dizem os pesquisadores, é devido a uma melhor compreensão do papel de um quarto gene que carrega os planos para fazer uma proteína transportadora de lipídios chamada apolipoproteína E, conhecida como APOE. APOE transporta colesterol por todo o corpo e cérebro e pode desempenhar um papel no depósito ou na remoção de placas beta amiloides adesivas, que são uma das características do Alzheimer.

Existem três tipos do gene APOE que uma pessoa pode carregar. Um chamado APOE2 é considerado protetor contra o desenvolvimento da doença de Alzheimer. APOE3 é considerado conferir um risco neutro da doença.

APOE4, por outro lado, é má notícia. Há muito tempo é reconhecido que pessoas com pelo menos uma cópia do gene APOE4 têm um risco elevado de desenvolver a doença de Alzheimer, enquanto pessoas com duas cópias tinham um risco ainda maior.

Agora, os pesquisadores dizem que APOE4 não deve ser apenas reconhecido como um fator de risco, mas deve ser visto como uma forma herdada da doença, virtualmente assegurando que uma pessoa que tenha duas cópias desenvolverá as mudanças biológicas associadas à doença de Alzheimer em seus cérebros.

Extraindo o papel do gene na doença de Alzheimer

No novo estudo, pesquisadores da Espanha e dos Estados Unidos compararam pessoas em estudos clínicos que tinham duas cópias do gene APOE4 com pessoas que tinham outras formas do gene APOE.

Eles também compararam pessoas com duas cópias de APOE4 com pessoas com outras formas herdadas da doença: doença de Alzheimer autossômica dominante de início precoce e doença de Alzheimer associada à síndrome de Down. O estudo incluiu dados de quase 3.300 cérebros armazenados no National Alzheimer’s Coordinating Center e dados de mais 10.000 pessoas que participaram de cinco ensaios clínicos.

Não apenas as pessoas com duas cópias do gene APOE4 eram muito mais propensas a desenvolver as mudanças biológicas que levam à doença de Alzheimer, semelhantes às pessoas com outras formas genéticas da doença, elas estavam quase garantidas ao diagnóstico: Quase 95% das pessoas nos estudos com duas cópias do gene APOE4 tinham a biologia da doença de Alzheimer até os 82 anos de idade.

Os autores do estudo dizem que enquanto APOE4 causa confiavelmente as mudanças biológicas associadas à doença — a criação de placas beta amiloides no cérebro — ter uma ou duas cópias desse gene nem sempre leva ao declínio cognitivo.

Raramente, pessoas podem ter APOE4 e ter muita beta amiloide em seus cérebros, mas não ter sintomas, talvez por causa de outros fatores genéticos ou ambientais que protegem seus cérebros ao mesmo tempo. No grande conjunto de dados de quase 3.300 cérebros mantidos pelo National Alzheimer’s Coordinating Center, por exemplo, 273 indivíduos tinham duas cópias do gene APOE4, e 240, ou 88%, tinham demência.

Quando pessoas com duas cópias de APOE4 têm sintomas, elas tendem a desenvolvê-los mais cedo do que outros. Em média, desenvolvem Alzheimer cerca de 10 anos mais cedo — por volta dos 65 anos — do que pessoas com outras formas do gene APOE. Os pesquisadores também descobriram que o acúmulo de beta amiloide e tau em seus cérebros seguiu quase a mesma trajetória observada em pessoas com outras formas herdadas da doença. Sua doença foi mais grave mais cedo na vida.

Em todas as formas herdadas da doença, “há semelhanças impressionantes, impressionantes na forma como a doença progride e nos sintomas que aparecem”, disse o autor principal do estudo, Juan Fortea, neurologista e diretor da Unidade de Memória do Departamento de Neurologia do Hospital de la Santa Creu i Sant Pau em Barcelona, Espanha, em uma coletiva de imprensa.

Fortea e seus coautores argumentam que, por essas razões, ter duas cópias do gene APOE4 deve ser considerado uma forma genética da doença, não apenas um risco para ela. Charles Bernick, diretor médico associado do Centro de Saúde Cerebral Lou Ruvo da Cleveland Clinic, disse que o estudo mostrou o quão poderoso é ter duas cópias do gene APOE4.

“Realmente impulsiona um processo de doença”, disse Bernick, que não esteve envolvido no estudo.

Compreensão em mudança dos riscos genéticos

A força do papel de APOE4 no desenvolvimento do Alzheimer não foi reconhecida anteriormente, os pesquisadores pensam, porque APOE4 também desempenha um papel importante na saúde do coração, e eles acham que muitas pessoas com duas cópias do gene provavelmente morreram por causas cardiovasculares antes de desenvolverem o Alzheimer. Estudos anteriores estimavam que 30% a 35% das pessoas com duas cópias do gene APOE4 desenvolveriam comprometimento cognitivo leve ou demência.

Os pesquisadores dizem que também encontraram um efeito de dose gênica. Enquanto ter duas cópias de APOE4 garantia que uma pessoa veria o acúmulo de beta amiloide e tau em seus cérebros, ter apenas uma cópia do gene também aumentava o risco de uma pessoa — mas não tanto quanto duas cópias desse gene.

Isso significaria que o gene APOE4 é semi-dominante, disse Fortea. Outras doenças em que os genes mostram semi-dominância incluem anemia falciforme e hipercolesterolemia. Na anemia falciforme, por exemplo, duas cópias do gene causam a doença falciforme, mas uma cópia causa o traço falciforme.

Pessoas com traço falciforme geralmente não têm sintomas, mas podem ter mais propensão a sofrer de insolação ou quebra muscular durante exercícios intensos, e podem ter crises de dor em determinadas condições.

Classificar APOE4 como uma forma herdada da doença tem algumas grandes implicações. Primeiro, significaria que uma proporção muito maior de casos de Alzheimer é causada por genes do que se entendeu anteriormente.

Antes do APOE4, as únicas mudanças genéticas reconhecidas como causadoras do Alzheimer estavam associadas às formas de início precoce da doença e à síndrome de Down. Elas representavam cerca de 2% dos casos de Alzheimer, aproximadamente 1 em 50.

Pessoas com duas cópias do gene APOE4 representam cerca de 15% das pessoas diagnosticadas com Alzheimer, ou 1 em 7 casos da doença.

Aproximadamente 2% da população geral carrega duas cópias do gene APOE4, o que o tornaria uma das doenças herdadas mais prevalentes.

A principal lição do estudo, diz Constantine Lyketsos, diretor do centro de tratamento de memória e Alzheimer da Johns Hopkins, é que a doença de Alzheimer não deve ser tratada como um monólito. Em vez disso, mostra que existem diferentes formas da doença que precisam de tratamento personalizado.

“O ponto é que precisamos começar a fazer medicina de precisão e desmembrar isso. Começar com a genética”, disse Lyketsos, que não esteve envolvido no estudo.

Teste genético não é recomendado

Também é provável que isso mude como as pessoas que carregam o gene APOE4 são diagnosticadas e tratadas.

Existem testes disponíveis para determinar o status de APOE4 de uma pessoa, mas não são recomendados como parte rotineira do diagnóstico. Isso pode precisar mudar, disseram os autores do estudo.

“O consenso e as diretrizes atuais não recomendam o teste para APOE4 e isso foi porque o consenso era de que não ajudava no diagnóstico”, disse Fortea.

O teste de APOE é recomendado para pacientes que estão sendo avaliados para tomar novos medicamentos que limpam amiloides, como lecanemabe.

Porque pacientes com Alzheimer que têm duas cópias do gene APOE4 estão em maior risco de efeitos colaterais graves, como inchaço cerebral, causado por esses medicamentos que limpam amiloides, alguns centros de tratamento decidiram não oferecer esses medicamentos, disse a autora do estudo, Dra. Reisa Sperling, diretora do Centro de Pesquisa e Tratamento de Alzheimer no Brigham and Women’s Hospital.

“Acho isso muito problemático, dado esses dados”, disse ela, observando que seria importante fazer pesquisas para ver se seria possível encontrar dosagens mais seguras ou tratamentos mais seguros para esse grupo de pacientes.

“Para mim, isso significa apenas que precisamos tratá-los mais cedo”, disse Sperling, “e esta pesquisa realmente sugere que devemos tratá-los bastante cedo, em uma idade mais jovem e em um estágio inicial da patologia, porque sabemos que eles têm uma probabilidade muito, muito alta de progredir para o comprometimento rapidamente.”

Sterling Johnson, um dos autores do estudo que lidera o Registro de Wisconsin para Prevenção do Alzheimer na Universidade de Wisconsin, diz que seria muito importante que os ensaios clínicos começassem a levar em conta o status de APOE4 dos participantes.

“Pode ser necessário começar a tratar esses como um grupo separado em nossos artigos de pesquisa para que possamos realmente entender a relação entre amiloide e tau e os sintomas” em pessoas com duas cópias do gene APOE4, de uma maneira que não conseguimos fazer antes”, afirmou Johnson na coletiva de imprensa.

Fonte: CNN BRASIL

Ficar um tempo fora das redes sociais pode fazer bem para autoestima de mulheres

Estudo mostrou que diminuição do tempo de uso das plataformas e engajamento em outras atividades trouxe benefícios para a saúde mental.

Um estudo da Faculdade de Saúde da Universidade de York, no Reino Unido, comprovou que mulheres que fazem uma pausa no uso das redes sociais têm uma melhora significativa no que diz respeito à autoestima e imagem corporal. O resultado vem da diminuição da comparação entre os corpos através das publicações e o uso do tempo livre em outras atividades, consideradas mais saudáveis.

Metade das participantes foi convidada a ficar uma semana sem as redes sociais, incluindo Facebook, Twitter e TikTok, e a outra parte foi usada como grupo de controle. As autoras esperam que os resultados sejam usados para proteger os jovens e influenciar as empresas de mídia social a oferecerem mais autonomia aos usuários.

Os resultados foram publicados na revista científica “Body Image”.

As participantes da pesquisa foram 66 estudantes do sexo feminino que estavam no primeiro ano da faculdade. Com elas, foram realizados questionários antes do experimento para serem usados de base e, ao término da semana, as participantes foram testadas novamente.

Jennifer Mills, professora de psicologia e co-autora do artigo, notou que desde que começou a pesquisar distúrbios alimentares e os efeitos dos meios de comunicação em mulheres o cenário se alterou.

“Naquela época, você só conseguia passar alguns minutos ou horas olhando revistas de moda e beleza e elas só saíam uma vez por mês. Havia uma quantidade finita de conteúdo ao qual você seria exposto. Com as redes sociais é infinito. É sempre novo e inovador, o que aciona o sistema de recompensa do nosso cérebro que nos faz querer cada vez mais alguma coisa”, disse Mills.

O grupo chegou à conclusão de que o uso do tempo fora das redes sociais para outras atividades também colaborou para o aumento da autoestima das participantes. “Se passarmos mais tempo na vida real, socializando com os amigos, dormindo, saindo de casa, fazendo exercícios, poderá haver comportamentos secundários que preencham o vazio deixado pelas redes sociais”, disse a professora.

Fonte: CNN BRASIL

Hoje é dia de buscar o Espírito Santo na Campanha de Oração: Os 7 Clamores da Meia-Noite!

Estamos na quarta semana da Campanha de Oração: Os 7 Clamores da Meia-Noite. Venha hoje na Paz e Vida, para a Reunião da Busca do Espírito Santo e participe também deste propósito de oração e clamor.

Todas as noites, às 23h53 começamos a nos preparar para o clamor da meia-noite. Oramos juntos, em um só corpo, cada um na sua casa, declarando as bênçãos de Deus e a presença Dele em nossas vidas!

Venha hoje com sua família e faça parte deste mover!

Para saber os nossos endereços, é só acessar: pazevida.org.br/enderecos

As reuniões acontecem às 9h, 15h e 19h, no Brasil. E, em Portugal, às 9h, 15h e 19h30.

Não se esqueça de sintonizar a rádio a partir das 23h53 de hoje para se preparar para a oração, ou você pode acompanhar pela TV Feliz (Nova Parabólica, canal 20), pelo youtube/Juanribe e também pelo podcast Juanribe Pagliarin!

Compareça com a sua família!

Por Pra. Daniela Porto