Um Novo Começo espera por você!

“Novos Começos” é o tema do último Encontro de Mulheres de Paz e Vida em São Paulo, com a Bianca Pagliarin, pastora líder do ministério feminino da Paz e Vida, que acontece hoje na Sede Nacional.

Se você precisa de uma mudança radical, de romper paradigmas, de um propósito de vida, venha hoje, às 9 da manhã, na Sede Nacional em São Paulo: Av. Cruzeiro do Sul, 1965 – Santana, bem pertinho do Metrô Portuguesa-Tietê (Linha Azul).

Se você vem de carro ou moto, temos um amplo estacionamento gratuito e pode trazer seus pequenos: o departamento infantil estará funcionando.

Sua vida nova começa aqui!

Por Pra. Daniela Porto

Hoje é dia de cura e libertação na Paz e Vida

Em todas as nossas unidades acontece hoje a reunião de Cura e Libertação. É dia de orar por você que está precisando de Jesus! Os dias passam e você está se convencendo que algo novo precisa acontecer; algo que te complete e te satisfaça plenamente. “Algo” não fará isso por você e, sim, alguém: JESUS CRISTO!

Venha hoje e tenha um encontro real com o seu Salvador:

As reuniões de Paz e Vida acontecem nos seguintes horários: às 9, 15 e 19h nas nossas Igrejas no Brasil e em Portugal, às 9h, 15h e 20h!

Acesse: pazevida.org.br/enderecos e veja nossos endereços!

Venha ter um encontro real com Jesus na Paz e Vida!

Por Pra. Daniela Porto

Em tudo dai graças!

Se você acredita que a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável, o que está acontecendo em sua vida hoje, pode ser desagradável e doloroso para você, mas é o plano perfeito de Deus, porque Ele já te viu no seu futuro.

Talvez alguém tenha saído de perto de você e você então pensou: “meu Deus, como essa pessoa me abandonou?”. E Deus te responderia: “é porque eu escuto conversas que você não ouve. Pode parecer o fim do mundo agora, mas tudo vai fazer sentido depois”.

Deus vai te mostrar o porquê você está passando pelo que está passando, e ainda quando você passar por outras dores, não desanime diante delas, porque o Senhor sempre vai te levar a lugares cada vez mais altos, para continuar escalando.

Portanto, agradeça, não questione. A gratidão é o grande gerador do seu milagre!

Venha hoje à Quinta da Visão. Uma reunião extraordinária, na qual Bianca Pagliarin vai ensinar você a ser grato, em qualquer situação!

Compareça às 19hs, na Avenida Cruzeiro do Sul, 1965, ao lado do metrô Tietê, com amplo estacionamento gratuito e departamento infantil para suas crianças.

As 7 manifestações do Espírito Santo: Penhor

Hoje em todas as unidades de Paz e Vida você vai aprender sobre mais esta forma de manifestação do Espírito Santo: o PENHOR. O que é isso e como ela ocorre?

O apóstolo Paulo, ensinando aos efésios, disse: “E, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão de Deus, para louvor da sua glória” (Efésios 1:13b-14).

Participe hoje conosco:

Horário das nossas reuniões: às 9, 15 e 19h nas nossas unidades de Paz e Vida no Brasil e em Portugal, às 9h, 15h e 20h!

Acesse: pazevida.org.br/enderecos e veja onde tem uma Paz e Vida pertinho de você!

Participe!

Por Pra. Daniela Porto

O que explica o aumento de casos de Covid-19 no Brasil

Dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) apontam que o país mantém uma média móvel de 22 mil casos diários da doença.

Novas ondas de Covid-19 são motivadas por causas multifatoriais, incluindo características da circulação do vírus e do comportamento populacional. Nas últimas semanas, o Brasil registrou um aumento significativo no número de casos da doença causada pelo coronavírus. Dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados no sábado (26) mostram que o país mantém uma média móvel de 22 mil casos diários. O índice, que avalia a média de casos dos últimos sete dias e permite o dimensionamento do cenário epidemiológico, é um dos maiores registrados desde agosto.

Estados de todas as regiões brasileiras registraram aumento de casos no início de novembro, frente ao mês anterior, de acordo com levantamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Especialistas consultados pela CNN ajudam a contextualizar o aumento das infecções no país e fazem estimativas sobre o contexto da doença com a aproximação das férias e festas de fim de ano.

Impacto da variante Ômicron

Há exatamente um ano, em novembro de 2021, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a cepa Ômicron do coronavírus como uma “variante de preocupação”.

Evidências emergentes foram rapidamente compartilhadas por cientistas de Botswana, Hong Kong e África do Sul e discutidas em uma reunião especial do Grupo Consultivo Técnico para Evolução de Vírus (TAG-VE) da OMS.

Os especialistas presentes na reunião se preocuparam com o grande número de mutações presentes na variante, que diferia muito das outras cepas detectadas até então. Os primeiros dados mostraram a rápida disseminação da Ômicron em algumas províncias da África do Sul e um risco aumentado de reinfecção em comparação com as variantes que circulavam anteriormente.

Naquele momento, a OMS destacava que o mundo estava lidando com algo novo, diferente e para o qual deveria se preparar rapidamente.

Rapidamente, cientistas identificaram que a linhagem era significativamente mais transmissível do que a Delta, a variante de preocupação que predominava no mundo até então. Em 4 semanas, conforme a onda da Ômicron viajava pelo mundo, ela substituiu a Delta como a variante dominante.

Países que até aquele momento tiveram sucesso em manter o controle da Covid-19 por meio de medidas sociais e de saúde pública se depararam com dificuldades. Para os indivíduos, o impacto foi maior entre os que não foram vacinados, com aumento de hospitalizações e de mortes em vários lugares do mundo.

Até março de 2022, a OMS e seus parceiros estimavam que quase 90% da população global tinha anticorpos contra o coronavírus, seja por vacinação ou infecção natural.

No geral, porém, a nova variante causou doenças menos graves do que a Delta em média, o que intrigou cientistas. Segundo a OMS, uma série de fatores provavelmente desempenhou um papel importante, como o fato de que o vírus se replicou com mais eficiência nas vias aéreas superiores e a imunidade da população aumentou constantemente em todo o mundo devido à vacinação e a infecções.

Aspectos do vírus

A tendência de crescimento da Covid-19 no país ganhou força entre o final de outubro e o início de novembro, como lembra o pesquisador José Eduardo Levi, da Universidade de São Paulo (USP).

“Até hoje, todas as ondas de Covid-19 no país estiveram associadas a uma nova variante. Esse ano agora tem como peculiaridade que essas variantes são todas derivadas da Ômicron”, afirma. “A Ômicron original causou o pico de casos em janeiro, depois tivemos a BA.2, que é uma segunda Ômicron, que foi o pico em abril e maio. Depois, tivemos uma outra onda com pico em junho, causada pela BA.5, derivada de Ômicron”, descreve Levi.

Segundo o pesquisador, que também atua nas áreas de pesquisa e desenvolvimento da Rede Dasa, a nova onda da doença está relacionada a subvariantes derivadas da BA.5, incluindo a BQ.1 e outras duas: BA.5.3.1 e BA.5.2.1.

“A BQ.1 está tendendo a predominar a partir de novembro, devemos chegar ao fim do mês com 100% de BQ.1, apontam os dados de genômica e de exames de diagnóstico molecular da Dasa”, diz.

A BQ.1 carrega mutações em pontos importantes do vírus, como a proteína Spike, que podem contribuir para o aumento da transmissibilidade e na capacidade de infecção pelo coronavírus. A OMS estima que essas mutações adicionais tenham conferido uma vantagem de escape imunológico sobre outras sublinhagens circulantes da Ômicron, o que indica a necessidade de avaliação sobre um risco maior de reinfecção pela BQ.1.

“A Ômicron e suas subvariantes demonstraram sua capacidade muito efetiva de mudar geneticamente, de se replicar e ter erros nessa replicação e, com isso, formar vírus geneticamente diferentes que os fazem escapar da nosso sistema imune, ou seja, tanto pela infecção natural quanto pela vacinação. Nossos anticorpos deixam de reconhecer de uma forma plena essas subvariantes e, com isso, você consegue ter a infecção de uma forma leve, com uma capacidade muito grande de transmissibilidade, o que faz com que o vírus circule tanto”, afirma a médica infectologista Rosana Richtmann, do Hospital Emílio Ribas, de São Paulo.

Fator comportamental

Além das características intrínsecas do vírus, como uma maior capacidade de transmissibilidade das subvariantes em circulaçãofatores comportamentais da população também podem contribuir para o aumento no número de casos.

“O aumento da circulação do SARS-CoV-2 no Brasil é multifatorial. Primeiro, nós flexibilizamos as medidas de controle. Segundo, nós tivemos eventos como, por exemplo, as eleições, que facilitaram o encontro entre pessoas. Terceiro, temos uma população com doses de reforço muito baixas”, avalia Rosana.

Dados do Programa Nacional de Imunizações (PNI) apontam que mais de 77 milhões de brasileiros não receberam a primeira dose de reforço das vacinas contra a Covid-19. Já 24 milhões de pessoas poderiam ter recebido a segunda dose de reforço contra a doença, mas ainda não se vacinaram.

O esquema de vacinação primário contra a Covid-19 contempla duas doses para a maior parte das vacinas disponíveis, incluindo as da Pfizer, AstraZeneca e Coronavac, aplicadas no Brasil.

O pesquisador da USP também afirma que o contexto das eleições no Brasil pode ter proporcionado o ambiente ideal para a transmissão do vírus.

“Toda onda é facilitada pelo componente comportamental. Aqui no Brasil, estimamos que tenham sido as aglomerações principalmente eleitorais, grandes comícios, que facilitam muito a disseminação de variantes que por si só já são mais transmissíveis, por que foram selecionadas em um ambiente de pessoas vacinadas e com exposição prévia inclusive à Ômicron”, diz Levi.

Sintomas comuns das novas variantes

O médico infectologista Álvaro Furtado, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), relata que tem sido observado um aumento no número de pacientes com suspeita de Covid-19. No entanto, Furtado ressalta que o número de internações não tem acompanhado o mesmo ritmo de crescimento das infecções, até o momento.

“Estamos observando um número maior de casos, mas a maioria sem gravidade. Os sintomas mais comuns são muito simples, como coriza e dor de garganta. Os pacientes não tem apresentado falta de ar ou critérios que indiquem a necessidade de internação hospitalar, com exceção de pessoas com alterações no sistema imunológico”, afirma.

A infectologista do Emílio Ribas também relata que os sintomas associados aos casos recentes tem sido semelhantes aos já identificados ao longo da pandemia.

“Em termos de sintomatologia das subvariantes da Ômicron – a BQ.1 e a BA.5 que são as mais comuns atualmente, eu diria que os sintomas são semelhantes ao que a gente sempre viu, mas a fadiga, o cansaço, chama muito atenção. O paciente pode ter coriza nasal, dor de garganta, dor de cabeça, febrícula, calafrio, mas o que realmente está chamando atenção dessa vez é esse cansaço”, diz.

Festas de fim de ano

O surgimento de novas variantes do coronavírus e o consequente aumento no número de casos apontam que, em momentos de alta circulação viral, pode ser necessário reforçar medidas de prevenção aprendidas ao longo da pandemia.

Os especialistas destacam que as medidas chamadas não farmacológicas reduzem os riscos da transmissão da Covid-19 e de outras doenças como a gripe e resfriados. Além do uso de máscara, medidas de higiene como a lavagem das mãos, o uso de álcool gel e distanciamento de pessoas sintomáticas contribuem para reduzir os riscos da infecção.

“Nos momentos de onda, é melhor voltar com essas medidas de prevenção“, diz Levi. “Com a aproximação das festas de fim de ano, é fundamental sempre pensar, em primeiro lugar, nos idosos, pessoas com mais de 70 e 80 anos, principalmente. Para que elas usem máscara e fiquem a certa distância. Além disso, que esses eventos, na medida do possível, aconteçam em ambiente arejado, a céu aberto, aquilo que falamos ao longo de toda a pandemia”, conclui.

Fonte: CNN BRASIL

SpaceX lança sementes de tomate e outros suprimentos à Estação Espacial

Fruto deve ser cultivado como parte de experimento de fornecer produção contínua de alimentos frescos no espaço.

SpaceX está transportando um novo carregamento de suprimentos para a Estação Espacial Internacional neste fim de semana, depois que o mau tempo no local de lançamento forçou a empresa a desistir de sua primeira tentativa na terça-feira.

A missão decolou do Centro Espacial Kennedy da NASA, na Flórida, por volta das 16h20 [horário de Brasília] de sábado (26).

A abundância de suprimentos a bordo inclui um par de novos painéis solares para a estação espacial, sementes de tomate anãs e uma série de experimentos científicos.

Também haverá guloseimas para os astronautas na estação espacial, como sorvete e comida de Ação de Graças, como feijão verde picante, sobremesas de maçã com cranberry, torta de abóbora e milho doce.

Os painéis solares serão instalados fora do laboratório flutuante durante as caminhadas espaciais programadas para 29 de novembro e 3 de dezembro. Eles darão um impulso de energia à estação espacial.

A SpaceX lançou mais de duas dúzias de missões de reabastecimento para a estação espacial na última década como parte de um acordo multibilionário com a Nasa.

Este lançamento ocorre em meio ao ano mais movimentado da empresa até o momento, com mais de 50 operações até agora, incluindo duas missões de astronautas.

A carga a bordo inclui vários itens relacionados à saúde, como o kit Moon Microscope. O microscópio de mão portátil permitirá que os astronautas coletem e enviem imagens de amostras de sangue para os cirurgiões de voo no solo para diagnóstico e tratamento.

Tomates no espaço

Os nutrientes são um componente chave para manter uma boa saúde no espaço. Mas produtos frescos são escassos na estação espacial em comparação com as refeições pré-embaladas que os astronautas comem durante suas estadias de seis meses na órbita baixa da Terra.

“É bastante importante para nossos objetivos de exploração na Nasa ser capaz de sustentar a tripulação não apenas com nutrição, mas também olhar para vários tipos de plantas como fontes de nutrientes que teríamos dificuldade em sustentar nas longas viagens entre destinos distantes, como Marte e assim por diante”, disse Kirt Costello, cientista-chefe do Programa da ISS da Nasa e vice-gerente do Escritório de Integração de Pesquisa.

Astronautas cultivaram e provaram diferentes tipos de alface, rabanete e pimenta na Estação Espacial Internacional. Agora, os membros da tripulação podem adicionar alguns tomates anões – especificamente, tomates Red Robin – à sua lista de ingredientes de salada cultivados no espaço.

O experimento faz parte de um esforço para fornecer produção contínua de alimentos frescos no espaço. As sementes de tomate anão serão cultivadas sob dois tratamentos de luz diferentes para medir seu impacto em quantos tomates podem ser colhidos, bem como o valor nutricional e o sabor das plantas.

Os tomates Red Robin também serão cultivados na Terra como um experimento de controle. As duas culturas serão comparadas para medir os efeitos do ambiente de gravidade zero no crescimento do tomateiro.

Os tomates espaciais serão cultivados dentro de saquinhos chamados de almofadas de plantas instalados no Sistema de Produção Vegetal, conhecido como Câmara de Crescimento Vegetal, na estação espacial.

Os astronautas frequentemente regam e nutrem as plantas à medida que crescem, bem como polinizam as flores. “Os tomates serão uma nova aventura para nós da equipe Veggie, tentando descobrir como manter essas plantas sedentas bem regadas sem regar demais”, disse Gioia Massa, cientista de produção de culturas espaciais da Nasa e investigador principal do estudo do tomate.

Os tomates estarão prontos para o primeiro teste de sabor na primavera.

A equipe espera três colheitas de tomate 90, 97 e 104 dias após o início do crescimento das plantas. Durante os testes de sabor, a equipe avaliará o sabor, aroma, suculência e textura dos tomates cultivados com os dois diferentes tratamentos de luz. Metade de cada colheita de tomate será congelada e devolvida à Terra para análise.

Cultivar plantas na estação espacial não apenas oferece a oportunidade de comida fresca e noites criativas de taco, mas também pode melhorar o humor da tripulação durante seu longo voo espacial. Os astronautas também farão pesquisas para monitorar seu humor enquanto cuidam e interagem com as plantas para ver como cuidar das mudas melhora sua experiência em meio ao isolamento e confinamento da estação espacial.

O hardware ainda está em desenvolvimento para maior produção agrícola na estação espacial e, eventualmente, em outros planetas, mas os cientistas já estão planejando quais plantas podem crescer melhor na Lua e em Marte.

No início deste ano, uma equipe cultivou com sucesso plantas em solo lunar que incluíam amostras coletadas durante as missões Apollo. “Os tomates serão uma ótima colheita para a lua”, disse Massa. “Eles são muito nutritivos, muito deliciosos e achamos que os astronautas ficarão muito animados em cultivá-los lá”.

Fonte: CNN BRASIL

‘As pessoas não valorizam o sono’, diz médica especialista no tema

Tomar remédios ou dormir menos horas do que o necessário são algumas características do momento atual da sociedade.

Ao dormir menos horas que o necessário ou recorrer a remédios para forçar o sono, milhões de brasileiros põem a própria saúde em risco.

aumento de 676% das vendas de zolpidem nos últimos dez anos, mostrado pelo R7 nesta segunda-feira (28), é um fator de alerta, considera a neurologista Giuliana Macedo Mendes, presidente da Regional Centro-Oeste da ABS (Associação Brasileira do Sono).

“O zolpidem é rápido para induzir o sono, ele é um sedativo, é um sono químico, não é um sono natural da pessoa”, adverte a médica.

O crescimento do consumo de medicamentos para dormir é apenas um ingrediente em uma sociedade que não se importa como deveria com o sono.

“As pessoas não valorizam o sono, acham que dormir é perda de tempo, têm maus hábitos, invadem o horário do sono…”, afirma a especialista.

A ABS estima que cerca de 73 milhões de brasileiros sofram com insônia, mas não se trata de um único problema com uma única solução.

“Cada um tem uma insônia particular. […] A grande maioria dos pacientes tem maus hábitos que fazem perpetuar a insônia ao longo da vida”, pontua Giuliana.

O zolpidem ou qualquer outro medicamento estão longe de ser o tratamento de primeira linha para a insônia, mas são poucas as pessoas que entendem isso.

“O caminho mais fácil é tomar o remédio, o mais difícil é mudar os hábitos. […] O ser humano quer o caminho mais fácil. O principal tratamento, padrão-ouro, que mais tem evidência científica, é terapia comportamental para insônia, não é medicamento. Se você não fizer o tratamento comportamental, que envolve mudança de hábitos de vida e várias questões, inclusive com tratamento psicológico associado ao sono, não sairá da insônia crônica”, explica a neurologista.

O uso excessivo de telas, como celular, TV e computador, e o consumo de cafeína, álcool e nicotina estão entre os vilões do sono.

O resultado vai ser maior dificuldade para adormecer, um sono de pior qualidade, despertares mais frequentes durante a noite e uma sensação de cansaço no dia seguinte.

Quando dormimos poucas horas por meses ou anos — o ideal é entre 7 e 9 horas por noite —, a tendência é que haja prejuízos à saúde.

“A privação do sono crônica que a insônia provoca, e outras doenças do sono também, ela aumenta o risco cardiovascular em até cinco vezes. Paciente que dorme menos vive menos, tem mais risco de infarto, AVC [acidente vascular cerebral], arritmia, hipertensão, diabetes, de câncer, porque diminui a imunidade [neste último caso]”, salienta Giuliana.

Médicos precisam conhecer o problema

A principal avaliação da representante da Associação Brasileira do Sono é a de que são poucos os médicos que entendem a fundo a insônia.

Ela aposta que a capacitação dos profissionais da saúde é fundamental para uma abordagem do problema que, de fato, melhore a vida das pessoas.

“Os médicos não têm formação dentro da faculdade de medicina sobre medicina do sono”, lembra a médica ao salientar que essa é uma área de estudo relativamente nova.

Com objetivo de disseminar mais informações sobre distúrbios do sono e tratamentos, começa nesta semana o 14º Congresso Brasileiro do Sono — de 30 de novembro a 3 de dezembro, em Goiânia.

Fonte: R7

Beber dois litros de água por dia é excessivo, diz estudo

Pesquisa mostra que a ingestão de água recomendada raramente corresponde às nossas necessidades reais.

Há anos se perpetua a ideia que é necessário beber dois litros de água por dia.

No entanto, um novo estudo da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, publicado na sexta-feira (25), mostra que a ingestão recomendada de água de oito copos (cerca de dois litros) por dia raramente corresponde às nossas necessidades reais e, muitas vezes, pode ser muito alta.

Segundo a pesquisa, a quantidade necessária para ser bebida varia entre 1,3 a 1,8 litros por dia, a depender da idade, clima e onde a pessoa vive.

De acordo com a publicação, pesquisas anteriores nessa área estavam baseadas em pequenos grupos de pessoas e tendiam a não considerar água ingerida através dos alimento

O novo estudo apricou uma abordagem mais objetiva a 5.604 homens e mulheres, com idades entre 8 dias e 96 anos, de 23 países diferentes.

A técnica envolve pessoas bebendo um copo de água no qual algumas das moléculas de hidrogênio foram substituídas por um isótopo estável de hidrogênio chamado deutério.

O trabalho mostrou que a rotatividade hídrica é maior em ambientes quentes e úmidos e em grandes altitudes, assim como entre atletas, gestantes e lactantes e indivíduos com alto nível de atividade física.

O maior fator, porém, foi o gasto de energia. Os valores mais elevados foram observados no sexo masculino entre os 20 e os 35 anos. A rotatividade de água desse grupo foi em média de 4,2 litros por dia. Posteriormente, diminuiu com o aumento da idade, com média de apenas 2,5 litros por dia em homens na faixa dos 90 anos.

Entre as mulheres, o volume médio de água entre 20 e 40 anos foi de 3,3 litros por dia, e também caiu para cerca de 2,5 litros aos 90 anos.

A rotatividade da água também foi maior nos países em desenvolvimento. Isso provavelmente ocorre porque, nos países desenvolvidos, o ar condicionado e o aquecimento protegem os indivíduos da exposição a condições ambientais extremas que elevam a demanda por água.

O professor John Speakman, da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Aberdeen, explica que a renovação da água não é igual à necessidade de água potável.

“Um homem na faixa dos 20 anos tenha um volume médio de água de 4,2 litros por dia, ele não precisa beber 4,2 litros de água por dia. Cerca de 15% desse valor reflete a troca de água superficial e a água produzida a partir do metabolismo. Como a maioria dos alimentos também contém água, uma quantidade substancial de água é fornecida apenas pela alimentação”.

A pesquisa resultou em uma equação geral para prever o volume de água que pode ser usado para antecipar os efeitos de mudanças futuras, por exemplo, no clima e na demografia populacional. Isso ajudará os países a antecipar suas futuras necessidades de água.

O Dr. Yosuke Yamada, chefe de seção do Instituto Nacional de Inovação Biomédica, Saúde e Nutrição no Japão, co-autor do artigo, disse: “As equações que geramos para prever a renovação da água serão de grande benefício na modelagem das necessidades globais de água”.

O ex-aluno de doutorado de Aberdeen, Xueying Zhang, co-primeiro autor do artigo, acrescentou: “Calcular quanta água os seres humanos precisam está se tornando cada vez mais importante devido ao crescimento explosivo da população e às crescentes mudanças climáticas. A renovação da água está relacionada a muitos parâmetros de saúde, incluindo atividade física e percentual de gordura corporal, tornando-se um novo biomarcador potencial para a saúde metabólica”.

(Publicado por Marina Toledo)

Fonte: CNN BRASIL

Juanribe Pagliarin te ensina sobre a volta de Jesus no canal de podcast

Nesta manhã de terça você vai ouvir uma esclarecedora mensagem ministrada por Juanribe Pagliarin em um encontro de Paz e Vida: Todo olho verá.

Esta é uma profecia que está muito perto de se cumprir! Mas para quem é esta profecia? Você sabe? Os sinais estão se cumprindo e tudo o que Jesus profetizou que aconteceria, está ocorrendo.

Procure por Juanribe nas melhores plataformas de podcast ou acesse: anchor.fm/juanribe-pagliarin e tenha acesso ao conteúdo de áudio do Pastor Juanribe com as ilustrações e mensagens impactantes que vão te levar para mais perto de Deus.

E sabe do melhor? Você pode baixar no seu celular e ouvir até mesmo quando não estiver conectado à internet.

Por Pra. Daniela Porto

Juanribe Pagliarin te espera na Sede Nacional da Paz e Vida para o Encontro Especial

Juanribe Pagliarin vai orar por você hoje no Encontro Especial. Se nada tem dado certo para você e você acha que sua vida está indo de mal a pior, encha o seu coração de esperança e venha com fé!

As reuniões acontecem na Sede Nacional da Paz e Vida, às 10 e 19 horas.

Anote o endereço e compareça: Avenida Cruzeiro do Sul, 1965, Santana, pertinho do Metrô Portuguesa-Tietê e com amplo estacionamento gratuito para carros e motos.

Hoje você receberá uma Palavra do Alto!

Por Pra. Daniela Porto