São Paulo

são paulo

01 Sede Nacional

Av. Cruzeiro do Sul, 1965
Santana – São Paulo – SP

CEP: 02031-000

Secretaria Ministerial: (11) 2224-2441

S.O.S. Oração: (11) 2221-5000

Pr. Neilton Rocha

02 Sede Regional Campo Belo

Rua Vieira de Morais, 784
Campo Belo – São Paulo – SP

CEP: 04604-007

Fone:

Pr. Victor Apolinário

03 Sede Regional Carapicuíba

Av. Inocêncio Seráfico, 2489
Vl. Silva Ribeiro – Carapicuíba – SP

CEP: 06380-021

Fone: (11) 4207-2334

Pr. David Scarinci

04 Sede Regional Cotia

Av. Antônio Matias de Camargo, 37
Centro – Cotia – SP

CEP: 06700-000

Fone:

Pr. Ednilson Pires

05 Sede Regional Ferraz de Vasconcelos

Rua Otávio Rodrigues Barbosa, 160
Vl. Romanópolis
Ferraz de Vasconcelos – SP

CEP:

Fone: (11) 4674-3920

Pr. Augusto Maia

06 Sede Regional Francisco Morato

Rua Progresso, 238
Centro – Francisco Morato – SP

CEP: 07901-170

Fone:

Pr. Adriano Aquino

07 Sede Regional Guarulhos

Av. Guarulhos, 80
Centro – Guarulhos – SP

CEP: 07023-000

Fone: (11) 4963-2548

Pr. Emerson Estevanelli

08 Sede Regional Lapa

Rua Guaicurus, 1431
Lapa – São Paulo – SP

CEP: 05033-002

Fone: (11) 3871-3272

Pr. Wadson Medeiros

09 Sede Regional Mogi das Cruzes

Rua Dr. Deodato Wertheimer, 2.555
Mogi Moderno – Mogi das Cruzes – SP

CEP: 08717-485

Fone: (11) 4725-7676

Pra. Maria das Merces

10 Sede Regional Osasco

Rua Dona Primitiva Vianco, 617
Centro – Osasco – SP

CEP: 06010-004

Fone:

Pr. Créscio Rezende

11 Sede Regional Tatuapé

Rua Antônio de Barros, 410
Tatuapé – São Paulo – SP

CEP: 03089-000

Fone:

Pr. Ernandes Araújo

12 Sede Regional Perus

Av. Dr. Sylvio de Campos, 470/478
Perus – São Paulo – SP

CEP: 05204-000

Fone: (11) 3918-6748

Pr.

13 Sede Regional São Bernardo do Campo

Rua Jurubatuba, 1124
Centro São Bernardo do Campo – SP

CEP: 09725-220

Fone: (11) 2897-2536

Pr. Douglas Vieria

14 Sede Regional São Mateus

Av. Mateo Bei, 1.569
São Mateus – São Paulo – SP

CEP: 03949-011

Fone:  

Pr. Alexandro Dantas

15 Sede Regional São Miguel Paulista

Av. São Miguel, 9257
São Miguel Paulista – São Paulo – SP

CEP: 08070-000

Fone:

Pr. Luiz Carlos

16 A.E. Carvalho

Av. Campanella, 977 
A.E. Carvalho – São Paulo – SP

CEP: 03648-000

Fone:

Pr. Noberto Oliveira

17 Barueri

Av. Zélia, 440
Pq. dos Camargos – Barueri – SP

CEP: 06436-000

Fone: (11) 4194-2438

Pr. Renato Coutinho

18 Bonsucesso

Av. Armando Bei, 1458
Bonsucesso – Guarulhos – SP

CEP: 07175-000

Fone: (11) 2088-8915

Pr. Wellington Martins

19 Caucaia do Alto

Rua Roque Celestino Pires, 593
Centro – Caucaia do Alto – SP

CEP: 06727-185

Fone:

Pr. Fábio Martins de Souza

20 Cidade Soberana

Rua Taubaté, 20B – Cidade
Soberana – Guarulhos – SP

CEP: 07161-180

Fone:

Pr. Fábio Anastácio

21 Cohab II

Rua Junkishiro Arakawa, 01
Vila Silviania – Carapicuíba – SP

CEP: 06322-250

Fone:

Pr. Pedro Oliveira

22 Franco da Rocha

Av. Doutor Hamilton Prado, 723
Centro – Franco da Rocha – SP

CEP: 07801-000

Fone:

Pr. Maxwell Marfn

23 Helena Maria

Av. João Ventura dos Santos, 1.547
Jardim Baronesa – Osasco – SP

]CEP: 06263-100

Fone:

Pr. Emanuel Elias

24 Itaim Paulista I

Av. Academia de São Paulo, 121
Jd. Camargo Novo – Itaim
Paulista – SP 

CEP: 08121-400

Fone:

Pr. Márcio Batista

25 Itaim Paulista II

Rua Valente de Novais, 48
Itaim Paulista – São Paulo – SP

CEP: 08120-420

Fone:

Pr. Aroldo Reis

26 Itaquaquecetuba

Rua Itapevi, 259
Jardim Estação – Itaquaquecetuba – SP

CEP: 08577-360

Fone:

Pr. Flávio Rubens

27 Itaquera

Rua Américo Salvador Novelli, 382
Centro – Itaquera – SP

CEP: 08210-090

Fone:

Pr. Reinaldo Rosario

28 Itaquera (DOM BOSCO)

Rua Sabbado D’Angelo, 1573
Itaquera – São Paulo – SP

CEP: 08215-655

Fone:

Pr. Cicero Silva

29 Jaçanã

Av. Guapira, 2159
Jaçanã – São Paulo – SP

CEP: 02265-000

Fone: (11) 4508-9708

Pr. Ricardo Ortiz

30 Jaraguá

Estrada de Taipas, 682
Jaraguá – São Paulo – SP

CEP: 02991-000

Fone: (11) 3946-3606

Pr. Célio Couto

31 Jardim Ana Estela

Estrada da Fazendinha, 344
Jd. Ana Estela – Carapicuíba – SP

CEP: 06364-000

Fone:

Pr. Alexandre Gundin

32 Jardim Fontalis

Rua Augusto Rodrigues, 76
Jardim Fontalis – São Paulo – SP

CEP: 02360-010

Fone: (11) 2992-7443

Pr. Claudinei Lemos

33 Jardim Helena

Rua Luis Mateus, 328
Jardim São Pedro – São Paulo – SP

CEP: 08420-750

Fone:

Pr. Leonardo Pinheiro

34 Jardim Presidente Dutra

Av. Rio Real, 322
Jd. Pres. Dutra – Guarulhos – SP

CEP: 07170-000

Fone:

Pr. Carlos Garcia

35 Jardim Tremembé

Av. Cel.Sezefredo Fagundes, 229
Jd. Tremembé – São Paulo – SP

CEP: 02306-000

Fone:

Pra. Vitória Castro

36 Jardim Veloso

Av. Benedito Alves Turíbio, 1373
Jardim Veloso – Osasco – SP

CEP: 06160-001

Fone:

Pr. Eli Soares

37 Mairiporã

Rua Quinze de Novembro, 258
Centro – Mairiporã – SP

CEP: 07600-000

Fone:

Pr. Tiago Almeida

38 Mauá

Av. Barão de Mauá, 2393
no Trevo de Itapark – Mauá – SP

CEP: 09310-000

Fone: (11) 3410-4976

Pr. Ivan Ferreira

39 Novo Osasco

Av. Flora, 2000
Jaguaribe – Osasco – SP

CEP: 06053-130

Fone: (11) 4558-5467

Pr. Abias Bispo

40 Parque São Lucas

Av. do Oratório, 4065
Vila Industrial – São Paulo – SP

CEP: 03221-200

Fone: (11) 2705-3223

Pr. Lucas Guedes

41 Poá

Av. Vital Brasil, 63
Centro – Poá – SP

CEP: 08557-000

Fone: (11) 4634-3324

Pra. Mariane Almeida

42 Polvilho

Av. Tenente Marques, 835
Polvilho – Cajamar – SP

CEP: 07770-000

Fone:

Pr. Adilsom Taurino

43 Ribeirão Pires

Rua Felipe Sabbag, 83
Centro – Ribeirão Pires – SP

CEP: 09400-150

Fone:

Pr. Jamir Vieira

44 Rio Branco

Av. Rio Branco, 511
Centro – São Paulo – SP

CEP: 01205-000

Fone: (11) 3222-9569

Pr. Anizio Bispo

45 Santo André

Rua Coronel Alfredo Flaquer, 516
Centro – Santo André – SP

CEP: 09020-030

Fone: (11) 4436-3974

Pra. Sandra de Souza

46 Suzano

Rua Prudente de Moraes, 126
Centro – Suzano – SP (140mt da Estação CPTM)

CEP: 08674-015

Fone:

Pr. Claudio Floriano

47 Taboão

Av. Silvestre Pires de Freitas, 172
Praça 8 de Dezembro – Taboão – SP
Guarulhos – SP

CEP:

Fone: (11) 4574-3658

Pr. Gilvan Gomes

48 Vila Brasilândia

Rua Parapuã, 486
Vila Brasilândia – São Paulo – SP

CEP: 02831-000

Fone:

Pr. Simone Silva

49 Vila Maria

Av. Guilherme Cotching, 941
Vila Maria – São Paulo – SP

CEP: 02113-013

Fone:

Pr. Paulo Sérgio

50 Vila Nova Cachoeirinha

Rua Dep. Cantidio Sampaio, 1114
V.N Cachoeirinha-São Paulo-SP

CEP: 02860-000

Fone:

Pr. Israel Franco

51 Vila Sabrina

Av. Prof. Castro Júnior, 253
Vila Sabrina – São Paulo – SP

CEP: 02224-110

Fone: (11) 2951-9568

Pr. Édipo Ricardo

52 Vila Vera

Rua Taquarichim, 231
Vila Vera – Ipiranga – SP

CEP: 0496-100

Fone: (11) 2386-4244

Pr. Davi Moura

53 Casa de Paz e Vida - Cajamar

Rua Pedro Domingues, 418
Centro – Cajamar – SP

CEP: 07750-000

Fone:

Pr. Gilberto Souza

54 Casa de Paz e Vida - Jacareí

Rua Expedicionário João Santana, 15
Pq. Nova America – Jacareí – SP

CEP: 12306-110

Fone:

Pr. Valdemiro Alves

Mulher, o que te domina?

 

A mulher do século XXI assume vários papéis no decorrer da sua vida: filha, estudante, profissional, esposa, mãe, conselheira, cozinheira, arrumadeira, enfermeira, médica, entre tantas outras que fica muito difícil citar aqui.
E é pensando neste universo feminino tão diversificado que precisamos falar às mulheres. Nada de falar só com a mulher, ou só com a mãe, ou só com a profissional. Precisamos olhar para as necessidades individuais e coletivas de todas e cada uma das mulheres para compreender um pouco das atitudes muitas vezes intempestivas que adotamos mediante algumas situações.
É claro que o domínio próprio é uma característica do Fruto do Espírito Santo (Gl 5.22, 23) que deve ser “muiiiiito” cultivada por cada uma de nós em nosso dia a dia! Colocar a culpa de nossas explosões nos problemas que a vida nos apresenta é o mesmo que dizer que Jesus não venceu o mundo e Ele, com certeza, venceu e nEle somos mais do que vencedores!!!
É com pensamentos de vitória, paz, alegria, amor e fé que precisamos levantar todas as manhãs. Estes sentimentos devem permear nossas mentes e alcançar nossos corações de forma a que alcancemos o caráter de Cristo, nosso Salvador, e assim sermos luz e sal do mundo como Ele mesmo disse que deveríamos ser!
Ao deitar para dormir, nossa mente deve estar cheia de gratidão pelo dia maravilhoso na presença do Senhor, e nossos corações devem estar cheios de paz, alegria e realização.
Somos especiais em Jesus Cristo! Fomos escolhidas para fazermos a diferença e é no dia a dia que mostramos quem realmente somos.
Quem você quer ser? A mulher explosiva que ataca a todos porque não consegue lidar com as tempestades que se apresentam em sua vida? Ou a mulher equilibrada que demonstra através de suas atitudes parcimoniosas o amor de seu Senhor e Salvador, Jesus Cristo?
Faça a diferença sendo a serva sábia que escolheu a melhor parte!

Por Cristiane Carvalho.

Dicas para fazer compras durante o confinamento

Se você está preocupada com a sua saúde e a saúde das pessoas ao seu redor, siga os conselhos que vamos apresentar para fazer compras durante o período de confinamento.

Os primeiros dias de confinamento foram um caos no momento de ir às compras. Algumas pessoas, por exemplo, começaram a comprar uma grande quantidade de alimentos por precaução. Contudo, com o tempo, percebeu-se que não era necessário estocar alimentos sem motivo. Por isso, recomendamos que você siga essas dicas para fazer as compras durante o confinamento e, assim, evitar riscos de contágio.

Antes de comprar

Em primeiro lugar, é importante que você planeje tudo o que vai comer ao longo da semana. Por quê? Para anotar tudo o que for essencial e, assim, sair o menos possível de casa, mesmo que agora você tenha mais tempo livre. Se for possível, anote as quantidades de acordo com o número de pessoas com quem você vive, pois é aconselhável ir apenas uma pessoa por família ao mercado.

A seguir, é importante fazer uma breve observação sobre quais são alguns dos alimentos básicos e imprescindíveis para que não faltem na sua casa.

-Frutas frescas (pelo menos 3 a 4 tipos diferentes).

-Verduras e legumes frescos, congelados ou em conserva.

-Arroz, macarrão e qualquer outro cereal, como milho, quinoa, etc. Como são produtos secos, duram bastante tempo. Além disso, você pode cozinhar uma quantidade maior para que, depois, seja mais fácil preparar qualquer prato rapidamente.

-Leguminosas crus ou cozidas.

-Peixes em conserva ou congelados. Outra opção é comprar peixe fresco e congelar quando chegar em casa.

Antes de sair de casa, lembre-se de levar suas próprias sacolas de pano ou carrinho de compras. Por um lado, para evitar o desperdício de plástico e reduzir a poluição ambiental.

Por outro lado, as sacolas também servem para não tocar nos carrinhos ou nas cestas disponíveis no supermercado, pois pode haver vestígios de partículas mesmo que tudo seja desinfetado com mais frequência. E aproveite antes de sair pela porta para lavar bem as mãos com água e sabão.

Ao chegar no mercado, lembre-se dessas dicas para fazer compras durante o confinamento

Assim que entrar ou logo antes, desinfete as mãos com o gel que o estabelecimento deixa à disposição e coloque luvas descartáveis. Embora você possa colocá-las em casa, não é o mais recomendado, pois inconscientemente você pode se coçar ou tocar em alguma superfície, como a maçaneta da porta ou o botão do elevador (lembre-se de que você pode usar as escadas se for possível).

Por esse motivo, use as luvas exclusivamente para fazer as comprar e jogue-as no lixo mais próximo do mercado. Use a máscara sem removê-la em nenhum momento e evite tossir, espirrar ou falar perto dos alimentos (especialmente perto daqueles que são vendidos a granel), e nem pense em ir às compras mascando chiclete.

Sempre tente respeitar a distância mínima de segurança de 1,5 a 2 metros ao caminhar pelos corredores procurando pelos produtos que você estiver precisando.

No momento de pagar

Primeiro, respeite sua vez na fila do caixa, sempre mantendo a distância recomendada dos outros consumidores e dos funcionários do mercado. Procure dar preferência aos cartões no momento do pagamento. No entanto, você também pode levar o dinheiro contado e, assim, reduzir o risco de contaminação, pois o metal é o material em que o vírus permanece por mais tempo.

Quando chegar em casa

Deixe as sacolas no chão para evitar o contato com a superfície de manipulação e de consumo dos alimentos. Em seguida, guarde os produtos que comprou e, depois de fazer isso, lave bem as mãos com água e sabão.

Por fim, lave e desinfete todas as frutas e os legumes usando uma mistura de água e água sanitária. Embora o coronavírus não seja transmitido pelos alimentos, isso ocorre com outros microrganismos.

Em resumo: prevenção acima de tudo, para a sua saúde e a de outras pessoas, especialmente para os mais vulneráveis, como as crianças, os idosos e as pessoas com defesas baixas.

Fonte: Sou Mamãe

Professor de Stanford diz que é possível ensinar empatia

O psicólogo Jamil Zaki afirma que atributo, tão necessário hoje em dia, pode ser desenvolvido.

No domingo, esse blog tratou do preconceito contra os idosos, exacerbado durante a pandemia. Um bom antídoto para tal tipo de comportamento é exercício da empatia. Ao contrário da crença generalizada de que se trata de um atributo que faz parte (ou não) da personalidade de cada um, trata-se de uma habilidade que pode ser ensinada e desenvolvida. Essa é a tese de Jamil Zaki, professor de psicologia na Universidade de Stanford e diretor do laboratório de neurociência social da instituição, e tema do livro “The war for kindness: building empathy in a fractured world” (em tradução livre, “A guerra pela bondade: construindo empatia num mundo partido”). Em resumo, como ele diz: “empatia é como um músculo que, se não for trabalhado, atrofia”.

Em fevereiro, Zaki deu uma palestra em Stanford que está disponível on-line, na qual expõe sua teoria e as técnicas que utiliza. O professor lembra que a espécie humana conseguiu sobreviver e prosperar graças ao espírito colaborativo. “No entanto, na vida moderna, isso se torna cada vez mais difícil. O trabalho em conjunto e a vida em comunidade são raros em cidades enormes. Jovens americanos entre 18 e 34 anos têm dez vez mais chances de viver só do que seus antepassados um século atrás. A mediação tecnológica criou relações anônimas e transacionais e o fenômeno da polarização, que caracteriza o tribalismo contemporâneo, virou a empatia do avesso. As pessoas se empenham em produzir sofrimento em quem discorda delas”, afirmou.

Qual a saída, então? Na sua opinião, nossas experiências moldam a capacidade da empatia em relação a terceiros e é possível ensinar escolhas que nos conectem aos outros seres humanos. Sua equipe usou a realidade virtual para que voluntários puderam vivenciar a rotina de um sem-teto e o resultado foi uma mudança significativa de como os participantes passaram a enxergar os moradores de rua. O psicólogo também realizou, com sucesso, um trabalho com cerca de 850 alunos do 7º. ano cujo roteiro seguia as seguintes etapas: criação de uma norma social focada na empatia dentro da escola; motivação dos estudantes através da valorização desse atributo; medição da mudança de comportamento.

O potencial da realidade virtual para ativar redes neurais no cérebro e aumentar a habilidade de se identificar com as pessoas é tema de pesquisa publicada na revista científica “eNeuro”. Entender o ponto de vista alheio é fundamental para qualquer relacionamento dar certo, mas há quem não consiga fazer isso naturalmente. Nesse caso, experimentar o que é estar na pele do outro, como fez o time do doutor Zaki com voluntários, pode ser bem eficiente. No estudo divulgado, os participantes tiveram suas reações monitoradas por aparelhos de ressonância magnética enquanto assistiam a uma animação na qual um homem agredia verbalmente uma mulher. A vivência era, claro, do ponto de vista da vítima, e provocou sentimentos fortes de angústia e repúdio mesmo em se tratando de uma dificuldade virtual. Ou seja, não vamos culpar a genética e o ambiente.

Fonte: G1go, esse blog tratou do preconceito contra os idosos, exacerbado durante a pandemia. Um bom antídoto para tal tipo de comportamento é exercício da empatia. Ao contrário da crença generalizada de que se trata de um atributo que faz parte (ou não) da personalidade de cada um, trata-se de uma habilidade que pode ser ensinada e desenvolvida. Essa é a tese de Jamil Zaki, professor de psicologia na Universidade de Stanford e diretor do laboratório de neurociência social da instituição, e tema do livro “The war for kindness: building empathy in a fractured world” (em tradução livre, “A guerra pela bondade: construindo empatia num mundo partido”). Em resumo, como ele diz: “empatia é como um músculo que, se não for trabalhado, atrofia”.

Cachorros na quarentena: falta de atividade pode deixar pets ansiosos mesmo com a casa cheia

Brinquedos interativos, treinos de comandos e música clássica podem ajudar a entretê-los. Colo e atenção o tempo inteiro podem gerar ansiedade de separação quando isolamento acabar.

Além de mudar hábitos, a quarentena também está interferindo na rotina dos cachorros. O número de passeios diminuiu – ou deixou de existir – e as saídas são mais curtas e cheias de cuidados.

Para entender como o isolamento mexe com os cachorros, como estimulá-los em casa e quais cuidados devem ser tomados, o G1 conversou com especialistas em comportamento canino.

As dicas gerais são:

-Crie rotinas de brincadeiras e aposte em brinquedos interativos;

-Mantenha a alimentação como nos dias normais;

-Estabeleça limites e momentos em que o cão fique sozinho;

-Não dê colo nem carinho o tempo inteiro;

-Fique atento às alterações de comportamento;

-Aproveite o momento para treinar comandos com o pet.

Criatividade para gastar energia em casa

A falta de atividade pode ser o grande problema para os cachorros. “O cão pode ficar mais agitado e ter comportamento diferentes, como fazer xixi e coco em lugares errados, começar a destruir alguma coisa dentro de casa. Tudo por frustração pela falta de passeio mesmo”, explica Helen Maltasch.

A especialista em comportamento de cães na empresa Cão Carioca também destaca que o passeio não é importante apenas para o físico do animal:

“Ao sair, eles ficam em contato com cheiros diferentes, ar fresco, natureza, além da socialização com outros cães. Tudo isso que deixa o cão mais equilibrado.”

Para os donos que optem em passeios, a orientação é limpar as patas na volta e tentar higienizar a guia, além dos cuidados de lavar a mão da pessoa que saiu de casa. 

Uma forma de deixar o cão equilibrado é criar uma rotina de atividades em casa, que vale até para o tempo fora da quarentena. Intercalar brinquedos e investir no enriquecimento ambiental são dicas de Ricardo Tamborini, especialista em comportamento canino.

“O dono pode dividir uma porção do dia e colocar em um brinquedo. Isso vai manter o cão ocupado por muito tempo e é psicologicamente saudável”, afirma Tamborini.

Ainda sobre os brinquedos, a orientação é não deixar tudo disponível sempre. “Escolha um por dia e deixe por um determinado tempo. O brinquedo é um artifício para entretê-lo, mas se fica ali o tempo todo, ele enjoa rápido”, explica.

Um dos pontos positivos para o cão é que a família esteja em casa o tempo inteiro na quarentena. Isso pode significar carinho e atenção o tempo inteiro, mas não é saudável a longo prazo.

Subir e descer escadas é uma possibilidade indicada por Cleber Santos, do ComportPet, centro de treinamento para cães: “Isso já vai dar um alívio muito grande ao cão e ele cansa muito mais rápido do que se tivesse dando volta na rua”.

Ele também tem uma dica cult para os pets: ouvir música clássica. “Não é mágica, mas lá pelo sexto dia ouvindo por uma hora, o cão começa a relaxar toda a parte da musculatura e da mente”, explica Santos.

Carinho, colo, carinho, colo

Por mais que não se tenha uma data definida para que as atividades voltem ao normal, em algum momento a rotina seja retomada e o cão vai voltar a ficar horas sozinho. Pensou nisso?

Os especialistas alertam que uma interrupção abrupta pode gerar ansiedade de separação. “Ele vai sentir muito a falta do dono, achar que está sendo abandonado e que o dono não vai voltar”, afirma Tamborini.

Para evitar o problema, os tutores precisam criar momentos do cão sozinho: “Ele tem que entender que está tudo bem ficar sozinho em alguns momentos e o mundo não vai acabar por conta disso”, ensina o especialista, que já alerta que a postura dá mais dó para as pessoas do que para o animal.

E este momento não precisa ser chato, muito pelo contrário, deve ser legal para o cão. “Reserve um espaço da sua casa, enriqueça o ambiente com brinquedos, a própria petball, e deixe o cachorro lá por um tempo”, explica Helen.

Outra dica é criar hábitos que podem continuar quando o isolamento acabar. “Vou brincar perto do café da manhã, porque quando voltar a trabalhar posso continuar por algum tempo com essa rotina”, diz a médica veterinária Juliana Gil.

Transformando tédio em aprendizado

Sem brincadeiras estimulantes, o cachorro pode ficar entediado e passa a demonstrar isso lambendo excessivamente as patas e latindo por qualquer barulho em casa ou na rua.

Assim, para evitar o sofrimento do cãozinho, outra possibilidade de entretê-lo é treinar comandos básicos, como sentar, dar a pata e deitar, nesta quarentena. Há tutorais no YouTube e também perfis no Instagram de empresas especializadas com esse tipo de conteúdo.

Para Fernanda Guillen, adestradora da Tudo Cão, como os cachorros já estão saindo menos, é importante estimular a atividade mental e isso pode ser feito com os treinos em casa.

“Quando a gente associa uma palavra a um movimento, por exemplo, ‘senta’, o cachorro faz e eu dou uma recompensa depois. Assim, ele consegue entender que está se comunicando com o dono”, explica.

“Essa atividade dá muita confiança, porque quando a gente fala normal, eles podem até notar o tom de voz, mas não entendem, de fato, o que estamos dizendo. Isso muda com o treino, porque eles passam a entender e ficam mais relaxados, mais confiantes porque a comunicação melhorou”, continua.

Donos também podem aproveitar o tempo extra em casa para um momento gostoso escovando seus cachorros. “Além de melhorar o vínculo afetivo entre os dois, também pode ser a hora em que o dono vai ver algum desconforto, como carrapato, no cachorro”, afirma Helen, da Cão Carioca.

Quanto às crianças, a ideia é ensiná-las a respeitar o espaço do cão. Se a interação dos pequenos passar do limite, os adultos precisam intervir: “Se fosse o contrário, o cão não levaria bronca?”, questiona Tamborini.

Fonte: G1