Quinta da Visão com Bianca Pagliarin: hoje na Sede Nacional da Paz e Vida

Hoje um leque de estratégias se abrirão para você que vier participar desta edificante reunião com Bianca Pagliarin.

A Quinta da Visão acontece todas as semanas, sempre às 19 horas e visa te ajudar a passar de um mero sonhador a alguém que realiza sonhos e vive todos os projetos de Deus para sua vida.

Não perca esta oportunidade única e venha ser cheio de estratégias e conhecimentos

Bianca Pagliarin te aguarda na Avenida Cruzeiro do Sul, 1965 – Santana – São Paulo, com amplo estacionamento gratuito e departamento infantil funcionando para receber os seus filhos.

Compareça!

Pra. Daniela Porto

Aposentadorias do INSS terão aumento de 5,93%, e teto vai para R$ 7.507,49

Ainda falta a definição para quem recebe um salário mínimo. Por enquanto, o valor passou de R$ 1.212 para 1.302.

Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que recebem mais do que um salário mínimo devem ter aumento de 5,93% nos seus benefícios deste ano. O reajuste também vale para os beneficiários do INSS por incapacidade. Uma portaria do Ministério da Previdência com os reajustes deverá ser públicada em breve.

O aumento é baseado no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que fechou 2022 com alta de 5,93%, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (10). O INPC mede a variação dos preços para as famílias com renda mensal entre um e cinco salários mínimos.

Com o índice, o teto do INSS, que estabelece o valor máximo de qualquer benefício pago pelo instituto, assim como o de contribuição por qualquer segurado, também deve ser reajustado de R$ 7.087,22 para R$ 7.507,49 em 2023.

“Os benefícios com valor superior ao salário mínimo serão reajustados de acordo com o INPC de 2022. Todas as informações serão divulgadas assim que a portaria interministerial com os novos valores for publicada no Diário Oficial da União”, afirmou em nota o Ministério da Previdência.

Apesar de o reajuste dos benefícios ser definido de acordo com o INPC, segundo a legislação, a Previdência ainda precisa oficializar a decisão em publicação no Diário Oficial da União.

Salário mínimo

Os beneficiários que recebem até um salário mínimo terão a correção do valor, que passará dos atuais R$ 1.212 para R$ 1.302. Há, ainda, a possibilidade de aumento do valor para R$ 1.320, o que está em discussão.

Ao conceder um reajuste do salário mínimo acima da variação do índice de preços, o governo federal gastará mais. Isso porque os benefícios previdenciários não podem ser menores que o piso da remuneração recebida em território nacional.

Cálculos mostram que cada real no salário mínimo implica despesa extra superior a R$ 350 milhões nos cofres públicos. Segundo estimativas do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário mínimo é a base da remuneração de 50 milhões de trabalhadores e beneficiários do INSS.

Do 37 milhões de benefícios pagos mensalmente pelo INSS, quase 70% dos segurados recebem um salário mínimo, de acordo com o instituto.

Simulação

A pedido do R7, Carlos Alberto Almeida, contador especialista em direito previdenciário da ABLCalc, fez algumas simulações dos benefícios do INSS considerando o reajuste de 5,93% a ser aplicado para quem recebe acima do salário mínimo em 2023. Os valores dos benefícios passarão a ser:

  • de R$ 1.260, passa para R$ 1.334,72;
  • de R$ 2.000, passa para R$ 2.118,60;
  • de R$ 4.500, passa para R$ 4.766,85;
  • de R$ 5.000, passa para R$ 5.296,50;
  • de R$ 6.000, passa para R$ 6.355,80;
  • de R$ 7.087,22, passa para R$ 7.507,49.

Datas

Os pagamentos de janeiro do INSS começam no dia 25, para quem ganha um salário mínimo, e no dia 1º, para quem recebe acima do piso nacional. Confira o calendário abaixo.

Fonte: R7

Brasileiros acreditam que futuro da saúde depende mais de Deus que de médicos, aponta pesquisa

Levantamento com a participação de 2,3 mil pessoas aponta que também são esperados grandes avanços terapêuticos em áreas complexas, como o câncer.

Quando pensam nas próximas décadas, os brasileiros esperam grandes avanços em áreas desafiadoras, como a oncologia. Por outro lado, estão convencidos de que o futuro da saúde depende mais de Deus do que dos médicos e cientistas.

As conclusões são de uma pesquisa realizada pelo serviço de Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec). Foram ouvidos 2.337 participantes, com amostras representativas dos moradores da capital e região metropolitana de São Paulo e das regiões metropolitanas de Salvador, Rio de Janeiro, Belém, Brasília e Porto Alegre.

Participantes da pesquisa afirmam esperar por grandes avanços terapêuticos em áreas complexas, como o câncer. Ao mesmo tempo, 39% da amostra está convencida de que o futuro da saúde depende de Deus, enquanto médicos ficam com 34% e os cientistas, com 27%.

Essa discrepância se torna mais evidente a partir da análise regional dos dados: 48% responsabilizam Deus na região metropolitana de Salvador (onde apenas 28% citam os médicos e 25%, a ciência).

O principal contraponto, contudo, aparece na região metropolitana de Porto Alegre, em que 36% destacam a ciência e 33% apontam os médicos, ao passo que a responsabilidade divina é assinalada por 23%.

Ao apontar quem seria o principal responsável pelo futuro de sua saúde, em uma questão que admitia múltipla escolha, 71% dos respondentes marcaram a autorresponsabilização, coloca a si mesmo nesse papel, acima de Deus.

Apesar disso, outras informações da pesquisa indicam que, na prática, uma parte considerável dos participantes não tem adotado práticas de autocuidado para construir uma jornada mais saudável ao longo dos anos.

Câncer assusta mais que pandemia

Os dados da pesquisa mostram que um dos maiores desejos da população é o fim das mortes por câncer, apontado por 36% da amostra, enquanto 29% esperam que não tenhamos uma nova pandemia.

O maior sonho dos entrevistados, contudo, é um futuro em que não existam doenças sem tratamento, alternativa escolhida por 44% – entre as pessoas com 60 anos ou mais esse percentual chega a 53% e se destaca também na região metropolitana do Rio de Janeiro, com 50%.

Ainda em relação ao câncer, vale destacar que a preocupação é mais acentuada em algumas localidades, como é o caso da região metropolitana de Salvador, em que o fim das mortes decorrentes da doença é a primeira expectativa da população (40%), ao lado da esperança na descoberta de tratamentos para todos os tipos de doenças, também com 40%.

Medo da dependência física

Ter uma doença que interfira na mobilidade e provoque uma dependência física de outras pessoas é o maior temor dos participantes da pesquisa (37%), em todas as faixas etárias, quando convidados a pensar sobre os principais receios em relação à própria saúde no futuro.

A possibilidade de “dar trabalho aos familiares” também assusta 28% da amostra, assim como a ideia de ter uma doença que faça a pessoa esquecer de quem ela é, bem como de sua família e amigos (29%) – como o caso de algumas doenças neurodegenerativas, incluindo o Alzheimer.

Cuidado com a saúde

Quando perguntados sobre a rotina de cuidados com a saúde em 2022, por exemplo, mais de 1 a cada cinco participantes admite que esse aspecto não foi uma prioridade: 14% disseram que tentaram se cuidar melhor, mas não tiveram tempo, enquanto 6% afirmaram que, por não estarem doentes, não priorizaram essa questão, bem como 1% alegou não acreditar em medidas preventivas.

Juntas, essas três respostas somam 21%. Em contrapartida, apenas 7% consideram que se cuidaram melhor no ano passado porque fizeram exames que estavam atrasados e outros 9%, porque retomaram as consultas médicas.

Uma parte relevante da amostra considera que se cuidou melhor em 2022 porque passou a se alimentar de forma mais saudável (21%) e outros 21% disseram ter iniciado a prática de exercícios físicos. Esses dois elementos são, justamente, os fatores mais associados pelos entrevistados a uma rotina saudável. Contudo, outros componentes essenciais, como manter a carteirinha de vacinação em dia ou seguir corretamente o tratamento médico, são menos considerados.

“Combater o sedentarismo e adotar uma alimentação mais saudável são medidas essenciais em muitos aspectos, seja reduzindo os fatores de risco para doenças de elevada prevalência, como diabetes e hipertensão, mas também de vários tipos de câncer. Por outro lado, mesmo após um longo período de pandemia, a vacinação ainda não aparece entre as prioridades de saúde, o que é preocupante”, afirma Adriana Ribeiro, diretora médica da Pfizer Brasil, que encomendou o levantamento junto ao Ipec.

Lições da pandemia

Em meio à maior crise sanitária da história moderna, a pandemia de Covid-19, o levantamento do Ipec também investigou possíveis mudanças nas percepções dos brasileiros sobre saúde e ciência.

A principal transformação, de acordo com 40% dos respondentes, é ter passado a valorizar mais o profissional de saúde, enquanto 34% dizem que começaram a acompanhar mais as notícias sobre saúde, passando a buscar fontes confiáveis para se informar melhor sobre esse assunto.

Além disso, 32% dos participantes começaram a pensar sobre o impacto da saúde para outros setores, como a economia, a educação ou o comércio, ao passo que 31% começaram a valorizar mais o trabalho da rede pública de saúde no Brasil.

Apenas 4% acreditam que a pandemia não mudou sua percepção sobre saúde e ciência.

Fonte: CNN BRASIL

Cometa verde aparecerá no céu noturno pela primeira vez em 50 mil anos

Corpo celeste pode ser distinguido das estrelas por suas caudas de poeira e partículas energizadas, bem como pela cabeleira verde brilhante que o cerca.

Um cometa recentemente descoberto fará uma aparição no céu noturno pela primeira vez em 50.000 anos.

Descoberto em 2 de março de 2022 por astrônomos usando a câmera de campo amplo do Zwicky Transient Facility, no Observatório Palomar, em San Diego, na Califórnia, o cometa fará sua maior aproximação do sol em 12 de janeiro, de acordo com a Nasa, agência espacial norte-americana.

Nomeado C/2022 E3 (ZTF), o cometa tem uma órbita ao redor do sol que passa pelos confins do sistema solar, e é por isso que ele levou uma longa jornada – e muito tempo – para passar pela Terra novamente, de acordo com a Sociedade Planetária.

Apaixonados por astronomia no hemisfério Norte usando telescópios e binóculos devem olhar para baixo no horizonte Nordeste pouco antes da meia-noite para localizá-lo na quinta-feira (12), de acordo com a EarthSky.

O objeto celeste gelado, que tem aumentado constantemente à medida que se aproxima do sol, posteriormente fará sua passagem mais próxima da Terra entre 1º e 2 de fevereiro, a cerca de 42 milhões de quilômetros de distância, de acordo com a EarthSky. Conforme o cometa se aproxima da Terra , os observadores poderão localizá-lo perto da estrela brilhante Polaris, também chamada de Estrela do Norte, e deve ser visível no início da noite.

O cometa deve ser visível através de binóculos no céu da manhã para observadores do céu no hemisfério Norte durante a maior parte de janeiro e no hemisfério Sul no início de fevereiro, de acordo com a Nasa.

Dependendo de quão brilhante se torne nas próximas semanas, o C/2022 E3 (ZTF) pode até se tornar visível a olho nu em céus escuros no final de janeiro.

O cometa pode ser distinguido das estrelas por suas caudas de poeira e partículas energizadas, bem como pela cabeleira verde brilhante que o cerca. A coma é um envelope que se forma em torno de um cometa quando ele passa perto do sol, fazendo com que seu gelo sublime ou se transforme diretamente em gás. Isso faz com que o cometa pareça difuso quando observado por telescópios.

Fonte: CNN BRASIL

Falta de vitamina D acelera o envelhecimento do cérebro

Estudo traz novas informações acerca da importância do nutriente para a manutenção de funções como memória e aprendizado.

Um estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Greifswald, na Alemanha, e publicado na edição de dezembro da revista Psychiatry Research: Neuroimaging, traz novas evidências de que a deficiência de vitamina D tem efeito significante na aceleração do envelhecimento do cérebro.

Os cientistas analisaram imagens de ressonância magnética cerebral de 1.865 pessoas entre 20 e 82 anos.

O grupo focou em aspectos como tamanho da massa cinzenta, da massa branca, volume intracraniano, idade do cérebro, além dos volumes totais do cérebro e do hipocampo esquerdo e direito.

Eles estimaram a idade cerebral a partir da própria idade cronológica do participante do estudo e pelo volume do cérebro. Já os níveis de vitamina D foram medidos por coleta de amostras de sangue.

Ao compilar os dados, os autores constataram que indivíduos com deficiência de vitamina D tinham um efeito significativo no envelhecimento cerebral, sobretudo em adultos mais velhos.

“Usando dados de uma grande amostra da população em geral, descobrimos que a deficiência de vitamina D estava associada a padrões de neuroimagem de envelhecimento cerebral avançado, o que apoia e amplia resultados anteriores sugerindo uma ligação entre déficits de vitamina D e alterações estruturais cerebrais em idosos”, escrevem os autores.

Por outro lado, os “resultados revelaram que os níveis de vitamina D foram positivamente associados ao volume total do cérebro e da massa cinzenta, bem como ao volume do hipocampo”.

Os pesquisadores ressaltam que estudos anteriores já apontavam uma relação entre deficiência de vitamina D desempenho cognitivo prejudicado, como dificuldade de memória, aprendizado e processamento de emoções, por exemplo.

“Evidências convergentes sugerem que a vitamina D e sua forma ativa têm influência direta na estrutura cerebral, na integridade neuronal e na capacidade de memória em humanos e animais. […] Em humanos, vários estudos investigaram a relação entre o metabolismo da vitamina D e as alterações estruturais do cérebro e particularmente a idade do cérebro, indicando um papel fundamental da vitamina D nos processos de envelhecimento do cérebro”, acrescentam os cientistas.

A vitamina D, também conhecida como calciferol, está envolvida em vários processos metabólicos, particularmente na regulação do equilíbrio de cálcio e fosfato.

Existem duas formas naturais de obtê-la, incluindo alguns alimentos (em menor quantidade), e a exposição aos raios ultravioleta da luz solar. Neste último caso, ela é produzida no interior do organismo. O nutriente também pode ser obtido por meio de suplementos (vitamina D3).

“A vitamina D promove a absorção de cálcio no intestino e mantém as concentrações séricas adequadas de cálcio e fosfato para permitir a mineralização óssea normal e prevenir a tetania hipocalcêmica (contração involuntária dos músculos, levando a cãibras e espasmos). Também é necessária para o crescimento ósseo e remodelação óssea por osteoblastos e osteoclastos. Sem vitamina D suficiente, os ossos podem se tornar finos, quebradiços ou deformados”, explica o Escritório de Suplementos Dietéticos (ODS, na sigla em inglês), ligado aos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos.

O órgão ainda acrescenta que “a vitamina D tem outras funções no corpo, incluindo a redução da inflamação, bem como a modulação de processos como crescimento celular, função neuromuscular e imunológica e metabolismo da glicose”.

A forma de saber se um indivíduo tem deficiência de vitamina D é pelo exame de sangue, que vai buscar a concentração sérica de 25-hidroxivitamina D [25(OH)D], nome da primeira hidroxilação do nutriente, que ocorre no fígado.

No Brasil, a Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) entende como ideais em adultos níveis de vitamina D acima de 20 ng/ml (nanogramas por mililitro). Todavia, para idosos, o indicado é entre 30 ng/ml e 60 ng/ml.

O mesmo vale para indivíduos que foram submetidos a uma cirurgia bariátrica, que tenham doença inflamatória intestinal, estejam em terapia antirretroviral ou em tratamento oncológico, entre outras condições.

A suplementação deve ser feita sempre sob supervisão médica, com acompanhamento rotineiro dos níveis de vitamina D no sangue.

Segundo a Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, a dose diária recomendada é de 600 UI (unidades internacionais) para pessoas até 70 anos; acima desta idade, são 800 UI.

Em excesso, a vitamina D pode provocar sintomas como anorexia, perda de peso, arritmia cardíaca, endurecimento dos vasos sanguíneos devido ao aumento do cálcio no sangue, possíveis danos no coração e a formação de pedras nos rins.

Fonte: R7

Quais são os 9 sinais do Fruto do Espírito Santo?

Hoje, em todas as unidades de Paz e Vida, começa a Campanha de Oração: “Os 9 Sinais do Fruto do Espírito Santo para sua vida”!

E os sinais são estes:

  1. Amor
  2. Alegria
  3. Paz
  4. Longanimidade
  5. Benignidade
  6. Bondade
  7. Fidelidade
  8. Mansidão
  9. Domínio próprio

Você está precisando de algum destes benefícios para se tornar um cristão melhor? Você tem produzido o Fruto do Espírito de forma a agradar a Deus?

Venha hoje, tome uma atitude e comece esta Campanha de Oração:

As reuniões acontecem às 9, 15 e 19 horas, no Brasil. Em Portugal, o horário é às 9, 15 e 20 horas.

E se você quer saber os nossos endereços, clique aqui.

Agora é hora de produzir o Fruto do Espírito e ser um cristão cada vez mais parecido com Jesus!

Por Pra. Daniela Porto

O canal de podcast do Pastor Juanribe tem novidades todos os dias!

Todos os dias, no canal de podcast do Pastor Juanribe, sempre às 10 da manhã tem publicação de novos áudios para você!

Todas as segundas, quartas e sextas você ouve as mais emocionantes e edificantes ilustrações que vão tocar o seu coração e ensinar de forma amorosa e sábia sobre o amor de Jesus.

Às terças, quintas, sábados e domingos, postamos mensagens com os mais variados temas e assuntos, mas sempre pensando na salvação do ser humano e no seu retorno para Casa do Pai.

Quer edificar a sua vida espiritual? Quer conhecer mais de Deus e saber a vontade Dele para sua vida?

É só procurar por Juanribe nas melhores plataformas de podcast e começar se deliciar com as ilustrações e mensagens impactantes que vão te levar para mais perto de Deus.

Seja fortalecido diariamente com Juanribe Pagliarin!

Por Pastora Daniela Porto

Ao menos 1.200 manifestantes que estavam acampados no DF são detidos

Com a desmobilização do local, pessoas foram encaminhadas na manhã desta segunda para a superintendência da PF em Brasília.

Aproximadamente 1.200 pessoas que resistiam à desmobilização do acampamento em frente ao Quartel-General (QG) do Exército foram retiradas do local e detidas, na manhã desta segunda-feira (9). Os manifestantes são conduzidos em cerca de 40 ônibus comuns do Governo do Distrito Federal à Superintendência da Polícia Federal (PF).

A reportagem do R7 acompanha a movimentação e a chegada de mais ônibus para transportar os detidos. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) iniciou a desocupação do acampamento por volta das 8 da manhã. Os manifestantes tiveram uma hora para realizar a desocupação voluntária e o descumprimento acarretou as retenções.

Nos ônibus, os manifestantes são levados para uma averiguação e conferência de identidade para checar se há relação entre eles e as invasões em prédios públicos que aconteceram no domingo (8).

A operação da PMDF cumpre a determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que deu o prazo de 24 horas para a desmobilização do acampamento. Na mesma decisão, o magistrado afastou do cargo o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB).

Fonte: R7

 

Prejuízo do Brasil com chuvas em um mês é suficiente para construir 17 piscinões, aponta estudo

Catástrofes causaram rombo diário de R$ 30 milhões em dezembro; prejuízo total foi de mais de R$ 931,4 milhões.

Desastres naturais não escolhem dia nem hora para ocorrer, mas, segundo especialistas entrevistados pelo R7, são previsíveis e, consequentemente, podem ser evitados. Só entre 1° e 31 de dezembro de 2022, o Brasil teve um prejuízo de R$ 931,4 milhões, o que corresponde a R$ 30 milhões por dia somente com as destruições causadas pela chuva. Esse valor, se convertido para investimentos contra esse tipo de calamidade, seria o suficiente para construir cerca de 17 piscinões, mostra estudo da CNM (Confederação Nacional dos Municípios).

Segundo o levantamento, nesse recorte, o governo federal pagou R$ 74,5 milhões para ações de proteção e defesa civil nos municípios afetados. Com isso, o valor corresponde a apenas 8,1% do que as cidades realmente precisam para fazer os trabalhos e as reparações causados por essas destruições.

A cada ano, o Brasil e o mundo têm sofrido com tragédias causadas pelo excesso de chuvas, tempestades, ciclones e tornados, que deixam rastros de destruição e morte por onde passam. Só em dezembro, no país, esses fenômenos provocaram a morte de 33 pessoas, além das 15.652 desabrigadas e 72.353 desalojadas.

O cenário, de acordo com a coordenadora de incidência política na Habitat Brasil, Raquel Ludemir, revela que essas catástrofes não são “simplesmente” ambientais, mas socioambientais, porque “acontecem todos os anos e, muitas das vezes, em lugares que já foram afetados antes, e os efeitos disso têm um perfil econômico muito expressivo: a população mais empobrecida do país”, ressalta.

A coordenadora, que é doutora e mestra em desenvolvimento urbano, exemplifica as consequências sofridas por pessoas que perderam tudo devido aos estragos causados pela chuva em Pernambuco. “Cada família recebe R$ 1.500 de auxílio emergencial, mas é necessário ressaltar que elas perderam tudo. Então, esse valor dá para comprar um fogão e uma cama de segunda mão, mas roupas, móveis, comida e geladeira não. Fora o aluguel que precisam pagar por conta das casas interditadas”, diz.

Além dos danos urbanos e coletivos, a maioria também perde bens que não são materiais, como parentes que acabam tendo a vida levada nesses desatres, “o que pode afetar profundamente o psicológico das pessoas que ficaram”. “Como é que você calcula os danos não materiais de uma morte?”, questiona Raquel.

Essas circunstâncias, ainda segundo a especialista, “não são novidade nem coincidência”. Para ela, o local de moradia da maioria das vítimas hoje ainda é definido pelas questões de raça, classe e gênero.

Qual é a solução para minimizar os prejuízos e as consequências dessas catástrofes?

Para minimizar os danos causados por desastres naturais, é necessário, seguno a CNM, que os órgãos públicos criem ações de gestão de risco, prevenção, preparação, reabilitação e reconstrução de áreas destruídas. Mas por onde começar?

Como medida urgente, Raquel aponta as questões de moradia. “Ninguém mora em regiões de risco porque quer. Essas pessoas não têm alternativa.” Apesar disso, reconhece que as políticas de moradias adequadas para todos têm um processo lento; então, o ideal seria que essas regiões pudessem receber prioritariamente os investimentos.

A coordenadora do Habit ainda afirma que, apesar de ser uma alternativa, os investimentos também ocorrem em “processo lento”, e lamenta o fato de que tragédias causadas pela natureza ainda serão vistas por muitos anos.

As possíveis soluções, em curto prazo, segundo Raquel, é que a população tenha em mente a necessidade dessa reparação e passe a cobrar o governo por “medidas de emergência e realizações de comitês de gestão de risco”.

Prevenção

Para o engenheiro civil e especialista em geotecnia Luciano Machado, é possível prever, por meio de mecanismos de medição de solo e previsão do tempo, quais os locais que podem ser mais afetados pela chuva. Com os resultados disso, as autoridades podem criar operações para a realização de manutenções, obras e, em determinados casos, evacuação de áreas que estejam “no limite”.

Uma ação preventiva, citada por Machado, foi a ocorrida na marginal Tietê, quando três faixas da pista acabaram se abrindo e formaram uma cratera. “Como a movimentação do solo foi detectada, houve tempo suficiente para fazer o isolamento da área e evitar acidentes. Apesar do cenário de caos no trânsito de São Paulo, o ocorrido poderia ter sido bem pior se tivéssemos mortos e feridos”, ressalta.

Em Araraquara, no interior de São Paulo, uma cratera também se abriu em uma avenida após o temporal que caiu no município às vesperas da virada de ano. Entretanto, não houve um aviso da situação do solo, e cinco pessoas da mesma família morreram: a mãe, os filhos gêmeos e o casal de cunhados.

Para o especialista, que é sócio da MMF Projetos, as autoridades públicas deixam para agir sempre “quando a tragédia já aconteceu”. “O ideal é começar a prevenir tudo isso por meio de projetos, obras de infraestrutura e, de preferência, antecipadamente, como em épocas de estiagem”, cita.

MG lidera posição com maior número de mortos em dezembro por catástrofes ambientais; SP vem na sequência

O estado de Minas Gerais teve 14 mortes por catástrofes ambientais só entre 1° e 31 de dezembro e lidera a posição. São Paulo vem na sequência, com 6.

Em relação ao número de desabrigados, a Bahia teve 11.473 moradores que perderam os lares, e é o estado que mais sofreu com as chuvas no período, com mais de R$ 254,8 milhões em prejuízos.

Ainda em relação ao número de desabrigados, Santa Catarina fica em segunda posição, com 2.694 pessoas que também tiveram a casa destruída pela chuva intensa e precisaram de apoio de alguma forma. Foram R$ 182,2 milhões em prejuízos, segundo o levantamento da CNM.

“A gestão de risco somente será viável quando todos participarem, e isso demanda uma mudança cultural. Cada um de nós, em nosso dia a dia, tem a obrigação de exercer atitudes que reduzam riscos e vulnerabilidades; é indispensável que isso se torne algo natural para jovens, crianças e adultos”, afirmou o órgão na conclusão do estudo.

Fonte: R7

Inteligência artificial defenderá réu em tribunal nos EUA

Depois de criar obras de arte digitaistraduzir letras de médicos e realizar outras façanhas, a inteligência artificial (IA) vai atuar como advogada pela primeira vez. Como noticiou a New Scientist na quarta-feira (4), o algoritmo treinado especificamente para esta função estará em ação em breve, nos Estados Unidos.

O software desenvolvido pela DoNotPay vai auxiliar um réu processado por excesso de velocidade, em um julgamento previsto para acontecer em fevereiro. A empresa não forneceu maiores detalhes a respeito do caso, mas foi informado que a pessoa vai ao tribunal contestar a multa recebida.

Em vez de se dirigir diretamente ao tribunal, como faria um profissional convencional, o “advogado robô” vai conversar com o réu. Por meio de um celular, que executará o programa, a tecnologia fornecerá as respostas que o processado deve dar ao juiz quando questionado — ele usará fones de ouvido para escutar as instruções.

Segundo a desenvolvedora, o assistente jurídico de IA foi treinado utilizando bases de dados de diversos outros casos semelhantes. Dessa forma, a ferramenta está totalmente apta a preparar a defesa do cliente, inclusive sendo capaz de responder diferentes questões que possam ser levantadas pela acusação.

Pronta para vencer

Fundada em 2015, a DoNotPay é especializada no desenvolvimento de soluções de IA para o exercício da advocacia. O algoritmo, que cobra taxas mais baratas que o profissional humano, pode ser usado em processos judiciais relacionados a cobranças erradas, chamadas automáticas que incomodam e multas de trânsito, entre outros casos, de acordo com a empresa.

A responsável pelo robô advogado diz ser possível vencer a maioria dos processos usando a tecnologia, inclusive este que será o primeiro uso de IA como assistente jurídico em um tribunal. Mas caso perca a ação, a companhia anunciou que irá pagar a multa aplicada ao cliente.

Fonte: TecMundo