Quem são os super-resistentes à Covid-19

Novos estudos levantam as principais características de homens e mulheres que ainda não se infectaram.

Todos nós conhecemos alguém que, de alguma forma, conseguiu evitar a Covid-19. Após a tsunami da Ômicron, a quantidade de pessoas que conseguiu essa façanha diminuiu, mas o fato é que elas ainda existem. Há alguma razão pela qual uma pessoa pode ser resistente à infecção? É justamente isso o que a ciência está tentando descobrir. Inicialmente, as pesquisas focaram em entender quais fatores genéticos contribuíam para o agravamento da doença mesmo em pessoas sem fatores de risco. Eles descobriram que 20% dessas pessoas apresentavam mutações no genes que produzem interferon, uma substância usada pelo organismo como primeira linha de defesa contra o vírus.

Assim como a genética pode ser um determinante da gravidade da doença, ela também pode ser a chave para a resistência à infecção pelo SARS-CoV-2. E é nisso que os estudos se concentram agora: encontrar essas pessoas super imunes e identificar os genes que conferem essa proteção. A expectativa é que esse conhecimento leve ao desenvolvimento de tratamentos e vacinas que impeçam não só o agravamento da Covid-19, mas o desenvolvimento da doença em si.

— Identificar as variantes no material genético que ajudam a proteger essas pessoas também ajuda a entender o mecanismo de ação por trás dessa proteção e isso sim pode servir para um grande número de pessoas — diz o geneticista Salmo Raskin, diretor do Laboratório Genétika, em Curitiba.

Alguns estudos já apontam para as principais características dessas pessoas, que variam de ausência do receptor que permite a entrada do vírus na célula até uma poderosa resposta imunológica.

Resposta imunológica poderosa

Um estudo publicado na revista Nature mostrou que profissionais de saúde que foram altamente expostos ao coronavírus, mas que não foram infectados, tinham um sistema imune que conseguia controlar o vírus. Embora nunca tivessem tido contato com o vírus, amostras de sangue revelaram que estas pessoas já tinham células T protetoras, que reconhecem e matam as células infectadas pelo Sars-CoV-2.

Na prática, essas pessoas nunca foram de fato infectadas. Seus testes de PCR e anticorpos registram resultado negativo porque assim que o vírus entrou no corpo, ele foi prontamente eliminado por essas células, impedindo sua replicação no organismo e a instalação da doença.

A descoberta é particularmente significativa porque estas células T tendem a gerar uma imunidade que dura por anos, não meses, como os anticorpos. Além disso, elas são capazes de detectar uma parte do vírus diferente da que a maioria das vacinas atuais treina o sistema imunológico para encontrar. Esse conhecimento pode ajudar no desenvolvimento de imunizantes que têm como alvo ensinar o corpo a produzir essas células T contra diferentes partes de proteínas virais. Isso pode ajudar a proteger não só contra as cepas existentes, mas contra novas cepas e até mesmo contra patógenos inteiramente novos.

Outra pesquisa, feita pela Universidade de São Paulo com casais discordantes – quando um pega o vírus, mas não passa para o outro – descobriu que as pessoas que não adoeceram têm uma ativação mais eficiente de células de defesa conhecidas como exterminadoras naturais ou NK (do inglês natural killers), que servem como primeira barreira de defesa do nosso organismo contra uma infecção. Outras pessoas podem ter mutações que aumentam os genes que impedem o vírus de se replicar ou que decompõem o RNA viral na célula, especialmente nas células que revestem o interior do nariz, porta de entrada da infecção, impedindo que ela se alastre no organismo.

Tipo sanguíneo

Um estudo realizado na China, no primeiro ano da pandemia, descobriu que o tipo sanguíneo A parece estar associado a um maior risco de contrair o vírus, enquanto o tipo O oferece uma pequena redução do risco. Entretanto, ainda não se sabe o que confere esse efeito protetor.

Alteração no receptor ACE2

É possível que algumas pessoas naturalmente resistentes tenham tipos raros de ACE2, receptor usado pelo vírus para entrar nas células, aos quais a proteína spike do coronavírus não pode aderir. Análises genéticas recentes revelaram que algumas pessoas possuem mutações genéticas que fazem com que seu receptor ACE2 não seja funcional portanto, têm uma redução do risco de infecção.

As diferenças na expressão de proteínas entre as pessoas são conhecidas como polimorfismos e essas descobertas são valiosas. As pessoas que têm um polimorfismo genético raro para a proteína CCR5 são imunes à infecção pelo HIV, vírus causador da Aids. Na década de 1990, pesquisadores identificaram que algumas pessoas que eram resistentes à doença, embora fossem altamente expostas ao HIV, tinham uma mutação rara que desativa o receptor CCR5 nos glóbulos brancos, impedindo a entrada do vírus na célula.

Esse conhecimento levou ao desenvolvimento de uma nova classe de medicamentos contra a Aids, que bloqueiam o vírus. Também houve o caso de duas pessoas que foram curadas da infecção após receberem transplantes de medula óssea de doadores com essa mutação no CCR5.

O infectologista Celso Granato, diretor clínico do Grupo Fleury, acredita que a explicação para pessoas com uma super imunidade contra a Covid-19 esteja justamente na ausência do receptor, que impede que a infecção se instale, ou em uma resposta imune extremamente robusta.

Esse fenômeno não é exclusivo da Covid-19 ou da Aids. Ele está presente em outras infecções virais. Todos conhecem alguém que dormiu na mesma cama com uma pessoa resfriada ou gripada e não apresentou nenhum sintoma. Por isso, Granato acredita que as descobertas sobre esses mecanismos para a Covid-19 podem ter desdobramentos no combate a outras doenças infecciosas. Como ainda existem mais perguntas do que respostas, essas análises continuam em andamento. Uma equipe internacional de pesquisadores, incluindo uma brasileira, está conduzindo um estudo para identificar os genes que protegem esses indivíduos resistentes.

A principal dificuldade em um estudo como esse é selecionar os voluntários. A resistência à infecção pelo HIV, por exemplo, está presente em 1% da população.

— Populacionalmente, não se espera um número grande de pessoas com essa resistência — diz Raskin.

Por isso, é preciso garantir que os voluntários são pessoas que realmente foram altamente expostas ao vírus sem proteção e mesmo assim apresentaram um teste negativo. E não que elas não se infectaram porque tomaram vacina ou porque utilizaram medidas de proteção individual, como uso de máscaras ou distanciamento social.

A expectativa está em casais discordantes ou em profissionais de saúde que não se infectaram no começo da pandemia. Já são cerca de 700 voluntários inscritos e mais de 5 mil em análise. Uma vez identificados os possíveis candidatos, os pesquisadores vão comparar os genomas desses indivíduos com os de pessoas que foram infectadas, em busca de genes associados à resistência.

Os genes selecionados serão então estudados em modelos celulares e animais para confirmar uma relação causal com a resistência e estabelecer o mecanismo de ação. As descobertas podem levar a melhores medicamentos e conselhos de saúde pública mais direcionados.

Fonte: O Globo

Deus ainda realiza milagres!

Você pode hoje estar pensando: “por que não comigo? Por que o milagre que tanto preciso está demorando tanto? Por que Deus não olha para mim e resolve, de uma vez por todas, este desafio pelo qual estou passando?”. São tantos “por quês” não é.

A verdade é que a cada um dos seres humanos foi proposto um desafio. Pode ser que você ache que só você é quem luta, mas pode ter certeza: cada um de nós trava uma luta diária.

O que nos conforta e enche de paz é saber que tem Alguém, maior que o ser humano, que é Justo e é o Príncipe da Paz. E esses Alguém te ama de forma zelosa e Ele ainda realiza milagres! A sua história não acabou!

Venha hoje em uma das unidades de Paz e Vida e participe da Reunião de Cura e Libertação. Venha conhecer esse Alguém que te ama! Ele quer te livrar desse peso, dessa angústia e de todos esses porquês!

Horário: às 9, 15 e 19h nas nossas Igrejas no Brasil e em Portugal, às 9h, 15h e 20h!

Acesse: pazevida.org.br/enderecos e veja onde tem uma Paz e Vida pertinho de você!

Por Pastora Daniela Porto

Câmara aprova prazo maior para reembolso de eventos cancelados na pandemia

Reembolsos referentes a shows, festivais e reservas turísticas cancelados ou adiados em razão da Covid poderão ser solicitados até 31 de dezembro de 2023.

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) uma MP (medida provisória) elaborada pelo governo federal que amplia de 31 de dezembro deste ano para 31 de dezembro de 2023 o prazo de reembolsos referentes a shows, festivais e reservas turísticas cancelados ou adiados em razão da pandemia da Covid-19. O texto segue para a análise do Senado.

Segundo a proposta, os eventos cancelados em meio à crise sanitária poderão ser remarcados até o fim do ano que vem. Caso os organizadores não escolham uma nova data até lá, terão duas opções: restituir os valores aos consumidores ou conceder crédito para uso na compra de outros serviços da empresa.

texto da MP define que, para cancelamentos realizados até 31 de dezembro de 2021, a data-limite para o reembolso ou a disponibilização de crédito é 31 de dezembro deste ano. Para os eventos cancelados ao longo de 2022, o prazo para ressarcimento dos consumidores é 31 de dezembro de 2023.

A medida ainda determina que os profissionais contratados no período de 2020 a 2022 que tenham sido impactados pelo adiamento ou cancelamento de eventos em decorrência da pandemia estarão liberados de reembolsar imediatamente os valores dos serviços ou cachês recebidos, desde que remarquem o evento até o fim de 2023.

Outro trecho da MP anula as multas por contratos que tenham sido cancelados em decorrência de medidas de isolamento social associadas à contenção da Covid-19.

Fonte: R7

Saiba o que acontece com quem não declara o Imposto de Renda

Entre as penalidades, contribuinte pode ser proibido de obter empréstimos ou financiamentos bancários.

A corrida para declarar o Imposto de Renda terminou na terça-feira (31) e foram contabilizadas mais de 35 milhões de declarações entregues, segundo balanço da Receita Federal. No entanto, os contribuintes que ainda não declararam devem ficar atentos às punições.

A mais conhecida é a multa para quem entregar, com atraso, a declaração. Segundo a Receita, a multa é de 1% ao mês, sobre o imposto devido, limitado a 20% do valor do Imposto de Renda. O valor mínimo da multa é de R$ 165,74.

A penalidade é gerada no momento da entrega da declaração e o contribuinte terá 30 dias para pagar a multa. Após este prazo, começam a correr juros de mora (taxa Selic).

De acordo com David Soares, analista editorial de Imposto de Renda da IOB, caso a multa não seja paga no prazo estabelecido na notificação de lançamento emitida pelo programa IRPF 2022 e se o contribuinte tiver direito a restituição, a multa por atraso na declaração e os respectivos acréscimos moratórios decorrentes do atraso no pagamento serão deduzidos do imposto a restituir.

Em última instância, diz Soares, o contribuinte que, mesmo obrigado, deixar de apresentar a declaração ficará com CPF na situação “Pendente de Regularização”, o que o impossibilitará de obter empréstimos ou financiamentos bancários, emitir passaporte e participar de concursos públicos, por exemplo.

Para verificar qual é o imposto devido, deve-se clicar na aba “Resumo da Declaração”, no menu do lado esquerdo da tela do programa IRPF 2022 e, em seguida, no botão “Cálculo do Imposto”, e localizar o campo “Total de Imposto Devido”.

O balanço divulgado na terça-feira pela Receita Federal apontou que, até às 20 horas, foram entregues 35.525.736 declarações, superando a expectativa de 34.100.000.

Quem deve declarar

Contribuintes com rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70 e, em relação à atividade rural, obtiveram receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50;

Pessoas com rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000;

Pessoas físicas residentes no Brasil que no ano-calendário de 2021 tiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizaram operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas, ou que tiveram, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000

Documentos necessários:

CPF;

Informes de rendimentos da(s) fonte(s) pagadora(s), inclusive de aplicações financeiras;

Dados atualizados da conta bancária para restituição ou débitos do imposto apurado;

Nome, CPF, grau de parentesco dos dependentes e data de nascimento;

Endereço atualizado;

Cópia da última Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física entregue;

Atividade profissional exercida atualmente;

Recibos e comprovantes de pagamento que geram dedução no cálculo do imposto, por exemplo: despesas médicas, plano de saúde, despesas com educação / instrução;

Outros documentos como os que comprovam a aquisição ou venda de bens e direitos para serem devidamente declarados.

Calendário de restituições:

As restituições do IRPF 2022 serão feitas em cinco lotes. O primeiro foi liberado na terça-feira (31). Veja as datas dos demais lotes:

2º lote: 30 de junho de 2022;

3º lote: 29 de julho de 2022;

4º lote: 31 de agosto de 2022;

5º lote: 30 de setembro de 2022

Fonte: CNN BRASIL

Nova CNH começa a ser emitida a partir de hoje; veja as mudanças

Carteira de motorista, digital e impressa, passa a seguir padrões internacionais, mas atualização para o modelo será gradual.

A nova versão da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) já está disponível. Nesta quarta-feira (1º), o documento passa a ser emitido em outro formato. A versão traz mais segurança, campos extras, identidade visual diferente e pode ser lida em português, espanhol e inglês.

O governo espera que o modelo diminua a burocracia e traga mais praticidade ao brasileiro dentro e fora do Brasil. Além de reduzir os gastos para os cofres públicos com o fim de processos analógicos e ultrapassados.

Até o momento, a emissão da nova CNH não é obrigatória e o processo de atualização da carteira será feito de forma gradual.

O novo documento foi aprovado em dezembro pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito). As alterações estão previstas na resolução 886 de 2021.

Padrão internacional

O documento traz ainda uma tabela com as categorias e subcategorias de habilitação, o que permite que o condutor seja facilmente identificado quando estiver dirigindo fora do país.

Nova identidade visual

A CNH ganhou também novas cores agora. O documento tem as cores verde e amarela, o que também deve ajudar na identificação dos brasileiros.

A nova CNH vai facilitar a vida dos brasileiros em outros países. Ela atende a todos os requisitos internacionais e tem o código Zona Legível por Máquina, o mesmo usado nos passaportes. Isso permitirá que o condutor possa embarcar em terminais de autoatendimento nos aeroportos do Brasil.

Fonte: R7

Velocidade com que você caminha pode indicar demência

Estudo com quase 17 mil idosos mostra que quem anda 5% mais devagar a cada ano e apresenta sinais de declínio cognitivo tem probabilidade de desenvolver demência.

Uma caminhada mais lenta à medida que envelhecemos sempre foi um sinal de alerta de crescente fragilidade que pode levar a quedas e outras deficiências, dizem os especialistas. Pesquisas emergentes em pequenos grupos de idosos também descobriram que uma caminhada mais lenta de ano para ano pode ser um sinal precoce de declínio cognitivo. Isso pode ser devido ao encolhimento do hipocampo direito, que é a parte do cérebro associada à memória, de acordo com estudos.

Mas nem todos os sinais de declínio cognitivo predizem demência posterior –apenas 10% a 20% das pessoas com 65 anos ou mais com comprometimento cognitivo leve (CCL) desenvolvem demência no próximo ano, de acordo com o Instituto Nacional do Envelhecimento. “Em muitos casos, os sintomas do CCL podem permanecer os mesmos ou até melhorar”, afirma o instituto.

Agora, um grande e novo estudo com quase 17 mil adultos com mais de 65 anos descobriu que pessoas que andam cerca de 5% mais devagar a cada ano, ao mesmo tempo que exibem sinais de processamento mental mais lento, têm maior probabilidade de desenvolver demência. O estudo foi publicado terça-feira (31) na revista online JAMA Network Open.

“Esses resultados destacam a importância da velocidade que andamos na avaliação do risco de demência”, escreveu a autora correspondente Taya Collyer, pesquisadora da Peninsula Clinical School da Monash University, em Victoria, na Austrália.

‘Declínio duplo’ tem maior risco

O novo estudo acompanhou por sete anos um grupo de americanos com mais de 65 anos e outro de australianos com mais de 70. A cada dois anos, as pessoas no estudo foram convidadas a fazer testes cognitivos que mediam o declínio cognitivo geral, memória, velocidade de processamento e fluência verbal.

Duas vezes a cada biênio, os participantes também foram solicitados a caminhar 3 metros. Os resultados foram, então, calculados para determinar a marcha típica da pessoa.

No fim do estudo, os pesquisadores descobriram que o maior risco de demência era em casos de “declínio duplo”, ou seja, pessoas que não apenas andavam mais lentamente, mas também mostravam alguns sinais de declínio cognitivo, afirmou Joe Verghese, professor de geriatria e neurologia no Albert Einstein College of Medicine, no Bronx, em Nova York, que não esteve envolvido no estudo.

“Além disso, aqueles com declínio duplo tiveram um risco maior de demência do que aqueles com apenas marcha reduzida ou apenas declínio cognitivo separadamente”, escreveu Verghese em um editorial publicado na terça-feira na revista JAMA.

Uma dupla associação entre a velocidade de caminhada e o declínio da memória é preditiva de demência posterior, segundo uma meta-análise de 2020 feita com quase 9.000 adultos americanos.

No entanto, apesar dessas descobertas, “a disfunção da marcha não foi considerada uma característica clínica precoce em pacientes com doença de Alzheimer”, escreveu Verghese.

Exercícios podem ajudar

Há coisas que podemos fazer à medida que envelhecemos para reverter o encolhimento do cérebro que acompanha o envelhecimento típico. Estudos descobriram que o exercício aeróbico aumenta o tamanho do hipocampo, ampliando alguns aspectos da memória.

Enterrado no lobo temporal do cérebro, o hipocampo é um órgão de formato estranho que é responsável pelo aprendizado, consolidação de memórias e navegação espacial, como a capacidade de lembrar direções, locais e orientações.

O treinamento com exercícios aeróbicos aumentou o volume do hipocampo anterior direito em 2%, revertendo a perda relacionada à idade no órgão de um para dois anos, de acordo com um ensaio clínico randomizado de 2011. Em comparação, as pessoas que fizeram apenas exercícios de alongamento tiveram um declínio aproximado de cerca de 1,43% no mesmo período.

Exercício aeróbico deriva de “ar” e é um tipo de treino em que a frequência cardíaca e a respiração aumentam, mas não tanto que você não possa continuar o treino. Os tipos de exercícios aeróbicos podem incluir caminhada rápida, natação, corrida, ciclismo, dança e kickboxing, bem como todos os aparelhos de cardio em sua academia local, como esteira, aparelho elíptico, remador ou alpinista.

Fonte: CNN BRASIL

Hoje tem “A Quinta da Visão” com Bianca Pagliarin

Todo ser humano tem um sonho para realizar ou um projeto de vida. A reunião “A Quinta da Visão” com Bianca Pagliarin tem este objetivo: te direcionar para o caminho mais produtivo na realização dos seus sonhos. E tudo isso baseado na Palavra de Deus. Então, experimente e venha hoje na Sede Nacional da Paz e Vida.

Horário: 19 horas;
Endereço: Avenida Cruzeiro do Sul, 1.965, pertinho da Rodoviária do Tietê e com amplo
estacionamento exclusivo e gratuito.

A entrada também é gratuita e Turminha Feliz funcionando para receber o seu filho!

Por Pastora Daniela Porto

Hoje tem milagre para você na Paz e Vida!

Chegou o meio do ano e junho está só começando. Que tal buscar o Espírito Santo hoje na Paz e Vida e ter um mês mais que produtivo e cuidado por Deus?

Você também vai receber a oração da Campanha “Os Milagres de Jesus em minha Vida” e tomar posse da palavra que vai te ajudar a viver estes milagres nos dias de hoje.

As reuniões acontecem às 9, 15 e 19 horas, no Brasil. Em Portugal, o horário é às 9, 15 e 20 horas.

E se você quer saber os nossos endereços, clique aqui.

Deixe o Espírito Santo de Deus cuidar de você!

Por Pastora Daniela Porto 

Será que podemos mudar a ideia de Deus?

Será que é possível mudar a ideia de Deus? Será que se tem respaldo bíblico para tal indagação?

Este o assunto do podcast de hoje, às 10h, com @Juanribe Pagliarin. Se você tem dúvidas a respeito deste assunto, ouça e seja edificado!

Procure por Juanribe nas melhores plataformas de podcast ou acesse: anchor.fm/juanribe-pagliarin e tenha acesso ao conteúdo de áudio do Pastor Juanribe com as ilustrações e mensagens impactantes que vão te levar para mais perto de Deus. E sabe do melhor? Você pode baixar no seu celular e ouvir até mesmo quando não estiver conectado à internet.

Não perca mais tempo! Ouça diariamente o canal de podcast do Pastor Juanribe Pagliarin!

Por Pastora Daniela Porto

Covid: com aumento nos casos e nas internações, máscaras voltam a algumas cidades e escolas

Proximidade do inverno e indicadores em alta levam gestores a repensar flexibilização.

Alçadas ao posto de item de primeira necessidade ao longo dos últimos anos, as máscaras de proteção contra a Covid-19 foram, recentemente, sumindo do rosto dos brasileiros. O fenômeno, felizmente, foi fruto do avanço da imunização contra o coronavírus e de um maior controle dos índices epidemiológicos da doença. Mas esse panorama tem mudado com a proximidade do inverno e o crescimento da incidência das doenças respiratórias.

Nas últimas semanas, o acessório voltou a aparecer nas recomendações de escolas e prefeituras. Sem o alarde de antes, a ideia agora é conter a possibilidade de novos surtos localizados, que são fruto, justamente, da flexibilização generalizada que os estados realizaram no último trimestre.

Tome-se, por exemplo, a cidade de Londrina, a 380 quilômetros da capital Curitiba (PR). Na semana passada, o município decidiu indicar novamente o uso das máscaras em ambientes fechados. Os abertos só têm indicação de uso quando há aglomerações, diz a prefeitura. A medida de contenção, embora ainda seja classificada como “orientação” é baseada no aumento de 370% nos casos de Covid-19 nos últimos 30 dias.

— É um decreto que recomenda, mas não impõe o uso. Tivemos um grande aumento de novos diagnósticos, alta no índice de transmissão e, na contramão disso, baixa procura pela vacinação. Tudo isso nos preocupa muito, principalmente porque estamos no outono, época em que a disseminação de doenças respiratórias começa a entrar em evidência — diz Felippe Machado, secretário municipal de Saúde.

Cidades de pelo menos cinco estados já voltaram a recomendar o uso da proteção. O movimento coincide com o fim do Estado de Emergência de Importância Nacional (Espin) da pandemia, que passou a vigorar na semana passada, depois dos 30 dias de adequação concedidos pelo Ministério da Saúde.

Decisões municipais

Na contramão dessa sinalização, até agora, além de Curitiba e Londrina, São Bernardo do Campo (SP), Maringá (PR), Poços de Caldas (MG), Petrópolis (RJ), Canoas (RS) aumentaram as precauções e voltaram a recomendar o uso de máscaras de proteção.

Boletim divulgado pela Fiocruz na última quinta-feira mostra que há tendência de aumento de casos de Covid-19 em todas as regiões do país. De acordo com a análise, 48% dos registros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) ocorreram por conta da Covid-19. Dos óbitos por SRAG, 84% são relacionados ao coronavírus.

— Desde que começou a arrefecer a onda da Ômicron, começamos com uma série de flexibilizações. Retomamos as atividades presenciais, o uso de máscara ficou cada vez menos frequente, e as legislações associadas à obrigação de uso também foram caindo. Vimos um crescimento muito forte de outros vírus respiratórios — afirma Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe da Fiocruz.

As prefeituras não são as únicas a se movimentar. Diversas escolas em estados como Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo, assim como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), passaram a indicar o uso de máscaras como medida para impedir surtos localizados — o que levaria as instituições a ter que recorrer outra vez ao ensino remoto.

A Escola Castro Alves, da rede particular de Diadema (SP), por exemplo, não só orientou o uso do item como também decidiu isolar classes inteiras em caso de ocorrência de Covid-19. No Colégio Franciscano Pio XII, na capital paulista, um placar de casos ajudou a retomada das máscaras, há pouco mais de uma semana.

Em tempos de baixas temperaturas, com mais aglomeração em lugares de pouca ventilação, o equipamento pode ser útil para prevenir outras infecções, diz o infectologista e epidemiologista Bruno Scarpellini. Há, por exemplo, impacto no contágio pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), Influenza e tuberculose. No caso da Covid-19, afirma o médico, ela não basta:

— A máscara não é a única variável. Temos sempre que considerar a ventilação, rastreio de casos positivos, proximidade entre pessoas .

Outro fator de peso é a imunização. Segundo dados do consórcio de veículos de imprensa, apenas 42,46% da população tomaram dose de reforço contra a Covid-19. O ciclo primário cobre 77,1% dos brasileiros. Para o presidente do Conselho Nacional de de Secretários de Saúde (Conass), Nésio Fernandes, é preciso alcançar os 90%.

— Há redução da testagem e da percepção de risco pela população. Podemos estar diante de um silêncio epidemiológico, porque alguns municípios têm relatado aumento de internações e oscilações de óbitos, sem correspondência de casos — alerta.

Ao GLOBO, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admite que alta de casos tem relação com a flexibilização das restrições, mas crê que o cenário é de estabilidade.

— Apesar do fim da Espin, as políticas vigentes continuam e as vacinas estão disponíveis — afirma.

(*Estagiária sob a supervisão de Mariana Rosário)

Fonte: O Globo