Hoje é dia de honrar o Espírito Santo na Campanha de Oração: Os 7 Clamores da Meia-Noite!

Você também pode fazer parte da Campanha de Oração: Os 7 Clamores da Meia-Noite. Venha hoje na Paz e Vida, para a Reunião da Busca do Espírito Santo e participe também deste propósito de oração e clamor. Aproveite o feriado e participe em uma de nossas igrejas!

O Salmo 133 declara: é na união do seu povo que o Senhor ordena a bênção! Então, una-se a nós nestes 49 clamores para que as respostas das nossas orações venham!

Tome a decisão e participe!

Para saber os nossos endereços, é só acessar: pazevida.org.br/enderecos

As reuniões acontecem às 9h, 15h e 19h, no Brasil. E, em Portugal, às 9h, 15h e 19h30.

Não se esqueça de sintonizar a rádio a partir das 23h53 de hoje para se preparar para a oração, ou você pode acompanhar pela TV Feliz (Nova Parabólica, canal 20), pelo youtube/Juanribe e também pelo podcast Juanribe Pagliarin!

Compareça com a sua família!

Por Pra. Daniela Porto

Quer ganhar o livro Quando não dá mais, do Pastor Juanribe Pagliarin, de presente?

Se você acha que NÃO DÁ MAIS e não aguenta mais a pressão, o resultado negativo de um exame médico, o caminho por onde está indo o seu casamento, a sua vida espiritual fria, o diagnóstico do seu parente ou até mesmo o seu! CALMA!

O Pastor Juanribe Pagliarin vai te mostrar que: “Você ainda não esgotou todos os seus recursos até experimentar o impossível”.

Aproveite para iniciar a Campanha de Oração: Pi-Hairote, nunca mais! Nunca mais você se sentirá num beco sem saída, sem ter a disposição recursos do Alto para se libertar. Esta Campanha de Oração será todo domingo e toda sexta, durante sete semana!

Venha neste domingo em uma de nossas unidades e receba de presente o exemplar do livro “Quando não dá mais”, de autoria do Pastor Juanribe Pagliarin.

Este é mais um presente do Ministério Pregadores do Telhado para você!

Compareça, inicie a campanha e retire seu livro de presente!

Por Pra. Daniela Porto

Mais da metade dos trabalhadores brasileiros tem problemas financeiros — e isso afeta saúde mental

Conclusão é da pesquisa “Saúde & Gestão”, da Onze, fintech especializada em saúde financeira e previdência privada corporativa.

Mais da metade dos trabalhadores brasileiros (63%) enfrenta problemas financeiros, de acordo com a pesquisa “Saúde & Gestão”, da Onze, fintech especializada em saúde financeira e previdência privada corporativa.

A pesquisa ainda aponta para uma relação entre a saúde financeira com a mental e física dos funcionários. 50% dos 770 entrevistados relataram algum problema de saúde.

Reforçando a relação entre a saúde e o dia a dia dos colaboradores, a pesquisa destaca que 20% avaliam que sua produtividade está afetada ou pode melhorar. Sendo que 13% dos trabalhadores indicam seu desempenho é afetado pelos problemas que enfrentam.

Dentre os destaques estão os problemas financeiros (64%), de saúde mental e emocional (57%) e de saúde física (33%).

E as dificuldades levam dois a cada dez trabalhadores a serem afastados. A maioria, contudo, não por conta de saúde, mas sim em decorrência de problemas financeiros (55%).

As principais citadas foram dívidas do cartão de crédito (52%) e renda insuficiente para cobrir gastos mensais (45%).

Para Ranses Bonora, diretor comercial da Onze, as empresas precisam entender que a saúde financeira é um pilar fundamental da saúde mental e física dos colaboradores.

“Percebemos que há uma unanimidade em nossos estudos: problemas de dinheiro ficam à frente de todas as outras preocupações na vida das pessoas. A aflição financeira pode gerar desde ansiedade até problemas de relacionamento, tudo está conectado”, destaca.

*Sob supervisão de Ligia Tuon

Fonte: CNN BRASIL

Israel está preocupado com possíveis mandados de prisão do Tribunal de Haia

Ordens podem ser emitidas contra integrantes do alto escalão do governo por causa de mortes de civis e destruição na Faixa de Gaza.

Israel está expressando preocupação de que o Tribunal Penal Internacional possa estar se preparando para emitir mandados de prisão contra integrantes do governo sob acusações relacionadas à sua guerra contra o Hamas em Gaza. O TPI – que pode acusar indivíduos de crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio – está investigando o ataque transfronteiriço do Hamas em 7 de outubro e o devastador ataque militar de Israel a Gaza, governada pelo Hamas, agora em seu sétimo mês.

Em resposta aos relatos da mídia israelense de que o TPI poderia em breve emitir mandados de prisão para altos funcionários do governo israelense e militares, o ministro das Relações Exteriores, Israel Katz, alertou no domingo as embaixadas israelenses para reforçar sua segurança por causa do risco de uma “onda de antissemitismo severo”.

“Esperamos que o tribunal (TPI) se abstenha de emitir mandados de prisão contra altos funcionários políticos e de segurança israelenses”, disse Katz. “Não abaixaremos a cabeça nem seremos dissuadidos e continuaremos lutando.”

primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse na sexta-feira que qualquer decisão do TPI não afetará as ações de Israel, mas estabelecerá um precedente perigoso.

Autoridades israelenses estão preocupadas que o tribunal possa emitir mandados de prisão contra Netanyahu e outros altos funcionários por supostas violações do direito humanitário internacional em Gaza, informou a mídia israelense.

Eles disseram que o TPI também está considerando mandados de prisão para líderes do Hamas.

O TPI, com sede em Haia, e o Hamas, grupo dirigente de Gaza, não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

Israel não é membro do tribunal e não reconhece sua jurisdição, mas os territórios palestinos foram admitidos com o status de estado membro em 2015.

Em outubro, o procurador-chefe do TPI, Karim Khan, disse que o tribunal tinha jurisdição sobre possíveis crimes de guerra cometidos por combatentes do Hamas em Israel e por forças israelenses na Faixa de Gaza.

Khan disse que sua equipe está investigando ativamente todos os crimes supostamente cometidos em Gaza e que aqueles que violarem a lei serão responsabilizados.

Em 7 de outubro, o Hamas liderou um ataque a bases militares israelenses e comunidades em que 1.200 pessoas foram mortas, a maioria civis, e 253 foram feitas reféns, de acordo com os cálculos israelenses.

Desde então, Israel lançou uma ofensiva terrestre, aérea e marítima que matou mais de 34 mil palestinos, de acordo com as autoridades de Gaza, e destruiu grande parte do pequeno território costeiro densamente povoado.

O Ministério da Saúde de Gaza não faz distinção entre combatentes e não combatentes em seus relatórios de vítimas, mas a maioria das mortes foram civis, dizem autoridades de saúde.

Israel diz que toma precauções para minimizar as mortes de civis e que pelo menos um terço das mortes em Gaza são de combatentes, números que o Hamas rejeitou.

A campanha militar de Israel deslocou a maior parte das 2,3 milhões de pessoas do enclave palestino bloqueado e criou uma crise humanitária.

O caso no TPI é separado de um caso de genocídio lançado contra Israel no Tribunal Internacional de Justiça, também com sede em Haia.

O TIJ, também conhecido como Tribunal Mundial, é um tribunal das Nações Unidas que lida com disputas entre Estados, enquanto o TPI é um tribunal penal baseado em tratados com foco na responsabilidade criminal individual por crimes de guerra.

Fonte: CNN BRASIL

Somatização: o que é o conjunto de sintomas físicos agravado pelas emoções

Paciente sente dores que estão ligadas a problemas com a saúde mental; diagnóstico nem sempre é fácil e envolve equipe multidisciplinar.

Não é difícil encontrar pessoas que se queixam há anos de dores que não são detectáveis em exames de imagem e enfrentam dificuldades para obter um diagnóstico. Saber diferenciar os sintomas físicos de origem psíquica é um dos grandes desafios tanto para os médicos quanto para os pacientes. A resposta para esse intrincado mistério é a somatização, que é uma condição psicossomática que se manifesta como uma desordem física no corpo, originada ou agravada pelas emoções do paciente. A somatização pode surgir após um trauma, separação, luto, episódio de estresse, entre outras causas. Geralmente, explicam os especialistas, aqueles que somatizam percebem apenas os sintomas físicos e não os relacionam a algum transtorno mental.

“Costumo explicar que a somatização é um termo guarda-chuva que se refere a um conjunto de sintomas físicos relacionados a algum conflito intrapsíquico, mental ou estresse vivenciado por uma pessoa que tem dificuldade de falar sobre ou lidar com seus sentimentos e emoções”, explica o psiquiatra Luiz Gustavo Vala Zoldan, coordenador médico de saúde mental do Hospital Israelita Albert Einstein.

Ele diz que esse conflito interno acaba se expressando em sintomas físicos, que podem incluir dores pelo corpo, como articulares, musculares, de cabeça e abdominais, podendo até parecer uma gastrite, mas não se limitando a isso.

“A somatização pode ainda causar taquicardias, dormências, formigamentos em partes do corpo, distúrbios na fala, alterações na marcha ou até mesmo um tipo de paralisação de algum membro inferior ou superior”, diz Zoldan.

Conforme a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID), para ser considerado um somatizador, o paciente deve apresentar mais de três sintomas, de sistemas orgânicos diferentes, por mais de dois anos. São eles:

Dolorosos: dor de cabeça, nas costas ou articular;

Gastrointestinais: náusea, diarreia ou vômito;

Cardiorrespiratórios: falta de ar, palpitação, taquicardia ou aperto no peito;

Neurológicos: lapsos de memória, visão embaçada/turva ou dificuldade de raciocínio, dormências, paralisias, distúrbios na fala ou alterações na marcha;

Sexuais/reprodutivos: baixa libido, dores na relação sexual ou alterações no ciclo menstrual.

Somatização: sintomas são reais ou inventados?

O psiquiatra explica que é muito importante esclarecer que esses sintomas, dores e sensações são reais, não imaginários.

“É diferente do que chamamos de simulação ou outros processos. Na simulação, de fato, o paciente produz algum tipo de sintoma intencionalmente para algum ganho secundário. Já na somatização, não há nenhum ganho secundário. É basicamente uma resposta do corpo, como um mecanismo de proteção por não conseguir lidar com uma situação dolorosa ou estressante. É tudo real: dores, paralisias, formigamentos, espasmos em partes da musculatura, falta de sensibilidade em áreas do corpo, tudo isso sendo evidenciado por exame físico e que pode ser mensurado”, afirma.

Apenas aqueles que passaram ou estão passando por um processo de somatização compreendem o peso dessa carga, que frequentemente perdura por anos. Esse foi o caso de Maria Martha da Fé, uma autônoma carioca de 58 anos, que começou a sentir os sintomas aos 38 e só conseguiu receber o diagnóstico correto aos 45.

A partir do momento em que começou a sentir episódios de mal-estar, irritabilidade, dores pelo corpo — inclusive nas articulações –, insônia e ansiedade, ela procurou ajuda médica, passando por diversas especialidades, como clínico geral, ortopedista, reumatologista e dermatologista. A autônoma também fez muitos exames, como ultrassonografias, ressonância magnética e até uma biópsia para investigar um câncer.

“Recebi diversos diagnósticos como sobrecarga emocional, síndrome de Burnout, fibromialgia, condropatia patelar (quando as lesões da cartilagem ocorrem na patela do joelho), abaulamento da coluna (hérnias de disco em estágio inicial), até que busquei um psiquiatra por indicações desses profissionais. Foram oito anos para que eu fosse diagnosticada corretamente”, conta a paciente, que participou de um grupo de apoio.

“Éramos um grupo de mulheres com a terapeuta. Colocamos ali todos os nossos sentimentos e preocupações para fora, aprendendo como lidar com nossas dores internas”, complementa. Ela conta que também foi orientada pelos médicos a praticar atividades físicas, como musculação, hidroginástica e diversos outros tratamentos para fortalecer musculatura e articulações, além de trazer relaxamento.

“Nos últimos anos, entendi que a somatização dessas dores e inflamações afeta o meu emocional, as relações sociais e conjugais, além do trabalho. Todo esse processo trouxe um prejuízo emocional muito grande. Tive que repensar toda a minha vida. É importante explicar que os sintomas não desaparecem, apenas tratamos do nosso emocional e conseguimos estabilizar os sintomas”, conta.

Mecanismo de ‘luta e fuga’

No processo de somatização ocorre o mecanismo de “luta ou fuga” decorrente da preocupação excessiva com os sintomas apresentados, o que leva o organismo a liberar uma série de hormônios.

“Algumas pesquisas já revelaram que o sistema nervoso simpático guarda uma relação íntima com o estresse. Essa divisão do sistema nervoso autônomo controla as respostas do organismo em situações de perigo iminente. Por meio de uma onda de adrenalina e cortisol, o sistema nervoso simpático faz o coração bater mais rápido, a pressão arterial subir, a respiração acelerar e as pupilas dilatarem, entre outros efeitos sistêmicos que preparam o corpo para responder rapidamente em situações de luta ou fuga”, explica a coordenadora da pós-graduação em Endocrinologia do Instituto Superior de Medicina (ISMD), Claudia Chang.

Como deve ser feito o diagnóstico?

Segundo Zoldan, o diagnóstico correto de somatização é obtido por meio de uma história clínica bem-feita, uma anamnese psiquiátrica adequada, além de exames físicos e psíquicos.

“Os exames físicos, em especial, são fundamentais, uma vez que em casos de paralisias, parestesias ou mesmo dores é possível perceber incongruências em relação à região paralisada e que podem sugerir um diagnóstico mais somático. Ainda assim, serão necessários exames complementares para eliminar a possibilidade de causas orgânicas e fechar o diagnóstico de somatização”, explica o psiquiatra do Einstein.

O tratamento da somatização deve ser sempre com uma equipe multidisciplinar, envolvendo a participação de médicos, psicólogos e psiquiatras. O objetivo é ajudar o paciente a entender a relação entre os seus sintomas físicos e a sua saúde mental, além de desenvolver mecanismos de enfrentamento para lidar com o estresse e as emoções negativas.

“Algumas vezes o processo envolve ainda a indicação de medicamentos psiquiátricos, principalmente quando é diagnosticada uma depressão, ansiedade ou outro transtornos psiquiátricos. Nesses casos, são indicados antidepressivos, ansiolíticos ou até mesmo antipsicóticos em doses mais baixas. Entretanto, o tratamento principal da somatização é a psicoterapia, seja através de Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), Terapia Interpessoal (TIP), psicanálise, entre outras linhas”, ressalta o especialista.

O psiquiatra sempre orienta seus pacientes diagnosticados com somatização a iniciar o processo de psicoterapia, cuidar da higiene do sono, buscar novas formas de incluir mais momentos de bem-estar e atividades prazerosas em seu dia, além de procurar maneiras diferentes de lidar com seus problemas, com apoio social e rede de proteção.

Outra recomendação essencial é não ingerir bebidas alcoólicas, drogas ilícitas ou medicamentos por conta própria, uma vez que isso pode agravar os sintomas da somatização. “Mesmo que gere uma sensação de melhora provisória, isso pode fazer com que os sintomas voltem com muito mais força”, alerta Zoldan.

Atividade física faz parte do tratamento

A prática regular de atividades físicas também é recomendada, pois o movimento é uma excelente maneira de lidar com o estresse e as dificuldades da vida. Além disso, aumenta a produção de endorfina, que, por sua vez, promove uma sensação de bem-estar e auxilia na gestão do estresse.

“A endorfina é um hormônio que é produzido pela hipófise anterior em resposta a alguns estímulos, dentre eles, a atividade física. Assim como outros hormônios e neurotransmissores, como a serotonina, a ocitocina e a dopamina, possuem ação em determinadas áreas do cérebro envolvidas no mecanismo de prazer e recompensa”, explica a endocrinologista Chang. “A partir do momento em que essas áreas são ativadas, há uma redução no mecanismo de ansiedade e na ativação corticotrófica (via do cortisol), atenuando os sintomas psíquicos e, consequentemente, também os físicos decorrentes do quadro de somatização”, finaliza.

Fonte: CNN BRASIL

Saiba quais as melhores atividades físicas para combater a depressão

Estudo confirma a eficácia dos exercícios para a prevenção e o tratamento da doença

Uma equipe de pesquisadores formada por especialistas australianos, espanhóis, dinamarqueses e finlandeses divulgou um trabalho que mostra que os exercícios são eficazes para a prevenção e o tratamento da depressão, o que já havia sido salientado em outros estudos. No entanto, eles expuseram nesse levantamento que caminhada, corrida, ioga, treinamento de força e dança estão no topo da lista das práticas mais eficazes no combate à doença.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram 218 trabalhos, que envolveram 14.170 pessoas. Segundo o estudo, não restam dúvidas de que colocar o corpo para mexer é muito importante para evitar e combater os sintomas da depressão, e que a malhação é um ótimo complemento ou uma alternativa aos tratamentos que envolvem medicamentos e psicoterapia.

depressão afeta mais de 300 milhões de pessoas no mundo, de acordo com estimativas da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde), e é a maior causa de incapacidade no planeta. Além de apontar os tipos de exercícios mais efetivos de modo geral, o estudo mostrou quais deles são os mais indicados para cada perfil de pessoa.

As caminhadas e as corridas, por exemplo, se mostraram eficazes tanto para homens como para mulheres. Já os treinos de força demonstraram ter mais efeito nas mulheres e a ioga nos homens. Os voluntários mais velhos responderam melhor com a prática de ioga e os mais jovens com os treinos de força. E em todos os casos a intensidade fez a diferença no resultado, pois, quanto mais vigorosa a atividade, melhor foi a resposta.

Parte da explicação para tantos benefícios oferecidos pelas atividades físicas para evitar o surgimento da depressão e combater os seus sintomas está ligada a questões químicas.

“Os exercícios desencadeiam a liberação de neurotransmissores, como a endorfina e a dopamina, que aumentam o bem-estar, controlam o humor e combatem a ansiedade, entre outros aspectos”, explica o psiquiatra Ricardo Feldman, do Hospital Israelita Albert Einstein e fundador do Centro Feldman de Saúde, em São Paulo.

Feldman ainda destaca o seu papel anti-inflamatório. “Manter o processo inflamatório do organismo harmonizado é muito bom em médio e longo prazos para prevenir doenças físicas e mentais, como a depressão”, comenta o especialista.

“Além disso, há o envolvimento de neuromoduladores, substâncias que agem estimulando ou inibindo os neurotransmissores, fatores neurotróficos, que participam da produção e do funcionamento das células nervosas, processo de neurogênese, que leva à formação de novos neurônios e à redução do estresse oxidativo, melhora a resposta imunológica, aumenta da neuroplasticidade (a capacidade de adaptação do sistema nervoso central) e a liberação de miocinas, proteínas disponibilizadas durante a contração muscular”, acrescenta a educadora física Andrea Camaz Deslandes, coordenadora do Laboratório de Neurociência do Exercício da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Os efeitos psicossociais também entram na equação dos benefícios dos exercícios em relação à depressão. Entre eles, se destacam o autoconhecimento, o aumento da autoestima, a percepção de competência, a redução da ruminação de pensamentos negativos, a sensação de pertencimento, a resiliência e a produção de vínculos sociais e afetivos. Por isso, muitos especialistas consideram que as modalidades em grupo, com contato com a natureza e músicas preferidas, oferecem benefícios adicionais.

Qual a quantidade ideal de exercício?

A OMS (Organização Mundial de Saúde) preconiza a realização de, pelo menos, 150 minutos de atividade física moderada por semana para adultos, e esse tempo pode ser reduzido se a intensidade for vigorosa.

“A boa notícia é que mesmo a duração e a frequência menores do que o proposto nessa recomendação podem trazer benefícios para a redução de sintomas depressivos”, diz Deslandes, da UFRJ. Além disso, acrescenta a educadora física, qualquer minuto conta para os que querem começar. “É importante entender a importância de quebrar a barreira para a mudança de estilo de vida que traz tantos ganhos para a saúde física e mental.”

No que diz respeito a qual modalidade escolher, os especialistas explicam que o mais relevante é procurar uma atividade que dê prazer, o que vai aumentar a motivação e a aderência ao treino. E isso é especialmente válido para quem tem depressão.

Nesse caso, também é necessário levar em consideração os sintomas da doença, em especial quando o quadro já está mais sério. “A pessoa tende a se isolar, ter sentimento de culpa e falta de energia, por isso é muito importante incentivar sem forçar ou julgar. E lembrá-la de que a evolução acontece aos poucos, pois é uma questão de treino. Quanto mais se faz a atividade física, mais é possível aumentar a quantidade e mais se veem resultados”, orienta Feldman.

Segundo o especialista, a supervisão de um profissional de educação física também pode ajudar muito, assim como a criação de uma rede de apoio formada por amigos e familiares.

Fonte: CNN BRASIL

Participe hoje do Dia de Unção na Sede Nacional da Paz e Vida com o Pastor Giancarlo Pagliarin!

Você precisa terminar o mês de abril tomando posse de todas as bênçãos reservadas para você e que serão profetizadas hoje do altar de Paz e Vida, pelo Pastor Giancarlo Pagliarin.

Venha para esta reunião especial e receba a unção com óleo ministrada pelos pastores da Paz e Vida.

Participe hoje: às 10h da manhã e às 19h. Na Sede Nacional da Paz e Vida: Avenida Cruzeiro do Sul, 1965, em Santana, pertinho do Metrô Portuguesa-Tietê, com estacionamento gratuito para carros e motos.

Imperdível!

Por Pra. Daniela Porto

Continuamos hoje, em todas as nossas unidades, a Campanha de Oração: Os 7 Clamores da Meia-Noite!

Se você quiser pode, ainda hoje, começar a Campanha de Oração: Os 7 Clamores da Meia-Noite! E que grande mover de oração e fé temos visto em todas as unidades de Paz e Vida, quando juntos clamamos a Deus, à meia-noite!

Você também pode fazer parte deste mover. Você acompanha as orações pela Feliz FM, a partir das 23h53, ou você pode acompanhar pela TV Feliz (Nova Parabólica, canal 20), pelo youtube/Juanribe e também pelo podcast Juanribe Pagliarin!

Além disso, você participa das reuniões de quarta e domingo para ter o seu espírito alimentado pela Palavra de Deus!

Em todas as nossas unidades será feito o mesmo trabalho. Nossas reuniões no Brasil, acontecem nos seguintes horários: às 8h, 15h e 18h. E em Portugal, às 10h, 15h e 18h.

Na Sede Nacional em São Paulo temos 5 reuniões: às 6h30, 8, 10, 15 e 18 horas.

Para mais endereços de Paz e Vida, acesse:  https://www.pazevida.org.br/enderecos

Por Pra. Daniela Porto

Esquenta PVJOVENS hoje na Sede da Paz e Vida em Suzano, São Paulo!

Fala turma!!!

Hoje tem ESQUENTA PVJOVENS na Sede da Paz e Vida em Suzano, São Paulo e você não vai ficar de fora, né?! Todos os jovens, até 120 anos estão mais que convidados!

Uma noite de alegria, louvor, danças, muita gente animada, palavra do Alto e o mais importante: a presença do Espírito Santo em nosso meio! Venha participar com a gente! Os jovens da Sede Nacional estão todos preparados para participarem em Suzano!

Te esperamos aqui daqui a pouco, às 18h30, na Sede Regional da Paz e Vida em Suzano: na Rua Prudente de Morais, 126 – Centro de Suzano, bem pertinho da Estação CPTM!

Ministério Jovens Paz e Vida: tamo junto e lado a lado!

Por Pra. Daniela Porto

Poluição aumenta riscos cardíacos em moradores de São Paulo, mostra pesquisa

Estudo da USP, publicado na revista Environmental Research, analisou resultado das autópsias de 238 pessoas e dados epidemiológicos.

A relação entre viver em uma cidade poluída como São Paulo e doenças pulmonares ou câncer é bem conhecida. Os problemas, no entanto, vão além. Uma pesquisa inédita aponta que a exposição de longo prazo à poluição atmosférica está diretamente ligada ao aumento dos riscos cardíacos em moradores da capital paulista. Para indivíduos hipertensos o perigo é maior.

Publicado na revista Environmental Research, o estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) com o apoio da FAPESP (projetos 13/21728-216/23129-7 e 19/06435-5). A investigação mostra que a fibrose cardíaca, um indicador de doenças do coração, está relacionada ao tempo de exposição às partículas de carbono negro, um indicador de poluição atmosférica.

Os pesquisadores fizeram a análise das autópsias de 238 pessoas e de dados epidemiológicos para mensurar essa relação. Eles também entrevistaram familiares das vítimas para recolher informações sobre fatores de risco, como histórico de tabagismo e hipertensão. A partir da observação macroscópica do tecido pulmonar estabeleceram a presença e quantidade da fração de carbono negro nos pulmões. Amostras de miocárdio revelaram a fração de fibrose cardíaca.

Os resultados revelaram associação significativa entre a fração de carbono negro nos pulmões e a fibrose cardíaca nos indivíduos estudados. Isso significa que, quanto mais tempo uma pessoa é exposta à poluição, maior a probabilidade de desenvolver a fibrose.

“Esse dado ressalta o papel crucial da autópsia na investigação dos efeitos do ambiente urbano e dos hábitos pessoais na determinação de doenças”, afirma um dos autores da pesquisa, o patologista e professor da USP Paulo Saldiva.

Além disso, foi constatado que o risco é aumentado para indivíduos hipertensos. Entre eles, a presença do marcador de doenças cardíacas cresce com o aumento da presença do indicador de exposição à poluição, tanto em fumantes quanto em não fumantes. Entre os não hipertensos, os maiores riscos foram observados principalmente nos tabagistas.

A hipertensão, ou pressão alta, é uma doença que pode ser silenciosa e não apresentar sintomas. De acordo com o Ministério da Saúde, em dez anos a taxa de mortalidade passou de 11,8 óbitos para 100 mil habitantes, em 2011, para 18,7 em 2021. Cerca de 60% dos idosos que vivem no Brasil têm hipertensão.

Se a hipertensão é silenciosa, a poluição nem sempre está tão à vista de todos. Em alguns casos, no entanto, é possível saber onde ela é mais prejudicial. A exposição à poluição dentro da mesma cidade depende de fatores como hábitos e deslocamentos das pessoas.

“Podemos dizer que existem dois indicadores de poluição, um medido pela rede da Cetesb [Companhia Ambiental do Estado de São Paulo], que é objetivo. E outro relacionado a quanto cada indivíduo é exposto a ela”, afirma. “Ou seja, o nível de concentração de poluição ambiental não significa a mesma dose recebida por todos. Se você está em um corredor de tráfego por horas, recebe uma dose maior porque a concentração daquele ambiente é particularmente mais elevada.”

Saldiva explica que diversos fatores, como a própria hipertensão, influenciam no desenvolvimento da fibrose cardíaca e que, agora, fica provado que a poluição é um deles. “A pergunta era ‘a poluição tem tamanho suficiente para aparecer nessa foto?’ Ela tem e foi a primeira vez que foi demonstrado no mundo em humanos. Essa é a diferença do trabalho”, pontua.

Segundo o médico, o estudo só foi possível graças ao trabalho realizado pelo Serviço de Verificação de Óbito (SVO) na cidade, 24 horas por dia, 365 dias por ano. Ele afirma que o apoio da Faculdade de Medicina da USP e da FAPESP, em convênios estabelecidos no passado com o SVO, construiu um vasto conjunto de processos e informações que resultam hoje em novas possibilidades científicas.

A pesquisa da USP fornece evidências sobre os impactos da poluição do ar na saúde cardiovascular e destaca a necessidade de medidas eficazes para reduzir a exposição da população a esse mal. A implementação de medidas como a redução das emissões de veículos, o incentivo ao transporte público sustentável na cidade e o incentivo de fontes de energia limpa são estratégias eficazes na mitigação dos impactos da poluição atmosférica na saúde pública.

Fonte: CNN BRASIL