‘Resiliência imunológica’ pode ser o segredo da longevidade, revelam cientistas

Segundo estudo, capacidade de manter boa função imune e minimizar inflamação não depende exclusivamente da idade.

Pesquisadores da Universidade do Texas em San Antonio, nos Estados Unidos, revelaram nesta terça-feira (13) uma descoberta significativa relacionada à capacidade de resistir a infecções e outros estresses inflamatórios ou se recuperar deles. Chamada de “resiliência imunológica”, essa competência varia amplamente entre os indivíduos, independentemente da idade.

O estudo, realizado em colaboração com pesquisadores de cinco países, foi publicado na revista Nature Communications.

Na física, a resiliência é a “propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica”, de acordo com o dicionário Oxford Languages.

O trabalho, apoiado pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid, na sigla em inglês) e pela Administração de Saúde dos Veteranos dos EUA, envolveu quase 50 mil pessoas de várias idades e desafios para o sistema imunológico delas.

“Descobrimos que durante o envelhecimento e quando experimentam estresse inflamatório, algumas pessoas resistem à degradação da resiliência imunológica”, afirmou em comunicado a coautora do estudo Weijing He, cientista sênior na Fundação para o Avanço da Pesquisa em Saúde dos Veteranos.

Os pesquisadores desenvolveram um conjunto único de métricas para quantificar o nível de resiliência imunológica e descobriram que indivíduos com níveis ótimos de resiliência imunológica eram mais propensos a viver mais, resistir a infecções por HIV e influenza, à Aids, à recorrência do câncer de pele após transplante renal, além de sobreviverem à Covid-19 e sepse.

A resiliência imunológica foi medida de duas maneiras principais.

Primeiro, por meio do equilíbrio entre as células T CD8+ e CD4+, que são tipos de glóbulos brancos responsáveis por combater infecções. Esse equilíbrio foi dividido em quatro categorias — chamadas graus de saúde imunológica — e medido em várias coortes de infecção e em diversas faixas etárias.

Em seguida, os pesquisadores mediram os níveis de expressão de genes relacionados a imunocompetência e inflamação, identificando marcadores de expressão gênica associados à resiliência imunológica ideal.

O estudo revelou que algumas pessoas conseguem preservar ou restaurar a resiliência imunológica ideal, independentemente da idade.

Isso significa que a capacidade de manter uma boa função imunológica e minimizar a inflamação durante a experiência de estressores inflamatórios não é exclusivamente determinada pela idade.

“Os participantes com métricas que significam baixa imunocompetência e alta inflamação morreram mais cedo, enquanto aqueles com uma combinação de alta imunocompetência e alta inflamação ou baixa imunocompetência e baixa inflamação tiveram uma expectativa de vida intermediária”, afirma outro coautor do estudo, o pesquisador Muthu Saravanan Manoharan, do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas em San Antonio.

Por outro lado, “participantes com resiliência imunológica ideal, definida por marcadores de expressão gênica que significam alta imunocompetência e baixa inflamação, viveram mais”, complementa o pesquisador.

Os resultados desse estudo são considerados um passo à frente na compreensão da resiliência imunológica.

Ao analisarem o equilíbrio entre imunocompetência e inflamação como um fator crítico para os resultados de saúde, os pesquisadores acreditam que serão capazes de desenvolver novas estratégias de prevenção e tratamento para doenças crônicas, como doenças cardiovasculares, Covid, HIV/Aids e câncer.

Essa descoberta promissora oferece uma perspectiva inovadora no campo da imunologia e pode ter implicações significativas no desenvolvimento de terapias personalizadas e abordagens de cuidados de saúde mais eficazes

Um estudo publicado em abril já havia revelado que pessoas que vivem mais de cem anos têm um sistema imunológico “único e altamente funcional”.

Fonte: R7

Condição cerebral faz com que ex-obesos voltem a ganhar peso, diz especialista

Pesquisa científica apontou que cérebros de pessoas com obesidade têm dificuldade em informar sobre a saciedade, mesmo depois que a pessoa passa por um período de emagrecimento.

obesidade pode prejudicar a capacidade do cérebro de reconhecer a sensação de saciedade e ficar satisfeito depois de comer gorduras e açúcares, descobriu um novo estudo.

Além disso, essas mudanças cerebrais podem durar mesmo depois que as pessoas consideradas clinicamente obesas perdem uma quantidade significativa de peso – possivelmente explicando por que muitas pessoas costumam recuperar os quilos que perderam.

“Não havia sinal de reversibilidade – os cérebros das pessoas com obesidade continuaram a não ter as respostas químicas que dizem ao corpo: ‘OK, você já comeu o suficiente’”, disse a Dra. Caroline Apovian, professora de medicina na Harvard Medical School e codiretora do Center for Weight Management and Wellness no Brigham and Women’s Hospital, em Boston.

Conforme definido clinicamente, as pessoas com obesidade têm um índice de massa corporal, ou IMC, acima de 30, enquanto aquelas com peso normal têm um IMC entre 18 e 25.

“Este estudo mostra por que a obesidade é uma doença, há mudanças reais no cérebro”, disse Apovian, que não participou do estudo.

“O estudo é muito rigoroso e bastante abrangente”, disse o Dr. I. Sadaf Farooqi, professor de metabolismo e medicina da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, que não participou da nova pesquisa.

“A forma como eles projetaram seu estudo dá mais confiança nas descobertas, somando-se a pesquisas anteriores que também descobriram que a obesidade causa algumas mudanças no cérebro”, disse ela.

Nutrientes fornecidos por tubo de alimentação

O estudo, publicado na segunda-feira (12) na Nature Metabolism, foi um ensaio clínico controlado no qual 30 pessoas consideradas clinicamente obesas e 30 pessoas com peso normal foram alimentadas com açúcar, carboidratos (glicose), gorduras (lipídios) ou água (como controle).

Cada grupo de nutrientes foi alimentado diretamente no estômago por meio de um tubo de alimentação em dias separados.

“Queríamos ignorar a boca e focar na conexão intestino-cérebro, para ver como os nutrientes afetam o cérebro independentemente de ver, cheirar ou provar a comida”, disse a principal autora do estudo, Dra. Mireille Serlie, professora de endocrinologia na Yale School of Medicine, em New Haven, Connecticut.

Na noite anterior ao teste, todos os 60 participantes do estudo fizeram a mesma refeição no jantar em casa e não comeram novamente até que o tubo de alimentação fosse instalado na manhã seguinte.

À medida que açúcares ou gorduras entravam no estômago através do tubo, os pesquisadores usaram ressonância magnética funcional e tomografia computadorizada por emissão de fóton único para capturar a resposta do cérebro em 30 minutos.

“A ressonância magnética mostra onde os neurônios do cérebro estão usando oxigênio em reação ao nutriente – essa parte do cérebro se acende”, disse Farooqi. “O outro exame mede a dopamina, um hormônio que faz parte do sistema de recompensa, que é um sinal para encontrar algo prazeroso, recompensador e motivador e depois querer essa coisa”.

Os pesquisadores estavam interessados em saber como as gorduras e a glicose acionariam individualmente várias áreas do cérebro conectadas aos aspectos recompensadores dos alimentos. Eles queriam saber se isso seria diferente em pessoas com obesidade em comparação com pessoas com peso normal.

“Estávamos especialmente interessados no corpo estriado, a parte do cérebro envolvida na motivação para realmente procurar comida e comê-la”, disse Serlie. Enterrado no fundo do cérebro, o corpo estriado também desempenha um papel na emoção e na formação de hábitos.

Em pessoas com peso normal, o estudo descobriu que os sinais cerebrais no estriado diminuíram quando açúcares ou gorduras foram colocados no sistema digestivo – evidência de que o cérebro reconheceu que o corpo havia sido alimentado.

“Essa redução geral na atividade cerebral faz sentido porque, uma vez que a comida está no estômago, você não precisa ir buscar mais comida”, explicou Serlie.

Ao mesmo tempo, os níveis de dopamina aumentaram naqueles com peso normal, sinalizando que os centros de recompensa do cérebro também foram ativados.

Resultados diferentes para os clinicamente obesos

No entanto, quando os mesmos nutrientes foram administrados por tubo de alimentação a pessoas consideradas clinicamente obesas, a atividade cerebral não diminuiu e os níveis de dopamina não aumentaram.

Isso foi especialmente verdadeiro quando a comida era lipídios ou gorduras. Essa descoberta foi interessante, disse Farooqi, porque quanto maior o teor de gordura, mais recompensadora é a comida.

“É por isso que você realmente quer um hambúrguer em vez de brócolis, a gordura do hambúrguer biologicamente dará uma resposta melhor no cérebro”.

Em seguida, o estudo pediu às pessoas com obesidade que perdessem 10% de seu peso corporal em três meses – uma quantidade de peso conhecida por melhorar o açúcar no sangue, redefinir o metabolismo e melhorar a saúde geral, disse Serlie.

Os testes foram repetidos como antes – com resultados surpreendentes. Perder peso não redefiniu o cérebro em pessoas com obesidade, disse Serlie.

“Nada mudou – o cérebro ainda não reconhecia plenitude ou se sentia satisfeito”, disse ela. “Agora, você pode dizer que três meses não é tempo suficiente ou que eles não perderam peso o suficiente.

“Mas essa descoberta também pode explicar por que as pessoas perdem peso com sucesso e recuperam todo o peso alguns anos depois – o impacto no cérebro pode não ser tão reversível quanto gostaríamos que fosse”.

Uma meta-análise de 2018 de ensaios clínicos de perda de peso a longo prazo descobriu que 50% da perda de peso original de uma pessoa foi recuperada após dois anos – no quinto ano, 80% do peso foi recuperado.

Mais pesquisas são necessárias

É necessário cautela na interpretação das descobertas, disse Serlie, pois muito é desconhecido: “Não sabemos quando essas mudanças profundas no cérebro acontecem durante o ganho de peso. Quando o cérebro começa a escorregar e a perder a capacidade sensorial?”.

A obesidade tem um componente genético e, embora o estudo tenha tentado controlar isso excluindo pessoas com obesidade infantil, ainda é possível que “os genes estejam influenciando nossa resposta no cérebro a certos nutrientes”, disse Farooqi, que estudou o papel dos genes no peso por anos.

Muito mais pesquisas são necessárias para entender completamente o que a obesidade faz com o cérebro e se isso é desencadeado pelo próprio tecido adiposo, pelos tipos de alimentos ingeridos ou por outros fatores ambientais e genéticos.

“Há mudanças que ocorreram nas pessoas quando elas ganharam peso? Ou há coisas que elas foram comendo enquanto engordavam, como alimentos ultraprocessados, que causaram uma alteração no cérebro? Tudo isso é possível e realmente não sabemos o que é”, disse Farooqi.

Até que a ciência responda a essas perguntas, o estudo enfatiza, mais uma vez, que o estigma do peso não tem lugar na luta contra a obesidade, disse Serlie.

“A crença de que o ganho de peso pode ser resolvido simplesmente ao ‘comer menos, se exercitar mais e, se você não fizer isso, é falta de força de vontade’ é muito simplista e falsa”, disse ela.

“Acho importante que as pessoas que lutam contra a obesidade saibam que um cérebro com defeito pode ser a razão pela qual lutam com a ingestão de alimentos”, disse Serlie. “E espero que esta informação aumente a empatia por essa luta”.

Fonte: CNN BRASIL

Acontece hoje a Reunião da Busca do Espírito Santo em todas as unidades de Paz e Vida!

Quando uma pessoa se decide por Cristo, sua vida que era uma bagunça é arrumada. O seu corpo, sua casa, que era antes habitado por espíritos imundos, é liberto.

Porém, precisa ser ocupado pelo Parakletos, o Espírito Santo de Deus.

Jesus mesmo afirmou este trecho relatado por Mateus: “E, quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então, diz: Voltarei para a minha casa, donde saí. E, voltando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então, vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e são os últimos atos desse homem piores do que os primeiros.” (Mt 12:43-45).

Venha hoje nesta reunião toda especial dedicada ao Espírito Santo de Deus e deixe que Ele preencha todo o seu ser!

Em todas as nossas unidades, as reuniões acontecem às 9, 15 e 19 horas, no Brasil. Em Portugal, o horário é às 9, 15 e 20 horas.

E se você quer saber os nossos endereços, clique aqui.

Você é templo do Espírito Santo de Deus, o Parakletos!

Por Pra. Daniela Porto

O Sim e o Amém de Deus para você!

Todo ser humano recebe “nãos” no decorrer de sua vida.

E na vida adulta, quando passa a ser líder de sua família ou forma um casal com seu esposo, na busca pelo melhor para o seu lar, muitas vezes este não se intensifica.

Quando vai em busca do financiamento de um carro ou de um imóvel recebe um não! Vai em busca de um empréstimo no banco e o gerente diz não! Pede aumento de salário para o patrão, e a resposta é não. Sempre “não”!

A Palavra de Deus declara:  “Porque todas quantas promessas há de Deus são nele ‘sim’; e por ele o ‘amém’, para glória de Deus, por nós. (II Co 1:20).

Preste atenção: se é promessa de Deus para sua vida e vai glorificar o nome do Pai, então o SIM precisa acontecer.

Participe da Campanha de Oração: O Sim e o Amém de Deus para você!

Começa já no próximo domingo, em todas as unidades de Paz e Vida e se você quer saber os nossos endereços clique aqui.

As reuniões de domingo têm horário diferenciado da semana:

Aqui no Brasil elas acontecem às: 8, 15 e 18h. Na Sede Nacional em São Paulo: 6h30, 8, 10, 15 e 18 horas. Em Portugal o horário é: 10, 15 e 18 horas.

Prepare-se para viver o SIM e o AMÉM de Deus!

 Por Pra. Daniela Porto

Pr. Juanribe Pagliarin ministra hoje, às 10h, na Sede Nacional em São Paulo!

Hoje, às 10 da manhã, o Fundador e Presidente da Comunidade Cristã Paz e Vida, Pastor Juanribe Pagliarin, vai ministrar a reunião mais importante para aqueles que são cristãos: a Santa Ceia do Senhor Jesus.

Você que não pôde participar ontem, participe hoje deste momento de adoração, comunhão e muita gratidão ao bondoso Deus. Venha com a sua família.

Na reunião das 19 horas, além da Santa Ceia do Senhor Jesus, uma palavra impactante será pregada aos pastores, líderes e obreiros de todas as igrejas da Paz e Vida com ministração dos Pastores Giancarlo Pagliarin e Neilton Rocha. Haverá transmissão para todas as Sedes Estaduais de Paz e Vida.

Anote o endereço para você que está em São Paulo comparecer: Avenida Cruzeiro do Sul, 1965, Santana, pertinho do Metrô Portuguesa-Tietê e com amplo estacionamento gratuito para carros e motos.

Se você está fora de São Paulo, assista pelo youtube.com/@juanribe e tenha a sua vida edificada!

Quem é salvo, não perde a Santa Ceia!

Por Pra. Daniela Porto

Hoje é dia da Santa Ceia do Senhor Jesus em todas as unidades de Paz e Vida!

Venha participar reunião mais importante do mês: a Santa Ceia do Senhor Jesus. É dia de exaltar a vida de Jesus e render culto ao Único e Verdadeiro Deus!

Compareça hoje, em uma das Igrejas da Paz e Vida, participe da Mesa do Senhor e celebre a salvação que você recebeu através do sacrifício de Jesus na cruz.

Os encontros de Paz e Vida acontecem no Brasil às 8h, 15h e 18h. E em Portugal, às 10h, 15h e 18h. Na Sede Nacional em São Paulo temos 5 reuniões: às 6h30, 8, 10, 15 e 18 horas.

Para mais endereços de Paz e Vida, acesse:  https://www.pazevida.org.br/enderecos

Quem é salvo, não perde a Santa Ceia!

Por Pra. Daniela Porto

Grande Batismo nas Águas acontece hoje em todas as Sedes Estaduais de Paz e Vida!

Hoje, em todas as Sedes Estaduais da Paz e Vida, às 14 horas, acontece o Grande Batismo nas Águas. E todos os pastores e obreiros do ministério tem essa reunião como uma das mais importantes por levarem os cristãos convertidos à cumprirem a justiça de Deus! Hoje é dia de festa nos céus!

Compareça em uma de nossas Sedes Estaduais:

Alagoas – Em Maceió: Av. Fernandes Lima, 350 – Farol – Telefone: 082 3026-2793

Amazonas – Em Manaus: Av. Cosme Ferreira, 816 – Coroado (O batismo será na praia de Ponta Negra. Saída da Paz e Vida será às 12h.)

Bahia – Em Salvador: Av. Mario Leal Ferreira, 1.521 – A 100m do Metrô Bonocô – Telefone: 071 3381-5717

Ceará – Em Fortaleza: Av. Duque De Caxias, 403 – Centro (Esquina com a Rua Assunção) – Telefone: 085 98168-9097

Distrito Federal – Em Brasília: Av. Comercial Norte, QNE 27 Lote 21 Loja A – Taguatinga Norte – Telefone: 061 3541-2269

Goiás – Em Goiânia: Av. Tocantins, 354 – Esquina com a Rua 3 – Setor Central – Telefone: 062 3434-7935

Maranhão – Em São Luiz: Av. Kennedy, 1.380 – Bairro de Fátima – Telefone: 098 8542-9686

Minas Gerais – em Belo Horizonte: Av. Cristiano Machado, 2.315 – Cidade Nova – Telefone: 031 98839-3737

Pará – Em Belém: Travessa Jutaí, 200 – São Brás – Telefone: 091 3038-9782

Paraíba – Em João Pessoa: Av. Presidente Epitácio Pessoa, 445 – Bairro dos Estados – Telefone: 083 98171-8374

Paraná – Em Curitiba: Av. Marechal Floriano Peixoto, 8.195 – Boqueirão – Perto do Terminal do Carmo – Telefone: 041 3278-5272

Pernambuco – No Recife: Av. Caxangá, 5.013 – Várzea – Em frente ao Golf Clube – Telefone: 081 3031-9671

Piauí – Em Teresina: Rua Paissandú, 746 – Centro – Quase esquina com Av. Maranhão – Telefone: 086 3234-3377

Rio de Janeiro – No Rio de Janeiro: Av. Vicente de Carvalho, 1.121 – Vila da Penha – Telefone:  021 97207-3377

Rio Grande do Norte – Em Natal: Av. Senador Salgado Filho, 1.950 – Ao lado da passarela – Telefone:  084 3301-5677

Rio Grande do Sul – Em Porto Alegre: Av. Farrapos, 602 – Centro – Próximo ao viaduto Conceição – Telefone:  051 3264-9489

São Paulo – Em São Paulo: Av. Cruzeiro do Sul, 1.965 – a 200 metros do Metrô Portuguesa- Tietê – Telefone:  011 2221-5000

Sergipe – Em Aracaju: Av. Maranhão, 1.114 – Dezoito do Forte – Telefone:  079 3304-4213

Portugal – Em Lisboa: Rua Arminda Gomes de Carvalho, 10 – Moscavide  – Telefone:  +351 219 436 064

Participe!

 Por Pra. Daniela Porto

Após puxar inflação de maio, planos de saúde terão reajuste em junho

ANS vai definir em reunião na segunda-feira (12) o índice máximo de aumento anual para contrato individual ou familiar.

Após puxarem a inflação de maio, os planos de saúde terão reajuste em junho. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) vai definir na próxima segunda-feira (12), em reunião da diretoria colegiada, o índice máximo de aumento anual para contrato individual ou familiar.

A estimativa é de reajuste entre 10% e 12%, segundo a projeção da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), com base na metodologia de aumento adotada pela ANS e em cálculo de consultorias.

A medida vai afetar 8,9 milhões de beneficiários de planos individuais e familiares, o que representa 17,6% do total de consumidores de planos de assistência médica no Brasil. O setor atingiu um total de 50.573.160 usuários em abril deste ano, o maior número desde novembro de 2014.

O aumento vai valer para contratos feitos a partir de janeiro de 1999 e poderá ser aplicado pela operadora a partir da data de aniversário da contratação do plano

Enquanto o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do país, foi de 0,23% em maio, o maior impacto e a maior variação vieram do grupo Saúde e cuidados pessoais, com 0,93%. O destaque foi o plano de saúde, que registrou alta de 1,20% no mês.

Nos últimos 12 meses, o acumulado dos convênios chega a 17,48%, enquanto a inflação geral acumula 3,94%.

Histórico

Em 2020, os planos ficaram congelados por causa da pandemia de Covid-19. Já em 2021, pela primeira vez, a ANS definiu redução de 8,19% nos valores das mensalidades.

A decisão foi motivada pela queda da demanda decorrente do período de isolamento na pandemia; por causa do distanciamento social, muitos brasileiros adiaram a procura por serviços médicos não emergenciais.

No ano passado, a agência autorizou reajuste de 15,5% nos planos de saúde individuais e familiares, o maior índice desde o início da série histórica, em 2000.

Como funciona o reajuste

A ANS explica que o índice de reajuste dos planos individuais ou familiares é determinado pela agência, sendo aprovado em reunião de diretoria colegiada e apreciado pelo Ministério da Fazenda.

“O percentual é o teto para o reajuste. As operadoras podem aplicar índices mais baixos, mas são proibidas de aplicar percentuais mais altos que o definido pela ANS para os planos individuais ou familiares”, afirma a agência reguladora em nota.

Já os planos coletivos com 30 beneficiários ou mais possuem reajuste definido em contrato e estabelecido a partir da relação comercial entre a empresa contratante e a operadora, em que há espaço para negociação entre as partes.

O Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) defende a ideia de que os reajustes dos planos coletivos sejam regulados à semelhança dos planos individuais. Para a coordenadora do programa de Saúde do Idec, Ana Carolina Navarrete, o ideal seria que o reajuste fosse regulado para todos os tipos de plano.

“Como a maioria dos contratos coletivos reajusta seus planos com base na sinistralidade e ela, como índice, é pouco clara (cada empresa define de uma forma diferente), isso permite uma ampla liberdade para a operadora, no limite, fazer alteração unilateral do preço, prática vedada pelo Código de Defesa do Consumidor. O ideal seria que as cláusulas de reajuste fossem padronizadas”, afirma a coordenadora.

Como o consumidor pode se proteger

Problemas com reajuste ocuparam o terceiro lugar em reclamações do ranking do Idec dentro do tema de planos de saúde, com 13,7% dos registros. Esse também é um problema bastante judicializado. Veja a orientação da coordenadora do programa de Saúde do Idec, Ana Carolina Navarrete:

  • Um primeiro passo é o consumidor questionar a operadora sobre as razões do aumento. Se, por exemplo, a operadora alega alta na taxa de uso do plano, a chamada sinistralidade, é possível o consumidor procurar informações na ANS e verificar se a sinistralidade informada pela operadora está elevada ou não. É um primeiro exercício de controle.
  • Se a operadora esclarece e as informações batem, o consumidor deve avaliar se vale a pena permanecer no plano de saúde pagando o novo valor.
  • Se não valer, ele pode fazer a portabilidade, que é a troca de plano sem cumprir novas carências, migrando para um plano de saúde mais barato. Pode, ainda, fazer o downgrade, que é a troca por um plano mais barato dentro da mesma empresa.
  • Se a operadora não esclarecer as razões do reajuste elevado e se a regra de reajuste do contrato não for clara sobre como ele é feito, é possível também questionar o reajuste na Justiça.

Fonte: Idec

Como reclamar na ANS

A ANS recomenda aos usuários que estiverem com dúvidas em relação ao percentual do seu reajuste que procurem, inicialmente, sua operadora e, caso não tenham a questão resolvida, registrem reclamação na ANS nos seguintes canais de atendimento:

  • formulário eletrônico Fale Conosco, na Central de Atendimento ao Consumidor;
  • Central de atendimento para deficientes auditivos: 0800 021 2105;
  • núcleos da ANSexistentes nas cinco regiões do país. Confira aqui as unidades com atendimento presencial e faça o agendamento online; e
  • Disque ANS (0800 701 9656): atendimento telefônico gratuito, de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, exceto feriados nacionais.

Fonte: ANS 

Fonte: R7

Fenômeno El Niño está de volta, informa agência; entenda os efeitos para o Brasil

Padrão climático se origina no Oceano Pacífico e pode tornar as águas até 4°C mais quentes do que habitual.

O Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos informou, na quinta-feira (8), que o fenômeno climático conhecido como El Niño está de volta.

Após três anos do padrão climático La Niña, que geralmente reduz um pouco as temperaturas globais, o El Niño retornou oficialmente, e é provável que produza condições climáticas extremas no final deste ano.

Organização Meteorológica Mundial (OMM) havia informado em maio que o fenômeno deveria se desenvolver ainda em 2023.

O que é o El Niño

O fenômeno El Niño é um padrão climático que se origina no Oceano Pacífico ao longo da Linha do Equador e afeta o clima em todo o mundo.

A água quente normalmente está confinada no Pacífico ocidental pelos ventos que sopram de leste a oeste, em direção a Indonésia e a Austrália. No entanto, durante o El Niño, os ventos diminuem e podem até inverter a direção, permitindo que a água mais quente se espalhe para o leste, chegando até a América do Sul.

Os cientistas ainda estão procurando uma resposta sobre por que isso acontece, mas a desaceleração desses ventos pode durar semanas ou até meses.

Entre muitos padrões climáticos de grande escala que atuam em conjunto para influenciar o clima global, o El Niño pode ocorrer a cada dois a sete anos, em intensidade variável. Durante o fenômeno, as águas do Pacífico oriental podem ser até 4°C mais quentes do que habitual.

Quais os efeitos para o Brasil?

A formação do El Niño pode aumentar as temperaturas e provocar estiagem em partes das regiões Norte e Nordeste do Brasil, segundo pesquisadores do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Já no outro extremo, em algumas partes da região Sul, o fenômeno deve causar excesso de chuvas.

De acordo com o Climatempo, em junho, o Oceano Pacífico equatorial deverá estar com temperaturas acima da média em toda a faixa, principalmente próximo da América do Sul.

“O El Niño deverá se instalar de fato a partir de julho, e sua influência será notada a partir de agosto, como o aumento das chuvas na região Sul, diminuição no extremo norte e elevação das temperaturas, que tendem a ficar acima da média na metade da região Norte do país a partir de julho”, acrescenta o Climatempo. “Estima-se que seja um El Niño de intensidade moderada neste período”.

Durante o outono, é comum observar o avanço da Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) pelo Sudeste, que favorece períodos mais secos entre as áreas centrais e parte do Sudeste do País, típicas da estação. Há ainda a formação de frentes frias e de instabilidades mais para o Sul do Brasil, Mato Grosso do Sul, no Centro-Oeste, e São Paulo, na região Sudeste.

Ainda segundo o Climatempo, o El Niño costeiro deve impactar no aumento de chuva em parte do Sul do Brasil, entre Santa Catarina e o Paraná, parte de Mato Grosso do Sul e de São Paulo.

Risco de perda econômica

Um estudo feito por Cristopher Callahan e Justing Mankin, da Universidade de Dartmouth, e publicado na revista “Science”, examinou os custos gerados à longo prazo pelo El Niño desde seu primeiro registro, apresentando um custo médio de cerca de US$ 3,4 trilhões (aproximadamente R$ 16, 8 trilhões).

Em 2023, o fenômeno deverá provocar um rombo de US$ 3 trilhões (R$ 14,8 trilhões) na economia global até 2029.

“Podemos dizer com certeza que sociedades e economias não apenas sofrem um golpe e se recuperam. Nos trópicos e lugares que sofrem os efeitos do El Niño, você obtém uma assinatura persistente durante a qual o crescimento é retardado por pelo menos cinco anos”, disse Cristopher Callahan.

Fonte: CNN BRASIL

Tratamento revolucionário contra câncer de medula óssea tem 90% de sucesso

Com o sucesso do tratamento contra o câncer de medula óssea, que gerou remissão em 90% dos pacientes, o grupo agora quer expandir a técnica para outros tipos de câncer. – Foto: Reprodução/Sciath e Oncos.

Um tratamento revolucionário para pacientes com câncer de medula óssea. Com a técnica CAR-T, os pesquisadores conseguiram o índice de 90% de remissão nos mais de 74 pacientes tratados. Vitória da ciência!

A conquista sem precedentes vem da Hadassah University Medical Center, em Jerusalém, em Israel, que usou a técnica que treina e fortalece as células de defesa do paciente, fazendo com que elas combatam o câncer mais efetivamente.

O câncer de medula óssea, ou mieloma múltiplo, é a segunda doença hematológica mais comum, atrás apenas do linfoma. A doença se manifesta em células do sangue chamadas plasmócitos, produzidas na medula.

Como é o tratamento inovador

Na pesquisa, foi aplicada a técnica chamada de CAR-T, bastante utilizada em tecnologia de engenharia genética, apresentando ótimos resultados no combate ao câncer.

A Chimeric Antigen Receptor T-Cell Therapy, estimula o próprio sistema imunológico do paciente para destruir o câncer que acomete o corpo.

Depois de coletar células saudáveis do paciente, os pesquisadores programam os glóbulos brancos (responsáveis pela defesa do organismo) e separaram as células T, que são as responsáveis ativamente pelo sistema imunológico.

Separar os glóbulos vermelhos dos brancos é um processo complexo: pode levar de duas a quatro horas e se assemelha à doação de sangue. Com as células separadas, é realizado um processo de engenharia genética.

Essas células T, que agora foram modificadas, são injetadas novamente no paciente e ajudam a destruir o câncer.

“Os resultados do tratamento CAR-T são impressionantes, garantindo aos pacientes mais anos e muita qualidade de vida”, disse a professora Polina Stepensky, chefe do Departamento de Imunologia.

Fila de espera

O mieloma múltiplo é uma doença que foi considerada por muitos médicos incurável, mas o resultado apresentado pela Universidade de Hadassah pode mudar esse diagnóstico.

A série de experimentos realizados no departamento levou a uma fila de espera grande.

“Temos uma lista de espera de mais de 200 pacientes de Israel e de várias partes do mundo”, disse Polina.

A pesquisadora ainda acrescentou que por ser um tratamento mais complexo, podendo ser realizado apenas com um paciente por semana, acaba dificultando um pouco o processo.

O mieloma múltiplo

O mielo é um tipo de câncer que aparece na medula óssea.

A doença tem esse nome porque normalmente o câncer costuma afetar várias áreas do corpo, como o crânio, pelve, costelas e a coluna.

O mieloma é também um câncer silencioso em seu estágio inicial, mas à medida que vai evoluindo pode fazer com que o paciente sinta falta de ar, dor óssea e fadiga.

Sendo mais comum em pessoas com mais de 60 anos, a doença acomete mais homens do que mulheres. Em 2021, a jornalista Cristiana Lôbo foi vencida pela doença. Ela morreu aos 63 anos.

Tratamento sofisticado

A disponibilidade do CAR-T ainda é baixa. Hoje, somente dois países possuem o tratamento, China e Estados Unidos.

O custo é alto, próximo de US$ 400.000 (R$ 2 milhões de reais), mas o tratamento contra o câncer de medula que levou a remissão de 90% dos pacientes em Hadassah é diferente.

“O tratamento é mais sofisticado e avançado do que o oferecido no mundo. A ideia é avançar no desenvolvimento e permitir que o CAR-T seja benéfico e acessível para pacientes com outros tipos de câncer”, disse Polina.

Com informações do The Jerusalem Post

Fonte: Sonoticiaboa