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Por Pra. Daniela Porto

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Nova vacina nasal contra Covid-19 mostra potencial após testes na Alemanha

Imunizante usa forma viva, mas enfraquecida, do coronavírus.

Cientistas na Alemanha dizem que conseguiram produzir uma vacina nasal que pode interromper uma infecção por Covid-19 no nariz e na garganta, onde o vírus se estabelece pela primeira vez no corpo. Em experimentos com hamsters, duas doses da vacina, que é feita com uma forma viva, mas enfraquecida, do coronavírus, impediu que o vírus se copiasse nas vias aéreas superiores dos animais – alcançando a chamada “imunidade esterilizante” e prevenindo a doença.

Embora esta vacina tenha vários outros obstáculos para superar antes de chegar a um consultório médico ou farmácia, outras vacinas nasais já estão em uso ou atingindo o final de ensaios clínicos.

A China e a Índia lançaram vacinas administradas por meio de tecidos nasais no ano passado, embora não esteja claro o quão bem elas estejam funcionando.

Estudos sobre a eficácia dessas vacinas ainda não foram publicados, deixando o mundo se perguntando se essa abordagem de proteção realmente funciona nas pessoas.

Vacinas de próxima geração

Os Estados Unidos chegaram a um impasse com a Covid-19. Mesmo com os dias mais sombrios da pandemia para trás, centenas de americanos ainda morrem diariamente, enquanto a infecção continua presente no retorno à vida normal.

Enquanto o vírus continuar a se espalhar entre pessoas e animais, sempre haverá a possibilidade de ele se transformar em uma versão mais contagiosa ou mais prejudicial de si mesmo.

E embora as infecções por Covid tenham se tornado controláveis para a maioria das pessoas saudáveis, elas ainda podem representar um perigo para grupos vulneráveis, como idosos e imunocomprometidos.

Os pesquisadores esperam que as vacinas de próxima geração, que visam desligar o vírus antes que ele tenha a chance de nos deixar doentes e, finalmente, impedir a propagação da infecção, possam fazer com que essa infecção respiratória não seja uma ameaça.

Uma maneira pela qual os cientistas estão tentando fazer isso é aumentando a imunidade da mucosa, reforçando as defesas imunológicas nos tecidos que revestem as vias aéreas superiores, exatamente onde o vírus chegaria e começaria a infectar nossas células.

É um pouco como colocar bombeiros sob o alarme de fumaça em sua casa, diz o autor do estudo Emanuel Wyler, cientista do Centro Max Delbruck de Medicina Molecular da Associação Helmholtz em Berlim.

A imunidade criada pelas injeções funciona em todo o corpo, mas reside principalmente no sangue. Isso significa que pode levar mais tempo para fornecer uma resposta.

“Se eles já estiverem no local, podem eliminar o fogo imediatamente, mas se estiverem a cerca de três quilômetros de distância, primeiro precisam dirigir até lá e, nesse momento, um terço da casa já está em chamas”, relacionou Wyler em entrevista à CNN.

As vacinas que atuam nas mucosas também são melhores para preparar um tipo diferente de resposta do que as injeções. Elas funcionam melhor ao convocar anticorpos IgA, que têm quatro “braços” para agarrar os invasores, em vez de apenas os dois “braços” que os anticorpos IgG em forma de “y” têm.

Alguns cientistas compreendem que os anticorpos IgA podem ser menos “exigentes” quanto aos seus alvos do que os anticorpos IgG, o que os torna melhor preparados para lidar com novas variantes.

Essa vacina nasal em questão adota uma nova abordagem para uma ideia muito antiga: enfraquecer um vírus para que ele não seja mais uma ameaça e depois administrá-lo às pessoas para que seu sistema imunológico aprenda a reconhecê-lo e combatê-lo.

As primeiras vacinas com essa abordagem datam da década de 1870, contra antraz e raiva. Naquela época, os cientistas enfraqueceram os agentes que estavam usando com calor e produtos químicos.

Os pesquisadores manipularam o material genético do vírus para dificultar a tradução das células. Essa técnica, chamada de desotimização de pares de códons, faz com que o vírus possa ser identificado pelo sistema imunológico sem deixar o corpo doente.

“Você pode imaginar ler um texto… e cada letra é uma fonte diferente, ou cada letra tem um tamanho diferente, então o texto é muito mais difícil de ler. E isso é basicamente o que fazemos na desotimização de pares de códons”, explicou Wyler em entrevista à CNN.

Resultados promissores em estudos com animais

Nos estudos com hamsters, publicados nesta segunda-feira (3) na revista Nature Microbiology, duas doses da vacina nasal que usa a forma viva, mas enfraquecida, do vírus criaram uma resposta imune muito mais forte do que duas doses de uma vacina baseada em mRNA ou uma que usa um adenovírus para transportar instruções da vacina nas células.

Os pesquisadores acham que a vacina “viva”, mas enfraquecida, provavelmente funcionou melhor porque imita de perto o processo de uma infecção natural.

A vacina nasal também apresenta o coronavírus completo para o corpo, não apenas suas proteínas spike, como fazem as vacinas atuais contra a Covid-19, de modo que os hamsters foram capazes de fabricar “armas imunológicas” contra uma gama mais ampla de alvos.

Por mais promissor que tudo isso pareça, os especialistas em vacinas ressaltam que é necessário cautela. Esse imunizante ainda precisa passar por mais testes antes de estar pronto para uso, mas eles pontuam que os resultados até agora parecem encorajadores.

“Eles fizeram um trabalho muito legal. Esta é obviamente uma equipe competente e atenciosa que fez este trabalho e impressionante no escopo do que fez. Agora só precisa ser repetido”, talvez em primatas e certamente em humanos antes que possa ser amplamente utilizado, disse o Dr. Greg Poland, que projeta vacinas na Mayo Clinic. Ele não estava envolvido na pesquisa em questão.

O estudo começou em 2021, antes da variante Ômicron existir, então a vacina testada nesses experimentos foi feita com a cepa original do vírus.

Nos experimentos, quando eles infectaram animais com a Ômicron, a vacina nasal “viva”, mas enfraquecida, ainda teve um desempenho melhor do que as outras, mas sua capacidade de neutralizar o vírus foi diminuída. Os pesquisadores acham que ela precisará de uma atualização.

O imunizane também precisa ser testado em humanos, e Wyler diz que eles estão trabalhando nisso. Os cientistas informaram que fizeram parceria com uma empresa suíça chamada RocketVax para iniciar os ensaios clínicos de fase um.

Outras vacinas estão mais adiantadas, mas o progresso tem sido “lento e hesitante”, observou Poland. Os grupos que trabalham com essas vacinas estão lutando para aumentar os altos custos de colocar um novo imunizante no mercado, e estão fazendo isso em um ambiente em que as pessoas pensam que essa disputa foi vencida e concluída.

Na realidade, estamos longe disso, ponderou Poland. Bastaria outra mudança no nível Ômicron na evolução do vírus e poderíamos voltar à estaca zero, sem ferramentas contra o coronavírus.

“Isso é tolice. Deveríamos estar desenvolvendo uma vacina pan-Coronavírus que induza a imunidade da mucosa e que seja de longa duração”, advertiu.

Outros imunizantes em desenvolvimento

Pelo menos quatro vacinas nasais para Covid-19 atingiram o estágio final de teste em pessoas, de acordo com o rastreador de vacinas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

As vacinas nasais já em uso na China e na Índia dependem de adenovírus inofensivos para transportar suas instruções para as células, embora os dados de eficácia para elas não tenham sido publicados.

Dois outros imunizantes nasais estão com os estudos em humanos perto do fim.

Um deles, uma vacina recombinante que pode ser produzida a baixo custo em ovos de galinha, da mesma forma que muitas vacinas contra a gripe, está sendo testada por pesquisadores do Monte Sinai, na cidade de Nova York.

Outra, como a vacina alemã, usa uma versão viva, mas enfraquecida, do vírus. Está sendo desenvolvida por uma empresa chamada Codagenix. Os resultados desses estudos, que foram realizados na América do Sul e na África, podem sair ainda este ano.

A equipe alemã diz que está observando ansiosamente os dados da Codagenix. “Eles serão muito importantes para sabermos onde esse tipo de tentativa é basicamente promissora ou não”, destacou Wyler.

Mas eles têm motivos para se preocupar. As infecções respiratórias provaram ser alvos difíceis para as vacinas inaladas.

A FluMist, que usa uma forma viva, mas enfraquecida do vírus da gripe, funciona razoavelmente bem em crianças, mas não ajuda tanto os adultos. Acredita-se que o motivo seja que os adultos já têm memória imunológica para a gripe e, quando o vírus é injetado no nariz, a vacina aumenta principalmente o que já está lá.

Ainda assim, algumas das vacinas mais potentes, como a contra sarampo, caxumba e rubéola, usam vírus vivos atenuados, por isso é uma abordagem promissora.

Outra consideração é que as vacinas “vivas” não podem ser tomadas por todos. Pessoas com imunidade muito comprometida são frequentemente advertidas contra o uso de vacinas vivas porque mesmo esses vírus muito enfraquecidos podem ser arriscados para eles.

Fonte: CNN BRASIL

Uma em cada seis pessoas no mundo sofre de infertilidade, diz OMS; entenda as causas

Infertilidade é uma condição do sistema reprodutor masculino ou feminino, definida pela incapacidade de se conseguir uma gravidez após 12 meses ou mais de relações sexuais regulares sem preservativos.

Um grande número de pessoas é afetado pela infertilidade durante a vida, de acordo com um novo relatório publicado nesta segunda-feira (3) pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Cerca de 17,5% da população adulta – em torno de 1 em cada 6 pessoas em todo o mundo – sofre de infertilidade, mostrando a necessidade urgente de aumentar o acesso a cuidados de saúde acessíveis e de alta qualidade.

As novas estimativas mostram variação limitada na prevalência de infertilidade entre as regiões. As taxas são comparáveis para países de renda alta, média e baixa, indicando que esse é um grande desafio de saúde globalmente. A prevalência ao longo da vida foi de 17,8% em países de alta renda e 16,5% em países de baixa e média renda.

A infertilidade é uma condição do sistema reprodutor masculino ou feminino, definida pela incapacidade de se conseguir uma gravidez após 12 meses ou mais de relações sexuais regulares sem preservativos. O problema pode causar sofrimento significativo, estigma e dificuldades financeiras, afetando o bem-estar mental e psicossocial das pessoas.

A OMS alerta que apesar da magnitude do problema, as soluções para a prevenção, diagnóstico e tratamento da infertilidade – incluindo tecnologia de reprodução assistida, como fertilização in vitro – permanecem subfinanciadas e inacessíveis para muitos devido aos altos custos, estigma social e disponibilidade limitada.

“O relatório revela uma verdade importante – a infertilidade não discrimina”, disse Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS. “A grande proporção de pessoas afetadas mostra a necessidade de ampliar o acesso aos cuidados de fertilidade e garantir que esse problema não seja mais deixado de lado nas pesquisas e políticas de saúde, de modo que formas seguras, eficazes e acessíveis de alcançar a paternidade estejam disponíveis para aqueles que a procuram”, completa.

Atualmente, na maioria dos países, os tratamentos de fertilidade são em grande parte financiados pelo próprio bolso – muitas vezes resultando em custos financeiros para as famílias.

De acordo com o novo relatório da OMS, as pessoas nos países mais pobres gastam uma proporção maior de sua renda com cuidados de fertilidade em comparação com as pessoas nos países mais ricos. Além disso, custos altos frequentemente impedem as pessoas de acessar tratamentos ou, alternativamente, podem catapultá-las para a pobreza como consequência da procura de assistência na área.

“Milhões de pessoas enfrentam custos catastróficos com a saúde depois de procurar tratamento para a infertilidade, tornando isso um grande problema de equidade e, muitas vezes, uma armadilha de pobreza médica para as pessoas afetadas”, disse Pascale Allotey, diretora de Saúde e Pesquisa Sexual e Reprodutiva da OMS, incluindo o Programa Especial das Nações Unidas de Pesquisa, Desenvolvimento e Treinamento em Pesquisa em Reprodução Humana. “Políticas melhores e financiamento público podem melhorar significativamente o acesso ao tratamento e proteger as famílias mais pobres de cair na pobreza como resultado”.

Embora o novo relatório mostre evidências convincentes da alta prevalência global de infertilidade, ele destaca uma persistente falta de dados em muitos países e algumas regiões. O documento cobra maior disponibilidade de dados nacionais sobre infertilidade desagregados por idade e por causa para ajudar na quantificação do problema, bem como distinguir quem precisa de cuidados de fertilidade e como os riscos podem ser reduzidos.

“Infelizmente, no Brasil os tratamentos de reprodução assistida são caros e não fazem parte do rol da ANS [Agência Nacional de Saúde Suplementar]. Por isso, não são cobertos pela maior parte dos planos de saúde. Infertilidade é uma doença que faz parte inclusive da classificação internacional de doenças, o famoso CID, mas ainda não é tratada como tal no Brasil”, afirma a médica ginecologista Natália Ramos Seixas, da clínica de saúde feminina Oya Care.

O que explica o aumento da infertilidade no mundo

A infertilidade está relacionada a fatores associados à mulher, ao homem ou a uma combinação dos dois. Características hormonais e genéticas, além de questões associadas ao comportamento, como tabagismo, abuso de álcool ou drogas e de anabolizantes contribuem para o desenvolvimento do problema.

No caso das mulheres, diferentes fatores podem influenciar na capacidade de engravidar, como questões associadas ao processo de ovulação, ao útero e sequelas causadas por infecções.

Fatores hormonais, genéticos e infecciosos são algumas das causas da infertilidade masculina. No caso do homem, as principais alterações no organismo que podem dificultar a reprodução podem ser vistas em um exame chamado espermograma, capaz de detectar a quantidade e concentração de espermatozoides, além de características como mobilidade e formato dos gametas.

“Os índices elevados de infertilidade no mundo podem ser explicados por diversos fatores. Um deles é a idade materna avançada, a principal causa de infertilidade no mundo. Atualmente, do ponto de vista reprodutivo, acima de 35 anos já consideramos uma idade materna avançada, uma vez que temos uma diminuição importante da quantidade e da qualidade dos óvulos que não são repostos no decorrer da vida da mulher ou da pessoa com ovário”, explica a médica ginecologista.

“Em seguida, temos também o fator masculino que corresponde a aproximadamente 40% dos casos de infertilidade conjugal. Em relação à tendência de aumento mundial do problema, de fato, podemos dizer que a infertilidade é um problema que tende a aumentar cada vez mais”, completa a especialista.

A consulta regular ao ginecologista é recomendada como parte do acompanhamento da saúde da mulher desde o início da adolescência. Além da avaliação hormonal e da saúde feminina como um todo, são comuns orientações sobre prevenção a infecções sexualmente transmissíveis e métodos contraceptivos.

“Hábitos de vida como sedentarismo, tabagismo, uso de álcool e drogas, aumento dos índices de sobrepeso e de obesidade, todos colaboram para o aumento de números de infertilidade não só no Brasil, mas em todo o mundo”, destaca Natália.

A melhor forma de prevenção da infertilidade é através de um aconselhamento médico individual das pessoas, afirma a médica.

“Durante o aconselhamento sobre a vida reprodutiva, a pessoa vai ser orientada sobre os seus riscos individuais baseada em sua reserva ovariana no caso das mulheres, doenças prévias e hábitos de vida. Além disso, hoje contamos com diversos exames complementares que podem nos auxiliar no diagnóstico precoce de fatores de risco para a infertilidade. Aqui, eu destaco os exames para avaliação da reserva ovariana, o ‘estoque de óvulos’ das mulheres, como a dosagem do hormônio antimülleriano e o ultrassom transvaginal com a contagem de folículos antrais”, explica.

Avanços contribuem para ajudar a engravidar

Pessoas com dificuldade para engravidar podem se beneficiar de métodos avançados da medicina no campo da reprodução.

Uma delas é o coito programado, que consiste no controle da ovulação da mulher e orientação para as relações sexuais no período de maior probabilidade de gravidez.

“O coito programado pode ser feito em um ciclo natural, em que a mulher não usa medicação nenhuma ou em um ciclo com medicação para aumentar a ovulação. A vantagem de se fazer o coito programado com indução de ovulação é que as chances de engravidar aumentam, mas também aumentam os riscos de gestação múltipla”, afirma a médica ginecologista Silvana Chedid Grieco, do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

A fertilização in vitro, criada há 45 anos, ainda é uma ferramenta disponível para quem apresenta uma dificuldade maior de gravidez natural.

“A amostra de esperma é preparada em laboratório e o médico, com uma pequena sonda, coloca o esperma dentro do útero da mulher, através do colo do útero. Os espermatozoides ‘nadam’ dentro do útero e vão até as trompas, onde vão encontrar os óvulos que foram produzidos e serão fertilizados”, explica.

A médica ginecologista da Oya Care afirma que o congelamento de óvulos é um método seguro e eficaz e deixou de ser considerado experimental.

“Os estudos trazem de evidência científica que por dez anos esses óvulos se mantêm saudáveis mas, na prática, eles se mantêm saudáveis ‘ad aeternum’. Congelamento é uma técnica antiga, usada no início. Hoje, chamamos de vitrificação de óvulos, um congelamento rápido. Os estudos vão sair ao longo das próximas décadas, mas com a prática clínica estamos percebendo que esses óvulos não envelhecem.

A especialista explica que o procedimento permite a postergação da maternidade e previne a reduzir os riscos de doenças genéticas.

“No caso de uma mulher que congelou com 35 anos e pretende engravidar aos 45 anos, os óvulos dela vão ter o potencial de quando eles foram congelados, o que diminui os riscos de malformações e de doenças cromossômicas”, diz.

Sobre o relatório

O relatório da OMS fornece informações sobre a prevalência global e regional de infertilidade a partir da análise de todos os estudos relevantes de 1990 a 2021, levando em consideração diferentes abordagens de estimativa.

A busca identificou 12.241 registros de estudos potencialmente relevantes em todo o mundo. A triagem desses registros levou à seleção de 133 estudos que foram incluídos na análise do relatório.

A partir deles, pontos de dados relevantes foram usados para gerar estimativas agrupadas, para a prevalência de infertilidade ao longo da vida e do período.

Fonte: CNN BRASIL

Nasa anuncia astronautas da missão Artemis II; veja a lista

Nomes foram revelados pela agência espacial norte-americana nesta segunda-feira (3).

Astronautas foram escolhidos pela Nasa para completar uma missão que definirá uma geração na órbita da lua, levando os humanos a uma profundidade maior no sistema solar do que foi alcançado em cinco décadas.

Os nomes foram revelados pela agência espacial norte-americana nesta segunda-feira (3). A lista inclui os astronautas: Christina Koch, Jeremy Hansen, Victor Glover e Reid Wiseman.

Christina Koch, 44, é uma veterana de seis caminhadas espaciais. Ela detém o recorde de voo espacial mais longo de uma mulher, com um total de 328 dias no espaço. Christina também é uma engenheira elétrica que ajudou a desenvolver instrumentos científicos para várias missões da Nasa. Ela também passou um ano no Polo Sul, uma estada árdua que pode muito bem prepará-la para a intensidade de uma missão lunar.

Jeremy Hansen foi selecionado para ser astronauta há quase 14 anos, mas ainda está esperando por sua primeira missão de voo. O piloto de caça de 47 anos se tornou recentemente o primeiro canadense a ser encarregado do treinamento de uma nova classe de astronautas da Nasa.

Victor Glover, um aviador naval de 46 anos que voltou à Terra de seu primeiro voo espacial em 2021, depois de pilotar o segundo voo tripulado da espaçonave Crew Dragon da SpaceX e passar quase seis meses a bordo da Estação Espacial Internacional. O veterano de quatro caminhadas espaciais obteve um mestrado em engenharia enquanto trabalhava como piloto de testes.

Reid Wiseman serviu como Engenheiro de Voo a bordo da Estação Espacial Internacional para a Expedição 41 de maio a novembro de 2014. Durante a missão de 165 dias, Reid e seus companheiros de tripulação completaram mais de 300 experimentos científicos em áreas como fisiologia humana, medicina, ciências físicas e astrofísica.

Programada para ser lançada em 2024, a Artemis II será a primeira missão tripulada do programa a orbitar a lua, voando mais longe no espaço do que qualquer ser humano desde o programa Apollo.

A missão abrirá o caminho para a tripulação do Artemis III caminhar na lua em 2025, tudo a bordo do foguete mais poderoso do mundo e a um preço que chegará a US$ 100 bilhões.

Mais representatividade no espaço

Anteriormente, a Nasa se comprometeu a selecionar uma tripulação com diversidade racial, de gênero e profissional. Esses critérios não têm sido historicamente o caso de missões de alto perfil.

Voltando à era de Gêmeos, os astronautas selecionados para as missões tripuladas inaugurais eram apenas brancos e do sexo masculino, e normalmente vinham de um histórico como piloto de teste militar – um perfil notavelmente caracterizado no livro de 1979 “The Right Stuff” de Tom Wolfe.

Isso aconteceu durante o mais recente voo tripulado inaugural da Nasa, da cápsula Crew Dragon da SpaceX para a Estação Espacial Internacional em 2020, que incluiu os ex-pilotos de teste militares Bob Behnken e Doug Hurley.

O que vem a seguir para Artemis

A missão Artemis II se baseará na Artemis I, uma missão de teste não tripulada que enviou a cápsula Orion da Nasa em uma viagem de 1,4 milhão de milhas para dar uma volta na lua, concluída em dezembro. A agência espacial considerou a missão um sucesso e ainda está trabalhando para revisar todos os dados coletados.

Se tudo correr conforme o planejado, o Artemis II decolará por volta de novembro de 2024. Os membros da tripulação, presos dentro da espaçonave Orion, serão lançados no topo de um foguete do Sistema de Lançamento Espacial desenvolvido pela Nasa do Centro Espacial Kennedy, na Flórida.

Estima-se que a jornada dure cerca de 10 dias e enviará a tripulação para além da lua, potencialmente mais longe do que qualquer ser humano já viajou na história, embora a distância exata ainda não tenha sido determinada.

A “distância exata além da lua dependerá do dia da decolagem e da distância relativa da lua à Terra no momento da missão”, disse a porta-voz da Nasa, Kathryn Hambleton, por e-mail.

Depois de circular a lua, a espaçonave retornará à Terra para um pouso no Oceano Pacífico.

Espera-se que Artemis II abra caminho para a missão Artemis III no final desta década, que a Nasa prometeu colocar a primeira mulher e pessoa não branca na superfície lunar. Também marcará a primeira vez que os humanos pousaram na lua desde que o programa Apollo terminou em 1972.

Espera-se que a missão Artemis III decole ainda nesta década. Mas grande parte da tecnologia que a missão exigirá, incluindo trajes espaciais para caminhar na lua e um módulo lunar para transportar os astronautas até a superfície da lua, ainda está em desenvolvimento.

A Nasa tem como meta uma data de lançamento de 2025 para Artemis III, embora o inspetor-geral da agência espacial já tenha dito que os atrasos provavelmente levarão a missão para 2026 ou mais tarde.

Fonte: CNN BRASIL

‘Lua Cheia Rosa de Páscoa’ poderá ser vista nesta quinta-feira no Brasil

Fenômeno, também chamado de ‘Lua Rosa’, poderá ser visto assim que a Lua aparecer no céu, perto de 1h30 da manhã no horário de Brasília.

Uma “Lua Cheia Rosa” será visível em todo o Brasil na quinta-feira (6), segundo a Nasa, a agência espacial norte-americana.

(CORREÇÃO: o g1 errou ao informar na publicação desta reportagem que a Lua cheia desta quinta será uma superlua, quando a Lua está na menor distância da Terra. A informação foi corrigida às 11h08.)

O nome “rosa” foi dado por povos nativos dos Estados Unidos porque a flor desabrocha nessa época do ano, quando é primavera no Hemisfério Norte. Apesar do nome, a Lua não terá nenhuma mudança de cor.

No calendário cristão, esta é a Lua Pascal, a partir da qual se calcula a data da Páscoa. De acordo com a tradição, o feriado cristão da Páscoa é celebrado no primeiro domingo após a primeira lua cheia da primavera.

Para observar o fenômeno, não é preciso nenhum equipamento especial: só olhar para o céu quando a Lua surgir no horizonte, perto de 01h37 da manhã no horário de Brasília.

Superluas x luas cheias

Uma “superlua” ocorre quando a lua cheia acontece próxima ao perigeu (quando ela está mais próxima da Terra), o que resulta em uma lua cheia ligeiramente maior e mais brilhante do que as demais.

Esse período é chamado de perigeu porque o nosso satélite natural aparece no céu cerca de 14% maior e 30% mais brilhante do que no apogeu (microlua) – quando está mais distante.

Assim, nem toda lua cheia é considerada uma superlua.

Teremos duas superluas em 2023, segundo o calendário astronômico do Observatório do Valongo da UFRJ:

  • Uma em 1º de agosto
  • E outra no dia 30 de agosto (também conhecida como Lua Azul)

Fonte: G1

Venha hoje na Paz e Vida e participe da Reunião da Busca do Espírito Santo!

Você precisa do Deus da bênção muito mais do que das bênçãos propriamente ditas. Um relacionamento com o Deus Pai, Deus Filho e o Deus Espírito Santo, te traz para mais perto do teu Criador.

Por isto, venha hoje na Reunião da Busca do Espírito Santo: as reuniões acontecem às 9, 15 e 19 horas, no Brasil. Em Portugal, o horário é às 9, 15 e 20 horas.

E se você quer saber os nossos endereços, clique aqui.

Uma vida feliz de verdade só é possível com Deus!

Por Pra. Daniela Porto

Quer ter acesso às mensagens e ilustrações do Pastor Juanribe Pagliarin gratuitamente?

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Procure por Juanribe nas melhores plataformas de podcast ouça, compartilhe e faça o download das Ilustrações do Reino de Deus e das Mensagens de Paz e Vida.

Ou você pode acessar por este endereço eletrônico: https://anchor.fm/juanribe-pagliarin

Por Pra. Daniela Porto

Lula poderá indicar ao menos 16 ministros a tribunais superiores e 15 desembargadores

Magistrados se aposentarão compulsoriamente durante o governo; Ricardo Lewandowski e Rosa Weber deixarão o STF este ano.

Durante os quatro anos de governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai poder indicar ao menos 16 ministros a tribunais superiores. Pela regra atual, um magistrado se aposenta de maneira compulsória aos 75 anos.

Além disso, Lula também vai ter o poder de escolher pelo menos 15 desembargadores para atuar em tribunais regionais do país. Neste caso, a aposentadoria compulsória ocorre aos 70 anos.

Hoje, 95 ministros compõem o Supremo Tribunal Federal (STF), o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Superior Tribunal Militar (STM), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

Na Suprema Corte, os ministros Ricardo Lewandowski e Rosa Weber se aposentam em 2023, completando 75 anos. Lewandowski, por exemplo, já antecipou a aposentadoria para 11 de abril, um mês antes do aniversário. Para o posto de Lewandowski, estão em alta os nomes do advogado Cristiano Zanin e do jurista baiano Manoel Almeida Neto.

No STJ, que conta com 33 cadeiras, a ministra Laurita Vaz se aposentará em 21 de outubro de 2023. Depois dela, a aposentadoria da ministra Assusete Magalhães está prevista para ocorrer em 18 de janeiro de 2024. Os ministros Antonio Saldanha Palheiro e Og Fernandes devem se aposentar em abril e em novembro de 2024, respectivamente.

No TSE, deve abrir vagas para os nomes dos ministros Sergio Banhos, Carlos Horbach e Maria Claudia Bucchianeri.

No STM, que é composto por 15 magistrados, o ministro Lúcio Mário de Barros Góes se aposentará em 2024. Já os ministros José Coêlho Ferreira, Odilson Sampaio Benzi e Marco Antônio de Farias poderão deixar a corte militar em 2025.

No TST, com 27 ministros, há uma vaga em aberto do ministro Emmanoel Pereira, da vaga da OAB. Também poderá se aposentar em 2025 o atual vice-presidente, ministro Aloysio Corrêa da Veiga. Dora Maria, atual corregedora, também se aposenta em março de 2026.

Deputado no TCU

Já o TCU conta com nove ministros. Em março, Lula nomeou o deputado federal Jhonatan de Jesus (Republicanos) como ministro do Tribunal. O nome do parlamentar foi aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro, com 239 votos obtidos na Câmara dos Deputados e 72 no Senado. O roraimense assumirá a vaga aberta após a aposentadoria da ministra Ana Arraes.

O ministro Aroldo Cedraz completa 75 anos em 2026 e também deve deixar uma vaga. Mas o posto também é vaga da Câmara dos Deputados.

O que é preciso para ser ministro

A Constituição Federal diz que os ministros do STF, STJ e TSE devem ser brasileiros natos (nascidos no Brasil), com mais de 35 anos e menos de 75 anos. Deve também ter notável saber jurídico e reputação ilibada, ou seja, não pode ter cometido crimes.

Os 11 ministros do STF, por exemplo, devem ser brasileiros natos porque o presidente da corte está na linha de sucessão do presidente da República.

A composição do TSE é formada por sete membros: três são ministros do Supremo, dois são do STJ e dois são advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral escolhidos pelo presidente da República mediante indicação do STF.

O STJ é composto por, no mínimo, 33 ministros nomeados pelo presidente da República, após aprovação do Senado. Os ministros do STJ desempenham funções de correição em vários órgãos do Judiciário.

Também de acordo com a Constituição, um terço dos ministros do STJ deve ser escolhido entre juízes dos tribunais regionais federais, um terço entre os desembargadores dos tribunais de justiça dos estados e um terço, em partes iguais, entre os advogados e integrantes do Ministério Público.

A indicação dos nomes a serem escolhidos é feita pelo Plenário do STJ, em sistema de lista tríplice que apresenta os candidatos de acordo com a ordem decrescente dos votos obtidos em sessão pública do Tribunal.

Fonte: R7

Reservatórios chegam ao fim do período de chuvas com maior nível em 12 anos, diz ONS

Para especialistas, panorama atual é positivo para a operação do sistema e deixa o Operador em uma situação de conforto no período de estiagem

Os reservatórios de usinas hidrelétricas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, que constituem a grande caixa d’água do sistema interligado nacional, devem encerrar a temporada de chuvas com o maior nível de armazenamento em 12 anos.

De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), as represas no subsistema Sudeste/Centro-Oeste vão atingir 85,7% de sua capacidade máxima no dia 30 de de abril, momento em termina oficialmente o período úmido. Novas estimativas do ONS foram divulgadas na sexta-feira (31).

Em 2021, quando o país enfrentou uma grave crise hídrica e precisou ligar praticamente todas as suas usinas térmicas para evitar um racionamento de energia, o volume útil dos reservatórios estava em menos da metade disso no fim de abril. Na mesma época do ano passado, o índice estava em 66,5%.

Com a fartura de chuvas nos últimos meses, algumas hidrelétricas estão com o maior nível de armazenamento da história. O reservatório de Serra da Mesa (GO), que foi inaugurado no rio Tocantins em 1998, nunca esteve tão alto. No sábado (1), ele chegou a 79,3% da capacidade máxima.

Em janeiro, pela primeira vez em mais de uma década, a hidrelétrica de Furnas (MG) abriu suas comportas para controlar o nível de água. A represa está praticamente cheia.

No Nordeste, o quadro dos principais reservatórios é igualmente confortável. A usina de Sobradinho (BA), no rio São Francisco, alcançou quase 95% do volume útil neste fim de semana — bem diferente do que se viu em um passado recente. Em 2015, com a escassez de chuvas, ela ficou perto de entrar no volume morto.

Para especialistas, o panorama atual é positivo para a operação do sistema e deixa o ONS em uma situação de conforto no período de estiagem, que vai de maio a outubro na maior parte do país.

A conjuntura favorável, no entanto, pode mascarar algumas preocupações. Um relatório do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), coordenado pelo economista Adriano Pires, mostra que a capacidade de armazenamento nas hidrelétricas para atender à demanda de energia no sistema interligado diminuiu pela metade desde o começo do século.

Os cálculos do CBIE indicam que em 2001, com todos os reservatórios cheios, as hidrelétricas conseguiriam suprir o abastecimento do país por exatos 7,0 meses. Hoje, com as represas plenas de água, o armazenamento é suficiente para gerar energia aos consumidores nacionais por apenas 3,6 meses.

Nas últimas duas décadas, as maiores hidrelétricas que saíram do papel foram construídas sem grandes reservatórios, por restrições ambientais. Elas são chamadas de usinas a fio d’água, por aproveitarem a alta vazão dos rios nos períodos de chuvas, mas sem a capacidade de armazenar volumes significativos durante a estiagem. É o caso dos projetos de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira (RO), e de Belo Monte, no rio Xingu (PA).

De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estatal de planejamento vinculada ao Ministério de Minas e Energia, 80 de cada 100 megawatts (MW) em nova capacidade de geração contratada nos próximos dez anos virão de fonte eólica ou solar.

Para o CBIE, tudo isso tem tornado o sistema elétrico brasileiro “altamente dependente de variáveis climáticas exógenas como hidrologia, velocidade dos ventos e níveis de irradiação solar”.

Adriano Pires defende a ideia de que, para reduzir a dependência de fontes renováveis e intermitentes, o Brasil precisa apostar mais fortemente em usinas térmicas — preferencialmente a gás natural, o menos poluente dos combustíveis fósseis. Na avaliação dele, isso garantirá confiabilidade e segurança ao sistema.

Fonte: CNN BRASIL