Saiba agora se você está no último lote de restituição do IR 2022

Quinta rodada de pagamentos vai contemplar 1,2 milhão de contribuintes na sexta-feira da semana que vem; quem não apareceu em nenhum dos lotes caiu na malha fina.

Nesta sexta-feira (23), a Receita Federal liberou a consulta ao quinto e último lote de restituição do Imposto de Renda 2022. De acordo com o Fisco, 1,2 milhão de contribuintes serão contemplados com um total de R$ 1,9 bilhão nessa rodada de pagamentos.

DESCUBRA SE VOCÊ ESTÁ NO 3º LOTE DE RESTITUIÇÃO DO IR

O desembolso aos contemplados será depositado na próxima sexta-feira, dia 30 de setembro, diretamente na conta bancária informada no fim da declaração, com um acréscimo da taxa Selic em relação ao valor indicado no momento da entrega do documento.

Do total de beneficiados presentes no lote, aparecem 41.693 contribuintes idosos com mais de 60 anos, 4.247 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 15.378 cuja maior fonte de renda é o magistério. Os demais contemplados não pertencem a nenhum grupo prioritário.

Quem enviou a declaração e não teve a restituição liberada em nenhum dos cinco lotes de restituição caiu na malha final e terá que acertar as contas com o Leão. De acordo com o Fisco, mais de 1 milhão de declarações estão retidas, o que representa 2,7% do total de 38,2 milhões de documentos entregues entre março e setembro deste ano.

Não está no último lote do IR 2022? Veja como sair da malha fina

Para tirar a declaração da malha fina, o contribuinte precisa arrumar as pendências que resultaram na retenção do documento. Após corrigir os erros, a declaração é processada e a restituição pode ser liberada.

Consulta

Além da conferência na página da Receita na internet, os contribuintes podem saber se estão no segundo lote de restituição acessando o aplicativo do Fisco, disponível para os sistemas Android e iOS.

Nos sistemas, o contribuinte descobre se a sua restituição foi liberada, se ainda está sendo processada ou se existem pendências. Nesse caso, as correções podem ser feitas por meio de uma declaração retificadora.

O pagamento da restituição é realizado diretamente na conta bancária informada na declaração. Após ser depositado, o dinheiro ficará disponível no banco durante o período de um ano. Se o contribuinte não fizer o saque no prazo, deverá solicitar o montante por meio do formulário eletrônico — Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no eCAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor a ser restituído não apareça na conta bancária, o contribuinte poderá comparecer a qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento, pelos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Fonte: R7

Gás de cozinha fica 6% mais barato para distribuidoras a partir desta sexta

Petrobras aplica segunda queda no preço em pouco mais de dez dias.

Começa a valer nesta sexta-feira (23) uma nova queda no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, anunciada pela Petrobras às distribuidoras. O valor passará de R$ 4,0265/kg para R$ 3,7842/kg, uma redução de 6%. Com isso, a parcela da estatal no botijão de 13 quilos será de R$ 49,19, caindo R$ 3,15.

A Associação Brasileira das Entidades de Classe das Revendas de GPL (Abragás) afirmou que “se as distribuidoras repassarem integralmente esse valor para as revendas, poderá sim haver uma leve redução para os consumidores.”

Já o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de GLP (Sindigás) divulgou, em nota, que “os preços do GLP são livres em todos os elos da cadeia e suscetíveis às variações do mercado. As distribuidoras associadas não reportam ao Sindigás qualquer aumento ou baixa de preço e não há como fazer uma previsão ao consumidor.”

Essa é a segunda redução no preço anunciada pela Petrobras em pouco mais de dez dias. No dia 12 deste mês de setembro, o valor às distribuidoras caiu R$ 0,20, somando R$ 2,60 para o botijão de 13 quilos. Segundo a empresa, as mudanças acompanham a evolução do mercado internacional.

Apesar do último reajuste, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) não observou redução ao consumidor no levantamento realizado nacionalmente. Pelo contrário, o preço médio no Brasil subiu de R$ 111,91, entre os dias 4 e 10 de setembro, para R$ 113,25,entre 11 e 17 deste mês, de acordo com a Agência.

Segundo a Abragás, no momento da redução divulgada no dia 12, as revendas recebiam um aumento de até R$ 4,35 no botijão por conta de correções nos salários dos trabalhadores do setor.

“As revendas são o último elo da cadeia e esperam receber essa redução integral para poder efetuar o repasse possível aos consumidores, considerando sempre os custos operacionais incluído também a reposição salarial”, coloca a entidade.

Em agosto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística registrou uma deflação de 0,09% no gás de cozinha, que acumula uma alta de 18,42% em 12 meses.

Fonte: CNN BRASIL       

Depressão infantil: entenda os sinais e os fatores de risco para o distúrbio

Neste Setembro Amarelo, especialista adverte que 75% dos adultos diagnosticados com transtornos mentais tiveram o início da doença durante a infância.

Neste Setembro Amarelo, é fundamental falar sobre a depressão infantil, quadro clínico cada vez mais comum em todo o mundo. Assim como os adultos, as crianças enfrentam adversidades e carecem de ajuda profissional, familiar e solidária.

De acordo com uma estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) e da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), em todo o mundo, mais de 300 milhões de pessoas, de todas as idades, sofrem com a depressão.

Em setembro de 2021, segundo um estudo realizado pela FMUSP (Faculdade de Medicina da USP), apenas no Brasil 36% dos jovens apresentaram sintomas de depressão e ansiedade. O levantamento foi realizado online com cerca de 6.000 voluntários na faixa etária de 5 a 17 anos.

Diante disso, atentar-se aos primeiros sinais do transtorno é uma atitude necessária. De acordo com o psicólogo especialista em saúde mental infanto-juvenil Miguel Bunge, o tratamento precoce faz grande diferença para o desenvolvimento da criança.

“Sabemos que em 75% dos adultos que têm transtornos mentais, seja depressão, seja ansiedade, esse transtorno se iniciou durante o período da infância e não foi tratado, por isso é importante cuidar”, alerta Bunge.

O psicólogo adverte que a depressão se manifesta de forma diferente em criança, quando comparada à do adulto.

“Na depressão infantil, percebemos muitos sinais de irritabilidade e choro excessivo, que são traços menos aparentes no adulto. Há também alterações de autocuidado — a criança passa a não querer tomar banho, não querer escovar os dentes —, além da culpa excessiva e da falta de esperança, por exemplo”, explica Bunge.

E acrescenta: “Podem existir comportamentos de automutilação, como pegar objetos cortantes e se machucar, alterações de alimentação e no sono, isolamento social — ela começa a querer ficar mais sozinha, não sair, não ver pessoas — e queda do rendimento escolar”.

Nem toda criança que apresenta algum desses comportamentos receberá o diagnóstico de depressão, mas aquela que fica irritada com frequência, chora excessivamente e demonstra uma mudança de padrão de comportamento acende um alerta e merece uma investigação mais a fundo.

Fatores de risco

Segundo Miguel, há motivos preexistentes que podem influenciar um quadro de depressão em crianças. Entre eles, estão: histórico de suicídio de algum familiar, bullyng e, consequentemente, o cyberbullying – violência praticada na internet.

“Situações de violência doméstica também estão incluídas. Pais que são muito agressivos, não só fisicamente, mas também verbalmente, que colocam aquela criança para baixo, minam a autoestima dela, aumentam o risco da depressão e, consequentemente, o suicídio daquela criança”, informa Bunge.

O tratamento mais eficiente para o transtorno é a combinação da psicoterapia e dos medicamentos, especialmente nos casos moderados e graves. A principal vertente da psicoterapia é a ativação comportamental.

O psicólogo explica que o objetivo da ativação é fazer a criança voltar a praticar as ocupações que lhe davam prazer antes da doença, como a realização de atividade física e até tarefas para regular o sono.

Para quadros leves de depressão, a atividade física, por si só, muitas vezes regulariza a situação da criança. Além das definições de gravidade, a interação social é fundamental, pois as crianças que contam com um bom convívio social e se sentem pertencentes a um grupo têm menos risco de desenvolver a doença.

Papel dos pais

Os pais, a escola e os familiares desempenham uma função importante na recuperação da criança.

“A primeira coisa que os pais precisam fazer é escutar os filhos, ter um diálogo aberto, um diálogo que a gente chama de não punitivo. Por exemplo, quando eles falam: ‘Ah, estou triste’, os pais não devem dizer: ‘Triste não, que frescura é essa?’”, diz Bunge.

Esse tipo de diálogo não diminui as expectativas nem os sentimentos da criança, respeita os seus pensamentos, apoia as suas crenças e a deixa o mais confortável possível.

A ajuda profissional também é essencial, pois a depressão afeta a capacidade cognitiva da criança e compromete o seu desempenho pedagógico. Sendo assim, o diagnóstico precoce pode auxiliar na recuperação dessa capacidade.

No entanto, Miguel lamenta a existência de “um bom número de psiquiatras e psicólogos para adultos, mas uma carência enorme de profissionais voltados para a saúde mental da criança e do adolescente”. As opções mais viáveis e especializadas para essa faixa etária são os psicólogos e neurologistas infantis e os pediatras.

Vale ressaltar que o CVV (Centro de Valorização da Vida) também disponibiliza atendimento voluntário gratuito por telefone, email e chat 24 horas por dia, para pessoas que precisam conversar, com total sigilo. Em caso de emergência, ligue 188!

Fonte: R7

Entenda por que o arroz com feijão é melhor do que dietas famosas, inclusive para emagrecer

Especialista explica que a dupla, presente nos pratos brasileiros desde a infância, dá saciedade e energias necessárias para as atividades diárias.

Atualmente, existem diversas opções de dieta: do mediterrâneo, dash, mind, cetogênica, entre outras. Porém, em meio a tantas opções, qual é a mais indicada para o brasileiro? A resposta é simples e direta: arroz e feijão.

O bom e velho arroz com feijão, por mais comum que pareça, fornece toda a base alimentar de que um indivíduo precisa, como explica Vanderli Marchiori, membro da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição.

“Quando a gente faz a combinação do arroz e do feijão, um pouco mais de feijão do que arroz, nós temos uma quantidade de carboidrato e proteína bastante equilibrada e que serve como base da alimentação”, explica.

O arroz, por si só, tem pouca proteína, portanto não vai gerar saciedade suficiente e a pessoa vai sentir fome rapidamente. Já o feijão, quando consumido isoladamente, vai dar saciedade, mas haverá falta de carboidrato para ajustar na necessidade calórica do dia.

Levando em consideração os macronutrientes essenciais, como lipídios, gordura, proteína e carboidrato, o arroz e o feijão são opções nutritivas.

A quantidade adequada para cada pessoa vai depender de alguns fatores, como sexo, altura e idade. Pessoas mais jovens, por exemplo, consomem mais energia, portanto precisam de uma porção maior da dupla.

“Para uma mulher brasileira média de 30 anos e 1,60 m, seria próximo de três colheres de sopa de arroz com uma concha grande de feijão”, conta a nutricionista.

Se considerarmos o padrão genérico, segundo Vanderli, o correto é uma parte de arroz para duas de feijão; por exemplo, duas colheres de sopa de arroz e quatro colheres de sopa de feijão.

Guia Alimentar  Como Ter uma Alimentação Saudável, do Ministério da Saúde, também recomenda que os brasileiros comam feijão com arroz todos os dias, ou, pelo menos, cinco vezes por semana.

O documento explica que “esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde”. Entre as recomendações estão a variação do tipo de feijão (preto, carioquinha, verde e branco, por exemplo) e da forma de preparo.

Porém, mesmo que a dupla forneça o que o corpo precisa, para ela se tornar de fato completa, de acordo com a nutricionista, “vai precisar sempre de vegetais para fazer a composição extra de vitaminas e minerais”.

Para atingir o padrão ouro, o arroz e feijão podem ser complementados com ovo — cozido, pochê ou omelete com pouca gordura — e uma boa salada com os vegetais que estiverem disponíveis.

“Podemos fazer com repolho, por exemplo, que rende bastante, ou com cenoura ralada. Mas, se for uma pessoa que já pode comer uma salada mais variada, podemos fazer a rotação entre alface, rúcula, espinafre, tomate, cenoura, entre outros”, recomenda Vanderli.

A profissional diz que a refeição mais completa é o “arroz mais o feijão, com 100 gramas de peixe ou frango, ou dois ovos, e uma generosa porção de salada crua com cores variadas”.

Os vegetais são extremamente importantes, pois são responsáveis pelo ajuste fino do metabolismo — regulagem de cada célula. A falta deles pode causar cansaço, queda de cabelos e unhas fracas, por exemplo.

O prato também pode ser combinado com um suco de maracujá ou limão e água, um elemento indispensável em qualquer dieta.

Emagrecimento

O arroz e feijão não são apenas uma opção equilibrada e nutritiva; também podem ser utilizados como estratégia de emagrecimento.

“O valor calórico do arroz e feijão, quando combinados, é bastante adequado para uma refeição maior, como o almoço ou jantar, e é rico em fibras, porque o feijão tem bastante fibra”, informa a especialista.

Vanderli ainda observa que “o brasileiro começou a ganhar peso a partir do momento em que ele tirou o arroz e feijão do prato. Os índices de aumento de obesidade são ligados à pesquisa de orçamento familiar, que mostra um consumo menor de feijão e de arroz pela população”.

Um estudo do British Journal of Nutrition, publicado neste ano, também avaliou, a partir de uma revisão sistemática, o que pode ter motivado o aumento das taxas globais de excesso de peso no público infantil.

Os pesquisadores descobriram que o crescimento ocorreu “devido às intensas práticas de propaganda, preço baixo de alimentos de alta densidade calórica e aumento do poder de consumo — crianças e adolescentes possuem acesso imediato a alimentos ultraprocessados em lancherias e fast-foods próximos à sua casa e escola”.

Os resultados demonstram que todas as faixas etárias podem estar, cada vez mais, retirando o arroz e feijão do prato.

* Estagiária do R7 sob supervisão de Carla Canteras

Fonte: R7

Os 7 Montes de Deus: Monte Sião

Continua hoje, em todas as unidades de Paz e Vida, a Campanha de Oração: Os 7 Montes de Deus.

Hoje, você vai aprender sobre o Monte Sião e o que ele tem te ensinar. Ao comparecer, você vai preencher o seu pedido de oração com fé e os pastores da Paz e Vida vão orar por você no monte.

Venha hoje:

Horário: às 9, 15 e 19h nas nossas Igrejas no Brasil e em Portugal, às 9h, 15h e 20h!

Acesse: pazevida.org.br/enderecos e veja onde tem uma Paz e Vida pertinho de você!

Seu pedido de oração respondido está aqui na Paz e Vida!

Por Pra. Daniela Porto

Bianca Pagliarin e Julia Vitória hoje na Quinta da Visão!

O diabo está apenas buscando uma brecha para roubar a sua salvação.

E essa brecha pode ser algo que você nem se dá conta, pois já é algo tão corriqueiro para você, que já se tornou parte da sua “personalidade”.

O mau humor, a raiva, a tristeza, a melancolia, a reclamação…todas essas são brechas pelas quais o diabo rouba a sua alegria, rouba de você a força, a esperança e a fé, até enfim roubar a sua salvação.

Todos essas emoções são possíveis de serem controladas, mas você precisa estar atento, precisa conhecer as ferramentas que a Palavra de Deus te oferece para combater esses vícios emocionais.

Quer aprender a viver a personalidade que Deus criou para você, livre dessas distrações que o mundo lhe impõe para que você se desvie do propósito de Deus para você?

Então, compareça à Quinta da Visão, a reunião na qual Bianca Pagliarin, guiada pelo Espírito Santo, vai lhe ensinar a viver uma vida abundante em milagres, em bênçãos e sucessos diários. E o louvor desta quinta, fica por conta da adoradora Julia Vitória.

Se você quiser aprender a viver essa vida abundante, compareça HOJE, às 19 hs, na Avenida Cruzeiro do Sul, 1965, ao lado do metrô Tietê, com amplo estacionamento gratuito e departamento infantil.

Esperamos por você!

Venha se encher do poder do Espírito Santo!

O apóstolo Paulo admoestou seu pupilo, Timóteo, afirmando o seguinte: “Por este motivo, te lembro que despertes o dom de Deus, que existe em ti pela imposição das minhas mãos” (II Tm 1.6).

Esta palavra é válida para o dia de hoje: o dom que Deus te deu como graça e presente para você usar na obra Dele pode adormecer. Por isso você precisa estar sempre sendo alimentado e cheio da Palavra de Deus. Seu dom, sua fogueira, precisa continuar acesa. E a brasa só continua acesa junto do braseiro, ou seja, junto do rebanho de Deus em sua casa, a Paz e Vida.

Venha em uma de nossas unidades hoje e seja alimentado com as coisas do Alto:

Horário das nossas reuniões: às 9, 15 e 19h nas nossas unidades de Paz e Vida no Brasil e em Portugal, às 9h, 15h e 20h!

Acesse: pazevida.org.br/enderecos e veja onde tem uma Paz e Vida pertinho de você!

Compareça para receber o alimento que vem de Deus!

Por Pra. Daniela Porto

OS SETE MONTES DE DEUS

“Mas a terra que passais a possuir é terra de montes e vales” (Dt 11:11).
“Assim como estão os montes à roda de Jerusalém, assim o Senhor está em volta
de seu povo desde agora e para sempre” (Sl 125:2).

Geograficamente, monte é a elevação de terreno num nível mais alto que uma colina, porém, mais baixo que uma montanha, no extremo norte, onde os gregos se congregavam (Is 14:13), e diziam no coração: “Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus e exaltarei o meu trono, e no Monte da Congregação me assentarei, ao lado do Norte” (Is 14:13). Isaías conhecia esse mito babilônico quando escreveu sua profecia contra os perversos da Babilônia. Vários desses montes serviram de pano de fundo para a história bíblica. Por essa razão, é necessário conhecer os principais montes mencionados na Bíblia, para entender a geografia e o contexto histórico das histórias bíblicas.

Então vejamos os montes principais:

1) Monte das Oliveiras: Cadeia de colinas que se estende no sentido norte-sul a leste de Jerusalém, e que foi o cenário da traição de Jesus na noite anterior à sua crucificação. É um Monte levemente arredondado que se ergue até uma altitude de cerca de 830 metros e proporciona uma vista panorâmica do Templo.

2) Monte Sião: tem grande significado bíblico. Originalmente refere-se à área sudoeste de Jerusalém. Mas posteriormente passou a ser usado para designar toda Jerusalém. A Bíblia fala do “monte Sião”, da “fortaleza de Sião”, das “portas de Sião”, e das “filhas de Sião”. O monte Sião originalmente designava um monte fortificado localizado no sudeste de Jerusalém. Tratava-se de uma fortaleza jebusita na extremidade da montanha que foi tomada pelo rei Davi. Além disso, o Monte Sião é também citado várias vezes de forma simbólica. O rei Davi conquistou a fortaleza de Sião; e esta passou a ser a Cidade de Davi (II Samuel 5:7).

3) Monte Gerizim: onde houve o encontro de Jesus com a mulher samaritana junto ao poço de Jacó. É também conhecido como o Monte da Bênção: “E será que, havendo-te o Senhor teu Deus introduzido na terra a que vais para possuí-la, então pronunciarás a bênção sobre o monte Gerizim e a maldição sobre o monte Ebal” (Dt 11:29).

4) Monte Moriá: onde o Templo foi edificado. Foi a esse monte que Abraão levou Isaque para ser sacrificado e esse monte era conhecido como o monte do Deus proverá, porque Isaque perguntou ao pai Abraão onde estava o sacrifício que iria ser feito a Deus.

5)  Monte Carmelo: onde mediante oração de Elias o fogo desceu do céu e consumiu o holocausto que o profeta Elias preparou e assim derrotou os profetas de Baal e Aserá (1Rs 18:19).

6) Monte Sinai: “e falou Deus a Moisés no deserto do Sinai: “conta os filhos de Levi, segundo a casa de seus pais, pelas suas gerações, contarás a todo o varão da idade de um mês para cima” (Nm 3:13-15).

7) Monte Ararate: (com 5.165m de altura), onde a Arca de Noé repousou após baixar o seu nível de água do dilúvio (Gn 8:4). Esse monte possui dois cumes, e o maior supera cinco mil metros de altitude.

 Por Valdely Cardoso Brito

 

 

Funeral da rainha Elizabeth 2ª chega ao fim em Londres com silêncio nacional de dois minutos

Após a cerimônia, cortejo fúnebre irá levar o caixão da monarca para o Wellington Arch, no centro de Londres.

O funeral da rainha Elizabeth 2ª terminou com um silêncio nacional de dois minutos, por volta das 11h55 no horário local (7h55 em Brasília), na Abadia de Westminster, em Londres, nesta-seguna-feira (19).

O hino nacional britânico foi executado durante a cerimônia já com a alteração da letra, agora “Deus Salve o Rei”. O rei Charles 3º foi visto chorando durante este momento.

O cortejo com o caixão da rainha Elizabeth 2ª deixou o Palácio de Westminster, pontualmente às 6h44, em direção a Abadia de Westminster, onde chegou às 6h52. A carruagem da Marinha Real partiu em uma procissão curta acompanhada por 142 militares. Próximos acontecimentos

Após o funeral, um cortejo a pé irá levar o caixão da rainha para o Wellington Arch, no Hyde Park, parque no centro de Londres, onde será transferido para um carro funerário e seguirá para o Palácio de Windsor.

Ao chegar ao local, o caixão será levado para a Capela de São Jorge ao longo da grande avenida que atravessa os terrenos do castelo, onde será realizado um serviço religioso com 800 convidados, incluindo funcionários da falecida rainha.

Lá, a coroa, orbe e cetro serão removidos do caixão e colocados no altar. O oficial de mais alto escalão da casa real, o Lorde Chamberlain, irá tirar sua “regra de comando” e a colocará sobre o caixão, simbolizando o fim do reinado de Elizabeth 2ª.

Mais tarde, em uma última cerimónia privada, reservada aos familiares mais próximos, a rainha será enterrada no que é conhecido como o “Memorial Jorge 6º”. Os restos mortais de seu marido, o príncipe Philip, serão enterrados ao lado dela, removendo-os da cripta real, onde estão desde sua morte em abril de 2021, com quase 100 anos.

Fonte: R7

Inflação do Brasil é inferior à de países desenvolvidos, incluindo europeus; entenda

Condução do Banco Central e queda de petróleo e impostos geraram diferença, segundo especialistas.

Após dois meses consecutivos de queda, a inflação do Brasil é agora inferior às de alguns países desenvolvidos, incluindo os membros da zona do euro e o Reino Unido. Além disso, se aproximou do índice dos Estados Unidos.

O movimento ocorre em meio à deflação no Brasil, enquanto a Europa continua enfrentando os preços em alta e os Estados Unidos começam a ver sinais de queda de inflação, mas ainda lenta, indicando que o pico de preços já foi superado.

Ao CNN Brasil Business, especialistas afirmam que essa diferença no comportamento da inflação nesses países se deve a uma série de fatores. Considerando o Brasil, citam a condução do ciclo de alta de juros pelo Banco Central, queda no preço do petróleo e cortes de impostos.

Diferenças em 2022

Stephan Kautz, economista-chefe da EQI, vê uma melhora na situação inflacionária brasileira em relação aos Estados Unidos e à Europa. O continente, avalia, enfrenta atualmente um cenário oposto, de aceleração da inflação.

O quadro brasileiro seria inclusive mais positivo que o de outros vizinhos latino americanos, como a Argentina, o Chile e o México, que também veem suas inflações subirem.

Já na comparação com os Estados Unidos, “a melhora não é tão significativa. Lá, a inflação de núcleo e número cheio pelo IPC deram uma parada, o que dá melhora na margem”, explica.

O economista ainda vê um alívio da inflação brasileira concentrada em alguns grupos, como de bens duráveis e, especialmente, de combustíveis, barateados pelo novo teto de cobrança do ICMS e pela queda no preço do petróleo, permitindo reajustes pela Petrobras.

Kautz destaca que, desde julho, a inflação brasileira recuou cerca de dois pontos percentuais, enquanto a europeia avançou mais de quatro. Além da diferença nos números, há também dinâmicas inflacionárias diferentes.

“Pegando núcleo [que exclui itens como alimentos e energia], a comparação fica difícil. O nosso está em 10,4%, a deles está em 4,3%, mesmo acelerando está abaixo da nossa”, observa.

O dado, afirma o economista, mostra como a maior parte da inflação na Europa ainda está concentrada nos combustíveis e na energia, mais especificamente o gás natural, cujo preço disparou com a guerra na Ucrânia.

Diferente dos Estados Unidos, não ocorreram aumentos salariais significativos a ponto de aumentar a demanda e fazer os preços subirem. Esse quadro, porém, deve mudar quando forem negociados reajustes no fim do ano, o que indica que a inflação europeia ainda deve subir nos próximos meses.

Mesmo entre os países europeus, a dinâmica inflacionária tem sido diferente. A inflação do Reino Unido, por exemplo, é maior que a da zona do euro.

Kautz atribui o número a uma “matriz de consumo doméstico muito focada no gás, não russo, produzido internamente, mas negociado internacionalmente. Teve alta de preço forte, e subiu preço interno também”.

Ele avalia que, com a mudança de governo, pode ocorrer uma mudança no teto de reajuste de preço permitido, além de subsídios às famílias, o que abriria margem para uma queda rápida da inflação.

Esse quadro também simboliza o que Kautz afirma terem sido intervenções na Europa para aliviar os efeitos dos preços maiores de energia. No caso brasileiro, ele diz que a única intervenção feita foi na gasolina, e em quantidade menor que na Europa.

“Ter menos intervenções é bom, porque deixa a economia se ajustar, na medida que o preço sobe, consome menos. Importante que o sistema de preços esteja funcionando, ativo”, opina.

Alexandre Espírito Santo, economista-chefe da Órama, avalia que o Brasil tem tido “várias semanas de queda expressiva da inflação”, o que ajuda a criar um ambiente inflacionário melhor, mesmo com uma concentração dessa redução nos preços de combustíveis.

Além dos elementos ligados aos preços do petróleo, o economista cita como diferencial a atuação do Banco Central, que iniciou o ciclo de alta de juros mais cedo que a maioria dos países.

“O Banco Central fez uma alta significativa de juros, e estamos colhendo uma parte da vitória agora”, diz.

Ele lembra que o quadro de inflação é positivo mesmo desconsiderando os cortes do ICMS e combustíveis, já que o índice de difusão da inflação caiu de mais de 80% para perto de 60%, com recuo nos preços dos alimentos.

Já os bancos centrais dos Estados Unidos, o Federal Reserve, e da zona do euro, o Banco Central Europeu (BCE), demoraram a combater a inflação.

“Há um ano, o Fed discutia se a inflação era transitória, o juro estava baixo, agora precisam correr atrás diante de inflações altíssimas. É a maior inflação em 40 anos, e além disso a situação na Europa está muito grave em termos de energia, agora entra o inverno”, observa.

Na visão de Espírito Santo, os bancos centrais “deveriam ter agido muito antes. Se tivessem atuado como o nosso, provavelmente a inflação não estaria no patamar que está agora, e aí precisa correr atrás, e quanto mais espera, mais precisa correr para alcançar”.

Cenário nos próximos meses

Kautz avalia que a inflação brasileira já entrou em trajetória de desaceleração, mas que o ritmo de queda ainda está aquém do esperado pelo Banco Central, o que justificaria ter juros maiores por mais tempo.

Ele também acredita que os Estados Unidos chegaram a um pico inflacionário, com indicadores como de preços ao produtor e de importados em queda, um quadro que deve se refletir nos preços aos consumidores nos próximos meses.

“A inflação deve desacelerar, mas ainda não se sabe a velocidade. Por não saber essa velocidade, o Fed ainda vai continuar subindo juros até o início do ano que vem”, afirma.

Para a Europa, a perspectiva de que haja um novo impacto da inflação pela alta de preços de energia, ainda com problemas de fornecimento de gás natural e proximidade do inverno.

“Tudo isso pode levar a novas pressões altistas, e racionamento afeta a oferta, mas não desacelera a inflação. Mesmo que entre em recessão, a inflação vai ser mais rígida que nos Estados Unidos, onde a economia fraca acompanha a inflação desacelerando”, afirma.

Com isso, ele espera que ocorra, nos próximos meses, um quadro de descolamento entre duas das principais economias do mundo, pensando tanto em comportamento de inflação quanto de política monetária, com a zona do euro precisando subir juros por mais tempo que os Estados Unidos.

Para os próximos meses, Espírito Santo vê uma inflação brasileira mais controlada, com um Banco Central ainda vigilante, mas sinais de que “o pior já passou”.

“A inflação esse ano vai ser mais próxima de 6%, em 2023 mais próxima de 5% e pode até entrar no teto da meta. O cenário prospectivo é muito melhor que o dos Estados Unidos e especialmente da Europa”, avalia.

No caso dos Estados Unidos, ele espera que o Federal Reserve eleve os juros até um patamar acima de 4%, o que, para os padrões do país, é “uma pancada, alta forte, que vai desacelerar a economia norte-americana, mas talvez não traga um ambiente recessivo, pode não ser o pior dos mundos”.

Já a Europa tem uma situação “mais complicada”. “A inflação ainda via subir mais por conta dessa questão da energia e do atraso do BCE”, diz o economista, citando ainda problemas políticos na Alemanha, França, Itália e Reino Unido que dificultam a melhora do quadro.

Espírito Santo espera que a inflação brasileira termine 2022 abaixo tanto da dos Estados Unidos – mesmo com perspectiva de queda nos próximos meses -, quanto da zona do euro e do Reino Unido.

Fonte: CNN BRASIL