Essa pergunta atravessa séculos — direta, simples e profundamente confrontadora: “O que te impede de ser batizado?”
Um homem de grande importância, após ouvir o Evangelho anunciado por Filipe, teve seu coração incendiado pela verdade. Diante da água, ele não pediu tempo, não buscou justificativas, não adiou a decisão. Ele perguntou: “Eis aqui água; que impede que eu seja batizado?” E ao declarar sua fé — “Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus” — desceu imediatamente às águas e foi batizado, como está registrado em Atos dos Apóstolos 8:26–39.
Esse relato não é apenas histórico — é um padrão espiritual.
Ao ler a continuidade das Escrituras, fica evidente: no início da Igreja, fé e batismo caminhavam juntos, sem intervalos de indecisão. Em Atos dos Apóstolos 2:41–47, 8:13, 9:17–18 e 10:47–48, vemos pessoas que, ao crerem, responderam imediatamente com o batismo. Não havia adiamento — havia convicção.
Hoje, muitos ainda hesitam. Pensam que é cedo demais, que ainda falta algo, que precisam alcançar um nível espiritual para então obedecer. Mas esse pensamento não encontra respaldo nas Escrituras.
Jesus nunca condicionou a salvação a um tempo de frequência, a um curso completo ou a uma preparação prolongada. A exigência é clara: fé genuína.
Se você já crê que Jesus Cristo é o Filho de Deus e o seu Salvador pessoal, então a pergunta permanece:
O que ainda te impede? Entenda: O batismo não é o fim de um processo — é o início de uma nova vida em obediência, aliança e transformação.
Batismo nas Águas – Comunidade Cristã Paz e Vida
Sábado, 13 de junho de 2026
A partir das 14h
Sedes Estaduais da Paz e Vida – Encontre a unidade mais próxima: pazevida.org.br/enderecos
Para participar, procure uma unidade, converse com um pastor ou obreiro, tire suas dúvidas e preencha sua ficha de batismo.
Não adie o que Deus já tornou acessível. Obedeça hoje. Decida hoje. Viva hoje.
Porque fé verdadeira não se posterga — se manifesta.
Por Pra. Daniela Porto





“Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei…” — assim começa uma das mais solenes declarações registradas em Primeira Epístola aos Coríntios 11:23–26, onde somos lembrados de que a Santa Ceia não é tradição humana, mas uma ordenança divina, estabelecida pelo próprio Senhor Jesus na noite em que foi traído.
A Santa Ceia é uma ordenança instituída pelo próprio Senhor Jesus, um memorial vivo que atravessa gerações e nos conecta ao sacrifício e à vitória da cruz. Até a Sua gloriosa volta, a Igreja permanece fiel a esse chamado, celebrando em comunhão o Corpo de Cristo.
Existe uma geração se levantando — e nós não apenas vemos isso, nós cremos nisso.

Sexta-feira é um encontro marcado com o poder vivo de Deus para cura e libertação.