Quinta da Visão com Bianca Pagliarin e Ester Marcos: hoje na Sede Nacional da Paz e Vida

Hoje, às 7 da noite, Bianca Pagliarin aguarda por você e sua família na Quinta da Visão na Sede Nacional da Paz e Vida EM São Paulo.

E o louvor fica por conta da adoradora Ester Marcos.

Venha na Sede Nacional da Paz e Vida, na Avenida Cruzeiro do Sul, 1965 – Santana – São Paulo. A igreja possui um amplo estacionamento gratuito e departamento infantil funcionando para receber os seus filhos.

Aprenda com Bianca Pagliarin a ter foco e visão para viver o seu propósito de vida!

Pra. Daniela Porto

Salário mínimo deve ir para R$ 1.320, e faixa de isenção do IR, para R$ 2.640

Depois de o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmar no evento de comemoração de 43 anos do PT que os estudos sobre o novo salário mínimo e a nova tabela do Imposto de Renda já estão prontos, assessores da equipe econômica informaram que o piso salarial no país deve subir para R$ 1.320. Além disso, no próximo ano, a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física deve ir para R$ 2.640. O novo salário mínimo deve entrar em vigor a partir de maio e ser anunciado oficialmente pelo presidente Lula no Dia do Trabalho.

Atualmente, o mínimo está em R$ 1.302, valor definido pelo ex-presidente Bolsonaro. Lula havia prometido subir o valor para R$ 1.320, mas não havia espaço fiscal no início do ano para bancar o novo mínimo, já que ele tem impacto nas despesas da Previdência Social.

Com o novo valor valendo a partir de maio, as despesas com benefícios da Previdência seriam menores do que se o mínimo de R$ 1.320 vigorasse desde janeiro.

No caso do Imposto de Renda, a nova faixa de isenção começaria a vigorar no próximo ano. Durante a campanha, Lula prometeu subir a faixa de isenção para R$ 5.000.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, já disse que a promessa será cumprida, mas gradualmente, porque o governo não teria condições fiscais de bancar de imediato a medida.

Por isso, a faixa de isenção vai subir, num primeiro momento, de R$ 1.903,98 para R$ 2.640,00, o equivalente a dois salários mínimos. O anúncio também deve ocorrer em maio.

As duas medidas fazem parte de um pacote de bondades que o governo Lula quer lançar para melhorar sua imagem, que começou o ano um pouco desgastada diante de uma economia ainda com um ritmo fraco e uma inflação ainda elevada, apesar de estar em queda.

Fonte: G1

Abono salarial do PIS/Pasep começa a ser pago hoje (15); saiba quem tem direito

Valor do benefício do PIS/Pasep varia de R$ 108,50 a R$ 1.302, dependendo do número de meses trabalhados no ano-base 2021.

O Ministério do Trabalho e Emprego começa a pagar, nesta quarta-feira (15), o abono salarial PIS/Pasep, ano-base 2021. Têm direito ao benefício 22,9 milhões de trabalhadores, num total de R$ 22 bilhões.

O valor do abono pago ao trabalhador varia de R$ 108,50 a R$ 1.302, dependendo da quantidade de meses trabalhados em 2021.

A consulta ao valor do abono salarial e à data de pagamento pode ser feita pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou pelo portal gov.br.

Trabalhadores que não sacaram o abono em anos anteriores também podem consultar se têm direito ao pagamento. Só no ano passado, 399,9 mil trabalhadores não foram buscar o benefício, o que fez acumular um total de R$ 357,9 milhões, segundo dados compilados até o dia 26 de janeiro pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Confira quem tem direito e tire outras dúvidas:

1) Quem tem direito ao abono salarial?

O abono salarial é pago ao trabalhador de empresas privadas cadastrado no Programa de Integração Social (PIS) há pelo menos cinco anos ou ao trabalhador de empresas públicas cadastrados no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), também no mínimo há cinco anos, que atendam a todos os seguintes requisitos:

  • Tenham trabalhado de forma remunerada para pessoa jurídica por pelo menos 30 dias seguidos ou não, no ano-base considerado para o cálculo do abono;
  • Tenham recebido, em média, até dois salários mínimos de remuneração durante o ano-base considerado para o cálculo do abono; e
  • Que os dados tenham sido informados pelo empregador corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) ou no eSocial.

2) Quem não tem direito a esse benefício?

Não têm direito ao abono salarial:

– os empregados domésticos

– os trabalhadores rurais empregados por pessoa física

– os trabalhadores urbanos empregados por pessoa física

– e os trabalhadores empregados por pessoa física equiparada a jurídica

3) Qual o valor que receberei de abono?

O cálculo do valor do benefício corresponde ao número de meses trabalhados no ano-base multiplicado por 1/12 do valor do salário mínimo vigente na data do pagamento.

Exemplo. Quem trabalhou durante todo o ano de 2021 (ano-base) recebe agora R$ 1.302 (valor do salário mínimo vigente). Quem trabalhou só um mês recebe 1/12 do salário mínimo (R$ 108,50).

O período de serviço igual ou superior a 15 dias em um mês será contabilizado como mês integral.

4) Quando o abono é pago?

PIS:

O calendário para os trabalhadores da iniciativa privada (PIS) é definido de acordo com o mês de nascimento.

Pasep:

O pagamento aos trabalhadores do serviço público (Pasep) é definido pelo número final de inscrição.

5) Onde sacar o abono?

O pagamento do PIS é feito pela Caixa:

– por crédito em conta Caixa, quando o trabalhador possuir conta-corrente ou conta poupança ou conta digital;

– por crédito pelo aplicativo CaixaTem, em conta poupança social digital, aberta automaticamente pela Caixa Econômica Federal;

– nas agência, lotéricas, autoatendimento, Caixa Aqui e demais canais de pagamentos oferecidos pela Caixa.

O pagamento do Pasep é feito pelo Banco do Brasil por:

– crédito em conta bancária do Banco do Brasil;

– transferência via TED;

– ou presencial nas agências de atendimento.

6) O que acontece se eu não sacar meu abono salarial?

O dinheiro fica disponível pelo prazo de cinco anos. Se não sacar nesse período, fica sem receber.

7) O abono salarial fica disponível para saque o ano inteiro?

Não. O abono é pago em períodos pré-determinados, de acordo com calendário definido por Resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).

O prazo para sacar o abono salarial neste ano se encerra em 28 de dezembro.

Fonte: R7

Terremoto criou um abismo profundo no meio de um terreno turco de oliveiras

Vale de cerca de 300 metros agora divide a área e clivagem atinge mais de 40 metros de profundidade.

Um olival verdejante foi dividido em dois durante o terremoto devastador da semana passada na Turquia, criando um vale de cerca de 300 metros que agora divide a área.

Imagens notáveis ​​do olival dividido surgiram no distrito de Altınozu, no sudeste da Turquia, que faz fronteira com a Síria, mostrando um abismo irregular, cor de areia e parecido com um desfiladeiro.

A clivagem atinge mais de 40 metros de profundidade.

Sua formação é outra demonstração do poder devastador do terremoto de magnitude 7,8 da última segunda-feira (6), que matou dezenas de milhares de pessoas na Síria e na Turquia e destruiu quarteirões inteiros da cidade.

Irfan Aksu, que mora no bairro, disse à agência de notícias turca Demioren News Agency que quando o terremoto começou na segunda passada criou “um som incrível” onde ele morava. “Era como um campo de batalha quando acordamos”, disse ele.

Ele implorou que especialistas inspecionassem a área em busca de possíveis danos futuros.

“Esta não é uma cidade pequena, tem 1.000 casas e 7.000 mil pessoas moram aqui”, disse.

“Claro, estamos com medo… se fosse um pouco mais perto, teria acontecido no meio da nossa cidade”.

O terremoto da última segunda-feira foi o mais forte a atingir qualquer lugar do mundo desde que um terremoto de magnitude 8,1 atingiu uma região perto das Ilhas Sandwich do Sul, no sul do Oceano Atlântico, em 2021, embora a localização remota desse incidente tenha causado poucos danos.

A Turquia não é estranha a fortes terremotos, pois está situada ao longo dos limites das placas tectônicas. Sete terremotos com magnitude 7,0 ou superior atingiram o país nos últimos 25 anos – mas o da última segunda-feira foi o mais mortal.

Vários fatores contribuíram para tornar esse terremoto tão letal. Um deles é a hora do dia em que ocorreu. Com o terremoto ocorrendo no início da manhã, muitas pessoas estavam em suas camas quando isso aconteceu e agora estão presas sob os escombros de suas casas.

Fonte: CNN BRASIL

Análise: por que os EUA passaram a detectar objetos voadores misteriosos?

Caças da força aérea americana abateram ao menos três Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) nos últimos dias.

Aparentemente, a lição que os militares estão aprendendo é que, se você procurar por fenômenos aéreos não identificados, você os encontrará flutuando nos céus dos Estados Unidos.

Nos dias após o furor sobre o balão chinês ter levado as autoridades a ajustar como monitoram o espaço aéreo dos EUA, caças interceptaram e abateram objetos sobre os céus do Alasca, norte do Canadá e Lago Huron.

Esse termo – “objetos” – é deliberadamente vago em relação aos três objetos derrubados desde sexta-feira (10). Atualmente, ninguém sabe o que são essas coisas ou a quem pertencem.

Nem alienígena, nem ameaçador

“Não acho que o povo americano precise se preocupar com alienígenas em relação a essas naves. Ponto final. Não há mais nada a ser dito sobre isso”, disse John Kirby, coordenador do Conselho de Segurança Nacional para comunicações estratégicas, em um briefing na Casa Branca na segunda-feira (13).

Ele também sugeriu que os objetos abatidos não representavam uma ameaça imediata, não estavam enviando sinais de comunicação, não mostravam sinais de “manobra ou tinham qualquer capacidade de propulsão” e não eram tripulados.

Sob escrutínio pela falta de comentários públicos do presidente Joe Biden, o governo agora está trabalhando para parecer engajado. O conselheiro de segurança nacional Jake Sullivan deve liderar uma nova “equipe interagências” para avaliar os fenômenos aéreos.

O que sabemos sobre os três últimos objetos

Natasha Bertrand, da CNN, detalhou as descrições desses últimos objetos:

Os interceptados no Alasca e no norte do Canadá tinham características semelhantes a balões com pequenos objetos cilíndricos de metal presos, e estavam voando a cerca de 40.000 pés.

O objeto caído sobre o Lago Huron no domingo (12), detectado pela primeira vez em Montana no dia anterior, era diferente: uma forma octogonal com cordas penduradas e viajando a 20.000 pés sobre a península superior do Michigan.

Os militares decidiram derrubar os objetos porque naquelas altitudes eles poderiam representar uma ameaça para aeronaves civis.

EUA mudaram sua “filtragem” e começaram a ver objetos

Bertrand também descreveu como os militares ajustaram seus protocolos e começaram a perceber esses objetos adicionais:

Uma razão pela qual “objetos” adicionais foram detectados pelo Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (Norad, na sigla em inglês) nos últimos dias pode ser porque o comando reajustou recentemente seus filtros para detectar melhor alvos em movimento lento operando acima de uma certa altitude, afirmou uma fonte à CNN.

Os filtros só foram reajustados e ampliados na semana passada, disse a fonte, depois que um balão espião chinês de alta altitude transitou pelos EUA e iniciou um debate sobre a capacidade do país de detectar e se defender contra qualquer objeto potencialmente ameaçador que entre em seu espaço aéreo.

Centenas de relatos de fenômenos aéreos desde 2021

A entrevista mais informativa que vi na segunda-feira foi aquela que John King, da CNN, conduziu com a ex-vice-diretora de inteligência nacional Beth Sanner, que agora é membro sênior do Belfer Center for Science and International Affairs da Universidade de Harvard.

Ela observou que o diretor de inteligência nacional no mês passado relatou ao Congresso 247 novos relatórios documentados de fenômenos aéreos não identificados desde março de 2021 e outros 119 relatórios anteriores ao período.

Cerca de metade do total são “caracterizados como balões ou entidades semelhantes a balões”. Outros agem mais como drones. E alguns parecem ser nada mais do que “detritos transportados pelo ar, como sacolas plásticas”.

Aqui estão alguns trechos importantes do que Sanner disse a King.

É importante que esses relatórios sejam levados a sério

SANNER: Houve muita discussão quando começamos a olhar para isso em 2021, que eram alienígenas. E acho que, desde então, as pessoas meio que recuaram e disseram, sabe, a maioria dessas coisas provavelmente pode ser explicada. Mas para mim, essas histórias realmente se encaixam, certo?

Porque as coisas que os pilotos têm visto – e muitas vezes foram desencorajados a falar, havia um estigma nisso – eles poderiam muito bem ser espiões ou outros tipos de ameaças. Portanto, é importante divulgar essas coisas.

Não podemos derrubar todos os objetos

SANNER: Não temos o interesse ou a capacidade de continuar disparando os F-22 toda vez que vemos um objeto no céu. Portanto, agora temos que realmente nos concentrar e dizer: “Como identificamos coisas que são ameaças reais?”

Temos ignorado esses tipos de ameaças, se é isso que elas são

SANNER: Essas coisas não são tão difíceis de fazer. São de baixa tecnologia. E traz à tona nossas vulnerabilidades, na verdade. A defesa dos Estados Unidos foi negligenciada por décadas, em termos desse tipo de ameaça aérea, ameaça de mísseis de cruzeiro.

Investimos em defesa contra mísseis balísticos, mas não nisso. E então, isso pode ser um segredo para todos nós, mas não é para os militares dos EUA, e o governo Biden realmente colocou dinheiro no orçamento este ano para começar a olhar para isso.

Mas temos uma grande lacuna. Temos uma lacuna geográfica – estamos realmente focados apenas em qualquer coisa que venha do Polo Norte. Mas se algo aparecer no sul do Alasca, talvez não o vejamos.

E então temos essa lacuna tecnológica, em termos de que a maioria dos nossos radares é da década de 1980. E então, é aí que a filtragem – é porque nossos processadores, literalmente aqueles que estão ligados aos radares – não conseguem examinar tanto material. E então tivemos que filtrá-lo para identificar ameaças que se parecem com coisas que reconhecemos como ameaças.

China acusa os EUA de lançar balões sobre seu território

SANNER: Estamos em um momento de mentiras aqui. Sabe, acho que os chineses vão inventar coisas para cobrir seus próprios rastros.

Mas dito isso, nós espiamos. E esta é outra forma de espionagem. Portanto, temos que ter muito cuidado com o quão indignados ficamos com o que fazemos. Mas não acredito que enviemos balões dessa natureza sobre o território chinês.

Paciência necessária para identificar esses objetos

Pode levar algum tempo para descobrir o que eram esses objetos, de acordo com Andrew McCabe, analista sênior de aplicação da lei da CNN e ex-vice-diretor do FBI.

“Alguns deles estão caindo em lugares mais difíceis de alcançar do que outros”, disse McCabe a Kate Bolduan, da CNN, na segunda-feira. “Então esses materiais devem ser transportados de volta para a Virgínia, para o laboratório do FBI em Quantico.

“Então os parceiros certos, sejam parceiros internacionais ou pesquisadores aqui dos Estados Unidos, têm que ser reunidos para participar do que chamamos de exploração dessa tecnologia, dos equipamentos.

“Tudo isso leva tempo. Não tenho dúvidas de que entenderemos todo o escopo do que essas coisas são e do que elas são capazes, mas pode não ser rapidamente.”

Rápido no gatilho

Embora tenha havido muitas críticas ao governo Biden por não se comunicar sobre esses incidentes de forma mais eficaz, há apoio bipartidário para derrubar os objetos.

“Eu preferiria que eles fossem rápidos no gatilho do que permissivos, mas teremos que ver se isso é ou não apenas o governo tentando mudar as manchetes”, disse o presidente do Comitê de Inteligência da Câmara, deputado Mike Turner, de Ohio, à CNN, antes do abatimento.

“O que eu acho que isso mostra, o que provavelmente é mais importante para nossa discussão política aqui, é que realmente temos que declarar que vamos defender nosso espaço aéreo. E então precisamos investir”, acrescentou Turner.

“Isso mostra alguns dos problemas e lacunas que temos. Precisamos preenchê-los o mais rápido possível, porque agora certamente verificamos que há uma ameaça.”

Fonte: CNN BRASIL

Bondade: o sexto sinal do Fruto do Espírito Santo

O salmista declara: “Louvem ao Senhor pela sua bondade e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens!” (Sl 107:31).

A Terra está cheia da bondade de Deus: se você está de pé, é por causa Dele. Se você foi curado, é por causa Dele. Ser bom é um dos atributos de Deus. Mesmo o ser humano sendo um pecador, Deus não deixa de ser bom para Ele.

E hoje é sobre este padrão de bondade que será ensinado em todas as reuniões de Paz e Vida.

Venha e participe da Campanha de Oração: Os 9 sinais do Fruto do Espírito Santo, em uma de nossas igrejas.

As reuniões acontecem às 9, 15 e 19 horas, no Brasil. Em Portugal, o horário é às 9, 15 e 20 horas.

E se você quer saber os nossos endereços, clique aqui.

Compareça e seja cheio do Espírito Santo de Deus!

Por Pra. Daniela Porto

Ainda dá tempo de retirar a sua bolsa de estudos gratuita para estudar Teologia na Paz e Vida

A Comunidade Cristã Paz e Vida, mais uma vez, presenteia toda sua membresia e todos que quiserem participar e aprender mais de Deus, com o Curso Livre e Gratuito para Desenvolvimento Avançado em Teologia.

O material didático tem conteúdo de excelente qualidade e todos os alunos receberão a apostila de presente.

As aulas começaram neste domingo, em todas as unidades da Paz e Vida, mas ainda nesta semana você consegue se matricular.

Você pode acessar www.pazevida.org.br/enderecos e saber onde tem uma Paz e Vida pertinho de você ou enviar uma mensagem pelo WhatsApp e se informar:

Secretaria Nacional da ESTJP: São Paulo (11) 2221-5000 / (11) 93366-3679 (WhatsApp)

Teologia com conteúdo de primeira é só na Paz e Vida!

Por Pra. Daniela Porto

Mortes no terremoto na Turquia e na Síria passam dos 35 mil; ONU diz que buscas podem estar chegando ao fim

Tremor completou uma semana, e, embora trabalhos de busca estejam mais lentos, sobreviventes ainda são encontrados.

O número de vítimas fatais do violento terremoto de 6 de fevereiro na Turquia e na Síria chegou a 35.225, de acordo com os dados oficiais atualizados nesta segunda-feira (13).

O terremoto de 7,8 graus de magnitude provocou 31.643 mortes no sul da Turquia, informou a Autoridade de Gestão de Desastres e Emergências (AFAD). As autoridades sírias registraram 3.581 mortos na Síria.

Também nesta segunda-feira, a Organização das Nações Unidas (ONU) disse que, a partir de agora, a tendência é que a busca por sobreviventes esteja chegando ao fim. Agora, disse a ONU, o foco deve ser voltar a garantir abrigo e condições básicas aos sobreviventes e desabrigados.

Ainda assim, nesta madrugada uma menina de quatro anos e uma mulher foram resgatadas com vida após uma semana debaixo dos escombros.

Fase mais lenta de resgate

Os esforços de resgate entraram em uma fase mais lenta, e as populações dos dois países têm discutido quem são os culpados pela falta de trabalhadores especializados nesse tipo de tarefa.

A Justiça da Turquia afirmou que está iniciando processos judiciais contra 130 pessoas que, supostamente, participaram de incorporações de imóveis que foram construídos com má qualidade e de forma ilegal, sem observar as regras de engenharia que os tornariam mais resistentes a tremores de terra.

A Turquia tem códigos de construção que atendem aos padrões atuais de engenharia sísmica, mas esses raramente são aplicados. Essa é uma das razões por que milhares de prédios caíram de lado ou desabaram sobre os residentes.

O ministro da Justiça da Turquia, Bekir Bozdag, disse no domingo que 134 pessoas estão sendo investigadas por sua suposta responsabilidade na construção de edifícios que não resistiram aos terremotos, segundo a agência de notícias estatal turca Anadolu.

Ele disse que três pessoas foram presas enquanto aguardam julgamento, sete foram detidas e outras sete foram impedidas de deixar o país.

Bozdag prometeu punir qualquer um dos responsáveis, e os promotores começaram a coletar amostras de edifícios para testar os materiais usados nas construções. Os terremotos foram fortes, mas vítimas, especialistas e pessoas em toda a Turquia estão culpando a má construção por multiplicar a devastação.

Fonte: G1

Aparição de objetos voadores influencia relação entre EUA e China? Entenda

Segundo analistas, os dois países têm fortes motivos para administrar divergências e questão agora é quando ambos encontrarão caminho de volta às negociações.

A presença de objetos voadores sobre o espaço aéreo da América do Norte tem chamado a atenção das autoridades mundiais e da população em geral.

No início do mês, os Estados Unidos derrubaram um suposto balão espião de origem chinesa que sobrevoava a costa da Carolina do Sul. Entre sexta-feira (10) e o último domingo (12), três objetos voadores não identificados foram derrubados nos Estados Unidos e no Canadá. Até a noite de domingo, não havia confirmação se a China tinha relação com os eventos.

Diante desses fatos, há uma incerteza em relação ao futuro das relações diplomáticas entre Estados Unidos e China.

No dia 3 de fevereiro, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, anunciou o adiamento de sua viagem naquele fim de semana à China devido à presença do balão.

Quando Blinken, cancelou sua viagem a Pequim, ele escolheu as palavras com cuidado. O lançamento de um balão espião feito pela China em um voo de alta altitude sobre os Estados Unidos foi inaceitável e irresponsável, disse ele. Mas estava apenas adiando, e não cancelando, sua visita.

Uma semana depois, o balão da China foi derrubado. a viagem continua sem nova programação e a derrubada dos objetos voadores entre sexta e domingo levantou questionamentos sobre se um adversário havia enviado mais espiões ao espaço aéreo norte-americano.

Ainda assim, dizem os analistas, os dois países têm fortes motivos para administrar suas divergências. A questão agora é quando, não se, eles encontrarão o caminho de volta à mesa de negociações.

“O secretário Blinken falou sobre adiar a viagem, não cancelá-la ou encerrar todas as comunicações previsíveis de alto nível com o governo chinês”, disse o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, na semana passada. “Isso não vai acontecer.”

A China quer reviver sua economia, ainda se recuperando da política esmagadora de “Covid zero”. Para tanto, o presidente chinês, Xi Jinping, espera melhorar as relações que atingiram um nível perigoso em agosto com a visita a Taiwan da então presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, e persuadir os legisladores americanos a não impor novas regras destinadas a frustrar os esforços da China para produzir semicondutores avançados.

E enquanto os observadores dos EUA tinham poucas esperanças para a viagem de Blinken à China, diplomatas dizem que uma visita de alto nível é necessária para colocar uma “base” no relacionamento e fazer progressos em questões que vão desde o fentanil chinês até os americanos detidos no país.

Diálogo impactado

Reiniciar as conversas entre Estados Unidos e China não será fácil. O voo do balão chinês causou indignação em Washington, com políticos criticando os militares dos EUA e o presidente, Joe Biden, por não derrubá-lo quando o objeto entrou no espaço aéreo americano.

O Ministério das Relações Exteriores da China reagiu com raiva às alegações de espionagem feitas por Washington, dizendo que o balão era uma nave de pesquisa civil e acusando os Estados Unidos de hipocrisia.

O Pentágono disse na semana passada que a China recusou um pedido dos EUA para um telefonema entre o secretário de Defesa, Lloyd Austin, e o ministro da Defesa chinês, Wei Fenghe.

No entanto, isso não significa que a reaproximação possa não acontecer.

“Embora seja muito comum que os chineses se recusem a se envolver no canal militar-militar quando é mais necessário –em uma crise– isso não significa que os chineses desistiram de seu esforço para ganhar tempo acalmando as relações com os EUA e o Ocidente”, disse Daniel Russel, o principal diplomata dos EUA para o Leste Asiático durante o governo do ex-presidente Barack Obama.

Os líderes dos Estados Unidos também disseram que os canais de comunicação devem permanecer abertos, mesmo chamando o episódio de violação da soberania dos EUA, informando dezenas de países sobre o que dizem ser um programa global de vigilância chinesa e adicionando seis entidades chinesas a uma lista negra de comércio.

Biden disse que o balão precisava ser derrubado, mas minimizou tanto a ameaça à segurança quanto o impacto nas relações EUA-China.

Na quinta-feira (9), ele disse que o incidente não foi uma grande violação de segurança, observando que “a quantidade total de coleta de inteligência que está acontecendo em todos os países do mundo é esmagadora”.

Tensão e erros

Em entrevista à CNN neste domingo (12), o professor de relações internacionais da ESPM Gunther Rudzit disse que a tensão entre os dois países está muito alta e que ainda é cedo demais para atribuir todas as responsabilidades.

Sobre o balão chinês abatido, o especialista não descarta, inclusive, a possibilidade de um erro interno.

“Mesmo o governo chinês não é uma máquina computacional infalível que tem o controle de tudo. Existe a possibilidade de que um dos ramos das Forças Armadas chinesas responsável por essa área de ‘controle meteorológico’ utilizando esses equipamentos tenha enviado esse balão sem que realmente o governo central tivesse conhecimento. Isso não é novidade. Nem todo governo consegue controlar todos os seus ramos”, disse Rudzit.

Uma chance às conversas

Com exceção de uma visita de alto nível, há oportunidades para a diplomacia. Em um relatório de Berlim, o portal “Politico” citou diplomatas dizendo que o principal diplomata da China, Wang Yi, com quem Blinken se encontraria em Pequim, participaria da Conferência de Segurança de Munique deste ano, marcada para 17 a 19 de fevereiro.

Blinken também comparecerá ao evento, embora nenhum dos lados tenha dito que os dois podem se encontrar lá.

Outra chance será uma viagem à China da secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen. Na quarta-feira, Yellen disse que ainda espera ir à China, sem dar detalhes sobre o cronograma, e o ministério do comércio da China disse na quinta-feira que acolheu a disposição dela de realizar a visita.

Embora úteis, essas reuniões só podem preparar o terreno para o diálogo profundo e de alto nível necessário para fortalecer os laços.

Blinken pode se encontrar com os chineses em Munique ou na reunião dos ministros das Relações Exteriores do G20, na Índia, em março, mas ele precisa visitar Pequim e se encontrar cara a cara com Xi Jinping para garantir que mensagens sobre questões espinhosas como Taiwan e Rússia sejam transmitidas, disse Russel.

As novas restrições dos Estados Unidos às empresas chinesas e o desejo anunciado do presidente do Comitê Republicano da Câmara, Mike McCaul, de visitar em abril Taiwan, a ilha reivindicada pelos chineses, “podem ser a gota d’água” de tais esforços, acrescentou.

Bonnie Glaser, especialista em Ásia, do German Marshall Fund dos Estados Unidos, alertou que as pressões domésticas em ambos os países podem significar que é muito cedo para qualquer um dos lados se reaproximar.

“Os chineses não querem parecer fracos e provavelmente não querem admitir que mentiram (sobre o balão). O presidente Biden também está sob pressão dos republicanos no Congresso, que insistem que o balão deveria ter sido derrubado antes”, disse Glaser.

EUA e Canadá não estão sozinhos

Após forças dos Estados Unidos e Canadá identificarem objetos voadores sobrevoando seus territórios, desta vez as autoridades de China e Uruguai relataram que encontraram objetos não identificados perpassando os céus dos países.

A própria China informou neste domingo (12) que identificou um objeto voador não identificado próximo à cidade de Rizhao, na costa leste do país, segundo informações do jornal estatal chinês “Global Times”.

Já o Uruguai comunicou que foram relatadas imagens de luzes atípicas no céu das Termas de Almirón, próximo à cidade de Paysandú, e que uma divisão de investigação já foi acionada para apurar os fatos.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre os objetos encontrados em ambos os países.

(Com informações da Reuters e da CNN Internacional. Publicado por Pedro Zanatta)

Fonte: CNN BRASIL

Camada de rocha derretida é encontrada sob placas tectônicas da Terra

Camada recém-identificada está localizada a 161 quilômetros abaixo da superfície terrestre; descoberta pode ajudar nos estudos sobre terremotos.

Pesquisadores detectaram uma camada desconhecida de rocha parcialmente derretida sob a crosta terrestre.

A descoberta pode ajudar os cientistas a aprender mais sobre os movimentos das placas tectônicas da Terra, que não apenas criam montanhas e terremotos, mas também contribuem para formar ambientes com as condições químicas e físicas certas para sustentar a vida na Terra primitiva.

A camada mais externa do nosso planeta é a crosta – na qual vivemos – e abaixo dela estão o manto, o núcleo externo e o núcleo interno. Os oceanos e continentes do mundo ficam em 15 blocos principais que se movem e mudam, chamados de placas tectônicas, que compõem a crosta inferior e o manto superior.

A camada derretida recém-identificada está localizada a 161 quilômetros abaixo da superfície da Terra. Esta camada é uma parte da astenosfera, que fica abaixo das placas tectônicas. A astenosfera existe como uma camada macia de rocha sólida, mas maleável, que pode fazer com que as placas tectônicas se movam e se desloquem.

Os pesquisadores se perguntam quais fatores tornam a astenosfera macia e consideram as rochas derretidas como parte da equação. Embora o interior da Terra seja em grande parte sólido, as rochas podem mudar e se mover lentamente ao longo do tempo.

Junlin Hua, pós-doutorando na Jackson School of Geosciences da Universidade do Texas, em Austin, estava estudando imagens sísmicas do manto da Terra localizado abaixo da Turquia para sua pesquisa de doutorado quando avistou sinais de rocha parcialmente derretida. Ele começou seu trabalho em 2020, enquanto estudante de doutorado na Brown University.

Os cientistas já haviam visto partes dessa camada rochosa e pensaram que fosse uma anomalia, mas Hua e seus colegas pesquisadores encontraram evidências de que ela tinha uma presença mais ampla.

A equipe de pesquisa confirmou que a astenosfera é composta por rochas sólidas e derretidas e que, embora a rocha posteriormente esteja parcialmente fundida, ela não contribui para o movimento das placas nem facilita o movimento delas.

“Quando pensamos em algo derretendo, pensamos intuitivamente que o fundido deve desempenhar um papel importante na viscosidade do material”, disse Hua. “Mas o que descobrimos é que, mesmo onde a fração derretida é bastante alta, seu efeito no fluxo do manto é muito menor”.

No manto, a convecção, ou a transferência de calor, ocorre quando o material quente e menos denso sobe e o material mais frio e denso desce. Os pesquisadores acreditam que a presença de rochas sólidas e a convecção contribuem para o movimento das placas.

Análise da atividade sísmica

O principal desafio de estudar as camadas internas da Terra é coletar os dados porque a maioria só pode ser coletada na superfície e é difícil coletar amostras diretamente do interior do planeta, disse Hua.

“Portanto, os cientistas têm usado ondas sísmicas geradas por terremotos que viajam pelo interior da Terra para estudar a velocidade de propagação das ondas sísmicas nessas camadas internas, semelhantes às tomografias computadorizadas no hospital”, disse Hua.

Ele coletou mais de 700 imagens tiradas de detectores sísmicos em todo o mundo e criou um mapa global da astenosfera.

Ao analisar os dados, Hua viu como as ondas sísmicas se moviam através dos diferentes materiais abaixo da crosta terrestre, incluindo mudanças na velocidade, direção e tempo de chegada aos locais de detecção. A presença de fusão na camada parcialmente fundida significava que as ondas sísmicas se moviam mais lentamente.

A rocha derretida apareceu em leituras sísmicas em áreas onde a astenosfera atingiu suas temperaturas mais altas, cerca de 1.450 graus Celsius.

Hua é o principal autor de um estudo detalhando as descobertas publicadas na segunda-feira na revista Nature Geoscience.

“Este estudo é fundamental para entender por que a astenosfera – a camada fraca do manto abaixo das placas tectônicas que permite que as placas se movam – é de fato fraca”, disse a coautora do estudo Karen M. Fischer, uma ilustre professora de ciências geológicas na Brown University, em nota.

“Em última análise, fornece evidências de que outros fatores, como variações de temperatura e pressão, podem controlar a força da astenosfera e torná-la fraca o suficiente para que as placas tectônicas sejam possíveis”.

Fonte: CNN BRASIL