Juanribe Pagliarin te aguarda hoje na Sede Nacional da Paz e Vida às 10, 18 e 19 horas

Participe do Encontro Especial com Juanribe Pagliarin hoje na Sede Nacional da Paz e Vida. Na reunião das 10h você ainda pode participar da Santa Ceia do Senhor Jesus. Na reunião das 6 da tarde uma palavra relâmpago e uma oração com poder e autoridade te aguardam.

E às 7 da noite, o Fundador e Presidente do Ministério celebra uma reunião voltada para os Pastores, lideranças da Paz e Vida e aos membros que querem fazer parte do corpo de obreiros voluntários.

Anote o endereço da Sede Nacional da Paz e Vida: Avenida Cruzeiro do Sul, 1965, Santana, pertinho do Metrô Portuguesa-Tietê e com amplo estacionamento gratuito para carros e motos.

Se você estiver em outro estado do Brasil e até mesmo no exterior, assista pelo Youtube.com/juanribe

Paz e Vida: lugar de gente feliz e ungida!

Por Pastora Daniela Porto

Quem é salvo não perde a Santa Ceia!

Hoje, domingo, celebramos em todas as Igrejas da Comunidade Cristã Paz e Vida a Santa Ceia do Senhor Jesus. E como afirma Juanribe Pagliarin: “Quem é salvo não perde a Santa Ceia!”.

Venha adorar o Rei Jesus, celebrar a Sua ressurreição e agradecer por Seu amor por nós aqui na Paz e Vida.

As reuniões acontecem no Brasil às 8h, 15h e 18h. E em Portugal, às 10h, 15h e 18h.

Na Sede Nacional em São Paulo temos 5 reuniões neste domingo: às 6h30, 8, 10, 15 e 18 horas.

Para saber onde tem uma Paz e Vida pertinho de você, acesse https://www.pazevida.org.br/enderecos

Se você é de um estado onde não temos Igrejas da Paz e Vida, ou até mesmo, de outro país, acompanhe a transmissão da reunião ao vivo pela internet: é só você acessar https://www.youtube.com/pazevidaoficial  e você assiste e interage ouvindo a Palavra de Deus ministrada na Sede Nacional da Paz e Vida, com a direção do Superintendente Nacional Neilton Rocha.

Quem é salvo não perde a Santa Ceia!

Por Pastora Daniela Porto

Batismo nas Águas: hoje em todas as Sedes Estaduais de Paz e Vida.

Acontece hoje, em todas as Sedes Estaduais da Paz e Vida, a partir das 2 da tarde, O Batismo nas Águas. Todo cristão que reconhece Jesus como seu Único, Suficiente, Exclusivo e Eterno Salvador, precisa ser batizado, seguindo uma própria ordem de Cristo: “Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” (Marcos 16:16).

Você já confessou Jesus como seu Deus e Salvador! Então, não perca tempo! Venha cumprir toda justiça de Deus. Traga uma toalha, uma muda de roupa e um chinelo. Se você não consegue chegar às 14h não tem problema. A reunião de Batismo se estende até mais tarde.

Para mais informações, acesse nossos endereços, vá em nossas igrejas, converse com os pastores e obreiros para que você possa tirar quaisquer dúvidas!

Não falte!

Em um ano, cesta básica sobe 17% e fica R$ 115 mais cara nos supermercados

Bolsonaro pediu aos empresários que reduzam lucro dos produtos e Guedes defendeu reajustes só em 2023.

A cesta básica subiu R$ 115,05 nos últimos 12 meses nos supermercados e chegou ao valor médio de R$ 758,72, segundo a pesquisa da Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Os itens acumulam alta de 17,87% no período. Já nos primeiros meses do ano — janeiro, fevereiro, março e abril —, a elevação nos preços foi de 8,31%.

Nesta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro pediu aos donos de supermercados e empresários da cadeia de abastecimento que reduzam o lucro dos produtos que fazem parte da cesta básica dos brasileiros.

Bolsonaro citou óleo de soja, ovos, leite, açúcar e café como os vilões do aumento da cesta básica, durante evento da Abras, em que ele falou por videoconferência, diretamente dos Estados Unidos, onde participa da Cúpula das Américas. Já o ministro Paulo Guedes defendeu a tese de que a tabela de preços de alimentos básicos seja reajustada pelos empresários apenas em 2023.

A inflação desacelerou nos últimos dois meses, mas ainda se mantém em dois digítos (11,73%). Apesar do aumento nos preços, o consumo no primeiro quadrimestre de 2022 acumula alta de 2,50%. Em abril, o indicador registrou aumento de 4,20% em comparação a março. Já na comparação ao mesmo mês de 2021 o crescimento registrado foi de 7,37%.

Segundo a associação, os recursos injetados na economia, como o saque extraordinário do FGTS e a antecipação do 13º salário têm ajudado a manter o consumo das famílias aquecido. A criação de 770,6 mil vagas de emprego nos primeiros quatro meses do ano também colaborou.

“Os recursos injetados na economia e a manutenção do Auxílio Brasil estão sustentando o consumo nos lares diante de um cenário de elevada e persistente inflação, que impacta diretamente a cesta de alimentos”, afirma o vice-presidente da Abras, Marcio Milan.

Aumento de preços

A associação afirma que a alta da cesta básica é decorrente dos elevados custos de produção nas cadeias produtivas do setor. A guerra na Ucrânia e os lockdowns na China contribuíram para o aumento do preço das commodities (matérias-primas com cotação internacional). O frete também ficou mais caro, por conta do diesel, que subiu 52,2% nos últimos 12 meses.

Os itens da cesta registram alta mensal em abril de 3,04%. Entre os alimentos que tiveram aumento mais expressivo nos supermercados no primeiro quadrimestre de 2022 estão o óleo de soja (20,38%), leite longa vida (22,35%), feijão (19,71%), farinha de trigo (15,45%), café torrado e moído (13,22%), margarina (6,54%), arroz (2,32%) e açúcar (1,39%).

As proteínas com maior aumento em abril foram os cortes bovinos traseiro (5,72%) e dianteiro (4,95%). O frango e o pernil, produtos substitutos da carne bovina, registraram queda de 0,27% e 5,59%, respectivamente. Mas ovo subiu 11,32% no período.

Na categoria de higiene e beleza, os produtos com maior variação nos preços foram: sabonete (+10,19%), creme dental (+4,51%), xampu (+4,43%) e papel higiênico (+4,14%). Na categoria limpeza as maiores variações foram puxadas por sabão em pó (+8,09%), detergente líquido para roupas (+4,21%), desinfetante (+3,19%), água sanitária (+2,66%).

Preço da cesta por região

O Sudeste teve a maior variação no preço médio da cesta (3,59%), que passou de R$ 722,14 em março para R$ 748,05 em abril. Em 12 meses, a região registra variação no preço de 20,10%.

Em seguida, com o segundo maior aumento está o Sul, que teve alta mensal de 3,44%. A região tem a cesta básica mais cara do país, R$ 842,49. No mês anterior, o preço dos mesmos alimentos era R$ 814,48. Nos últimos 12 meses, o aumento acumulado é de 21,22%.

No Nordeste, o valor da cesta passou de R$ 665,66 em março para R$ 681,36 em abril. A variação mensal foi de 2,36%. No último ano, o aumento é de 19,58%.

Já no Centro-Oeste o crescimento de preço em abril foi de 3,21% e o valor da cesta chegou a R$ 694,02; no mês anterior custava R$ 672,41. A variação anual é de 15,30% na região.

A região Norte tem o menor aumento em um ano (13,57%). Em abril, a cesta passou a custar R$ 827,68, variação de 2,57% em relação a março, quando o preço dos alimentos somava R$ 806,98.

A cesta Abrasmercado é composta de 35 produtos de grande consumo como alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza.

Fonte: R7

Planos de saúde: entenda o que muda e saiba consultar os procedimentos obrigatórios

Entendimento afeta os cerca de 49 milhões de brasileiros que contam com planos de assistência médica.

A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu na quarta-feira (8) restringir os procedimentos oferecidos pelas operadoras de planos de saúde no país.

Os ministros definiram que a natureza do rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é taxativo, o que desobriga empresas de cobrir pedidos médicos que estejam fora da lista.

O entendimento afeta os cerca de 49 milhões de brasileiros que contam com planos de assistência médica.

Entenda mais sobre a decisão e saiba como consultar a lista completa:

O que é o rol da ANS?

O rol da ANS consiste em uma lista de “procedimentos considerados indispensáveis ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento de doenças e eventos em saúde” que os planos de assistência médica do país são obrigados a oferecer.

A obrigatoriedade de procedimentos, porém, varia de acordo com o tipo de plano assinado: ambulatorial, hospitalar – com ou sem obstetrícia –, referência ou odontológico.

A lista vigente foi aprovada pela ANS em fevereiro de 2021 e passou a valer em abril daquele mesmo ano. Os mais de 3 mil procedimentos listados podem ser consultados no site da agência.

Qual é a diferença entre interpretação taxativa e exemplificativa?

Na interpretação exemplificativa, a lista de procedimentos cobertos pelos planos contém alguns itens, mas as operadoras também devem atender outros que tenham as mesmas finalidades, se houver justificativa clínica do médico responsável. Isso permitia que famílias recorressem à Justiça para que o direito à cobertura pelo plano fosse garantido.

Já na interpretação taxativa, os itens descritos no rol seriam os únicos que poderiam ser exigidos aos planos. Com isso, o pedido para tratamentos equivalentes poderia ser negado, sem chance de reconhecimento pela via judicial.

Por que o STJ estava discutindo a natureza do rol da ANS?

A Corte avaliava dois recursos desde setembro de 2021.

Eles buscavam uniformizar a jurisprudência interna do tribunal, para que não haja entendimentos diversos — ou seja, decisões divergentes da mesma Corte, como acontecia.

O que o STJ decidiu?

O STJ decidiu restringir os procedimentos oferecidos pelas operadoras de planos de saúde no país.

Seis dos nove ministros integrantes do colegiado votaram a favor da fixação do rol taxativo, que desobriga as empresas a cobrir pedidos médicos que não estejam previstos na lista da ANS.

A decisão foi pelo rol taxativo, mas há exceções?

Caso não haja substituto terapêutico ou esgotados os procedimentos do rol, pode haver a título excepcional a cobertura do tratamento indicado pelo médico ou odontólogo.

Mas, para isso, é necessário que: não tenha sido indeferida pela ANS a incorporação do procedimento ao rol; haja a comprovação da eficácia do tratamento à luz da medicina; haja recomendações de órgãos técnicos de renome nacional e estrangeiro, como Conitec e Natjus; seja realizado quando possível o diálogo interinstitucional dos magistrados com experts na área da saúde, sem deslocamento da competência do julgamento do feito para a Justiça Federal.

Qual a posição de grupos de pais e mães de crianças com deficiência?

Consumidores e grupos de pais e mães com deficiência defendiam a interpretação exemplificativa.

Eles apontam que o rol é insuficiente e que a ANS não atualiza a lista de forma eficaz.

Por isso, temem pela interrupção de tratamento de pacientes com câncer e crianças com autismo, por exemplo.

“Já que a medicina é uma ciência (sempre) em desenvolvimento, o rol não pode ser taxativo em hipótese alguma sob o risco de matar uma pessoa”, disse Vanessa Ziotti, diretora jurídica do Instituto Lagarta Vira Pupa. A instituição, agora, pretende ir até o Supremo Tribunal Federal (STF) contestar a decisão do STJ.

Qual era o entendimento da própria ANS?

A ANS aponta que a taxatividade do rol é imposta por lei desde 2000.

Ao Estadão, a agência ainda destacou que, por se tratar de “medida extremamente sensível no mercado de planos de saúde”, vem aprimorando o rito de atualização da lista.

“Tornando-o mais acessível e célere, bem como garantindo extensa participação social e primando pela segurança dos procedimentos e eventos em saúde incorporados, com base no que há de mais moderno em ATS (avaliação de tecnologias em saúde).”

O que defendiam as operadoras?

As operadoras pediam pelo rol taxativo. Isso por duas razões principais: mais segurança jurídica e porque a lista é usada para definir o preço dos planos.

“Formular o preço de um produto sem limite de cobertura, que compreenda todo e qualquer procedimento, medicamento e tratamento existente, pode tornar inviável o acesso a um plano de saúde e colocar a continuidade da saúde suplementar no Brasil em xeque”, declarou a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), ao Estadão.

Fonte: CNN BRASIL

Ucrânia bombardeia região controlada por forças russas no sul do país

Ataque aconteceu em Kherson, região que Rússia controla quase totalmente e onde promete fazer um referendo de anexação, como ocorreu na Crimeia em 2014.

O exército ucraniano afirmou nesta sexta-feira (10) que atacou posições russas em Kherson, no sul da Ucrânia. A região está sob controle quase total de Moscou, e Kiev teme a organização de um referendo no local visando a anexação do território à Rússia.

Kherson foi uma das primeiras regiões a cair sob controle das tropas russas após o início da invasão, em 24 de fevereiro.

As autoridades russas nas áreas ocupadas de Kherson insinuaram que poderiam organizar em julho um referendo para integrar estes territórios à Rússia, como aconteceu em 2014, quando aconteceu uma consulta popular que terminou com a anexação da península da Crimeia.

Fonte: G1

Estudo sugere que pessoas “otimistas” podem viver mais

Pesquisa descobriu que pensamento positivo é bom para longevidade, mesmo em grupos raciais e diferentes etinias.

“Escolha ser otimista. Parece melhor”, disse Dalai Lama. Também pode prolongar sua vida. Níveis mais altos de otimismo estão associados a uma vida útil mais longa e a uma maior chance de viver além dos 90 anos, de acordo com um novo estudo com quase 160 mil mulheres de diferentes raças e origens.

Fatores de estilo de vida saudável, como a qualidade da dieta, atividade física, índice de massa corporal (IMC), tabagismo e consumo de álcool, foram responsáveis ​​por menos de um quarto da associação entre longevidade e otimismo, de acordo com o estudo publicado quarta-feira (8) no Jornal da Sociedade Americana de Geriatria.

“Embora o próprio otimismo possa ser modelado por fatores estruturais sociais, nossas descobertas sugerem que os benefícios do otimismo para a longevidade podem se estender a grupos raciais e étnicos”, disse o principal autor Hayami Koga, estudante de pós-doutorado na Harvard TH Chan School of Public Health em um comunicado.

“O otimismo pode ser um importante alvo de intervenção para a longevidade em diversos grupos”, acrescentou Koga.

Um corpo crescente de pesquisas

Este não é o primeiro estudo a encontrar uma forte ligação entre longevidade e olhar para o lado positivo da vida. Um estudo de 2019 descobriu que homens e mulheres com os mais altos níveis de otimismo tinham uma expectativa de vida média de 11% a 15% maior do que as pessoas que praticavam pouco pensamento positivo. Na verdade, os otimistas com pontuação mais alta eram mais propensos a viver até os 85 anos ou mais.

Os resultados foram reais, segundo o estudo, mesmo quando foram considerados o nível socioeconômico, condições de saúde, depressão, tabagismo, engajamento social, má alimentação e uso de álcool.

Otimismo não significa ignorar os estressores da vida, dizem os especialistas. Mas quando coisas negativas acontecem, as pessoas otimistas são menos propensas a se culpar e mais propensas a ver o obstáculo como temporário ou mesmo positivo. Os otimistas também acreditam que têm controle sobre seu destino e podem criar oportunidades para que coisas boas aconteçam no futuro.

Ser otimista também melhora sua saúde, segundo estudos. Pesquisas anteriores encontraram uma ligação direta entre otimismo e hábitos de dieta e exercícios mais saudáveis, bem como melhor saúde cardíaca, sistema imunológico mais forte, melhor função pulmonar e menor risco de mortalidade, entre outros.

Você também pode ser otimista

Estudos de gêmeos descobriram que apenas cerca de 25% de nosso otimismo é programado por nossos genes. O resto depende de nós e de como reagimos aos limões da vida. Se é mais provável que você fique azedo quando estressado, não se preocupe. Acontece que você pode treinar seu cérebro para ser mais positivo.

Uma das formas mais eficazes de aumentar o otimismo é chamada de método “Melhor Eu Possível”, de acordo com uma meta-análise de estudos existentes. Nesta intervenção, você se imagina em um futuro em que alcançou todos os seus objetivos de vida e todos os seus problemas foram resolvidos.

Comece a escrever por 15 minutos sobre os detalhes que você realizou e passe cinco minutos imaginando como essa realidade se parece e se sente. Praticar isso diariamente pode melhorar significativamente seus sentimentos positivos, dizem os especialistas.

Em um estudo de 2011, os alunos praticaram o exercício “Melhor Eu Possível” por 15 minutos uma vez por semana durante oito semanas. Não só eles se sentiram mais positivos, como os sentimentos duraram cerca de seis meses.

Outra maneira de reforçar o otimismo é manter um diário dedicado apenas às experiências positivas que você experimentou naquele dia. Com o tempo, esse foco no positivo pode reformular sua perspectiva, dizem os especialistas.

Tirar alguns minutos todos os dias para escrever o que o faz grato também pode melhorar sua visão da vida. Vários estudos mostraram que praticar a gratidão melhora as habilidades de enfrentamento positivo, quebrando o típico estilo de pensamento negativo e substituindo o otimismo. Contar bênçãos até diminuiu o comportamento problemático em adolescentes.

Assim como o exercício, os exercícios de otimismo precisarão ser praticados regularmente para manter a perspectiva positiva do cérebro em boa forma, dizem os especialistas. Mas uma vida mais longa, mais feliz e mais positiva não vale o esforço?

Fonte: CNN BRASIL

Escolha o que você quer para sua vida: tristeza ou abundância de alegria?

Se você tem vivido dias de tristeza, medo e solidão participe hoje de uma das reuniões de Paz e Vida e tome posse do que a Palavra de Deus declara: “[…] na tua presença há abundância de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente”(Sl 16.11).

Somente na presença de Deus você pode experimentar ser feliz de verdade. Sem Ele, tudo o que você viver será sem sentido, raso e passageiro.

Venha experimentar ser feliz de verdade!

Horário: às 9, 15 e 19h nas nossas Igrejas no Brasil e em Portugal, às 9h, 15h e 20h!

Acesse: pazevida.org.br/enderecos e veja onde tem uma Paz e Vida pertinho de você!

Por Pastora Daniela Porto

Hoje tem “A Quinta da Visão” com Bianca Pagliarin

Você vai esperar mais quanto tempo para realizar o sonho de Deus na sua vida? Na reunião da Quinta da Visão, Bianca Pagliarin divide com você toda sabedoria do Alto e conhecimentos adquiridos nas áreas de inteligência emocional. Experimente e venha hoje na Sede Nacional da Paz e Vida.

Horário: 19 horas;
Endereço: Avenida Cruzeiro do Sul, 1.965, pertinho da Rodoviária do Tietê e com amplo estacionamento exclusivo e gratuito.

A entrada também é gratuita e Turminha Feliz funcionando para receber o seu filho!

Por Pastora Daniela Porto

Inflação alta não é exclusividade do Brasil; veja situação nas maiores economias

Fenômeno tem causas comuns, mas particularidades pioraram cenário em alguns países.

Brasil enfrenta, desde 2021, um dos piores quadros inflacionários da economia nas últimas décadas, com a inflação passando dos dois dígitos e se mantendo em níveis elevados em 2022. Mas o país não é o único que tem batalhado contra o fantasma da inflação, em um fenômeno com raízes e difusão globais.

A perspectiva, porém, é que inflação alta ao redor do mundo comece a dar trégua ainda neste ano, se estendo com grau menor para 2023, conforme os países elevam suas taxas de juros, principal instrumento para combatê-la.

O Brasil, por exemplo, atingiu em maio uma inflação de 12,13%, mas o mercado enxerga o valor como um pico, que tende a cair, já que a taxa básica de juros, a taxa Selic, passou por um forte ciclo de alta em menos de dois anos e foi de 2% a 12,75% ao ano.

Economias mais desenvolvidas, caso dos Estados UnidosReino Unido e Canadá começaram o processo de alta de juros mais tarde, mas também enfrentam níveis recordes de inflação. Outros países, como Argentina, Turquia e Rússia, têm seus quadros inflacionários piorados por questões internas.

Causas comuns

O grande fator que liga as pressões inflacionárias pelo mundo é a pandemia de Covid-19. A obrigatoriedade de realização de lockdowns para evitar a disseminação da doença desorganizou as cadeias de produção, fornecimento e transporte, reduzindo a oferta de uma série de produtos.

Conforme as economias foram reabrindo, em especial com o avanço da vacinação, a demanda retomou com intensidade, mas os gargalos não foram resolvidos na mesma velocidade, e o descompasso levou a pressões inflacionárias pelo lado da oferta.

Nos setores de automóveis e de eletrônicos, por exemplo, a falta de chips obrigou a redução na entrega de carros, eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Como a demanda por esses produtos cresceu, os preços dispararam.

Já no caso do transporte marítimo, os fretes foram encarecidos por uma combinação de combustíveis mais caros, falta de contêineres para atender à demanda e muitos navios parados com a tripulação infectada ou em quarentena, gerando um efeito em cadeia nos preços de diversos produtos.

Outro setor bastante impactado pela crise foi o de energia, com destaque para o petróleo. A produção da commodity foi abalada pela pandemia, e os principais fornecedores, reunidos na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) limitaram a oferta para evitar quedas nos preços pela demanda baixa. Quando a demanda retomou, a organização não elevou a oferta, gerando a alta nos preços.

Entretanto, quando o cenário parecia um pouco mais leve no início de 2022, outro elemento comum à inflação ao redor do mundo surgiu: a guerra na Ucrânia.

O conflito envolveu não apenas disrupções de cadeias que passavam pelos países, em especial as de fornecimento de gás e petróleo para a Europa, mas também uma série de sanções de países Ocidentais contra a Rússia que buscaram isolar o país da economia mundial.

Como consequência da guerra e das sanções, produtos produzidos nos dois países, como grãos, fertilizantes, petróleo e gás, atingiram níveis recordes. E como os preços internacionais valem para todos os países, houve um efeito em cadeia.

As especificidades

Mas também existem fatores específicos que agravaram, ou reduziram, o quadro inflacionário em cada nação.

Os Estados Unidos empregaram durante a pandemia uma forte política de assistência financeira à população, que alguns analistas apontam como geradora de uma inflação de demanda.

Com as pessoas tendo mais recursos, consumiam mais, e os preços subiam, em um ciclo que aqueceu a economia, impulsionou o Produto Interno Bruto (PIB), reduziu o desemprego e também gerou mais inflação.

No caso do Brasil, especialistas citam fatores adicionais como a instabilidade política e o risco fiscal, que desvalorizaram o real ante o dólar com a saída de investimentos, e a pior crise hídrica nas últimas décadas, que elevou as contas de luz e afetou a produção agrícola.

Economias mais estagnadas, como a do Japão, foram menos impactadas, com inflação menor.

No caso da zona do euro, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse por meses que não seria necessário subir juros pois as causas da inflação eram de oferta, e portanto passariam, e que havia o risco das elevações desacelerarem excessivamente uma economia já com sinais de fraqueza.

A guerra na Ucrânia mudou o cenário, e agora a expectativa é que o BCE seja em breve o último grande banco central a iniciar o ciclo de alta de juros.

A própria Rússia deve atingir níveis recordes de inflação devido ao conflito. Há ainda a situação da Turquia, cuja moeda desvalorizou fortemente devido a intervenções do governo no banco central, gerando uma subida íngreme da inflação.

Dentro do G20, as 20 maiores economias do mundo, a projeção mais recente do Fundo Monetário Internacional (FMI), de abril deste ano, é que a Turquia deve ultrapassar a Argentina, também com fortes problemas inflacionários atrelados ao câmbio, e ter a maior inflação do grupo.

Inflação ao redor do mundo

Em seu relatório mais recente, o FMI projetou como estará a inflação em centenas de países ao fim de 2022. No caso do G20, as diferenças nos graus e temporalidade do processo inflacionário leva a perspectivas conflitantes: alguns países devem ter índices maiores que os de 2021, caso dos Estados Unidos, e outros menores, como o Brasil.

A expectativa do FMI é que, em dezembro de 2022, a inflação no acumulado de 12 meses no Brasil seja de 6,7%, valor abaixo das projeções do mercado. Na média do ano, a projeção está na casa dos 8%, mais próxima do que o mercado espera.

Com isso, o Brasil cairia para a quinta posição entre as maiores inflações do G20, ante a terceira em 2021, atrás de Turquia, Argentina, Rússia e Reino Unido.

Já as menores inflações devem ser registradas na Arábia SauditaChina e Japão.

Desemprego

Em praticamente todos os países do grupo, o quadro inflacionário também deve resultar em redução na taxa de desemprego, mesmo que pequena, devido ao aquecimento da economia.

Uma exceção é a África do Sul, que deve manter a liderança dos últimos 22 anos no ranking. Já a Índia não divulga as informações sobre o tema para a organização.

A projeção do FMI é que o Brasil mantenha a segunda posição, com uma taxa ainda de dois dígitos, apesar de analistas brasileiros serem mais otimistas quanto a esse dado, projetando um resultado melhor, abaixo de 10%.

PIB

Um dos indicadores mais tradicionais da economia, o PIB (Produto Interno Bruto) representa a soma de toda a riqueza produzida em um país em um determinado período. O PIB costuma ser calculado trimestralmente e anualmente, mostrando o desempenho e a situação econômica de um país.

Pelas previsões do FMI, o quadro entre as maiores economias não deve mudar muito. Os Estados Unidos permanecerão na liderança, seguidos pela China e pela União Europeia.

A organização projeta que a Itália, o Japão e a Turquia terão recessão em 2022. A expectativa é que o PIB brasileiro suba 0,8%, com o país ficando na 11ª posição. A África do Sul deve continuar tendo o menor PIB do G20.

PIB per capita

Uma vez calculado, o PIB pode ser dividido pela população total do país, dando origem a um novo indicador: o PIB per capita. Ele dá um indicativo de qual seria a “renda média” do país.

Isso não significa, porém, que toda a população receba um valor próximo a ele, já que questões ligadas à desigualdade afetam essa distribuição de renda. Questões demográficas, como o tamanho da população, também acabam influenciando no indicador.

Em 2022, os Estados Unidos devem manter a liderança nesse quesito, enquanto o Brasil continuará entre os cinco piores, com a Índia mantendo o pior resultado.

Dívida bruta

Conforme os países reduzem os gastos públicos ligados ao combate à pandemia e a programas de assistência econômica durante o período, a relação dívida bruta/PIB deve continuar uma trajetória de redução vista em 2021 na maioria das nações.

Uma exceção, porém, deve ser a China. O governo do país já prometeu aumentar os gastos públicos como forma de incentivar a economia do país, que deu sinais de desaceleração no fim de 2021, com um cenário piorado a partir de março após lockdowns em Xangai e Pequim, dois centros econômicos importantes.

O Japão, que busca constantemente injetar dinheiro para aquecer a economia, manterá a liderança, com a dívida bruta correspondendo a 262,54% do PIB.

Já o Brasil deve conseguir reduzir essa proporção pelo segundo ano consecutivo, chegando a 91,8%, mas figurando na sexta posição entre os países com maiores dívidas. A menor deve ser registrada, novamente, na Rússia, de 16,77%.

Fonte: CNN BRASIL