Enem 2023: inscrições terminam hoje em meio à maior crise do exame; veja o passo a passo

Drogas, álcool, cigarro e armas estão entre as proibições na hora da prova, enquanto a máscara contra Covid-19 pode ser obrigatória.

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio terminam hoje, sexta-feira, dia 16, às 23h59, após um apelo do presidente Lula aos estudantes nesta semana para que participem do processo seletivo.

Um estudo recém-publicado de pesquisadores da UFRJ, com o apoio do Instituto Unibanco, mostra que, após leve crescimento de 2013 a 2016, as taxas de inscrição e a participação dos jovens no exame têm caído de maneira continuada, representando a maior crise da história da prova.

Essa queda atingiu justamente o público-alvo do Enem: os alunos mais vulneráveis. E pôs em xeque um programa maior do governo federal que teve início em 2023 com a missão de redemocratizar o ensino superior do país.

Ele inclui, entre diversos pontos, a expansão das universidades federais, o Sisu, o Fies e o ProUni.

“Desde 2017 já era sentida uma diminuição na presença dos estudantes mais pobres no exame. Isso aconteceu por diversos fatores, incluindo o estabelecimento de regras muito rígidas para isenção da taxa de inscrição, que dificultaram o acesso dos estudantes ao exame”, diz Ricardo Henriques, superintendente-executivo do Instituto Unibanco, um dos responsáveis pela pesquisa.

Fique de olho

Além de respeitar o prazo, é importante que os candidatos estejam atentos à preparação para a prova e também ao que pode levar à desclassificação.

“Se organizar não é apenas fazer a inscrição. A preparação começa em cada aula assistida com interesse, comprometimento, curiosidade e vontade de aprender”, avalia Geraldo Sant’Anna, supervisor pedagógico do Centro Paula Souza.

O Enem conta com diversas regras e obrigatoriedades, que vão desde o momento da inscrição até a realização do exame.

R7 selecionou, com base no edital, os principais erros que podem levar o candidato a ser eliminado. Confira quais são e, na sequência, o passo a passo detalhado para se inscrever. O valor da taxa é de R$ 85 e pode ser pago até o dia 21.

O que não fazer na inscrição

  • O candidato não pode, de maneira alguma, informar dados incorretos ou anexar documentos que não sejam verdadeiros.

O que não fazer no início da prova

  • Permanecer no local sem documento de identificação válido ou sem a máscara para prevenção à Covid-19 nos estados ou municípios onde o uso em local fechado seja obrigatório;
    • Perturbar, de qualquer modo, a ordem no local de aplicação das provas; e
    • Comunicar-se verbalmente, por escrito ou por qualquer outra forma, com qualquer pessoa que não seja da equipe de aplicação, a partir das 13h.

O que não fazer durante a prova

  • Utilizar livros, notas, papéis ou impressos;
    • Registrar ou divulgar por imagem, vídeo ou som a realização da prova ou qualquer material utilizado no exame;
    • Levar ou ingerir bebidas alcoólicas, cigarro ou drogas ilícitas;
    • Ausentar-se da sala de provas antes do período mínimo de duas horas, exceto para a ida ao banheiro acompanhada por um fiscal;
    • Recusar-se a ser submetido a vistoria, revista ou identificação especial;
    • Iniciar as provas antes das 13h30;
    • Usar boné ou dispositivos eletrônicos como telefones celulares; e
    • Portar armas de qualquer espécie.

O que não fazer no fim da prova

  • Destacar página, parte do caderno de questões ou da folha de rascunho; e
    • Recusar-se a entregar ao chefe de sala o cartão-resposta ou as folhas de redação e rascunho após decorridas 5 horas e 30 minutos de provas no primeiro dia e 5 horas de provas no segundo dia, salvo nas salas com tempo adicional.

Veja o passo a passo da inscrição

A inscrição é realizada de forma online na página do participante do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), por meio do login do gov.br. Saiba como fazer:

  • Acesse a página do participante;
    • Faça o login por meio do gov.br. Se não tiver cadastro, basta criar um e retornar à página do participante;
    • Clique em “inscrição”;
    • Siga as instruções para completar a etapa de segurança do Inep;
    • Informe os dados pessoais para a inscrição (CPF, data de nascimento, sexo, cor/raça, estado civil, nacionalidade, naturalidade e CEP);
    • Se não precisar de nenhum atendimento especializado, clique em “não preciso”;
    • Se precisar de atendimento especializado, clique em “preciso” e informe a sua condição, necessidade ou deficiência. O sistema vai dizer quais os recursos disponíveis. Além disso, será preciso anexar documentos que comprovem a necessidade de atendimento; • Se preciso, escolha a língua estrangeira. Estarão disponíveis inglês e espanhol;
    • Informe a sua escolaridade. Aqueles que escolherem as opções “estou cursando o ensino médio, mas não estou na última série/ano” ou “não estou cursando e não concluí o ensino médio” participarão como treineiros;
    • Preencha o questionário socioeconômico de 25 perguntas;
    • Informe o celular e o email, necessários caso o Inep precise entrar em contato;
    • Escolha a cidade e o estado em que deseja realizar a prova. Não é possível escolher o local (escola), apenas o município; e
    • Confirme seus dados ao clicar em “confirmo a opção de língua estrangeira, modalidade e município de prova para a realização do exame”.

Fonte: R7

Asteroide “perigoso”, maior que o Pão de Açúcar, passará hoje perto Terra

Conhecido como 2020 DB5, o asteroide que é maior que o Pão de Açúcar ficará a uma distância relativamente próxima à Terra.

A Nasa anunciou que um asteroide vai se aproximar da Terra nesta quarta-feira (14), conhecido como 2020 DB5, considerado como “potencialmente perigoso”, ficará a cerca de 4,3 milhões de km do nosso planeta, o que equivale a 11 vezes a distância em relação à Lua. O meteorito mede 488 metros de diâmetro, equivalente ao tamanho do muro das Lamentações, em Jerusalém, Israel, e maior que o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, que tem 391 metros.

O asteroide, considerado o maior dos cinco meteoritos que estão sendo rastreados pelo Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa em Pasadena, na Califórnia, deverá viajar a uma velocidade de aproximadamente 34.272 km por hora, passando perto da Terra por volta das 23h05 (horário de Brasília).

Apesar de não apresentar riscos de colidir com a Terra, o 2020 DB5 é visto como intimidador pelo seu tamanho, tendo em vista que, segundo os critérios do Instituto de Tecnologia da Califórnia, qualquer objeto maior que 150 metros que possa se aproximar do nosso planeta é considerado como “potencialmente perigoso”.

Entretanto, essa não é a primeira vez que o 2020 DB5 passa pela Terra. De acordo com o Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra da Nasa, o asteroide já se aproximou do planeta seis vezes, sendo a última em 1995, e a próxima está prevista para 2048.

Ainda nesta semana, a Nasa havia alertado que na madrugada de terça-feira (13), o asteroide 1994 XD também teria uma passagem próxima da Terra, estando a uma distância inferior a 4,6 milhões de milhas.

Fonte: CNN BRASIL

Hoje é dia de Cura e Libertação na Paz e Vida!

No livro das Crônicas lemos: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis” (II Cr 20:20).

Deus dá a segurança. O profeta libera a palavra de prosperidade. Prosperidade significa riqueza. Mas também significa: desenvolvimento; avanço; ascensão; crescimento.

Se a sua vida está amarrada e nada tem dado certo hoje é a sua oportunidade de sair da estagnação. Participe hoje da Reunião de Cura Divina e Libertação.

As reuniões acontecem: às 9, 15 e 19h nas nossas unidades no Brasil. E em Portugal, às 9h, 15h e 20h!

Acesse: pazevida.org.br/enderecos e veja nossos endereços!

Imperdível!

Por Pra. Daniela Porto

Quinta da Visão com Bianca Pagliarin: hoje na Sede Nacional da Paz e Vida

Um dos segredos para os seus negócios, sonhos, emprego, família darem certo é você se colocar na humilde posição de servo e consagrar ao Senhor. A Palavra de Deus declara: “Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos” (Pv 16:3).

Participe hoje com a sua família da Quinta da Visão com Bianca Pagliarin. Ela vai te ensinar ferramentas fáceis e práticas para realizar tudo aquilo que você sonha!

Local: Sede Nacional da Paz e Vida;
Horário: 19 horas;
Endereço: Avenida Cruzeiro do Sul, 1.965, pertinho da Rodoviária do Tietê;
Amplo estacionamento exclusivo e gratuito;
Entrada gratuita e Turminha Feliz funcionando para receber o seu filho!

Participe!

 Por Pra. Daniela Porto

Mesmo casos leves de Covid-19 causam alterações no cérebro, aponta estudo

À CNN Rádio, a professora de neurologia da Unicamp Clarissa Yasuda explicou que, entre os sintomas de Covid longa relatados, estão a fadiga, ansiedade e depressão.

Até mesmo os casos mais leves de Covid-19 são capazes de causar alterações no cérebro.

Esta é a conclusão de estudos conduzidos pela Unicamp, sob orientação da professora de neurologia Clarissa Yasuda.

Entre as sequelas, estão manifestações neuropsiquiátricas, como fadiga, ansiedade, depressão e sonolência.

À CNN Rádio, a pesquisadora afirmou que começou a colher dados de pacientes voluntários já no começo da pandemia, em 2020.

“Um número muito grande de pessoas relatou sintomas e problemas”, disse.

Segundo ela, a Covid longa tem uma estimativa de afetar entre 10 e 30% da população com diagnóstico positivo.

“É bastante, devemos ter milhões de pessoas só no Brasil”, completou.

Clarissa ainda ponderou que este número ainda pode ser subnotificado, já que nem todos os infectados tiveram o diagnóstico de Covid-19.

De acordo com a professora, “ainda estamos no escuro” sobre o real impacto do Sars-cov-2 e das consequências da Covid longa.

“Não temos tratamento específico, e a síndrome é um conjunto de sinais e sintomas, cada pessoa pode ter manifestações diferentes.”

Entre essas manifestações, estão, além das alterações cognitivas, problemas cardíacos, dos rins, de coagulação e mesmo diabetes.

*Com produção de Isabel Campos

Fonte: CNN BRASIL

Flautas pré-históricas feitas com ossos de pássaro encantam arqueólogos em Israel

Sete pequenos objetos foram descobertos em um local de escavação no vale de Hula, uma área popular para observação de pássaros até hoje.

Flautas em miniatura criadas há 12 mil anos podem ter sido usadas para reproduzir cantos de pássaros em uma época em que os humanos estavam refinando suas interações com os animais, afirmou uma equipe de cientistas. Os instrumentos feitos a partir de ossos de aves foram descobertos no Norte de Israel.

Sete pequenos objetos descobertos em um local de escavação no vale de Hula, uma área popular para observação de pássaros até hoje, foram identificados como tendo pequenos orifícios perfurados nos ossos para a colocação dos dedos e como um bocal.

A equipe de pesquisa fez réplicas dos objetos originais, que eles descobriram que emitiam trinados agudos semelhantes aos chamados de aves de rapina.

Uma teoria é que as flautas foram usadas para atrair as aves de rapina, como o gavião eurasiano e o peneireiro-comum, para assustar as aves aquáticas, tornando-as mais fáceis de apanhar.

As descobertas foram publicadas na revista Nature Scientific Report por pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém, do Centre de Recherche Français à Jérusalem, Centre Nationale de Recherche Scientifique e da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Mais de 500 milhões de pássaros passam pelo Vale do Hula todos os anos enquanto migram entre a Europa e a África, tornando-o um destino popular para observadores de pássaros.

As flautas de ossos, que vieram de galeirões eurasianos e marrecos eurasianos, foram encontrados no sítio de escavação de Eynan/Ain Mallaha ligado a caçadores-coletores do período Natufiano final, 12 mil anos atrás.

Esse foi um período em que nossos ancestrais estavam começando a se estabelecer, cultivar e domesticar animais, disse o antropólogo forense Tal Simmons, da Virginia Commonwealth University, que identificou o tipo de ave utilizada.

O uso de flautas para se comunicar com os pássaros, disse Simmons, estava “realmente consolidando essa transição para uma época em que a relação entre humanos e animais começou a mudar”.

Fonte: CNN BRASIL

‘Resiliência imunológica’ pode ser o segredo da longevidade, revelam cientistas

Segundo estudo, capacidade de manter boa função imune e minimizar inflamação não depende exclusivamente da idade.

Pesquisadores da Universidade do Texas em San Antonio, nos Estados Unidos, revelaram nesta terça-feira (13) uma descoberta significativa relacionada à capacidade de resistir a infecções e outros estresses inflamatórios ou se recuperar deles. Chamada de “resiliência imunológica”, essa competência varia amplamente entre os indivíduos, independentemente da idade.

O estudo, realizado em colaboração com pesquisadores de cinco países, foi publicado na revista Nature Communications.

Na física, a resiliência é a “propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica”, de acordo com o dicionário Oxford Languages.

O trabalho, apoiado pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid, na sigla em inglês) e pela Administração de Saúde dos Veteranos dos EUA, envolveu quase 50 mil pessoas de várias idades e desafios para o sistema imunológico delas.

“Descobrimos que durante o envelhecimento e quando experimentam estresse inflamatório, algumas pessoas resistem à degradação da resiliência imunológica”, afirmou em comunicado a coautora do estudo Weijing He, cientista sênior na Fundação para o Avanço da Pesquisa em Saúde dos Veteranos.

Os pesquisadores desenvolveram um conjunto único de métricas para quantificar o nível de resiliência imunológica e descobriram que indivíduos com níveis ótimos de resiliência imunológica eram mais propensos a viver mais, resistir a infecções por HIV e influenza, à Aids, à recorrência do câncer de pele após transplante renal, além de sobreviverem à Covid-19 e sepse.

A resiliência imunológica foi medida de duas maneiras principais.

Primeiro, por meio do equilíbrio entre as células T CD8+ e CD4+, que são tipos de glóbulos brancos responsáveis por combater infecções. Esse equilíbrio foi dividido em quatro categorias — chamadas graus de saúde imunológica — e medido em várias coortes de infecção e em diversas faixas etárias.

Em seguida, os pesquisadores mediram os níveis de expressão de genes relacionados a imunocompetência e inflamação, identificando marcadores de expressão gênica associados à resiliência imunológica ideal.

O estudo revelou que algumas pessoas conseguem preservar ou restaurar a resiliência imunológica ideal, independentemente da idade.

Isso significa que a capacidade de manter uma boa função imunológica e minimizar a inflamação durante a experiência de estressores inflamatórios não é exclusivamente determinada pela idade.

“Os participantes com métricas que significam baixa imunocompetência e alta inflamação morreram mais cedo, enquanto aqueles com uma combinação de alta imunocompetência e alta inflamação ou baixa imunocompetência e baixa inflamação tiveram uma expectativa de vida intermediária”, afirma outro coautor do estudo, o pesquisador Muthu Saravanan Manoharan, do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas em San Antonio.

Por outro lado, “participantes com resiliência imunológica ideal, definida por marcadores de expressão gênica que significam alta imunocompetência e baixa inflamação, viveram mais”, complementa o pesquisador.

Os resultados desse estudo são considerados um passo à frente na compreensão da resiliência imunológica.

Ao analisarem o equilíbrio entre imunocompetência e inflamação como um fator crítico para os resultados de saúde, os pesquisadores acreditam que serão capazes de desenvolver novas estratégias de prevenção e tratamento para doenças crônicas, como doenças cardiovasculares, Covid, HIV/Aids e câncer.

Essa descoberta promissora oferece uma perspectiva inovadora no campo da imunologia e pode ter implicações significativas no desenvolvimento de terapias personalizadas e abordagens de cuidados de saúde mais eficazes

Um estudo publicado em abril já havia revelado que pessoas que vivem mais de cem anos têm um sistema imunológico “único e altamente funcional”.

Fonte: R7

Condição cerebral faz com que ex-obesos voltem a ganhar peso, diz especialista

Pesquisa científica apontou que cérebros de pessoas com obesidade têm dificuldade em informar sobre a saciedade, mesmo depois que a pessoa passa por um período de emagrecimento.

obesidade pode prejudicar a capacidade do cérebro de reconhecer a sensação de saciedade e ficar satisfeito depois de comer gorduras e açúcares, descobriu um novo estudo.

Além disso, essas mudanças cerebrais podem durar mesmo depois que as pessoas consideradas clinicamente obesas perdem uma quantidade significativa de peso – possivelmente explicando por que muitas pessoas costumam recuperar os quilos que perderam.

“Não havia sinal de reversibilidade – os cérebros das pessoas com obesidade continuaram a não ter as respostas químicas que dizem ao corpo: ‘OK, você já comeu o suficiente’”, disse a Dra. Caroline Apovian, professora de medicina na Harvard Medical School e codiretora do Center for Weight Management and Wellness no Brigham and Women’s Hospital, em Boston.

Conforme definido clinicamente, as pessoas com obesidade têm um índice de massa corporal, ou IMC, acima de 30, enquanto aquelas com peso normal têm um IMC entre 18 e 25.

“Este estudo mostra por que a obesidade é uma doença, há mudanças reais no cérebro”, disse Apovian, que não participou do estudo.

“O estudo é muito rigoroso e bastante abrangente”, disse o Dr. I. Sadaf Farooqi, professor de metabolismo e medicina da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, que não participou da nova pesquisa.

“A forma como eles projetaram seu estudo dá mais confiança nas descobertas, somando-se a pesquisas anteriores que também descobriram que a obesidade causa algumas mudanças no cérebro”, disse ela.

Nutrientes fornecidos por tubo de alimentação

O estudo, publicado na segunda-feira (12) na Nature Metabolism, foi um ensaio clínico controlado no qual 30 pessoas consideradas clinicamente obesas e 30 pessoas com peso normal foram alimentadas com açúcar, carboidratos (glicose), gorduras (lipídios) ou água (como controle).

Cada grupo de nutrientes foi alimentado diretamente no estômago por meio de um tubo de alimentação em dias separados.

“Queríamos ignorar a boca e focar na conexão intestino-cérebro, para ver como os nutrientes afetam o cérebro independentemente de ver, cheirar ou provar a comida”, disse a principal autora do estudo, Dra. Mireille Serlie, professora de endocrinologia na Yale School of Medicine, em New Haven, Connecticut.

Na noite anterior ao teste, todos os 60 participantes do estudo fizeram a mesma refeição no jantar em casa e não comeram novamente até que o tubo de alimentação fosse instalado na manhã seguinte.

À medida que açúcares ou gorduras entravam no estômago através do tubo, os pesquisadores usaram ressonância magnética funcional e tomografia computadorizada por emissão de fóton único para capturar a resposta do cérebro em 30 minutos.

“A ressonância magnética mostra onde os neurônios do cérebro estão usando oxigênio em reação ao nutriente – essa parte do cérebro se acende”, disse Farooqi. “O outro exame mede a dopamina, um hormônio que faz parte do sistema de recompensa, que é um sinal para encontrar algo prazeroso, recompensador e motivador e depois querer essa coisa”.

Os pesquisadores estavam interessados em saber como as gorduras e a glicose acionariam individualmente várias áreas do cérebro conectadas aos aspectos recompensadores dos alimentos. Eles queriam saber se isso seria diferente em pessoas com obesidade em comparação com pessoas com peso normal.

“Estávamos especialmente interessados no corpo estriado, a parte do cérebro envolvida na motivação para realmente procurar comida e comê-la”, disse Serlie. Enterrado no fundo do cérebro, o corpo estriado também desempenha um papel na emoção e na formação de hábitos.

Em pessoas com peso normal, o estudo descobriu que os sinais cerebrais no estriado diminuíram quando açúcares ou gorduras foram colocados no sistema digestivo – evidência de que o cérebro reconheceu que o corpo havia sido alimentado.

“Essa redução geral na atividade cerebral faz sentido porque, uma vez que a comida está no estômago, você não precisa ir buscar mais comida”, explicou Serlie.

Ao mesmo tempo, os níveis de dopamina aumentaram naqueles com peso normal, sinalizando que os centros de recompensa do cérebro também foram ativados.

Resultados diferentes para os clinicamente obesos

No entanto, quando os mesmos nutrientes foram administrados por tubo de alimentação a pessoas consideradas clinicamente obesas, a atividade cerebral não diminuiu e os níveis de dopamina não aumentaram.

Isso foi especialmente verdadeiro quando a comida era lipídios ou gorduras. Essa descoberta foi interessante, disse Farooqi, porque quanto maior o teor de gordura, mais recompensadora é a comida.

“É por isso que você realmente quer um hambúrguer em vez de brócolis, a gordura do hambúrguer biologicamente dará uma resposta melhor no cérebro”.

Em seguida, o estudo pediu às pessoas com obesidade que perdessem 10% de seu peso corporal em três meses – uma quantidade de peso conhecida por melhorar o açúcar no sangue, redefinir o metabolismo e melhorar a saúde geral, disse Serlie.

Os testes foram repetidos como antes – com resultados surpreendentes. Perder peso não redefiniu o cérebro em pessoas com obesidade, disse Serlie.

“Nada mudou – o cérebro ainda não reconhecia plenitude ou se sentia satisfeito”, disse ela. “Agora, você pode dizer que três meses não é tempo suficiente ou que eles não perderam peso o suficiente.

“Mas essa descoberta também pode explicar por que as pessoas perdem peso com sucesso e recuperam todo o peso alguns anos depois – o impacto no cérebro pode não ser tão reversível quanto gostaríamos que fosse”.

Uma meta-análise de 2018 de ensaios clínicos de perda de peso a longo prazo descobriu que 50% da perda de peso original de uma pessoa foi recuperada após dois anos – no quinto ano, 80% do peso foi recuperado.

Mais pesquisas são necessárias

É necessário cautela na interpretação das descobertas, disse Serlie, pois muito é desconhecido: “Não sabemos quando essas mudanças profundas no cérebro acontecem durante o ganho de peso. Quando o cérebro começa a escorregar e a perder a capacidade sensorial?”.

A obesidade tem um componente genético e, embora o estudo tenha tentado controlar isso excluindo pessoas com obesidade infantil, ainda é possível que “os genes estejam influenciando nossa resposta no cérebro a certos nutrientes”, disse Farooqi, que estudou o papel dos genes no peso por anos.

Muito mais pesquisas são necessárias para entender completamente o que a obesidade faz com o cérebro e se isso é desencadeado pelo próprio tecido adiposo, pelos tipos de alimentos ingeridos ou por outros fatores ambientais e genéticos.

“Há mudanças que ocorreram nas pessoas quando elas ganharam peso? Ou há coisas que elas foram comendo enquanto engordavam, como alimentos ultraprocessados, que causaram uma alteração no cérebro? Tudo isso é possível e realmente não sabemos o que é”, disse Farooqi.

Até que a ciência responda a essas perguntas, o estudo enfatiza, mais uma vez, que o estigma do peso não tem lugar na luta contra a obesidade, disse Serlie.

“A crença de que o ganho de peso pode ser resolvido simplesmente ao ‘comer menos, se exercitar mais e, se você não fizer isso, é falta de força de vontade’ é muito simplista e falsa”, disse ela.

“Acho importante que as pessoas que lutam contra a obesidade saibam que um cérebro com defeito pode ser a razão pela qual lutam com a ingestão de alimentos”, disse Serlie. “E espero que esta informação aumente a empatia por essa luta”.

Fonte: CNN BRASIL

Acontece hoje a Reunião da Busca do Espírito Santo em todas as unidades de Paz e Vida!

Quando uma pessoa se decide por Cristo, sua vida que era uma bagunça é arrumada. O seu corpo, sua casa, que era antes habitado por espíritos imundos, é liberto.

Porém, precisa ser ocupado pelo Parakletos, o Espírito Santo de Deus.

Jesus mesmo afirmou este trecho relatado por Mateus: “E, quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então, diz: Voltarei para a minha casa, donde saí. E, voltando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então, vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e são os últimos atos desse homem piores do que os primeiros.” (Mt 12:43-45).

Venha hoje nesta reunião toda especial dedicada ao Espírito Santo de Deus e deixe que Ele preencha todo o seu ser!

Em todas as nossas unidades, as reuniões acontecem às 9, 15 e 19 horas, no Brasil. Em Portugal, o horário é às 9, 15 e 20 horas.

E se você quer saber os nossos endereços, clique aqui.

Você é templo do Espírito Santo de Deus, o Parakletos!

Por Pra. Daniela Porto

O Sim e o Amém de Deus para você!

Todo ser humano recebe “nãos” no decorrer de sua vida.

E na vida adulta, quando passa a ser líder de sua família ou forma um casal com seu esposo, na busca pelo melhor para o seu lar, muitas vezes este não se intensifica.

Quando vai em busca do financiamento de um carro ou de um imóvel recebe um não! Vai em busca de um empréstimo no banco e o gerente diz não! Pede aumento de salário para o patrão, e a resposta é não. Sempre “não”!

A Palavra de Deus declara:  “Porque todas quantas promessas há de Deus são nele ‘sim’; e por ele o ‘amém’, para glória de Deus, por nós. (II Co 1:20).

Preste atenção: se é promessa de Deus para sua vida e vai glorificar o nome do Pai, então o SIM precisa acontecer.

Participe da Campanha de Oração: O Sim e o Amém de Deus para você!

Começa já no próximo domingo, em todas as unidades de Paz e Vida e se você quer saber os nossos endereços clique aqui.

As reuniões de domingo têm horário diferenciado da semana:

Aqui no Brasil elas acontecem às: 8, 15 e 18h. Na Sede Nacional em São Paulo: 6h30, 8, 10, 15 e 18 horas. Em Portugal o horário é: 10, 15 e 18 horas.

Prepare-se para viver o SIM e o AMÉM de Deus!

 Por Pra. Daniela Porto