Mães denunciam falta de inclusão em escolas de São Paulo

Para familiares, desenvolvimento das crianças é prejudicado pela falta de cuidados e de apoio adequado.

Mães denunciam falta de inclusão em escolas de São Paulo. Elas afirmam que as instituições não oferecem condições adequadas para o desenvolvimento das crianças e que a lei não é cumprida integralmente.

V.M. — ela não quis se identificar por mover um processo, que está em segredo de Justiça, contra uma escola da rede Adventista em São Paulo — conta que o filho de 11 anos, superdotado, não recebeu o atendimento adequado e hoje sofre de ansiedade.

“Aos 5 anos, meu filho já me perguntava sobre política e astronomia, sempre foi um menino muito curioso e isso me chamou a atenção”, diz V.M. “Fomos atrás de profissionais especializados e descobrimos que ele é superdotado.”

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, uma criança superdotada não é aquela que domina todos os assuntos. Segundo o MEC (Ministério da Educação), um aluno com altas habilidades ou superdotação precisa de atendimento especializado, com atividades que o estimulem e possam encorajá-lo.

“Caberia à escola diminuir as barreiras, pôr em prática um PEI [Plano Educacional Individualizado]. Ele não é um aluno que vai tirar nota 10 em tudo, tem dificuldade em algumas matérias, mas vai muito bem em outras, o que seria resolvido com uma sala de recursos, mas nada disso foi oportunizado”, diz a mãe do estudante G.M.F.

Denise Arantes Brero, psicóloga e presidente do Conbrasd (Conselho Brasileiro para Superdotação), explica que uma criança superdotada pode possuir habilidades acima da média em áreas específicas, de forma isolada. “Um aluno é excelente em matemática, mas regular nas demais matérias”, diz. “Alguns têm um perfil multitalentoso, mas é um mito acreditar que aquela criança vai se destacar em tudo.”

“No geral, os superdotados são curiosos, principalmente nos assuntos em que têm interesse, aprendem muito rápido, são mais sensíveis e intensos”, explica Denise. “Quando a escola não observa essas características, as crianças tendem a ficar entediadas e desatentas, por isso é importante que seja elaborado um PEI, com atividades que possam aprofundar as habilidades que possuem e desenvolver aquelas em que as crianças têm dificuldade.”

Para Denise, quando uma criança apresenta um comportamento inadequado ou irritabilidade, isso, na verdade, é um pedido de socorro. “Muitas escolas não validam as características daquele estudante. Costumo ouvir muito: ‘Mas justo você, que é superdotado, tira essa nota?!’ ou ‘Não vejo superdotação neste aluno’. Se há um problema de comportamento, a escola precisa observar o que se passa, pois crianças que não são vistas e respeitadas tendem a desenvolver questões emocionais como ansiedade e depressão.”

A família de G.M.F. ofereceu ajuda e apoio psicológico, mas, segundo V.M., a escola não aceitou. “Ele sempre foi sociável e carinhoso; hoje meu filho se vê como um menino problema e irritado, sintoma que a falta de atendimento educacional adequado gerou.” O garoto deve começar o segundo semestre em outra escola.

A Rede de Educação Adventista informa que “o processo todo corre em segredo de Justiça, mas trabalha com a educação inclusiva, leva a sério e prioriza esse direito. Durante o período de um ano, tempo em estudou em uma de nossas escolas, o aluno foi acompanhado de perto, diariamente, pelos professores e outros profissionais”.

Ainda segundo a nota, “mesmo com adaptações no procedimento educativo/práticas pedagógicas, feitas para atender crianças com o perfil de superdotação, a avaliação do rendimento do discente em sala de aula foi normal, dentro da média da classe. Mediante a afirmação e exigências da mãe, sem apresentar um laudo oficial que comprove plenamente essa condição, a escola requereu uma perícia técnica para atestar essa condição”.

Por fim, “ressaltamos também que a Rede de Educação Adventista prioriza e se compromete  com o desenvolvimento integral e bem-estar do aluno, bem como trabalha fortemente com a formação de cidadãos responsáveis pela construção de uma sociedade melhor”.

Ivanilda Rodrigues Dantas é mãe de Davi Diniz Martins, um menino com síndrome de Down. “Pela lei, meu filho tem direito ao acompanhamento de uma psicopedagoga na escola, e fiz essa solicitação”, diz. “Em um primeiro momento, a direção da escola até demonstrou interesse, mas após uma reunião alegou que há uma profissional capacitada para acompanhar o Davi.”

“O Davi usa sonda. Preciso ir à escola com frequência, e eu o vejo isolado, não existe inclusão de fato”, afirma. “Sei do potencial do meu filho, e ele tem o direito de aprender como os outros, mas não é o que está acontecendo na prática.”

A família entrou com uma ação contra a decisão da direção da Emef Gilmar Taccola, na zona leste de São Paulo. “O Ministério Público aceitou o nosso pedido, mas o juiz negou. Entramos com recurso, mas sem sucesso, o Judiciário desconsiderou todos os relatórios que comprovam o déficit educacional do Davi”, observa o advogado Juliano Gagliardi. “Uma psicopedagoga não vai quebrar a hierarquia da escola ou causar algum dano. Ao contrário, pode contribuir para o desenvolvimento da criança.”

Em nota, a SME (Secretaria Municipal de Educação) informa que a escola “reúne todas as condições de atendimento ao estudante”.

Veja a nota na íntegra:

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME), informa que a EMEF Prof. Gilmar Taccola reúne todas as condições para atendimento do estudante citado. A unidade escolar dispõe de Auxiliar de Vida Escolar (AVE) e estagiária do Programa “Aprender sem Limites” para os casos que necessitam de Educação Especial.

No dia 20 de junho foi realizada uma nova reunião entre a equipe gestora da unidade, em conjunto com a coordenação do CEFAI (Centro de Formação e Acompanhamento à Inclusão) e o responsável pelo aluno para que ele se sinta mais seguro ao deixá-lo na escola, o que o auxilia a adquirir autonomia, sob o olhar de toda a equipe e acompanhamento pela AVE nas Atividades da Vida Diária (AVDs).

A Educação Inclusiva tem o objetivo de assegurar o acesso, permanência, participação plena e a aprendizagem de bebês, crianças, adolescentes, jovens e adultos com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação nas unidades educacionais e espaços educativos da Secretaria Municipal de Educação.  O Currículo da Cidade e a Política Paulistana de Educação Especial não são compatíveis com um atendimento individual por considerarem o ambiente escolar como um espaço de interação social e aprendizagem.

Hoje, o público-alvo da Educação Especial da rede municipal é de 18 mil alunos, composta por bebês, crianças, jovens e adultos. A rede municipal possui mais de 4 mil profissionais atuando em Educação Especial, em diversas áreas, entre Professor de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (PAAI), Professores de Atendimento Educacional Especializado (PAEE), Auxiliar de Vida Escolar (AVE) e estagiários do programa Aprender sem Limites. Ainda existem equipes multidisciplinares compostas por assistentes sociais, fonoaudiólogos e psicólogos em cada uma das Diretorias Regionais de Educação e os 13 Centros de Formação e Acompanhamento à Inclusão – CEFAI.

Aos estudantes também é oferecido um conjunto de atividades e recursos pedagógicos e de acessibilidade, prestado em caráter complementar ou suplementar às atividades escolares, destinado ao público-alvo da Educação Especial que dele necessite, como, por exemplo, as Salas de Recurso Multifuncionais.

Fonte: R7

Como é a rotina nas empresas que testam semana de 4 dias úteis

Novo modelo de trabalho, com apenas quatro dias de atividades durante a semana, começa a ser testado, com resultados positivos.

Mais de um século desde a adoção da semana de cinco dias de trabalho pelo americano Henry Ford, que virou regra no mundo todo, um novo modelo com apenas quatro dias de atividades começa a ser testado, com resultados positivos.

No Brasil, companhias que instituíram a nova jornada veem melhorias de eficiência, bem-estar dos trabalhadores, retenção de talentos e até aumento de receitas. Por ora, a mudança tem sido adotada mais pelas companhias de tecnologia, como Crawly, NovaHaus, Winnin, AAA Inovação, Gerencianet e Eva.

Mas o modelo, que reduz a carga horária de 40 horas para 32 horas semanais sem alteração de salário, exige um planejamento prévio com atenção à legislação trabalhista e à cultura organizacional. Além disso, para ter êxito em termos de gestão de pessoas e negócios, é necessário revisar metas e tarefas diárias e mensurar com frequência os resultados.

O conceito vem de experiências de empresas em países como Islândia, Reino Unido, Bélgica, Nova Zelândia, Escócia e EUA. Muitas decidiram adotar regimes mais flexíveis diante do fenômeno da “grande debandada” (profissionais pedindo demissão) e do esgotamento profissional provocado pelo trabalho, condição oficializada na lista da Organização Mundial da Saúde (OMS).

No país, 61% dos trabalhadores brasileiros consideram mudar de emprego em caso de problemas de saúde mental e 74% acreditam que seriam mais produtivos em uma semana de quatro dias. Dados da plataforma de recrutamento Indeed, obtidos com exclusividade pelo Estadão, indicam ainda que 79% concordam em aumentar as horas diárias de trabalho para ter uma semana mais curta, e a maioria está disposta a apoiar a empresa na implementação do novo modelo (84%).

De acordo com a pesquisa, a redução da carga também melhoraria a saúde mental (85%) e o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal (86%). É o que vem ocorrendo com Gabriele Lima Silva, analista de experiência do cliente da Gerencianet, desde que ganhou a sexta-feira livre. “Aproveito o momento para estar mais próxima da minha família, filho e cachorro, além de cuidar mais de mim.”

O diretor de vendas da Indeed Brasil, Felipe Calbucci, afirma, porém, que a semana de quatro dias pode não fazer sentido para todo tipo de negócio, o que requer avaliar bem a mudança. Isso implica atenção especial à cultura organizacional, diz Evanil Paula, presidente da Gerencianet.

A empresa de meios de pagamentos adotou a sexta-feira livre no início de julho e manteve o controle do ponto para as oito horas de serviço diárias de segunda a quinta. Para implementar o modelo, a Gerencianet fechou acordo com os sindicatos para um novo contrato com os profissionais, atualizando a jornada por seis meses de teste. “Isso é importante, porque a empresa consegue reverter a decisão, caso necessário, sem traumas.”

De forma semelhante, a startup Eva organizou uma assembleia e fechou acordos individuais com os funcionários para reduzir a carga horária a partir de julho. “Antes de definir o dia do descanso, é fundamental um estudo para avaliar os impactos e alinhar às expectativas de todos”, diz o presidente da empresa, Marcelo Lopes.

Novo modelo vira estratégia para retenção de funcionários

A semana de quatro dias de trabalho tem se mostrado uma boa estratégia para retenção de talentos. Num cenário de mercado aquecido em que sobram vagas e faltam profissionais em vários setores, ao oferecer um dia a mais de descanso como benefício, as empresas conseguem disputar mão de obra com companhias estrangeiras que têm salários maiores.

Na empresa de produtos digitais NovaHaus, essa redução da rotatividade já teve impacto nos custos. O presidente da empresa, Leandro Pires, diz que houve perda na entrega, mas não na produtividade. Ou seja, as pessoas diminuíram a jornada de trabalho em 20%, mas deixaram de produzir somente 7%. “Todavia, essa porcentagem foi compensada com a queda da rotatividade e com um aumento de receita.”

A redução da jornada foi definida por acordos individuais e, inicialmente, tem duração de oito meses contados a partir de março. Entre os benefícios aos funcionários, ainda consta um “vale-cultura”, no valor de R$ 400, e duas assinaturas de streaming, os quais têm sido muito bem aproveitados pela gerente de contas Alyne Passarelli.

Para medir o sucesso da estratégia, a NovaHaus adotou como indicadores de avaliação o comparativo de entregas, pesquisas internas para medir o nível de felicidade, valores dos projetos e a quantidade de faltas. “Os funcionários estão mais felizes, faltam menos e a receita aumentou.”

Resultados semelhantes foram observados na Crawly, empresa de coleta de dados online e análises, que instaurou a semana mais curta em março. “Tivemos um aumento de demanda por causa do comercial e do marketing, e conseguimos entregar tudo sem atrasos”, afirma a gerente financeira da empresa, Luisa Lana Stenner.

Processos internos

Tanto para Crawly quanto para a consultoria AAA Inovação, o sucesso da estratégia é atribuído a uma reorganização dos processos internos. “Acabamos com o e-mail, grupos de WhatsApp, e adotamos metodologias e ferramentas ágeis de gestão de projetos e comunicação interna, como Slack, Runrun.it e Discord”, diz o presidente da AAA, Juan Pablo Boeira.

A empresa adotou a jornada mais curta em janeiro. Em cinco meses, foi verificado crescimento de 120% do faturamento. “Quando a gente percebeu que estava mais eficiente, criamos o ‘Reset Day’ (dia de redefinir) às sextas-feiras.” Além de monitorar semanalmente aspectos como entregas (performance), custos fixos, eficiência e saúde mental, a AAA Inovação mantém contato com os clientes para saber o nível de satisfação.

“A decisão de adotar a semana de quatro dias diz muito mais sobre como evoluir a sua produtividade e eficiência do que reduzir um dia de trabalho”, diz o presidente da plataforma Winnin, Gian Martinez. A empresa adotou a sexta-feira livre em agosto de 2021 e já vê melhora de bem-estar dos trabalhadores e redução da rotatividade.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: CNN BRASIL

Hoje tem Pastor Juanribe Pagliarin em dose tripla na Sede Nacional da Paz e Vida em São Paulo!

“Vem cear, o Mestre chama, vem cear”, participe da Santa Ceia do Senhor Jesus no Encontro Especial com Juanribe Pagliarin e Giancarlo Pagliarin. Pai e filho ministrarão a sua vida e as bênçãos de Deus correrão atrás de ti!

Hoje, às 10h da manhã na Sede Nacional da Paz e Vida.

Às 18 horas – Reunião Relâmpago com Juanribe Pagliarin.

Às 19 horas – Reunião Geral de Líderes Espirituais na Sede Nacional e com transmissão para todas as Sedes Estaduais de Paz e Vida.

Tome nota do endereço: Avenida Cruzeiro do Sul, 1965, Santana, pertinho do Metrô Portuguesa-Tietê e com amplo estacionamento gratuito para carros e motos.

O próximo milagre é o seu!

Por Pastora Daniela Porto

Hoje é dia de Santa Ceia em todas as unidades da Paz e Vida

Venha participar da Santa Ceia do Senhor Jesus em todas as Igrejas da Paz e Vida.

Nesta reunião, todos são convidados a lembrar do sacrifício de Jesus por cada um, olhar para cruz com gratidão e celebrar ao Rei que vive para todo sempre.

Você que se já é batizado nas águas não pode perder esta oportunidade.

Em grande parte do Brasil e Portugal temos um endereço de Paz e Vida para você comparecer: Para saber nossos endereços, clique aqui.

Hoje reuniões acontecem às 8h, 15h e 18h, no Brasil. E, em Portugal, às 9h, 15h e 18h. Na Sede Nacional em São Paulo temos 5 reuniões: às 6h30, 8, 10, 15 e 18 horas

Vem cear, o Mestre chama, vem cear!

Por Daniela Porto

Começa nesta quarta a Campanha de Oração: “Os 9 dons do Espírito Santo”!

“Quinhentos irmãos foram testemunhas e viram Jesus subir aos Céus (ICo 15:6). Um Dia, Ele vai voltar. Mas, enquanto Ele não vem, quem está aqui na Terra? O Parakletos! E Ele é igual ao Senhor Jesus!

Vemos, porém, o quanto o Espírito Santo está esquecido e até abandonado nas Igrejas. Isso não pode acontecer!

Vamos buscá-Lo, honrá-Lo e agradá-Lo!

Dia 13 de julho, quarta-feira, vai começar a Campanha de Oração “Os 9 Dons do Espírito Santo”, em todas as Unidades de Paz e Vida” (Juanribe Pagliarin).

Os 9 dons são citados na carta que o apóstolo Paulo escreveu e você pode conferir em I Coríntios 12.7-11:

PALAVRA DA SABEDORIA
PALAVRA DA CIÊNCIA

DONS DE CURAR
OPERAÇÃO DE MARAVILHAS
PROFECIA
DOM DE DISCERNIR OS ESPÍRITOS
VARIEDADE DE LÍNGUAS
INTERPRETAÇÃO DAS LÍNGUAS.

Você receberá na Paz e Vida uma palavra que vai edificar a sua fé e que tem como base as Escrituras Sagradas e, o mais importante, será cheio da virtude do Espírito Santo. Então, PARTICIPE!

Por Pastora Daniela Porto

Você já se sentiu aprisionado ou achando que a sua existência é um grande tormento?

Pessoas em todo mundo, neste mesmo momento, também se sentem assim. Parece que nada vai pra frente. O caminho que se escolhe só leva ao erro. Nada dá certo… E por assim vai. Muitas dessas pessoas ainda se denominam como azarados, malditos ou sem sorte.

Preste atenção:

“Tudo funciona dentro da Lei. Uma Lei tão poderosa e irrevogável que é mais duradoura que o próprio Universo. O Autor desta Lei disse: “Passará o Céu e a Terra, mas as minhas palavras não hão de passar” (Lucas 21:33). Se eu estiver dentro da Lei do Reino de Deus nenhum infortúnio poderá me aprisionar. Mas seu estiver fora da Lei, por menor que seja a minha transgressão, então, com justiça, serei aprisionado com doenças e sofrimentos e a minha existência será um tormento” (JUANRIBE PAGLIARIN, 2015, p. 52).

Venha hoje na Paz e Vida e participe da Reunião de Cura Divina e Libertação. Você vai aprender a se tornar justo diante de Deus e se libertar do que te aflige. Vai haver mudança e você será chamado de bendito do Pai.

Participe da reunião hoje, sexta:

Horário: às 9, 15 e 19h nas nossas Igrejas no Brasil e em Portugal, às 9h, 15h e 20h!

Acesse: pazevida.org.br/enderecos e veja onde tem uma Paz e Vida pertinho de você!

Paz e Vida: lugar de gente liberta, salva e feliz!

Por Pastora Daniela Porto

Seu sonho a um passo de se tornar realidade!

Deus não te daria um sonho para sonhar que Ele não pudesse realizar. Hoje é dia de você aprender estratégias para lutar pelos seus objetivos de vida, crescer e ser edificado juntamente com Bianca Pagliarin.

Compareça na Sede Nacional da Paz e Vida:
Horário: 19 horas;
Endereço: Avenida Cruzeiro do Sul, 1.965, pertinho da Rodoviária do Tietê;
Amplo estacionamento exclusivo e gratuito;

Entrada gratuita e Turminha Feliz funcionando para receber o seu filho!

Só falta você!

Por Daniela Porto

 

Entenda a tecnologia 5G que estreia em Brasília nesta quarta-feira

Em algumas regiões do Brasil, 5G compartilha faixa de transmissão com o 4G, o que faz com que o serviço não seja pleno; isso deve mudar a partir desta quarta-feira.

tecnologia 5G chega nesta quarta-feira (5) em Brasília. A capital brasileira é a primeira cidade a ter o sinal da nova internet móvel em funcionamento no país. A expectativa é que todas as capitais estejam com a tecnologia liberada até 29 de setembro.

Em algumas regiões do Brasil, o 5G já compartilha a faixa de transmissão com o 4G, o que faz com que ele não seja pleno. Isso muda a partir desta quarta-feira, com uma faixa de transmissão totalmente dedicada a essa tecnologia.

Os países que contam com a tecnologia mais avançada, chamada de 5G “standalone” (SA), “autosuficiente” ou 5G “puro”, são poucos. Segundo a Ookla, empresa responsável por analisar as métricas de desempenho de acesso à internet no mundo, a maioria utiliza a frequência compartilhada com o 4G, que é de menor qualidade.

Atualmente, o país líder de velocidade 5G é a Coreia do Sul, que tem média de download de 406 megabits por segundo. A média do 4G é de 17,1 megabits por segundo.

O Brasil entra na categoria que passa a aderir a tecnologia pura com a implementação em Brasília. Depois da capital brasileira, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo serão as próximas cidades a receber a tecnologia.

Novidades

Uma das principais diferenças do 5G para o 4G e as outras tecnologias é a velocidade. Segundo Eduardo Neger, presidente da Associação Brasileira de Internet (Abranet), isso permite uma resolução e qualidade melhores de imagem e som em vídeos.

Outra mudança significativa é referente à baixa latência. “A latência é um atraso no tempo de resposta de um aparelho, aplicativo ou site. Quando a resposta da rede é mais rápida, você consegue fazer coisas como cirurgias a distância ou operar máquinas e veículos autônomos”, disse Neger.

A baixa latência também permitirá uma expansão da chamada realidade aumentada, que demanda uma resposta rápida após interações com objetos reais que geram conteúdos em um ambiente virtual.

Por fim, o presidente da Abranet destaca a capacidade de conectar uma quantidade maior de dispositivos em uma única antena de transmissão.

Segundo Neger, é possível conectar até 200 vezes mais dispositivos com a nova tecnologia. Isso facilitará a expansão da internet das coisas, em que eletrodomésticos, veículos e outros aparelhos ficam conectados à internet.

O que muda?

Uma das preocupações dos usuários que utilizam a internet, o preço, não deve ser um problema com a implementação do 5G no Brasil. De acordo com o conselheiro e vice-presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Moisés Moreira, “a tecnologia não será mais cara aos usuários [que já possuem 4G]”.

Moreira comunicou que os aparelhos mais novos costumam ser os mais aptos a receber os dados da rede. Ele aconselhou os brasileiros a entrarem em contato com as operadoras para verificarem se o celular está apto para receber a tecnologia.

Os smartphones aptos a utilizarem o 5G devem se beneficiar das novidades que a tecnologia traz, como maior velocidade e resposta de rede mais rápida, em decorrência da baixa latência.

Fonte: CNN BRASIL

Entenda o que é o metaverso e quais as possibilidades que ele oferece para o futuro

À CNN Rádio, John Paul Hempel Lima avaliou que o Metaverso é uma boa oportunidade para o Brasil ser protagonista da tecnologia.

Cada vez que uma tecnologia surge, é natural que a primeira reação seja de receio, ou mesmo resistência.

Em 2021, o Facebook anunciou que investirá para se tornar, em até cinco anos, uma “empresa de metaverso”.

Mas o que isso significa exatamente e como isso vai interferir nas nossas vidas no futuro? Para ajudar a explicar, a CNN Rádio ouviu o professor John Paul Hempel, que é coordenador dos cursos de Engenharia da FIAP.

“O metaverso é um conjunto de ambientes virtuais onde a gente vai interagir, socializar, criar, estudar, trabalhar, consumir e se divertir”, disse.

Segundo ele, “nós já somos muito digitais”, com consumo de streaming e, obviamente, redes sociais.

“Estamos vendo grande movimento das empresas de tecnologia, que perceberam que durante a pandemia a gente foi obrigado a ficar em casa e teve que se adaptar, para estudar e trabalhar. Foi um catalisador para que as empresas falassem que agora é a vez do metaverso.”

Mas qual a diferença para o que já temos hoje? “Por mais que a gente consiga trabalhar e interagir com colegas de maneira digital, sentimos a necessidade de imersão.”

“A gente gostaria de ver, estar em um mesmo ambiente, ter mais liberdade para olhar para um lado e outro, no metaverso gente fala de realidade virtual e aumentada, essas novas tecnologias são incorporadas.”

Metaverso na prática

As tecnologias que podem ser aplicadas ao Metaverso são muitas. Como John Paul explica, há o movimento “digital twins”, em que engenheiros de várias partes do mundo, no ambiente virtual, analisam o desempenho de aviões que estão voando em tempo real.

“O metaverso permite que eu vá dar uma aula e consiga falar com pessoas de Singapura, EUA, África e no Brasil, permite mais inclusão.”

Novas profissões e chance de protagonismo

John Paul acredita que veremos uma “série de novas profissões criadas”: “Há arquitetos de ambientes virtuais, só o Facebook tem 11 mil engenheiros para construção do metaverso, até estilistas virtuais, que criam roupas pros avatares.”

O especialista destaca que, apesar de o Brasil ser desigual, o país é “um dos maiores consumidores de digital do mundo, um dos mais conectados do planeta.”

“O governo poderia criar políticas para que o Brasil estivesse na vanguarda de desenvolvimento das novas profissões, é uma grande oportunidade, a gente consome, mas cria pouco, com incentivos de treinamento poderíamos ser um dos protagonistas dessa nova tecnologia.”

Repercussão legal

Como toda nova tecnologia, há ônus e bônus. O professor afirma que já há tipificações de crimes cibernéticos, como injúria racial e assédio, mesmo no ambiente virtual.

“Existe a Justiça, mas obviamente não consegue prever quais novas formas de interação terão, de tempos em tempos deverá ser revisto, crimes financeiros também podem acontecer no metaverso, tem que ter esse cuidado”, completou.

*Com produção de Bruna Sales

Fonte: CNN BRASIL

Vai viajar de carro nas férias? Guia mostra como economizar até 25% na gasolina

Do ar-condicionado à manutenção do automóvel, veja como reduzir os gastos com combustível. O GLOBO ouviu especialistas em mecânica para orientar os motoristas.

Os preços dos combustíveis na bomba até tiveram uma ligeira queda recentemente com o alívio nos impostos aprovado pelo Congresso. Mas, nos últimos 12 meses, o litro da gasolina subiu mais de 25%. Por isso, na hora de colocar o carro na estrada, cada centavo faz a diferença. O GLOBO ouviu dois profissionais especializados na mecânica dos automóveis para preparar um guia de economia ao volante em cinco passos. A redução de gastos pode chegar a 25%.

São ações simples, mas que podem fazer toda a diferença na hora da viagem de férias ou mesmo em deslocamentos curtos na cidade a trabalho ou para o lazer.

Antes de tudo, é preciso lembrar que cada veículo tem parâmetros de consumo diferentes entre si. O gasto de combustível muda também quando se está no tráfego pesado das cidades ou em uma rodovia, onde os carros podem alcançar o que os técnicos chamam de “velocidade de cruzeiro”, emprestando o termo da aviação.

— Se o condutor não consegue manter a média de consumo indicada (pela montadora), é preciso avaliar o combustível e a forma de condução, que são fundamentais para que o gasto fique dentro do estabelecido pelo fabricante — explica o técnico de Educação Profissional do Senai, Adilson Dantas,

Ar-condicionado: vilão na cidade, aliado nas estradas

Entre as boas práticas para gastar menos gasolina, algumas já são velhas conhecidas dos condutores, mas podem fazer a diferença. É o caso do uso do ar-condicionado, um dos principais vilões do consumo de combustível.

Manter o aparelho desligado pode fazer o motorista poupar até 25%, segundo o engenheiro Mecânico e de Automóveis Marcio D’Agosto, professor de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ. No inverno, não chega a ser um grande sacrifício.

— O ar-condicionado precisa de muita energia para acionar o compressor para que a refrigeração funcione de maneira satisfatória — explica o professor.

Dantas observa que essa lógica vale principalmente para a cidade, onde o trânsito é mais intenso e inconstante, com mais paradas. Em rodovias, afirma, é possível usar o ar-condicionado com menor gasto de combustível, principalmente se a viagem envolver longa distância:

— Nas estradas, quando o motorista está com uma velocidade mais estável, o ar condicionado vale a pena, porque o gasto se dilui no consumo geral.

D’Agosto concorda e acrescenta: nas estradas ou vias expressas, onde a velocidade mais alta é permitida, é menos vantajoso dirigir com as janelas abertas:

— Com os vidros fechados, a resistência aerodinâmica é reduzida, e a economia de combustível pode chegar a 10%.

Pé leve? Depende

Outra estratégia que faz parte da rotina de muitos motoristas é a redução da velocidade média. Muitos caminhoneiros adotam a prática, ainda que isso torne as viagens mais longas.

Para os especialistas, no entanto, a condução mais lenta não necessariamente faz o veículo poupar combustível. O que interfere é se a velocidade é estável num determinado trecho, evitando acelerações e frenagens bruscas.

— O motorista precisa manter a rotação do motor na faixa de 2 mil RPM (rotações por minuto), trocando a marcha de maneira correta para ficar nesse nível. Isso também vale para veículos pesados, mas no caso do ônibus e caminhões, é preciso olhar o que o fabricante indica — diz o professor da UFRJ.

Veículos automáticos, lembra, são em tese programados para cumprir a lógica de menor consumo, mas é preciso prestar atenção se o carro foi bem regulado e avaliar isso nas manutenções. No caso dos carros convencionais, cabe ao motorista a boa condução. Segundo o especialista, a direção eficiente pode resultar numa economia de 5% a 20%.

— A curva de consumo de combustível tem um ponto onde o gasto é mínimo, que é justamente a rotação que precisa ser mantida para que esse nível ótimo. Se você acelera o motor, ele dispara as rotações. O que a marcha faz é justamente controlar a rotação em função da velocidade que você está trafegando.

‘Banguela’ ladeira abaixo? Nada disso

Nas descidas, conduzir o veículo em ponto morto, prática conhecida como “banguela”, além de muito perigoso para o caso de ser preciso frear, aumentando o risco de acidentes, não traz economia.

Os especialistas apontam que isso pode provocar desgaste excessivo no sistema de freio, principalmente em veículos mais pesados, o que pode gerar inclusive custos adicionais. O certo é descer com o veículo engrenado.

D’Agosto lembra que a manutenção em dia é essencial. Filtros de ar e combustível devem ser limpos com frequência e velas precisam ser trocadas, seguindo as recomendações do fabricante, e os pneus devem ser mantidos na calibragem recomendada. Tudo para melhorar a performance do veículo.

Carregar só o necessário

Além disso, peso excessivo deve ser retirado do porta-malas: a carga desnecessária sobrecarrega o veículo, que precisa de mais força para acelerar, e, por isso, consumir mais combustível. Pense bem no que levar durante a viagem e fique só com o que realmente será necessário.

Já o peso do tanque, é relativo. Há quem diga que é mais econômico abastecer pouco a pouco ao longo da viagem para reduzir o peso do carro. Para D’Agosto, abastecer menos para trafegar com o carro mais leve não traz muita economia, principalmente se o motorista eventualmente calcular mal o consumo e ficar sem combustível.

As paradas nos postos também vão afetar a performance geral, reduzindo o período em “velocidade de cruzeiro”. Dantas avalia que o abastecimento deve acompanhar o consumo:

— O tanque precisa estar na medida da sua necessidade. Ficar com o tanque cheio e não usar é carregar peso desnecessário, mas trafegar com pouco combustível também é perigoso e pode comprometer o desempenho do veículo.

Para ambos os especialistas, o motorista precisa, sobretudo, abastecer em postos confiáveis, para evitar combustíveis adulterados ou de má qualidade, o que pode comprometer a mecânica do veículo. Aí o peso no bolso pode ficar muito maior. É preciso ficar de olho no consumo do carro:

— Basta anotar a quilometragem feita e o volume de combustível. Quanto maior a taxa de km por litro, melhor — diz o professor da UFRJ.

Resumo das dicas:

Constância e fluidez

A condução em velocidade baixa não necessariamente aumenta a economia de combustível. Os especialistas explicam que, na verdade, o que importa é a constância, sem que o condutor fique acelerando ou freando bruscamente, o que aumenta o consumo de combustível.

Marcha na hora certa

Alinhada a evitar o freio ou aceleração repentina, troque a marcha na hora certa, para que a rotação no motor se mantenha na faixa de 2 mil RPM (rotações por minuto), quando o consumo de combustível é reduzido. No caso de veículos pesados, como ônibus e caminhões, é preciso checar quais são as determinações da montadora, que sinaliza os limites no painel.

Manutenção em dia

É importante seguir as orientações do manual do fabricante, respeitando os prazos para troca de componentes, como velas e filtros de ar e de óleo.

Pneus calibrados

Os pneus também devem receber atenção. Normalmente, o fabricante determina na parte interna da tampa de abastecimento qual a calibragem indicada se o carro estiver apenas com o motorista ou com a capacidade total de passageiros. Calibre com frequência: pneus murchos geram mais área de atrito do carro com a pista, além de se deformarem mais, gastando mais energia.

Peso extra

Pare de usar o porta-malas como um “estoque” de coisas que podem ser usadas em situações esporádicas: peso em excesso e desnecessário faz o carro precisar de mais força para acelerar, e, por isso, consumir mais combustível.

Ar-condicionado desligado

Trafegar com o ar desligado quando estiver rodando dentro da cidade é uma estratégia valiosa. Isso porque o aparelho puxa mais energia do motor para acionar o compressor para que a refrigeração aconteça. Se estiver trafegando em estradas, com uma velocidade mais alta e constante, o impacto é menor.

Janelas abertas ou fechadas?

Em estradas ou vias expressas, onde o motorista pode trafegar em velocidades mais altas, o indicado é que as janelas sejam mantidas fechadas. Isso porque o vidro aberto aumenta a resistência aerodinâmica do veículo, que passa a gastar mais energia.

Fonte: O Globo